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Multinacional americana, refinaria Oil Group, quer se instalar em Campo Grande - Foto: Divulgação

Preço do combustível poderá ficar mais barato com a vinda de duas empresas de formuladora e refinaria no Estado. Governo do Estado está com duas propostas para implantação das usinas, uma em Terenos e outra em Campo Grande. De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, a Prefeitura de Terenos fez doação de área. Já a refinaria, o projeto é para que a empresa se instale na região do InduBrasil, na Capital.

Os dois empreendimentos gerariam, aproximadamente, 600 empregos para o estado. “As tratativas estão avançadas, esses dois projetos já tem pedido de licenciamento, não terminamos processo de análise”, adiantou Verruck.

O secretário disse também que não será dado incentivo fiscal na venda do combustível que será produzido pelas empresas. “Porque seria fazer concorrência desleal, mas nós acreditamos que realmente pode criar situação de oferta de diesel e gasolina mais barato aqui dentro do estado”, declarou o secretário.

Todo o combustível do Estado vem de fora e com a instalação das empresas, o frete seria diminuído. “Quer dizer, todo o nosso produto hoje vem de fora do estado, salvo o etanol e o resto vem todos de fora então a gente entende que poderia ter economia, talvez ajudaria nessa redução do preço do diesel no estado”, completou.

Na última semana, diretor da multinacional americana, Oil Group, Fabiano Diagoné, se reuniu com Verruck para dar continuidade as tratativas para a instalação da refinaria em Campo Grande. O grupo está aguardando contrapartida do Governo do Estado. O pedido é para que o Executivo estadual forneça incentivos fiscais para que o investimento de R$ 75 milhões aconteça. Se isso ocorrer, será a primeira refinaria no Centro Oeste.

Conforme apurado pela reportagem, a refinaria seria instalada na região do InduBrasil e geraria mais de 500 empregos. A produção da empresa, de início, conseguiria atender apenas 10% dos consumidores da Capital. 

A companhia multinacional de exploração de petróleo e gás natural já produziu estudos para implantar refinaria de gasolina e diesel em Campo Grande. O projeto ainda está em fase de negociações com o governo de Mato Grosso do Sul, mas, a intenção é inaugurar a refinaria em 2020.

O grupo já se reuniu com o secretário de Governo, Jaime Verruck em dezembro de 2018, uma segunda reunião ocorreu em janeiro e a última foi na semana passada. Os investimentos da multinacional ocorrerão em vários estados do Brasil, como Rio de Janeiro e Bahia por meio de fundo americano e projeto de engenharia francês.

O projeto para Campo Grande é de uma refinaria de pequeno porte, que produziria, inicialmente, 9 mil metros cúbicos por mês de gasolina, ou 1,5 mil barris por dia, o que atenderia apenas 10% da demanda de Campo Grande, posteriormente, também eles pretendem instalar uma refinaria de diesel. A matéria-prima viria de dois países vizinhos: Argentina e Bolívia. 

O grupo se interessou pelo estado porque é um dos únicos da federação que ainda não tem refinaria e também por ter um grande mercado consumidor.

IMPACTO

Com a implantação da refinaria de gasolina, o preço do combustível poderia sofrer redução de até 20% no Estado.

Além disso, a obra – que demoraria em torno de um ano – pode gerar 600 empregos. Já a refinaria renderia 500 vagas, entre empregos diretos e indiretos.

O investimento total seria de R$ 75 milhões, porém, dividido em duas fases: a primeira, de R$ 30 milhões; e a segunda, quando viria a expansão da capacidade de refinar gasolina e a refinaria de diesel, de R$ 35 milhões.

Segundo Fabiano Diagoné, diretor da Oil Group no Brasil, a produção inicial da refinaria – de 1,5 mil barris diários – representa pouco mais de 10% do volume consumido de gasolina em MS.

