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Pista da rodovia ficou parcialmente interditada - Foto: Acácio Gomes / Nova News

Carreta com placas do estado do Paraná, carregada com farelo de soja, tombou, na manhã desta sábado, ao trafegar pela rodovia MS-480, que liga o trecho da MS-276 entre Batayporã e Anaurilândia ao estado de São Paulo pela Usina Hidrelétrica Sérgio Motta.

O condutor saiu de Ponta Porã com destino ao estado do Paraná e, ao passar pela MS-480, perdeu o controle da direção.

A carreta invadiu a pista contrária e tombou à margem da rodovia, ficando totalmente danificada e a carga espalhada pelo chão.

O motorista sofreu ferimentos e reclamava de dores. Ele foi atendido pelo Corpo de Bombeiros de Nova Andradina e encaminhado para o Hospital Regional Francisco Dantas Maniçoba.

Equipe da Polícia Militar Rodoviária (PMR) esteve no local para sinalizar a pista e realizar os devidos levantamentos. A rodovia não chegou a ser interditada, mas o tráfego ficou reduzido a meia pista. A carreta seria removida do local com auxílio de um guincho.

 

Correio do Esatdo

Rio da Prata novamente ficou turvo no começo deste ano - Foto: Divulgação

Situação do Rio da Prata voltou a preocupar os empresários do setor turístico de Jardim e de Bonito. Conhecidas por serem cristalinas, as águas do rio voltaram a ficar turvas no começo de 2019. No fim do ano passado, entre novembro e dezembro, as águas ficaram com a cor marrom.

Uma publicação da página Instituto Amigos do Rio da Prata, no Facebook, afirma que a água escurece por conta do solo exposto dos drenos na região dos banhados, causando rápido turvamento, o que impede a realização das atividades de mergulho com cilindro. “Ressaltamos que o passeio de flutuação no Recanto Ecológico Rio da Prata está operando normalmente, já que ocorre, em sua maior parte, no Rio Olho D’Água [em torno de dois mil metros], que permanece cristalino em razão da sua preservação, com mata ciliar nos dois lados das margens. A parte final do passeio, com cerca de 600 metros, acontece no Rio da Prata. Toda a atividade é realizada dentro de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural [RPPN]”, destaca a página. Porém outros passeios que não têm a mesma preservação são prejudicados.

Desde 2016, o Correio do Estado acompanha a situação dos banhados, que está judicializada. O proprietário do Recanto Ecológico do Rio da Prata, Eduardo Coelho, já havia pontuado a situação em novembro de 2017. “Há uns quatro anos, foi feito valeteamento na região das nascentes do Rio da Prata. Foram colocados os drenos nos banhados. Quando chove, a água desce reto, leva um solo cinza e o rio fica leitoso”.

 

Correio do Estado

A lama tomou conta das águas do rio - Foto: Divulgação

Conhecido por suas águas cristalinas que atraem turistas do mundo inteiro, o Rio de Prata, em Jardim, amanheceu muito diferente na manhã de ontem. Ao invés da visão de peixes, plantas e pedras ao fundo do rio, a imagem que tomou conta das águas foi o marrom de muita lama e terra. Cerca de 150 turistas foram embora do Seu Assis Camping e Balneário ao se depararem com a situação.

“Teve uma chuva intensa na sexta-feira à noite, e amanheceu desse jeito. O rio enche quando chove muito, mas normalmente não fica cheio de lama do jeito que está”, afirma Diego Scherer Luciano, que é neto da proprietária do balneário e trabalha no local diariamente. “Minha avó relatou que só viu o rio desse jeito uma outra vez, há muito tempo”, complementa. O balneário existe desde 1997 e fica a 35 quilômetros da cidade de Jardim.

Essa é o Rio da Prata em seu estado normal, com águas limpas e cristalinas (Foto: Divulgação)

Próximo do rio, existem propriedades com atividades agrícolas. Contudo, segundo Scherer, ainda não é possível fazer qualquer acusação sobre a causa da lama ter chegado à água. “Nós vamos fazer a denúncia ao Ministério Público, mas não podemos afirmar nada agora, só sabemos que existem lavouras próximas de onde passa o rio”, diz.

Para ele, existem formas de evitar que a água da chuva e a lama chegar ao Rio da Prata. “Os rios são patrimonio da União, todo mundo perde ele com ele sujo, ainda mais nessa região em que são conhecidos como águas cristalinas. É lamentável”, define.

Para o rio voltar a ficar cristalino, deve demorar cerca de uma semana.

 

Correio do Estado

Foto: Divulgação

Uma residência foi destruída por incêndio, na manhã desta terça-feira (6), na Rua Rio Grande do Norte Vila Camillo Boni em Terenos. O fogo começou no quarto e se espalhou rapidamente. A casa estava vazia quando chamas começaram e ninguém se feriu 

Conforme apurou a reportagem, um adolescente de 16 anos chegou em casa durante a madrugada, após “bico” em uma lanchonete, e acendeu uma vela para não perder a hora do trabalho nesta manhã. Isto porque a energia elétrica da moradia estava suspensa por falta de pagamento.

Na manhã de hoje, ele foi trabalhar e esqueceu de apagar a vela. Os outros moradores também haviam saído. Vizinhos viram quando o fogo começou, acionaram o caminhão-pipa da prefeitura e começaram a retirar alguns móveis. Eles conseguiram retirar geladeira, mesa e colchões da casa.

O Corpo de Bombeiros de Campo Grande também foi chamado e quando chegou as chamas já haviam sido controladas.

DESESPERO

“Queimou a casa inteira e eu não sei o que minha mãe  vai fazer agora”. A declaração é de Kelli Cristina Bezerra de Moraes, de 23 anos, ao ver que a  casa de quatro cômodos, onde morava a mãe e o irmão dela ficou destruída.

No momento em que a reportagem estava no local, a proprietária da casa tinha ido até a delegacia registrar boletim de ocorrência sobre o caso. “É muito triste perder uma casa desse jeito”, finalizou a jovem.

Correio do Estado

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