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Azambuja: “Candidato tucano precisa ter competência para ganhar votos”

Foto - Divulgação

Campo Grande
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O candidato indicado pelo PSDB de Mato Grosso do Sul para a presidência da Assembleia Legislativa deverá ter competência para conquistar os votos dos outros deputados. Isso foi o que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) declarou quando foi questionado se os tucanos já tinham entrado em um consenso e escolhido o próximo presidente da Casa de Leis. 

“Não é o partido que define o presidente da Assembleia. O partido pode definir um nome para concorrer à Assembleia”, explicou.

Azambuja disse que o presidente escolhido para comandar a Assembleia Legislativa a partir do ano que vem sairá de uma decisão em conjunto. “Quem vai decidir o novo presidente são os 24 deputados. Se eles escolherem um nome, esse nome pode pleitear a presidência, mas não necessariamente será do PSDB, e quem decide são os 24 deputados”.

O governador comentou que não tem preferência por nenhum nome. “É uma decisão deles. Eles estão disputando ali, entre os cinco deputados”.

Azambuja revelou que são três deputados tucanos disputando a presidência. “Dali, vai ter que sair um nome e esse nome deverá ter competência para convencer os outros 23 deputados”. 

O governador disse que não vai interferir na decisão de quem será o candidato tucano.

O PSDB elegeu cinco deputados para mais quatro anos de liderança e é a maior bancada formada na Assembleia. Dos cinco, quatro foram reeleitos e Marçal Filho será o estreante.

Porém, a coligação tucana elegeu 16 deputados estaduais, com isso, pode-se dizer que o PSDB detém o maior número de apoio da Casa de Leis, a partir do ano que vem. 

Marçal já tirou seu nome da disputa por ser novo na Assembleia. Onevan de Matos e Paulo Corrêa estão tentando um acordo com Felipe Orro e Rinaldo Modesto, para, então, anunciarem quem será o candidato do partido.

Mas eles não entram em consenso. Houve uma reunião no dia 20 de novembro no diretório do partido, em Campo Grande, contudo, os deputados resolveram adiar o anúncio para o dia 28. Na quarta-feira, apenas Onevan e Orro foram ao diretório. Segundo Onevan, seu adversário, Corrêa, não quis se reunir, pois “sabia que estava apertado para o lado dele”.

 

Correio do Estado