“Há muito potencial de expansão”, diz. “É um projeto novo, porque no Brasil 99% das refinarias são da Petrobras e apenas três são independentes. Nosso objetivo é implantar quatro refinarias no País, sendo uma em Mato Grosso do Sul”, revela.

O local da fábrica ainda está sendo estudado, mas Diagoné adianta que o Núcleo Industrial do Indubrasil, na região oeste da Capital, é uma possibilidade. A planta terá em torno de 20 mil a 30 mil metros quadrados.

 

Correio do Estado

Bateria da Vila Carvalho durante apuração - Foto: Luiz Alberto / Correio do Estado

E o carnaval de Campo Grande tem sua supercampeã. Com o enredo que festejou seus 50 anos de história, a Unidos de Vila Carvalho conquistou seu 20° título na história da folia da Capital. A apuração aconteceu na noite desta quarta (6), no Horto Florestal (região central).

O Jubileu de Ouro da agremiação da região central não poderia ser melhor: estandarte de ouro, com apenas seis décimos perdidos na apuração, garantindo assim ampla vantagem para a segunda colocada, a Deixa Falar, campeã do ano passado.

Gosto de revanche para a Vila Carvalho, que desta forma se redime da derrota em 2018, já que acabou deixando o troféu escapar por conta de punições impostas pela Liga. Título assegurado para a escola que transformou o bairro com as cores verde e rosa, como diz o seu enredo.

"Eu estava um ano engasgado com isso, é um momento mais do que especial para toda a comunidade, que mostrou sua força e garra. É um grito que estava preso na garganta. Cinquenta anos não são 50 dias", festejou o vice-presidente Wlauber Carvalho.

Tremendo e emocionado, o filho do presidente e maior estandarte da maior vencedora do Carnaval correu junto à imensa torcida presente para comemorar. 

"A gente faz a festa para eles, passa noites sem dormir, cansamos de ensaiar, é muita dedicação premiada neste final", completou.

AS NOTAS

O resultado do Carnaval campo-grandense de 2019 demorou duas horas além do esperado, por conta do atraso. Mesmo assim isso não inibiu o público, que compareceu em bom número ao Teatro de Arena do Horto Florestal, na região central, com muita festa proporcionada pelas baterias.

A apuração começou com um mudança na leitura das notas dos jurados. Pela primeira vez uma escola teve, de uma só vez, todas as notas cantadas, já sabendo a pontuação final de imediato e não sendo necessário esperar a a avaliação individual por cada quesito.

Foi a segunda mudança fundamental do ano. Antes, fora anunciado o fim do grupo de acesso, fazendo uma 'divisão única', com todas as oito escolas da Capital desfilando e concorrendo ao título.

"É uma forma de agilizar, não mudará em nada a emoção", garantiu o presidente da Liga Independente das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca), Eduardo de Souza Neto, ao microfone.

Antes da leitura, um anúncio importante: o problema com um fio de alta tensão caído que impediu três escolas de levarem carros alegóricos à passarela do samba, na Praça do Papa (região norte), fez com que a Liga anulasse as notas de evolução do jurado do terceiro módulo, justamente onde o quesito seria prejudicado por conta do imprevisto.

"É a forma mais justa. Fomos obrigados a fazer essa mudança, com aval de todas as escolas, para evitar que a festa se transformasse em tragédia, visto que se os carros encostassem poderiam carbonizar tudo", disse Neto.

Quatro escolas começaram com pontuação negativa após sofrerem punições.

A Unidos da Vila Cruzeiro começou um décimo a menos, punição por entrar com um integrante a menos em uma das alas.

De resto, todas as escolas que desfilaram na terça-feira foram punidas. A Unidos de São Francisco teve a pena máxima de um ponto por faltar ritmista, um casal de mestre-sala e porta-bandeira, ausência de integrantes na comissão de frente e em suas aulas.

Aero Rancho e Tradição também tiveram punição máxima de um ponto. Na agremiação da Região Sul, faltaram ritmistas na bateria, baianas e integrantes em quatro alas da escola 

Já na escola do bairro José Abraão, faltaram integrantes em todas as cinco alas.

