Dourados-MS,
 Camara municipal

Partido ainda não tem um nome para vice - Foto: Giuliano Lopes/ALMS

Após duas baixas na chapa majoritária do MDB, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi foi confirmado como candidato ao Governo do Estado pela sigla. O partido ainda não tem um nome para vice, mas conforme informações de bastidores deve ser decidido até amanhã (15), data limite para registro de candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O primeiro nome lançando pelo MDB para concorrer ao Executivo estadual foi o do ex-governador André Puccinelli, porém como está preso desde o dia 20 de julho, pediu para que a senadora Simone Tebet (MDB) assumisse seu posto nas urnas. O anúncio da troca foi feito no dia 29 de julho, mas após 14 dias, no domingo (12) a parlamentar desistiu da disputa eleitoral.

Na tentativa de manter parte de chapa anunciada na convenção da sigla, Simone indicou que o partido apoiasse a candidatura do procurador de Justiça e seu ex-vice-candidato ao Governo, Sérgio Harfouche (PSC), como cabeça de chapa. Em mais uma reviravolta nos planos do partido, sem uma resposta emedebista, Harfouche declarou que não vai mais apoiar a chapa do MDB e se colocou na disputa por uma cadeira do Senado Federal.

Com saída do PSC da base aliada do MDB, apenas cinco partidos continuam oficial com a sigla de Puccinelli, sendo eles o PTV, DC, PR, PHS e PRTB.

 

 

Correio do Estado

Mochi não tem interesse e chances de Harfouche aumentam

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul,  deputado Junior Mochi não tem interesse em ser candidato ao Governo do Estado pelo MDB. Anúncio de que a sigla seria cabeça de chapa estava agendado para às 11h, mas, deve ocorrer na tarde desta terça-feira (14). 

De acordo com o que foi apurado pela reportagem do Correio do Estado, a pressão dentro do partido está grande para que ele aceite ser o sucessor da senadora Simone Tebet na disputa  do Governo do Estado pelo partido, mas, o deputado não quer aceitar. Com isto, a possibilidade do procurador de justiça licenciado Sérgio Harfouche ( PSC) aumentam. 

O presidente do PSC, Claudio Cavol, havia adiantado que reunião com os integrantes do partido só iria ocorrer quando o MDB se posicionasse. “Eu quero o Harfouche, mas, não depende de mim e dele”, declarou anteriormente, quando questionado sobre a possibilidade do procurador ser cabeça de chapa pelo PSC coligado ao MDB.

 

Correio do Estado

Foto - Divulgação

Das seis opções que o eleitor tem em Mato Grosso do Sul, apenas um registrou sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) até sexta-feira (10). Conforme o sistema de divulgação de candidatura do tribunal, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) oficializou seu nome na disputa pela administração do Estado.

Conforme divulgado nas convenções do dia 4 de agosto, estão na corrida eleitoral pelo Executivo estadual a senadora Simone Tebet (MDB), sendo o procurador de Justiça Sérgio Harfouche (PSC) seu vice; Odilon (PDT), como vice o bispo Marcos Antônio (PRB); o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e seu vice, o ex-prefeito de Dourados Murilo Zauith (DEM); o ex-prefeito de Mundo Novo Humberto Amaducci (PT) e sua vice, a advogada Luciene Silva; pelo Partido Verde vem Marcelo Bluma e sua vice compondo a chapa, Ana Maria Bernardelli (Rede); e finalizando os concorrentes, o ex-vice-prefeito de Ribas do Rio Pardo, João Alfredo Danieze e sua vice, Diná Freiras (PSOL). O partido do juiz aposentado também já oficializou a candidatura dos seus deputados federais, com oito nomes, e estaduais, com 27 nomes, à disposição do eleitor. Quem também já oficializou os nomes para a Câmara dos Deputados, em Brasília, foi o PRB, com três opções, e para Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, são 14 opções.

Para o Senado Federal, apenas três nomes já estão no sistema de candidatura do TRE. Compondo a chapa majoritária do PDT, o senador Pedro Chaves (PRB) tenta a reeleição, e o advogado Humberto Sávio Abussafi Figueiró, indicado pelo Podemos. Apoiando o PSDB na eleição proporcional, o PMB registrou o nome do ex-superintendente do Ibama Dorival Betini, em Brasília.

 

Correio do Estado

Presidente do CNPQ afirmou que orçamento pode ser cortado em R$ 400 milhões - Foto: Izabela Jornada / Correio do Estado

A ameaça de corte de R$ 400 milhões no orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pode prejudicar entre 5 e 7 mil pesquisadores em Mato Grosso do Sul. As principais áreas de pesquisa afetadas são agropecuária, saúde e educação. 

Em pronunciamento realizado no final da manhã de quinta (9), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, o presidente do órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Mário Neto, afirmou que o orçamento atual do CNPq é de R$1,2 bilhões. “A nossa briga é para que ele não seja cortado. Em 2019, o valor não pode ser inferior a isto”. 

O incentivo à pesquisa pelo CNPq já havia diminuindo no estado. O número de pesquisadores contemplados por bolsas neste ano é o menor dos últimos nove anos. De acordo com a agência, 790 estudantes e profissionais de universidades, institutos e centros tecnológicos no Estado recebem o auxílio. Na série história do CNPq, a quantidade de bolsas pagas atualmente só não é menor que o volume de benefícios concedidos em 2010, quando 755 pessoas eram contempladas.  

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) tem o maior número de bolsistas, com 338. Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com 209, e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), com 98, vêm na sequência.

No Brasil, a entidade financia cerca 80 mil bolsistas, em sua maioria jovens pesquisadores que formam a base da pirâmide de ciência e tecnologia no País. No orçamento deste ano, R$ 900 milhões são para bolsas e R$ 300 milhões, para o financiamento de projetos. O órgão também recebe recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), mas são recursos sujeitos a contingenciamento.

CAPES 

Na semana passada, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior (Capes) anunciou não ter como arcar com as bolsas de estudos a parti de agosto de 2019, caso o orçamento do próximo ano não for incrementado.

 Diante da pressão, nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) liberou R$ 296,61 milhões para pagar as bolsas de estudo. No entanto, os recursos liberados são referentes ao orçamento de 2018 e não afastam o risco de comprometimento dos pagamentos no próximo ano, já que o Orçamento da União, ainda está em discussão no Congresso. Caso haja corte de recursos, pelo menos 1.523 bolsistas de pós-graduação beneficiados pela entidade no estado deverão ser afetados.

 

 

Correio do Estado

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