Dourados-MS,
 Camara municipal

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Bruno Cavalcante de Lira, 21 anos, e Diego Cardoso Benites, 28 anos, foram condenados, juntos, a 41 anos de prisão por atirarem contra policiais militares da ALI (Agência Local de Inteligência), do 3º Batalhão de Polícia Militar de Dourados, no dia 29 de janeiro.

Bruno pegou uma pena maior por porte ilegal de arma de fogo, 21 anos e dois meses, já Diego, 20 anos.

Na época, a equipe do serviço reservado realizava rondas na rua Clóvis Bevilaqua, na Vila Cachoeirinha, quando a dupla atirou contra os policiais. Nenhum dos PMs foi atingido.

Após serem presos, os dois disseram que confundiram os policiais com outros bandidos.

O carro em que estava os policiais foi atingido por vários disparos. Durante a troca de tiros Bruno, foi baleado três vezes na perna esquerda e Diego no nariz, quando tentava fugir correndo.

Na ocorrência, foi apreendido um revólver calibre 38. Os dois possuem várias passagens policiais.

 

 

Dourados News

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Depois de uma manhã aglomerados na recepção do gabinete da prefeita Délia Razuk (PR), os educadores membros de comissão do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Dourados) serão atendidos pela chefe do executivo municipal. 

Desde que os manifestantes chegaram ao CAM (Centro Administrativo Municipal), na manhã desta quarta-feira (21/8), os profissionais buscavam uma reunião diretamente com a prefeita. 

Agora, segundo repassado pelo secretário de educação Upiran Gonçalves, Délia decidiu abrir as portas do gabinete para conversar com os educadores. 

Eles cobram a reposição e acerto do piso salarial deste ano e de 2017, respectivamente. Segundo o sindicato, neste ano foram incluídos apenas 2,68% do reajuste totalizado em 6,81%. 

Sobre o ano passado, a composição salarial de 7,64% ainda não foi paga aos trabalhadores da educação, conforme o sindicato. 

GREVE

Por conta do impasse em solucionar as reivindicações dos profissionais, as aulas da Reme (Rede Municipal de Educação) estão suspensas desde a sexta-feira passada por tempo indeterminado. Não são todas as escolas que aderiram a greve.

No mesmo dia, a Prefeitura de Dourados acionou a Justiça para suspender o movimento, porém, a determinação da liminar expedida pela desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges afirma que a greve poderá continuar, mas de forma parcial. 

Ela determinou que fosse mantida pelo menos 66% das aulas em atividade.

 

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A Justiça acatou parcialmente pedido da prefeitura de Dourados alegando 'ilegalidade e abusividade de greve' na Reme (Rede Municipal de Educação) e determinou ao Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação), que mantenha dois terços dos professores em sala de aula durante o período de paralisação da categoria, iniciada hoje. 

A decisão é da desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges e foi definida na tarde de sexta-feira (17/8). Caso a ordem seja descumprida, o sindicato terá que pagar multa diária no valor de R$ 50 mil. 

O setor jurídico da prefeitura havia pedido a suspensão total da greve sob pena de R$ 100 mil.

A greve

Os educadores decidiram pela greve no dia 14 de agosto, terça-feira, durante assembleia realizada na sede do sindicato. 

Eles cobram do Município o cumprimento do Piso Nacional dos anos de 2017 e 2018, com reposições de 7,64% e 6,81% respectivamente. No pedido à Justiça, a prefeitura argumenta já pagar quase o dobro do valor aos servidores.

O Sindicato agendou uma assembleia com os educadores da Reme para a segunda-feira (20/8), às 8h.

Protesto

Na manhã desta sexta-feira os educadores ocuparam o pátio do CAM (Centro Administrativo Municipal), realizando o primeiro ato da paralisação. 

O presidente do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação), Juliano Mazzini disse que nesse início, 75% das escolas e Ceim’s (Centro de Educação Infantil Municipal) adeririam à greve. 

 

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Foto - Luiz Guilherme

Como decidido com professores e técnicos administrativos durante assembleia na tarde de terça-feira (14), a manhã desta sexta-feira (17), já foi marcada por protesto da categoria na prefeitura de Dourados. Com faixas e apitos, os profissionais pediram agenda com a prefeita Délia Razuk (PR) e o secretário de educação, Upiran Gonçalves, o que conforme afirmação dele, depende da secretaria de Governo agendar. 

“Eu sou apenas o secretário de educação, não tenho autonomia para marcar reunião, quem marca é a secretaria de governo que tem acesso e cuida da agenda da prefeita; o que irei fazer é ver com os responsáveis para que essa solicitação deles seja atendida”, comentou Upiran. 

O presidente do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação), Juliano Mazzini destacou que em média, 75% das escolas e Ceim’s (Centro de Educação Infantil Municipal) adeririam à greve. 

“O sindicato estima que em torno de 70% a 75% dos educadores tenham se juntado à greve de forma parcial e total”, disse Juliano mencionando que a greve é o último estágio de negociações que não deram certo. 

Os educadores cobram da atual gestão, o cumprimento do piso salarial dos anos de 2017 e 2018, com reposições de 7,64% e 6,81% respectivamente. Todo o funcionalismo municipal teve reajuste de 2,68% no mês de junho, no entanto, para atingir o índice seria necessário uma reposição de 4,13%. 

Juliano informou ainda à reportagem que no dia 18 de junho, os secretários municipais de educação e governo encaminharam ofício para o sindicato, informando que o valor seria pago ao magistério na folha de julho, compromisso que não foi cumprido até o momento.

“Precisamos que essa situação seja resolvida, porque daqui a pouco já é final do ano e em vez de lutar por dois anos, serão três, 2017, 2018 e 2019”, salientou o presidente. 

Para a semana que vem, ainda segundo o presidente do Simted, não tem nada para previsto, visto que esperam um posicionamento da prefeitura. 

 

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