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O encontro realizado na Associação Cultural Nipo Brasileira, na Capital, reuniu 3 mil pessoas - Foto: Bruno Henrique/Correio do Estado

O ex-ministro Henrique Meirelles, que participou do evento do MDB na manhã de sábado (19) em Campo Grande, confirmou que é o pré-candidato do partido para disputar a vaga de presidente da República nas eleições deste ano. “Sou pré-candidato e tenho certeza que vamos ganhar essa eleição”, disse ele ao ser questionado pela reportagem do Portal Correio do Estado sobre a pré-candidatura ao cargo.

O Ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, explicou que o presidente Michel Temer quer se dedicar ao governo Federal e fim do mandato assumido no dia 31 de agosto de 2016, após o impeachment da titular Dilma Rousseff (PT). “O presidente Temer quer terminar os meses no governo e vai priorizar isso. Agora é o Meirelles o pré-candidato, ele é capaz. Em dois meses colocou o Brasil nos eixos, baixou os juros”, afirmou Marun.

O encontro realizado na Associação Cultural Nipo Brasileira, na Capital, reuniu 3 mil pessoas de acordo com os organizadores. Também estavam presentes o ex-governador e pré-candidato ao governo do Estado, André Puccinelli, os senadores Waldemir Moka e Simone Tebet, além da bancada de deputados estaduais que pertecem ao partido.

“Eu sinto a vitória extraordinária em Mato Grosso do Sul. Vamos eleger deputados estaduais e o André Puccinelli. Vamos mostrar como se governa um Estado. Saio daqui entusiasmado. Vamos ganhar a eleição, aumentar os empregos e lançar obras”, afirmou Meirelles.

A senadora Simone Tebet aproveitou para criticar o atual governo, de Reinaldo Azambuja (PSDB). “Começamos com o pé direito a campanha da vitória. Mato Grosso do Sul está com saudades das obras esparramadas pelos 79 municípios. Precisamos retomar isso, melhorar as escolas, resgatar o desenvolvimento. O André Puccinelli é fundamental para fazer isso”.

Marun também fez elogios ao ex-governador, que foi preso no dia 14 de novembro do ano passado durante a quinta fase da operação Lama Asfáltica - a Papiros de Lama - da Polícia Federal.

“Puccinelli foi o melhor governador que Mato Grosso do Sul teve. Ele colocou o nome a disposição como candidato e será melhor ainda. Temos o dever de vencer as eleições em outubro e fazer a maior bancada de deputados estaduais que a Assembleia Legislativa já viu”, afirmou o Ministro.

Puccinelli confirmou apoio de alguns partidos - PHS, PTC, PEN, PRTB, PMB, PSDC, PMN, PR- a candidatura dele pelo MDB. “Estamos namorando o PROS e o DEM”, disse o pré-candidato. “Nenhum candidato que não for ficha limpa não terá candidatura regitrada. E eu vou me candidar dia 5 de agosto. Nosso governo será de realização para o futuro da juventude vamos falar para o futuro que quer Mato Grosso do Sul maior e melhor. É o Brasil voltando a creser e acelerar . Dizem que toco duro, que sou coronel e autoritário só que os meus secretários não são incopetentes. Vou renovar a equipe secretários. Os que eu tinha antes não serão os mesmos, apenas um ou outro”, concluiu.

 

 

Correio do Estado

 

 

 

 

Foto - Divulgação

Em busca de novos aliados e tentando reunir a esquerda, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) e pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul disse que a sigla está empenhada para trazer o Partido dos Trabalhadores (PT) para o seu arco de alianças. Questionado sobre os políticos ficha-suja que possam estar no PT, Odilon se esquivou, dizendo que está apenas fazendo pré-campanha, mesmo ao destacar, em vários momentos, que não quer aliados com processos na Justiça. 

“Minha tarefa é percorrer os municípios do Estado levando nossas propostas, o João Leite Schimidt que está cuidando de alianças”, explicou o pré-candidato, que pretende ter, além do pecuarista Chico Maia, do Podemos, o deputado federal Zeca do PT disputando o Senado na chapa do PDT.