Durante as notas, a disputa acirrada ficou centrada mesmo entre Deixa Falar e Vila Carvalho. 

A Deixa Falar perder décimos na maioria dos quesitos e viu a co-irma correr livre para o título com o grande acúmulo de notas dez obtidas. 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1) Vila Carvalho - 259,3
2) Deixa Falar - 258,8
3) Igrejinha - 256
4) Catedráticos do Samba - 242,8
5) Cinderela Tradição do José Abrão - 241,2
6) Unidos do Cruzeiro - 241,2
7) Aero Rancho - 224,2
8) São Francisco - 213,2

 

Correio do Estado

Secretário de Administração, Roberto Hashioka, se reúne amanhã com equipe - Foto: Foto: Luiz Alberto/ Correio do Estado

A secretaria de Administração se reúne amanhã (18) com objetivo de finalizar o decreto do Plano de Demissão Voluntária (PDV) e entregar ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB) ainda este mês.

O PDV é uma das saídas para contenção de gastos no governo. A folha dos servidores está no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e para não ultrapassar esse limite, o governo trabalha para que esse projeto seja aprovado. A folha de servidores é um dos maiores custos do governo, atualmente.

O prazo dado pelo governo para finalização do PDV é em fevereiro. Segundo o secretário de Administração, Roberto Hashioka, amanhã a equipe se reúne para finalizar o decreto. “A reunião é para estarmos finalizando a minuta do decreto para levar para o governador avaliar”, comentou.

Hashioka disse não saber se amanhã finaliza o decreto. “Mas é uma das reuniões visando a conclusão da minuta. O PDV é abrangente, a princípio é para todos os servidores, vai depender da vontade de cada um”, explicou.

Um estudo para reimplantação do programa começou a ser feito em dezembro do ano passado, mas ainda não há conclusões sobre quais benefícios os servidores terão, caso se inscrevam, nem a expectativa de adesão ou de economia que o governo terá com o programa.

O PDV é a prioridade no segundo mandato do governo de Azambuja. O projeto será o primeiro a ser apresentado aos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul.

 

Correio do Estado

 

 

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Os contribuintes do Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotor (IPVA) recolheram aos cofres estaduais pouco mais R$ 357 milhões até o dia 31 de janeiro de 2019. A data foi o prazo final para o pagamento à vista com desconto de 15% ou da primeira parcela do tributo sem multa. O valor representa 46,5% do total anual previsto pela Secretaria de Fazenda (Sefaz-MS), que divulgou expectativa de arrecadação de aproximadamente R$ 767 milhões neste ano.

Do total, 88,7% ou R$ 317 milhões são referentes ao pagamento dos proprietários que preferiram optar pelo desconto e quitaram o tributo à vista. Os outros cerca de 11%, ou R$ 40 milhões, foram pagos pelos contribuintes que optaram pelo parcelamento em cinco vezes.

A Sefaz informa a quem perdeu o prazo, que ainda há a possibilidade de ficar em dia com os pagamentos. Os contribuintes podem regularizar sua situação por meio da internet (http://www.autoatendimento.ms.gov.br/ipva/) ou ainda buscar auxílio junto às agências fazendárias (Agenfas). O proprietário paga uma multa referente ao atraso e, na sequência, faz os demais pagamentos no prazo regular. Para a consulta é preciso ter em mãos o documento do veículo.

 

Em caso de dúvidas, os contribuintes devem se dirigir pessoalmente às Agenfas em seus respectivos municípios, munidos de documentos pessoais e do veículo ou ainda procurar a Unidade de Acompanhamento e Arrecadação de Outros Tributos/IPVA, que fica em Campo Grande, na avenida Fernando Corrêa da Costa, 858, das 7h30 às 13h30.

A Secretaria disponibiliza ainda os telefones (67) 3316-7513 / 7534/ 7541 para mais informações.

 

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