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O presidente do PDT de Mato Grosso do Sul, João Leite Shimidt, afirmou na tarde deste sábado (30) que quer deixar a presidência do partido, no entanto, não pretende sair do diretório nem da campanha em que auxilia o candidato ao governo do Estado, o juiz federal aposentado, Odilon de Oliveira.

João Leite Shimidt disse que já foi feito o edital de convocação e quem deve assumir a presidência é o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT). “Quem vai assumir é o Dagoberto, que é o vice-presidente, isso tudo já havia sido combinado”, finalizou.

 

Correio do Estado

Marcos Trad em agenda pública com Azambuja é esperado na aliança do PSD com PSDB - Foto: Divulgação

Após o prefeito de Campo Grande Marcos Trad (PSD) afirmar não estar envolvido em tratativa de alianças partidárias para as eleições deste ano, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), pré-candidato à reeleição, declarou nunca ter tido problema com o partido do chefe do Executivo da Capital.

Marcos Trad já chegou a declarar também que quando disputou as eleições para a prefeitura da Capital, em 2015, os tucanos apoiaram sua adversária na época, a vice-governadora Rose Modesto, derrotada por ele no segundo turno. 

Em agenda realizada na governadoria quarta (27), Azambuja foi questionado se a situação com o PSD tinha sido apaziguada. “Nunca teve problema da nossa parte. Ontem mesmo estive com o prefeito e a gente respeita essa pluralidade, política é isso. Você tem várias pessoas. Mas para fazer aliança precisa ter vontade, afinidade e acreditar no projeto. Acho que se isso vier a se consolidar, ficaremos tranquilos”, declarou.

 

Correio do Estado

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Em segunda votação, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, aprovou, por unanimidade, na sessão de terça-feira, dia 26 de junho, o projeto de lei de autoria do deputado estadual Renato Câmara (MDB) que simplifica a emissão de notas fiscais para pescadores profissionais em Mato Grosso do Sul.

A intenção é diminuir a burocracia para a venda dos seus produtos, de forma legalizada. Uma das mudanças é ampliar a validade do documento (notas fiscais) de 30 dias para 10 meses. A matéria prevê regime especial para a emissão de Autorização de Impressão de Documentos Fiscais (AIDF) aos pescadores, com opção de solicitação por via eletrônica, impressa em estabelecimento oficial ou credenciado. O procedimento será sem custas e despesas, como também os trâmites para o cancelamento e anulação das referidas declarações.

"Após realizarmos audiência pública, identificamos que os pescadores profissionais passam longos dias nos rios do Estado, impedidos de irem às Agências Fazendárias ou acessarem os meios eletrônicos para legalização do pescado e a sua comercialização. Com isso, os pescadores precisam pagar R$ 53,00 para cancelar cada nota não utilizada, que tem validade de apenas 60 dias. Com a nossa proposta, vamos ampliar esse prazo para todo o período de pesca no Estado, o que representará mais segurança para os profissionais e também para o Governo do Estado, que regularizará a situação de todos", explicou Renato Câmara durante as explicações pessoais.

Após ser aprovado em plenário, o projeto depende apenas da sanção do governo do Estado para se tornar lei.

Henrique Meirelles esteve em Campo Grande para viabilizar candidatura - Foto: Divulgação

Pré-candidato a presidência da República pelo MDB, Henrique Meirelles tem confiança que sua candidatura será vitoriosa. Durante visita à Campo Grande na tarde de ontem (25), para viabilizar a candidatura, Meirelles afirmou que seu nome ainda não aparece com percentual expressivo nas pesquisas porque muita gente ainda não o conhece. “Quem conhece, apoia”, afirmou.

Esta e a segunda vez que o pré-candidato visita Mato Grosso do Sul. Em maio, ele veio a Capital para lançar a pré-candidatura e, desta vez, para viabilizá-la, junto a delegados e a cúpula regional do partido no Estado.

“O MDB passou mais de 20 anos sem lançar candidato próprio e isso tem que mudar. Estamos em Mato Grosso do Sul com uma candidatura vitoriosa, do Puccinelli e do senador Moka. Temos o apoio da maioria do Estado”, disse Meirelles.

O ex-ministro afirmou ainda que está visitando todos os estados, com o trabalho de conversar com todos os representantes regionais da sigla. Além disso, ele acredita que o fato de ainda não ser muito conhecido influencia nos números pouco expressivos nas pesquisas eleitorais.

“O número de pessoas que conhece a minha história ainda é pequeno, mas quem conhece, a inteção de votos é altissíma. É mais de 20% entre que aqueles que declaram ter informação suficiente”, afirmou.

Sobre essas informações, o pré-candidato atribui a aparição na mídia de outros candidatos como um dos fatores que os fazem ser conhecidos, o que não ocorreria com ele. “Eu nunca fui candidato a presidente, nunca participei de programas eleitorais na televisão, enquanto outros candidatos foram convidados a aparecer na televisão mais de uma vez e portanto são conhecidos, fazem campanha há muito tempo. No momento em que nossas propostas e história são apresentadas a população , não há dúvida de que as intenções de voto aumentam muito”.

Pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli disse que foi apresentado à Meirelles que, no Estado, pesquisas demonstram que precisa melhorar a saúde, segurança pública e geração de empregos e, que para melhorar, é necessária uma parceria com o governo federal.

“Dissemos a ele que é importante, uma vez que nós, através da bancada federal, conseguimos colocar no orçamento da União os primeiros recursos para construção da ponte de Porto Murtinho, os primeiros recursos da BR-419, que será iniciada neste ano e que haja continuidade, para que o governo federal, em parceria conosco, para que tenhamos a Rota Biocêanica e MS se torno um estado mais competitivo”. 

Puccinelli afirmou ainda que acredita na virada de Meirelles, exemplificando com sua própria candidatura à Prefeitura de Campo Grande em 1996, quando acabou eleito.

“O nosso candidato do MS, do MSB, através de 23 votos na convenção nacional, serão para Meirelles. Volto a dizer, eu era pré-candidato em 1996 a Prefeitura com os mesmos indíces que ele tem. A exemplo do que tivemos em 96 como candidato a prefeito, temos que mostrar trabalho sem atacar ninguém. Todos deverão mostrar suas plataformas e o povo decidirá pelo melhor. Acreditamos que o nosso candidato é um candidato”, finalizou Puccinelli.

 

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