Dourados-MS,
Semestre- Camara

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Trabalhadores administrativos da educação em Mato Grosso do Sul vão realizar uma assembleia para decidir se entram ou não em greve. O motivo é que eles esperavam do Executivo o envio de projeto de lei para incorporação definitiva do abano salarial na tabela inicial de salários da categoria. Hoje seria o último dia para aprovação do projeto, mas o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) não enviou.

A presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems), Sueli Veiga disse que o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, ligou para ela informando que não haveria acordo em relação a incorporação definitiva do abono aos salários. "Não vai enviar projeto, não.Não vai correr risco de impugnação da candidatura do governador", disse  Sueli sobre a devolutiva do Riedel. 

A fala de Sueli com a resposta do governo foi recebida com vaias pelos trabalhadores administrativos da educação, que estavam na Assembleia Legislativa para acompanhar a sessão desta quarta-feira (4). Eles gritam no plenário "Deus é mais. Azambuja nunca mais”. 

Sueli disse que os servidores vão retornar para a sede da Fetems, onde devem agendar uma assembleia para decidir se entram ou não em greve.  "A categoria que vai decidir. Precisamos chegar em um consenso". 

Diante das vaias, enquanto Rinaldo Modesto (PSDB), líder do governo na Casa, estava com a palavra, Picarelli rebateu as críticas da plateia. "Esse governo respeita o servidor. Respeitem os deputados da casa", declarou. 

A assembleia para os servidores decidirem se entram ou não em greve deve ser realizada na próxima semana.

 

 

Correio do Estado

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O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), jogou “balde de água fria” nas negociações de aliança com PSDB para apoiar a reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Enquanto o governador do Estado declara caminhar para entendimento as conversas com PSD, até por causa do estilo semelhante de administração dos dois, o prefeito disse não existir nada sobre essa aliança. Ele prefere esperar mais tempo para definição do rumo do partido na sucessão à administração de Mato Grosso do Sul.

Marcos Trad condiciona o acordo no Estado à decisão da cúpula nacional do PSD. Azambuja já vê essa relação próxima, porque os dois partidos estão juntos na pré-campanha do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) à sucessão presidencial. 

Mesmo assim, o prefeito não quer antecipar nenhuma posição, deixando os tucanos mais angustiados, porque o tempo está passando e as negociações de formação de chapa tanto na proporcional quanto na majoritária estão avançando para fechamento com outros partidos.

 

Correio do Estado

O presidente do PDT de Mato Grosso do Sul, João Leite Shimidt, afirmou na tarde deste sábado (30) que quer deixar a presidência do partido, no entanto, não pretende sair do diretório nem da campanha em que auxilia o candidato ao governo do Estado, o juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira.

João Leite Shimidt disse que já foi feito o edital de convocação e quem deve assumir a presidência é o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT). “Quem vai assumir é o Dagoberto, que é o vice-presidente, isso tudo já havia sido combinado”, finalizou.

 

Correio do Estado

Marcos Trad em agenda pública com Azambuja é esperado na aliança do PSD com PSDB - Foto: Divulgação

Após o prefeito de Campo Grande Marcos Trad (PSD) afirmar não estar envolvido em tratativa de alianças partidárias para as eleições deste ano, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), pré-candidato à reeleição, declarou nunca ter tido problema com o partido do chefe do Executivo da Capital.

Marcos Trad já chegou a declarar também que quando disputou as eleições para a prefeitura da Capital, em 2015, os tucanos apoiaram sua adversária na época, a vice-governadora Rose Modesto, derrotada por ele no segundo turno. 

Em agenda realizada na governadoria quarta (27), Azambuja foi questionado se a situação com o PSD tinha sido apaziguada. “Nunca teve problema da nossa parte. Ontem mesmo estive com o prefeito e a gente respeita essa pluralidade, política é isso. Você tem várias pessoas. Mas para fazer aliança precisa ter vontade, afinidade e acreditar no projeto. Acho que se isso vier a se consolidar, ficaremos tranquilos”, declarou.

 

Correio do Estado

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