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Foto - Divulgação

Das seis opções que o eleitor tem em Mato Grosso do Sul, apenas um registrou sua candidatura no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) até sexta-feira (10). Conforme o sistema de divulgação de candidatura do tribunal, o juiz federal aposentado Odilon de Oliveira (PDT) oficializou seu nome na disputa pela administração do Estado.

Conforme divulgado nas convenções do dia 4 de agosto, estão na corrida eleitoral pelo Executivo estadual a senadora Simone Tebet (MDB), sendo o procurador de Justiça Sérgio Harfouche (PSC) seu vice; Odilon (PDT), como vice o bispo Marcos Antônio (PRB); o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e seu vice, o ex-prefeito de Dourados Murilo Zauith (DEM); o ex-prefeito de Mundo Novo Humberto Amaducci (PT) e sua vice, a advogada Luciene Silva; pelo Partido Verde vem Marcelo Bluma e sua vice compondo a chapa, Ana Maria Bernardelli (Rede); e finalizando os concorrentes, o ex-vice-prefeito de Ribas do Rio Pardo, João Alfredo Danieze e sua vice, Diná Freiras (PSOL). O partido do juiz aposentado também já oficializou a candidatura dos seus deputados federais, com oito nomes, e estaduais, com 27 nomes, à disposição do eleitor. Quem também já oficializou os nomes para a Câmara dos Deputados, em Brasília, foi o PRB, com três opções, e para Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, são 14 opções.

Para o Senado Federal, apenas três nomes já estão no sistema de candidatura do TRE. Compondo a chapa majoritária do PDT, o senador Pedro Chaves (PRB) tenta a reeleição, e o advogado Humberto Sávio Abussafi Figueiró, indicado pelo Podemos. Apoiando o PSDB na eleição proporcional, o PMB registrou o nome do ex-superintendente do Ibama Dorival Betini, em Brasília.

 

Correio do Estado

Presidente do CNPQ afirmou que orçamento pode ser cortado em R$ 400 milhões - Foto: Izabela Jornada / Correio do Estado

A ameaça de corte de R$ 400 milhões no orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) pode prejudicar entre 5 e 7 mil pesquisadores em Mato Grosso do Sul. As principais áreas de pesquisa afetadas são agropecuária, saúde e educação. 

Em pronunciamento realizado no final da manhã de quinta (9), no Aeroporto Internacional de Campo Grande, o presidente do órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Mário Neto, afirmou que o orçamento atual do CNPq é de R$1,2 bilhões. “A nossa briga é para que ele não seja cortado. Em 2019, o valor não pode ser inferior a isto”. 

O incentivo à pesquisa pelo CNPq já havia diminuindo no estado. O número de pesquisadores contemplados por bolsas neste ano é o menor dos últimos nove anos. De acordo com a agência, 790 estudantes e profissionais de universidades, institutos e centros tecnológicos no Estado recebem o auxílio. Na série história do CNPq, a quantidade de bolsas pagas atualmente só não é menor que o volume de benefícios concedidos em 2010, quando 755 pessoas eram contempladas.  

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) tem o maior número de bolsistas, com 338. Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com 209, e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), com 98, vêm na sequência.

No Brasil, a entidade financia cerca 80 mil bolsistas, em sua maioria jovens pesquisadores que formam a base da pirâmide de ciência e tecnologia no País. No orçamento deste ano, R$ 900 milhões são para bolsas e R$ 300 milhões, para o financiamento de projetos. O órgão também recebe recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), mas são recursos sujeitos a contingenciamento.

CAPES 

Na semana passada, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior (Capes) anunciou não ter como arcar com as bolsas de estudos a parti de agosto de 2019, caso o orçamento do próximo ano não for incrementado.

 Diante da pressão, nesta semana, o Ministério da Educação (MEC) liberou R$ 296,61 milhões para pagar as bolsas de estudo. No entanto, os recursos liberados são referentes ao orçamento de 2018 e não afastam o risco de comprometimento dos pagamentos no próximo ano, já que o Orçamento da União, ainda está em discussão no Congresso. Caso haja corte de recursos, pelo menos 1.523 bolsistas de pós-graduação beneficiados pela entidade no estado deverão ser afetados.

