Dourados-MS,
Semestre- Camara

Dirigentes do PDT se reuniram na tarde de hoje - Foto: Divulgação

O PDT de MS realizou coletiva de imprensa nesta tarde, para afastar boatos de crise dentro do partido, depois de João Leite Schmidt deixar a presidência estadual, para o deputado federal Dagoberto Nogueira. Estavam presentes o pré-candidato ao Governo Odilon de Oliveira, Dagoberto, Schmidt  e o coordenador do programa de governo, Herbert Assunção. 

Os dirigentes confirmaram a convenção para o dia 21 e a vinda do pré-candidato à presidência Ciro Gomes no lançamento oficial da candidatura do juiz   entres os dias 20 e 25 de agosto.

Eles se recusaram a dizer qual partido farão aliança durante as eleições. 

Schmidt afirmou ser "normal" esse suspense. "E um ritual, um protocolo para deixar até o último dia antes da convenção para poder divulgar ".

Dagoberto informou ter de 4 a 5 aliados. "Estamos fechando essa semana com alguns ainda. Também não temos ainda o nome fechado do vice-governador ".

Odilon disse priorizar aliados ficha limpa. "Não queremos nos aliar com gente envolvida em corrupção, tem que ser ficha limpa, se não tiver ficha nenhuma, melhor ainda"

 

 

Agencia Brasil

Odilon de Oliveira e André Puccinelli lançam chapa majoritária no mesmo dia - Foto Divulgação

O PDT e o MDB de Mato Grosso do Sul são os primeiros partidos a confirmarem data, local e horário da convenção para oficializar as candidaturas a deputado estadual, federal, senador e ao Governo. As siglas marcaram para o dia 21 deste mês os eventos. E nas convenções serão apresentados os aliados na campanha, nomes da chapa majoritária, deputados estaduais e federais. 

O prazo estipulado pelo calendário eleitoral para as convenções partidárias, começa no dia 20 deste mês até 5 de agosto. Dia 15 do próximo mês é a data final para o registro das candidaturas. 

A convenção do PDT foi marcada para às 9h na sede do partido. Segundo o presidente estadual, deputado federal Dagoberto Nogueira, apenas no dia serão divulgados os partidos aliados e os nomes de vice e a outra vaga para o Senado Federal. “Não vou divulgar antes da convenção quais partidos estão conosco, mas posso dizer que são entre quatro e cinco aliados”, confirmou o deputado federal.

 

Correio do Estado

Foto - Divulgação

Trabalhadores administrativos da educação em Mato Grosso do Sul vão realizar uma assembleia para decidir se entram ou não em greve. O motivo é que eles esperavam do Executivo o envio de projeto de lei para incorporação definitiva do abano salarial na tabela inicial de salários da categoria. Hoje seria o último dia para aprovação do projeto, mas o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) não enviou.

A presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems), Sueli Veiga disse que o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, ligou para ela informando que não haveria acordo em relação a incorporação definitiva do abono aos salários. "Não vai enviar projeto, não.Não vai correr risco de impugnação da candidatura do governador", disse  Sueli sobre a devolutiva do Riedel. 

A fala de Sueli com a resposta do governo foi recebida com vaias pelos trabalhadores administrativos da educação, que estavam na Assembleia Legislativa para acompanhar a sessão desta quarta-feira (4). Eles gritam no plenário "Deus é mais. Azambuja nunca mais”. 

Sueli disse que os servidores vão retornar para a sede da Fetems, onde devem agendar uma assembleia para decidir se entram ou não em greve.  "A categoria que vai decidir. Precisamos chegar em um consenso". 

Diante das vaias, enquanto Rinaldo Modesto (PSDB), líder do governo na Casa, estava com a palavra, Picarelli rebateu as críticas da plateia. "Esse governo respeita o servidor. Respeitem os deputados da casa", declarou. 

A assembleia para os servidores decidirem se entram ou não em greve deve ser realizada na próxima semana.

 

 

Correio do Estado

Foto - Divulgação

O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), jogou “balde de água fria” nas negociações de aliança com PSDB para apoiar a reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

Enquanto o governador do Estado declara caminhar para entendimento as conversas com PSD, até por causa do estilo semelhante de administração dos dois, o prefeito disse não existir nada sobre essa aliança. Ele prefere esperar mais tempo para definição do rumo do partido na sucessão à administração de Mato Grosso do Sul.

Marcos Trad condiciona o acordo no Estado à decisão da cúpula nacional do PSD. Azambuja já vê essa relação próxima, porque os dois partidos estão juntos na pré-campanha do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) à sucessão presidencial. 

Mesmo assim, o prefeito não quer antecipar nenhuma posição, deixando os tucanos mais angustiados, porque o tempo está passando e as negociações de formação de chapa tanto na proporcional quanto na majoritária estão avançando para fechamento com outros partidos.

 

Correio do Estado

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