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Sem projeto sobre incorporação de abono aos salários, servidores ameaçam greve

Foto - Divulgação

Campo Grande
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Trabalhadores administrativos da educação em Mato Grosso do Sul vão realizar uma assembleia para decidir se entram ou não em greve. O motivo é que eles esperavam do Executivo o envio de projeto de lei para incorporação definitiva do abano salarial na tabela inicial de salários da categoria. Hoje seria o último dia para aprovação do projeto, mas o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) não enviou.

A presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems), Sueli Veiga disse que o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, ligou para ela informando que não haveria acordo em relação a incorporação definitiva do abono aos salários. "Não vai enviar projeto, não.Não vai correr risco de impugnação da candidatura do governador", disse  Sueli sobre a devolutiva do Riedel. 

A fala de Sueli com a resposta do governo foi recebida com vaias pelos trabalhadores administrativos da educação, que estavam na Assembleia Legislativa para acompanhar a sessão desta quarta-feira (4). Eles gritam no plenário "Deus é mais. Azambuja nunca mais”. 

Sueli disse que os servidores vão retornar para a sede da Fetems, onde devem agendar uma assembleia para decidir se entram ou não em greve.  "A categoria que vai decidir. Precisamos chegar em um consenso". 

Diante das vaias, enquanto Rinaldo Modesto (PSDB), líder do governo na Casa, estava com a palavra, Picarelli rebateu as críticas da plateia. "Esse governo respeita o servidor. Respeitem os deputados da casa", declarou. 

A assembleia para os servidores decidirem se entram ou não em greve deve ser realizada na próxima semana.

 

 

Correio do Estado