Dourados-MS,
 Camara municipal-principal

Conforme a lei, bandeiras não podem ser projetadas na pista de rolamento dos carros - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

A campanha partidária começou oficialmente no dia 16 de agosto e, diferentemente de antigamente, agora as propostas dos políticos são mostradas nas redes sociais, como Facebook e Instagram.

Em Campo Grande, as ruas principais, como Avenida Afonso Pena, Rua 14 de Julho e Antônio Maria Coelho, não têm bandeiras nem distribuição de santinhos e muito menos passeatas, carreatas e carros de som anunciando os candidatos – pelo menos até sexta-feira (17).

Até então, o PSDB fez adesivagem de veículos às 17h da sexta-feira (17) na Avenida Ceará com a Mato Grosso.

Com leis mais rígidas com relação à campanha eleitoral, os políticos preferem usar as redes sociais para mostrar as propostas por meio de vídeos, fotos e compartilhando links de entrevistas realizadas. É uma forma mais direta de tentar interagir com a população.

Mas, para se destacar entre os vários candidatos, é preciso ter ideias inovadoras, diferentes e contar com bastante seguidores. Talvez essa tarefa seja árdua para quem está começando agora na política e não tenha o nome conhecido.

 

Correio do Estado

Pedro Chaves afirmou que esperou 12 dias por uma resposta do PDT - Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O senador Pedro Chaves (PRB), anunciou nesta quarta-feira (15), por meio de nota oficial enviada ao partido, que renunciou à candidatura para o senado federal, nas eleições 2018. 

A motivação aconteceu em razão do não cumprimento da condição firmada durante as tratativas iniciais, na qual, ficou definido que o partido teria um candidato único. 

"Quando o PRB foi convidado para firmar coligação com o PDT foi combinado que o grupo teria somente um representante, no entanto, o PDT fez uma aliança silenciosa com o 'Podemos' lançando sem meu conhecimento mais um candidato, inviabilizando assim minha candidatura", argumenta Chaves. 

O parlamentar explicou ainda que aguardou 12 dias para que o PDT resolvesse a situação e cumprisse a palavra empenhada, porém, como não voltou atrás e ficou confirmada a pré-candidatura de Humberto Figueiró (Podemos), o senador considerou que a melhor decisão era desistir do pleito. 

"Não quero atrapalhar os destinos da coligação, por isso, 'saio de cena', renunciando em caráter irrevogável e irretratável minha candidatura", conclui Chaves. 

 

Correio do Estado

Partido ainda não tem um nome para vice - Foto: Giuliano Lopes/ALMS

Após duas baixas na chapa majoritária do MDB, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Junior Mochi foi confirmado como candidato ao Governo do Estado pela sigla. O partido ainda não tem um nome para vice, mas conforme informações de bastidores deve ser decidido até amanhã (15), data limite para registro de candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O primeiro nome lançando pelo MDB para concorrer ao Executivo estadual foi o do ex-governador André Puccinelli, porém como está preso desde o dia 20 de julho, pediu para que a senadora Simone Tebet (MDB) assumisse seu posto nas urnas. O anúncio da troca foi feito no dia 29 de julho, mas após 14 dias, no domingo (12) a parlamentar desistiu da disputa eleitoral.

Na tentativa de manter parte de chapa anunciada na convenção da sigla, Simone indicou que o partido apoiasse a candidatura do procurador de Justiça e seu ex-vice-candidato ao Governo, Sérgio Harfouche (PSC), como cabeça de chapa. Em mais uma reviravolta nos planos do partido, sem uma resposta emedebista, Harfouche declarou que não vai mais apoiar a chapa do MDB e se colocou na disputa por uma cadeira do Senado Federal.

Com saída do PSC da base aliada do MDB, apenas cinco partidos continuam oficial com a sigla de Puccinelli, sendo eles o PTV, DC, PR, PHS e PRTB.

 

 

Correio do Estado

Mochi não tem interesse e chances de Harfouche aumentam

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul,  deputado Junior Mochi não tem interesse em ser candidato ao Governo do Estado pelo MDB. Anúncio de que a sigla seria cabeça de chapa estava agendado para às 11h, mas, deve ocorrer na tarde desta terça-feira (14). 

De acordo com o que foi apurado pela reportagem do Correio do Estado, a pressão dentro do partido está grande para que ele aceite ser o sucessor da senadora Simone Tebet na disputa  do Governo do Estado pelo partido, mas, o deputado não quer aceitar. Com isto, a possibilidade do procurador de justiça licenciado Sérgio Harfouche ( PSC) aumentam. 

O presidente do PSC, Claudio Cavol, havia adiantado que reunião com os integrantes do partido só iria ocorrer quando o MDB se posicionasse. “Eu quero o Harfouche, mas, não depende de mim e dele”, declarou anteriormente, quando questionado sobre a possibilidade do procurador ser cabeça de chapa pelo PSC coligado ao MDB.

 

Correio do Estado

Mais Artigos...