Dourados-MS,

A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sems), alerta a população de Dourados sobre a prorrogação da campanha de vacinação contra a Influenza A (H1N1, H3N2) e B (sazonal), até o dia 15 de junho. Os grupos de risco são crianças de até 5 anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas (45 dias após o parto), professores, idosos, indígenas, portadores de doenças crônicas, presos e funcionários do sistema prisional.

O Núcleo de Vigilância Epidemiológica reforça que é importante a vacinação para as pessoas inseridas nos chamados grupos de risco. Edvan Marcelo Morais Marques, diretor do Núcleo, ressaltou que, dentro destes grupos, o de crianças até 5 anos é o que menos tem tido procura.

“A procura segue baixa para vacinação de crianças e é importante a consciência dos pais, uma vez que as crianças são mais suscetíveis”, disse, lembrando que a determinação dos grupos é recomendação do Ministério da Saúde, seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde.

O Ministério da Saúde comunicou na semana passada a prorrogação em todo o país por conta da paralisação dos caminhoneiros. A campanha estava prevista para encerrar na sexta-feira (1º) passada, sendo que 100% das doses da vacina (60 milhões) já foram distribuídas aos Estados, que estão devidamente abastecidos. Em Dourados, estima-se que perto de 70 mil pessoas integrem os chamados grupos de risco.

Ainda segundo o Ministério da Saúde, após o fim da campanha, caso haja disponibilidade de vacinas nos Estados e municípios, a vacinação poderá ser ampliada para crianças de cinco a nove anos de idade e adultos de 50 a 59 anos. Até o momento, ainda faltam 18,8 milhões de pessoas a serem vacinadas em todo o país.

Deputado Renato Câmara presta homenagem aos patriarcas e matriarcas da família, durante o encontro realizado pelos Mattos neste sábado em Bonito

Reconhecer a importância das famílias pioneiras da Grande Dourados, uma das regiões mais importantes economicamente e culturalmente de Mato Grosso do Sul. É com esse propósito que o deputado Renato Câmara (MDB) homenageou neste sábado (2), com entrega de moções de congratulação, diversos integrantes e pioneiros da Família Mattos. As honrarias foram entregues em Bonito, durante mais uma edição do tradicional encontro familiar realizado anualmente pela Amattos (Associação da Família Mattos). 

O encontro, realizado pela primeira vez em Bonito, reuniu descendentes da família de 15 municípios de Mato Grosso do Sul. Em sua 30ª edição, a festa teve o objetivo de aproximar os parentes dos diferentes troncos e reunir gerações num ambiente de alegria e lembranças.

Os encontros acontecem cada ano em uma cidade. Dourados sediou a maioria dos eventos, que também já foram realizados em São Luiz Gonzaga (RS) – berço da família Mattos -, em Campo Grande, Ponta Porã, Cuiabá (MT) e San Ignácio, província de Misiones, na Argentina.

O evento é considerado atualmente como uma das maiores festividades familiares do Brasil. Em Dourados a família Mattos é considerada a maior onde começou a chegar a partir de 1898  até 1912. Vindos do sul do país, principalmente do Rio Grande do Sul, os primeiros Mattos chegaram ao Estado por volta 1898 e se estabeleceram na região de Dourados.

Pelos registros históricos, com a chegada inicial de o menos 30 famílias, os descendentes da família contribuíram decisivamente para a formação e desenvolvimento do vilarejo que posteriormente deu origem ao município de Dourados, que na época pertencia a Ponta Porã. A vinda em massa para a região no começo do século 20 é apontada como o principal fator para os Mattos se tornarem uma das maiores famílias na região da Grande Dourados e do Mato Grosso do Sul.

Para Renato Câmara, a homenagem aos pioneiros da família é uma forma de valorizar o trabalho, a história, as lutas e o papel dos Mattos para o desenvolvimento da região. “Trata-se de um reconhecimento a uma família que contribuiu para o desenvolvimento da nossa cultura regional. A família Mattos trabalhou muito e ajudou a construir o Mato Grosso do Sul. É um orgulho fazer parte de uma das famílias mais tradicionais e carismáticas do Mato Grosso do Sul e participar destes encontros que promovem anualmente a integração familiar”, destacou Renato Câmara.