Mesmo com os petistas tendo um nome para a disputa do Executivo estadual, o PDT não se vê impedido de tentar uma aproximação. O nome do ex-prefeito de Mundo Novo Humberto Amaducci (PT) até agora não decolou. Segundo o Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul (Ipems), Amaducci tem apenas 2,38% da intenção de votos, conforme divulgado pelo Correio do Estado, na edição de 23 de abril.

 

 

Correio do Estado

Fila começou desde as 20h de ontem - Foto: Bruno Henrique/Correio do Estado

A fila para abastecer em posto de combustível começou desde ás 20h de ontem(18) e quase 200 veículos aguardam abastecimento na manhã deste sábado (19) em Campo Grande. O motivo da gasolina com valor reduzido, é devido a campanha realizada pela Confederação Nacional dos Jovens Empresários (Conaje) que está protestando contra a alta nos impostos tanto na gasolina quanto em outros produtos comercializados.

O primeiro da fila foi o motorista Odinei Valejo, 35, morador do Bairro Nova Campo Grande que chegou no posto de combustível, na Avenida Duque de Caxias, ás 20h de ontem. De acordo com ele, a espera valeu a pena, já que se ele fosse abastecer no valor normal iria gastar R$ 80 e com esse valor, conseguiu economizar R$ 30.

Para o soldador Everton Marques, 31, que chegou hoje por volta das 7h, é necessário ter paciência, já que a fila anda e para. Porém, mesmo com a demora e a quantidade de pessoas que já estavam na fila, a espera ainda compensa para garantir os 20 litros de gasolina com o valor reduzido.

Campanha

De acordo com o Coordenador Estadual do Feirão do Imposto do MS Rodney Junior, o objetivo da campanha é mostrar ao consumidor, de modo prático, a realidade sobre o quanto a população paga em impostos e o quanto disso é destinado e bem empregado em ações para benefício público. Além disso, o coordenador friza que não é uma promoção, mas um protesto contra o abuso nos impostos.

Tumulto

Durante a formação das filas no posto de gasolina, alguns moradores reclamaram do tumulto que os veículos estavam realizando no trânsito e atrapalhando o tráfego de ônibus. Outros motoristas reclamaram da demora do posto em realizar os abastecimentos.

 

 

Correio do Esatado

Lançamento da pré-candidatura foi realizado na sede do partido, em São Paulo Divulgação/Solidariedade

O pré-candidato à presidência da República pelo Solidariedade, Aldo Rebelo, cumpre agenda em Campo Grande nesta segunda feira (21). Rebelo será recebido pelos líderes da sigla em MS, deputado Herculano Borges, os vereadores Lucas Lima e Papy e a Executiva Estadual, às 9h no Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Durante a manhã, o presidenciável do SD participa de uma entrevista no programa CBN Campo Grande, com Otávio Neto, e será recebido pelo governador Reinaldo Azambuja no Parque dos Poderes.

A tarde Aldo Rebelo, participa do programa “Capital Meio Dia” com Joel Silva e atende a imprensa participando de uma entrevista coletiva a partir das 13h45 no Hotel Vale Verde, à Av. Afonso Pena – 106 – Bairro Amambai.

Ainda na segunda-feira, na parte da tarde, de acordo com a assessoria do pré-candidato, o restante da sua agenda será de encontros com sindicalistas, estudantes, setores do agronegócio (empresários e produtores).

O ex-ministro Aldo Rebelo se posicionou como candidato à Presidência da República pelo Solidariedade, em decisão anunciada em 13 abril pelo SD.

Rebelo anunciou a saída do PSB por discordar da entrada no partido do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa, na época possível candidato ao Planalto da sigla. "Aceitei o convite para ser candidato a presidente pelo Solidariedade", disse Rebelo na ocasião.

Militante histórico do PCdoB, Rebelo deixou a sigla no ano passado. Como aliado dos governos petistas, foi presidente da Câmara (2005 a 2007) e ministro de Relações Institucionais (2004 a 2005), dos Esportes (2011 a 2015) e da Ciência e Tecnologia (2015).

 

 

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