 

 

Correio do Estado

Simone Tebet foi confirmada candidata ao governo pelo MDB - Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

A manhã de sábado foi marcada por grandes movimentações políticas em Mato Grosso do Sul, com a realização de convenções dos partidos PSDB, PTB, PTC, DEM, PCdoB, MDB, PSD e PSL, em Campo Grande.

Dentre as principais definições a de Murilo Zauith (DEM) como vice de Reinaldo Azambuja (PSDB), do procurador de justiça licenciado Sérgio Harfouche (PSC) como vice de Simone Tebet (MDB), a aliança entre PTC e MDB e a confirmação do deputado federal Luiz Henrique Mandetta à reeleição.

A confirmação do ex-prefeito de Dourados Zauith (DEM), como vice-governador na chapa de reeleição de Azambuja (PSDB) foi feita durante convenção no diretório estadual do PSDB, na Avenida Ministro João Arinos.

Na ocasião, o deputado estadual e líder do Governo na Assembleia Legislativa do Estado, Rinaldo Modesto, comentou sobre a intenção de aumentar a bancada tucana da Assembleia Legislativa, “não só na ALMS mas como na Câmara dos Deputados, em Brasília. Temos bons nomes para fazer seis federais", destacou.

Harfouche  (PSC) aproveitou para anunciar hoje que vai abrir mão da disputa ao Governo do Estado para ser candidato a vice-governador, tendo como candidata ao governo do MDB a senadora Simone Tebet.

Na convenção do PTC, o presidente estadual do partido, César Renato Gazolla informou que, a sigla fechou aliança com o MDB. Ele também anunciou que o partido vai participar na majoritária do MDB e lançar o médico César Nicolatti ao Senado.

O candidato a deputado estadual pelo PTC , Antônio João Hugo Rodrigues disse, durante a convenção, que as expectativas para este pleito, em que a sigla anuncia aliança com o MDB, é de “ganhar a eleição e trabalhar por Campo Grande”. Rodrigues criticou ainda a forma como a política tem sido feita atualmente. “Se tornou profissão e não dedicação”, declarou.

O PSDB anunciou 6 deputados federais e 16 estaduais para as eleições. O partido, que tem oito representantes na Casa de Leis, quer aumentar este número e deve lançar duas chapas de coligação para deputados federais e três para estaduais.

Na convenção do DEM, Azambuja (PSDB), confirmou a aliança com a sigla e garantiu o nome de Marcelo Miglioli e Nelsinho Trad para chapa ao Senado. Os deputados federais Tereza Cristina e Luiz Henrique Mandetta levantaram a possibilidade de formação de uma chapa pura. Mandetta ratificou também a candidatura à reeleição.

DATAS

O último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem junto à Justiça Eleitoral o requerimento de registro de candidatos é 15 de agosto. A partir do dia 16, passa a ser permitida a realização de propaganda eleitoral. O pleito ocorrerá no dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.

 

 

Correio do Estado

Murilo Zauith, será o vice do governador Reinaldo - Foto Divulgação

O DEM oficializou há pouco que caminhará ao lado do PSDB nas eleições deste ano em Mato Grosso do Sul e acabou com a ‘novela’ que já durava quase dois meses. O anúncio ocorreu durante a convenção partidária, realizada na manhã deste sábado (4/8), em Campo Grande. 

Presidente do partido a nível de Estado, Murilo Zauith, será o vice do atual governador Reinaldo Azambuja. O cargo já foi ocupado por ele durante o primeiro mandato de André Puccinelli, entre 2007 e 2010.

Antes de confirmar a aliança com os tucanos, o DEM esteve entre o MDB e candidatura própria. 

“Vamos tentar dar continuidade nesse projeto [governo Reinaldo Azambuja] e levar a nossa experiência para ajuda-los”, disse Zauith ao fim do encontro.

 

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