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Simone Tebet foi confirmada candidata ao governo pelo MDB - Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

A manhã de sábado foi marcada por grandes movimentações políticas em Mato Grosso do Sul, com a realização de convenções dos partidos PSDB, PTB, PTC, DEM, PCdoB, MDB, PSD e PSL, em Campo Grande.

Dentre as principais definições a de Murilo Zauith (DEM) como vice de Reinaldo Azambuja (PSDB), do procurador de justiça licenciado Sérgio Harfouche (PSC) como vice de Simone Tebet (MDB), a aliança entre PTC e MDB e a confirmação do deputado federal Luiz Henrique Mandetta à reeleição.

A confirmação do ex-prefeito de Dourados Zauith (DEM), como vice-governador na chapa de reeleição de Azambuja (PSDB) foi feita durante convenção no diretório estadual do PSDB, na Avenida Ministro João Arinos.

Na ocasião, o deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa do Estado, Rinaldo Modesto, comentou sobre a intenção de aumentar a bancada tucana da Assembleia Legislativa, “não só na ALMS mas como na Câmara dos Deputados, em Brasília. Temos bons nomes para fazer seis federais", destacou.

Harfouche  (PSC) aproveitou para anunciar hoje que vai abrir mão da disputa ao Governo do Estado para ser candidato a vice-governador, tendo como candidata ao governo do MDB a senadora Simone Tebet.

Na convenção do PTC, o presidente estadual do partido, César Renato Gazolla informou que, a sigla fechou aliança com o MDB. Ele também anunciou que o partido vai participar na majoritária do MDB e lançar o médico César Nicolatti ao Senado.

O candidato a deputado estadual pelo PTC , Antônio João Hugo Rodrigues disse, durante a convenção, que as expectativas para este pleito, em que a sigla anuncia aliança com o MDB, é de “ganhar a eleição e trabalhar por Campo Grande”. Rodrigues criticou ainda a forma como a política tem sido feita atualmente. “Se tornou profissão e não dedicação”, declarou.

O PSDB anunciou 6 deputados federais e 16 estaduais para as eleições. O partido, que tem oito representantes na Casa de Leis, quer aumentar este número e deve lançar duas chapas de coligação para deputados federais e três para estaduais.

Na convenção do DEM, Azambuja (PSDB), confirmou a aliança com a sigla e garantiu o nome de Marcelo Miglioli e Nelsinho Trad para chapa ao Senado. Os deputados federais Tereza Cristina e Luiz Henrique Mandetta levantaram a possibilidade de formação de uma chapa pura. Mandetta ratificou também a candidatura à reeleição.

DATAS

O último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem junto à Justiça Eleitoral o requerimento de registro de candidatos é 15 de agosto. A partir do dia 16, passa a ser permitida a realização de propaganda eleitoral. O pleito ocorrerá no dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.

 

 

Correio do Estado

Murilo Zauith, será o vice do governador Reinaldo - Foto Divulgação

O DEM oficializou há pouco que caminhará ao lado do PSDB nas eleições deste ano em Mato Grosso do Sul e acabou com a ‘novela’ que já durava quase dois meses. O anúncio ocorreu durante a convenção partidária, realizada na manhã deste sábado (4/8), em Campo Grande. 

Presidente do partido a nível de Estado, Murilo Zauith, será o vice do atual governador Reinaldo Azambuja. O cargo já foi ocupado por ele durante o primeiro mandato de André Puccinelli, entre 2007 e 2010.

Antes de confirmar a aliança com os tucanos, o DEM esteve entre o MDB e candidatura própria. 

“Vamos tentar dar continuidade nesse projeto [governo Reinaldo Azambuja] e levar a nossa experiência para ajuda-los”, disse Zauith ao fim do encontro.

 

Dourados News

Simone, Sérgio Harfouche e Reinaldo - Foto Divulgação

A um dia do fim do prazo dado pela Justiça Eleitoral, os nomes de pelo menos três candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul serão divulgados pelos seus partidos. MDB, PSDB e PSC apontam neste sábado (4/8) os representantes ao Executivo estadual. 

No domingo, último dia para a realização de convenções, será a vez do Psol.

A ‘maratona’ partidária começa as 7h30 com o PSC lançando o promotor de justiça, Sérgio Harfouche. Após iniciar a pré-campanha pensando em concorrer ao Senado, houve mudança de planos na sigla, que decidiu lançar candidatura própria. 

Já as 8h, o MDB deve confirmar Simone Tebet ao governo. Com o ex-governador e pré-candidato ao cargo, André Puccinelli, preso, o partido vê na senadora o melhor nome para se manter na disputa. 

A dúvida fica em quem ficará com a vaga de vice e se o partido caminhará em chapa pura ou aliados. 

No mesmo horário o PSDB fará o lançamento da candidatura do atual governador Reinaldo Azambuja. Nos últimos dias os tucanos confirmaram alguns aliados para o projeto de reeleição. 

A expectativa é quanto a presença do DEM na chapa majoritária. O ex-prefeito de Dourados e atual presidente do partido em Mato Grosso do Sul, Murilo Zauith, é cotado para vice do atual chefe do Executivo. Os Democratas realizam convenção também às 8h. 

Todos os encontros ocorrem na Capital. 

Domingo

No dia seguinte, data em que se encerra o prazo para as convenções será a vez do PSol oficializar o nome na corrida eleitoral. José Alfredo Daniezi entrará na disputa. 

Confirmados

O PT confirmou no dia 28 de julho o nome de Humberto Amaducci ao governo. Já o PDT lançou o juiz aposentado Odilon de Oliveira ao governo no dia 21, enquanto o outro candidato na disputa, Marcelo Bluma, teve o nome aprovado durante convenção do PV na quarta-feira.

 

 

Dourados News

Ministro Marun, pré-candidata do Governo, Simone Tebet, e senador Waldemir Moka, avaliaram o tamanho do “estrago” na véspera da convenção - Foto: Valdenir Rezende e Gerson Oliveira / Correio

O MDB perdeu aliados com a prisão do ex-governador André Puccinelli, indicado para concorrer à sucessão estadual. Sexta-feira (3) à noite, os principais líderes do partido se reuniram para avaliar o tamanho do “estrago” na aliança do partido. O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu grandes dificuldades para tocar a campanha da senadora Simone Tebet, escolhida para substituir André.

Para Marun, os “prejuízos são irreversíveis” com a retirada de alguns aliados políticos. “O André coordenava a própria campanha, como é do feitio dele. E se há alguns dias da convenção você é afastado do processo, o candidato e coordenador da campanha, é evidente que os prejuízos já são irreversíveis”, afirmou. 

Marun, no entanto, diante das dificuldades, ainda aposta na vitória de Simone nas urnas. “Nós vamos tentar diminuí-los (os prejuízos), chegar ao segundo turno e conquistar a vitória nessas eleições”, afirmou. 

“Nesse momento estão sendo estabelecidos diálogos entre a nossa candidata e alguns outros partidos no sentido de agregarmos mais forças políticas a esse projeto”, comentou o ministro. Algumas das lideranças do MDB se reuniram, também, na sexta-feira pela manhã com André na prisão para avaliar a perda de apoio político.

 

 

Correio do  Estado

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