O deputado se tornou membro da Família Mattos em 2004, quando se casou com a médica Cristiane Iguma Câmara, neta de Antônio Alves Rocha e Joana Mattos Rocha e bisneta de Francisco de Mattos Pereira.  

Deputado Renato Câmara presta homenagem aos patriarcas e matriarcas da família, durante o encontro realizado pelos Mattos neste sábado em Bonito

Foto - Franz Mendes

Católicos de Dourados iniciaram os trabalhos para a procissão de Corpus Christi, celebrada nesta quinta-feira (31/5). Na região central da cidade e nos distritos, várias são as ações. 

Fieis da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora e do Santuário Diocesano de Nossa Senha Aparecida, próximos ao distrito de Vila São Pedro, terminavam o ‘tapete’. 

Já nas proximidades da Catedral, integrantes de várias paróquias realizam os trabalhos. 

De acordo com informações do diácono Alceu de Aguiar Quadros, a programação será iniciada às 16 horas com uma missa campal celebrada na Praça Antônio João pelo bispo Dom Henrique.

Em seguida a procissão segue pela avenida Joaquim Teixeira Alves até a rua Melvin Jones, retornando pela avenida Marcelino Pires até a igreja matriz, onde haverá a benção final, totalizando um percurso de 1.300 metros.

 

 

Dourados News

Foto - Dourados News

Qualquer forma era válida para garantir levar o gás de cozinha para casa por centenas de douradenses, na tarde de terça-feira (29).

A grande procura pelo produto foi gerada pelo desabastecimento do mesmo na cidade, já há alguns dias, por conta do bloqueio dos caminhoneiros em todo o país, sendo que alcançou mais de 30 pontos em MS. Houve grandes filas em duas distribuidoras no município.

Em um estabelecimento situado no bairro Izidro Pedroso, a espera para conseguir comprar o item a R$ 75 chegava até 1h30.  Funcionários do local acreditavam que o estoque se esgotaria ainda durante a tarde. 

Rodinei Cardoso Silva, 32, vendedor, ficou por esse período na fila e contou que o gás na casa dele havia acabado pela manhã. Para ele, a manifestação dos caminhoneiros não deve surtir melhorias em um geral para a população. 

“Todos temos de certa forma arcado com as consequências destes bloqueios, mas, acredito que se ocorrer reduções em valores nos itens que eles dependem, quem vai pagar de um jeito ou de outro é o cidadão, independente de profissão, pois, com certeza o valor vai para outro tipo de tributo ou imposto”, cita.

Ele conta ainda que mora em um bairro distante do ponto, mas, não teve outra escolha a não ser se deslocar cerca de 6 km para conseguir o produto, o qual notou um aumento de R$ 10 da sua compra mais recente. 

Em outro estabelecimento, situado na vila Cachoeirinha, o produto ainda era ‘abastecido’ e o método utilizado pela gestão foi a distribuição de senhas.

Com a senha número 50 em mãos, o empreendedor Luciano Teixeira, 37, afirmava que aguardaria no local e se possível levaria dois ou três produtos. Ele conta que a situação culminou no fechamento da lanchonete que ele administra no Campo Dourado por dois dias e cita ‘prejuízo’. 


“Nunca vi algo assim, faltar gás para podermos trabalhar. Eu e mais três funcionários parados, o trabalho e consequentemente o lucro não gira, é difícil. Vou esperar para levar o gás não quero sair da fila mesmo com a senha e ter o risco de ficar sem”, conta.


O empreendedor conta ainda que o atual cenário já havia impactado o estabelecimento há alguns dias, já que desde sábado o local que também entrega lanches, não contava com o serviço, pois motocicletas estavam sem combustível, o que será retomado hoje. 


O aposentado Severo Ribeiro, 63, conta que estava sem o item já há algum tempo e a família teve que ser “rápida” para não ficar sem se alimentar. 

“Tem cinco dias que adotamos um antigo fogão que vai lenha e estamos assim se virando. Somos em quatro em casa, todos procurando gás na cidade, mas, nada de encontrar e agora consegui garantir a minha senha aqui, o jeito é esperar”, apontou. 

 

 

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