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A partir desta terça-feira (22), as unidades de saúde do Jardim Santo André, Vila Rosa e Seleta, passam a atender em horário diferenciado dos demais, das 7h às 13h. A alteração foi formalizada na tarde desta segunda-feira (21), em reunião dos servidores dos três postos com o secretário de Saúde Renato Vidigal.

O motivo que levou a essa mudança é a impossibilidade da Prefeitura de Dourados, por meio da prefeita Délia Razuk, de atender as solicitações dos funcionários e incorrer em improbidade administrativa. Os servidores dos postos citados não foram contemplados com o incentivo de 33% pago àqueles que integram a Estratégia da Saúde da Família.

Durante a reunião foram feitas diversas propostas buscando manter o atendimento normal, inclusive a divisão em dois turnos, mas não houve consenso. Os próprios servidores optaram por esse horário, o que daria 30 horas de trabalho semanais, como prevê o PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) da categoria.

O secretário Renato Vidigal disse que a prefeitura vai continuar dialogando com os servidores e, ao mesmo tempo promovendo estudos que possam levar uma solução, sem ultrapassar o índice prudencial da folha de pagamento.

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Iniciou uma série de reparos no Ceper do II Plano, após receber a informação de que uma reforma que o local receberia por parte do Governo do Estado não vai mais acontecer. Serão recuperadas as estruturas das calçadas, instalações elétricas, telas, portões, banheiros e feita a pintura de alguns locais, além da já recorrente limpeza geral, com roçada e recuperação de jardinagem. 

 

Segundo o secretário Joaquim Soares, depois de 2 anos e meio de espera, os moradores retomaram as cobranças e a Semsur procurou saber em que pé estariam os trâmites para a reforma, mas recebeu a informação de que a verba foi perdida. “Mais que depressa procedemos com a inserção do Ceper no nosso cronograma e iniciamos nesta quinta-feira os serviços por lá. Garantimos à comunidade que vamos fazer um bom trabalho neste espaço tão valioso para a comunidade local”, disse.

O secretário Joaquim ressaltou que o local, mesmo aguardando a reforma, recebe um grupo de idosos e muitos moradores que usufruem do espaço. “É um local de grande valia para aquele bairro. É lamentável que depois de tanta propaganda feita em cima da reforma, tenhamos recebido esta notícia”, disse.

Joaquim ressaltou que, nesta semana, algumas pessoas ‘usaram o Ceper’ para atacar a Prefeitura de Dourados e enviaram cobranças por melhorias e projetos; no entanto, o Executivo sabe bem quem são os representantes da comunidade que realmente sempre tiveram esta reivindicação na pauta. “Pelo menos dois vereadores sempre nos procuram para pedir esta melhoria. Idenor Machado e Pedro Pepa sempre foram apoiadores daquela comunidade. Recentemente, com a notícia de que haveria uma reforma, estas reivindicações ficaram no stand by, e agora, de repente, aparece um monte de gente cobrando”, explicou Joaquim.

Em março do ano passado, reuniões foram feitas entre parlamentares, representantes do Governo do Estado e moradores para ouvir as sugestões da comunidade com relação à completa revitalização Ceper.

Ao todo a obra custaria R$ 800 mil, sendo metade (R$ 400 mil) viabilizada por meio de emenda parlamentar e o restante através de contrapartida do Governo do Estado. Os investimentos foram empenhados em maio de 2016 e a elaboração do projeto e a execução das obras seriam feitas pelo Estado. Um ano depois, a informação é que a obra não vai mais ocorrer.

Força-tarefa visita casas na região onde foi constatado aumento dos casos da doença

A Prefeitura de Dourados, por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, alerta a população do município para uma incidência de casos de febre chikungunya com aumento de ocorrências. Segundo dados da Sems, são 94 casos notificados e 62 positivos para o vírus que tem encontrado pouca resistência imunológica nos cidadãos. Com efetivas medidas de controle, a Prefeitura solicita que os cidadãos contribuam no combate ao mosquito transmissor, o Aedes aegypti.

Segundo Edivan Marcelo Morais Marques, do setor de imunização, foi identificada uma série de ocorrências em uma região específica da cidade, entre o Jardim Tropical e Jardim Clímax, onde foram encontrados canteiros de obras e terrenos com possíveis criadouros.

Diante disso, foi orquestrada uma força-tarefa para rastrear as ocorrências da doença. Assim, com uma busca ativa casa a casa por estes bairros, foi feita a coleta de sangue para exame com índice de positividade, o que elevou os números. “O que ocorreu é que estes casos são fruto já de uma ação ostensiva da Secretaria para fins de controle da doença. Poucos casos foram registrados depois que as pessoas foram aos postos de saúde. A maioria vem destas coletas já da força-tarefa”, explicou.

O trabalho agressivo contra a doença, segundo Edivan, resultou em elogios da Secretaria de Estado de Saúde, que manteve reunião esta semana em Dourados, traçando metas para controle da doença.

Segundo o enfermeiro, o fato de haver aumento para casos de chikungunya e queda nos casos de zika vírus e dengue se dá por conta da ‘novidade do vírus’. “A comunidade douradense está bem resistente aos vírus da dengue e do zika porque já ocorreu esta doença em meio à população. O vírus da febre é ‘relativamente novo’ para imunidade das pessoas e daí vem a necessidade de todo um cuidado”, disse.

A Secretaria de Saúde já procedeu com as visitas domiciliares, fazendo ações de controle de focos do mosquito Aedes, que transmite as três doenças, tanto de forma mecânica, com a remoção de possíveis criadouros, como química, aplicando o ‘fumacê’.

Edivan ressalta que é possível a um mosquito do Aedes conter os vírus da dengue e chikungunya juntos, o que eleva a necessidade de haver um combate sério deste vetor. “É fundamental a participação e consciência da população. Tivemos um período sem chuva bem importante, com pouco calor, e agora chega o frio. Do ponto de vista do clima estamos bem servidos e queremos manter a queda nos índices para que nossa cidade tenha cada vez menos casos”, disse.

O enfermeiro lembrou que a febre chikungunya é capaz de incapacitar um indivíduo para suas atividades diárias, uma vez que os sintomas, embora parecidos, são mais fortes e duradouros em relação à dengue e zika.

 MS

Dourados é a cidade que mais preocupa em todo o Estado. Em Campo Grande, eram 27 casos confirmados até quarta-feira (9). Nos municípios de Iguatemi, Porto Murtinho, Corumbá, Camapuã, Rio Verde de Mato Grosso e Sonora, um caso foi registrado.

 

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A gasolina em Dourados ficou mais barata desde a semana passada. De acordo com levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo), o preço médio do combustível sofreu queda de 2,31%, mudando de R$ 4,32 para R$ 4,22. 

Entre 10 postos pesquisados na cidade, o valor mínimo encontrado foi de R$ 3,89 e o custo máximo em R$ 4,42 ao bolso do consumidor. 

O relatório aponta que entre os dias 15 e 21 de abril, o valor médio da gasolina atingiu R$ 4,27, subindo para R$ 4,32 em uma semana. Após mais sete dias o valor se manteve sem alteração, porém, entre 06 e 12 de maio sofreu queda nas bombas para R$ 4,22.

COMPARATIVO

Comparada às seis demais cidades pesquisadas, Dourados possui o terceiro menor valor médio, perdendo apenas para Campo Grande com R$ 4,04 e Ponta Porã com R$ 4,08.

Os valores médios registrados nos outros municípios foram:

- Corumbá: R$ 4,51

- Três Lagoas: R$ 4,36

- Coxim: R$ 4,29

- Nova Andradina: R$ 4,28

 

 

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