Dourados-MS,
Semestre- Camara

Dos nove pré-candidatos a senador, a pesquisa do Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul Ltda. (Ipems) mostra o ex-prefeito de Campo Grande Nelsinho Trad (PTB) liderando por larga vantagem a preferência do eleitor da Capital como pré-candidato ao Senado Federal. Se as eleições fossem hoje, ele teria 41,78% das intenções de voto no maior colégio do Estado, onde concentra 591.374 eleitores. 

Com essa votação, em tese, o ex-prefeito estaria praticamente assegurado uma das duas vagas de senador. Isto porque dependerá muito do seu desempenho no interior do Estado para ampliar o número de voto.

O deputado federal e ex-governador José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, seria hoje o segundo preferido em Campo Grande com 24,40% das intenções de voto. Ele estaria a 17,38 pontos porcentuais atrás de Nelsinho.

Mas essa posição de Zeca do PT estaria sendo ameaçada pelo senador Waldemir Moka (MDB), seu primo. Com 13,15% das intenções de voto, Moka não está distante do Zeca levando-se em consideração da margem de erro de 4,90 pontos porcentuais para mais ou para menos sobre o resultado total da amostragem. A diferença entre os dois é de 11,25 pontos.

 

Correio do Estado

Projetos foram aprovados na sessão de hoje - Foto: Izaias Medeiros / Câmara Municipal

Reajuste para cinco categorias de servidores municipais foi aprovado ontem (12) na Câmara de Vereadores. Dentistas, engenheiros, arquitetos, Guardas Municipais e pessoal com ensino superior foram contemplados. Médicos e professores já tiveram aumento aprovado anteriormente.

O reajuste foi de 3,04% linear para a maior parte das categorias. Além desse índice, engenheiros e arquiteros obtiveram incorporação de 15% do abono e profissionais de nível superior, 20%. Guardas receberam, além do aumento linear, 5% na bolsa-alimentação. As mudanças começam a valer de forma retroativa a maio de 2018.

Para os odontólogos houve  ainda a incorporação da produtividade Sistema Único de Saúde - Programa Saúde da Família (SUS-PSF), no valor de R$ 1.070,00 ao vencimento base, de forma escalonada em dez parcelas a contar de 1º de agosto de 2018.

O aumento aprovado para os médicos foi de R$ 100 por plantão, e representa um reajuste de 12,04%. Para os médicos com carga horária de 40 horas semanais, houve aumento de R$ 1,5 mil, no vencimento inicial da categoria. Já para aqueles com carga horária de 12 e 20 horas semanais, o reajuste percentual foi de 3,04%. 

Professores tiveram, a partir de maio, o salário será reajustado em 3,04%. Outros 4,77% serão concedidos em dezembro.

MAIS PROJETOS

Vereadores aprovam 97 projetos na sessão de ontem, penúltima antes do recesso parlamentar. Além dos projetos de aumento salarial, também houve a criação, prevista, de 863 cargos para médicos efetivo e implementação da Clínica da Família.

Esta deverá ser criada pelo Poder Executivo, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), através de parcerias com o setor público, ou ainda, com pessoas físicas ou jurídicas. Local e prazos não estão definidos. 

Do Poder Executivo também foram aprovados acréscimos no regime jurídico único dos servidores públicos do município; organização do Sistema Municipal de Defesa do Consumidor (SMDC); projeto que denomina de “Morada dos Baís” o imóvel localizado na esquina das Avenidas Noroeste e Afonso Pena; a inetituição do Programa Sonho de Morar da Agência Municipal de Habitação (Emha); e a desafetação de imóveis do Jardim Nashville para uso da Emha. 

Do Legislativo, foram aprovados 85 Projetos de Decreto Legislativo de outorga de Título de Cidadão Campo-Grandense, Medalha do Mérito Legislativo e/ou Título de Cidadão Benemérito aptos à discussão e votação.

 

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Foto: Arte: Correio do Estado

A pesquisa do Instituto de Pesquisas de Mato Grosso do Sul (Ipems) contratada pelo Correio do Estado e realizada em Campo Grande, maior colégio eleitoral do Estado, com 591.374 eleitores – de acordo com levantamento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) –, aponta queda na preferência pela pré-candidatura do juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) e crescimento do ex-governador André Puccinelli (MDB) e do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). O resultado final mostra todos os três “embolados” na corrida pela disputa do voto do eleitor da Capital.

O levantamento do Ipems indica a queda de 5,73 pontos porcentuais do apoio dos campo-grandenses a Odilon em comparação entre a amostragem de abril e a de julho. Hoje, o juiz tem 30,74% das intenções de voto. Antes, era de 36,47%. Diante deste novo cenário, André encostou em Odilon. Em abril, a diferença entre os dois era de 9,23 pontos porcentuais. Agora, com 29,39% das intenções de voto do ex-governador, essa margem caiu para 1,35 ponto.

Na esteira, aparece Azambuja, com 25,77% das intenções de voto, aproximando-se de André e Odilon. Em abril, a diferença do líder juiz para o governador (que tinha 21,81%) era de 14,66 pontos porcentuais. Hoje, está a 4,97 pontos. Com esse índice, o governador reduziu a distância de André para 3,62 pontos.

 

 

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Matéria foi votada pela segunda vez na sessão de hoje - Foto: Victor Chileno/ALMS

Aprovada em segunda votação na sessão de hoje (11), da Assembleia Legislativa, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que prevê o valor de R$ 15,04 bilhões para o ano que vem. Uma emenda que dá autonomia à Defensoria Pública para gratificações e contratações também foi aprovada pelos deputados estaduais.

Em aprovação por unanimidade dos 20 deputados que estavam na sessão de hoje, a LDO do ano que vem será 3,6% maior que a deste ano, que ficou no valor de R$ 14,4 bilhões orçados.

Para os três próximos anos, o projeto pretende receitas de R$ 15,048 bilhões (2019), confirmado hoje, R$ 15,624 bilhões (2020) e R$ 16,333 bilhões (2021). Para 2019, o governo espera resultado primário positivo de R$ 484,89 milhões, com receita primária de R$ 14,971 bilhões e despesa primária de R$ 14,486 bilhões.

De acordo com o projeto, os valores previstos às instituições e órgãos são os seguintes: R$ 298,027 milhões (Assembleia Legislativa), R$ 282,612 milhões (Tribunal de Contas), R$ 901,789 milhões (Tribunal de Justiça), R$ 417,032 milhões (Ministério Público) e R$ 190,12 milhões (Defensoria Pública do Estado).

 

 

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