Dourados-MS,
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Foto: Simted Dourados

Em assembleia realizada na tarde de quinta-feira (7), educadores(as) da Rede Municipal de Ensino do Dourados (MS) deliberaram uma paralisação no próximo dia 19 de junho, exigindo da prefeitura pagamento do Piso Salarial Municipal, com reajustes vencidos em 2017 e 2018 que, somados, chegam a 14,97%.

Os(As) trabalhadores(as) em educação estão em campanha pelo cumprimento da Lei do Piso Nacional e Municipal e a devida aplicação dos recursos da educação, já que o ensino público municipal dispõe de recursos próprios, como o FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) e obrigatoriedade da aplicação de 25% de recursos próprios do município na educação.

Um estudo dos Relatórios de Execução Orçamentária da Prefeitura de Dourados aponta que, somente no ano de 2017, houve um saldo positivo dos recursos da educação de mais de R$ 4 milhões. O relatório do primeiro quadrimestre de 2018 também aponta para um saldo positivo de mais de R$ 12 milhões para serem aplicados na Rede Municipal de Ensino.

Os(As) profissionais de ensino vêm questionando a administração sobre o destino que está sendo dado aos recursos da educação no município de Dourados, já que a prefeita nega o cumprimento da Lei do Piso, que em 2017 previa um reajuste de 7,64% e, em 2018, 6,81%.

Magistério e grupo administrativo exigem o cumprimento da reposição salarial, incluindo os valores retroativos referentes as perdas salariais do ano de 2017.

Programação

No próximo dia 19 de junho, terça-feira, os(as) educadores(as) de toda a Rede Municipal realizam a paralisação por um dia.

Às 8 horas, os(as) trabalhadores(as) se reúnem na Praça Antônio João, com panfletagens e diálogo com a população sobre a necessidade de união na luta por uma educação de qualidade.

O SIMTED Dourados também vem dialogando com a Câmara Municipal sobre a fiscalização da aplicação dos recursos da educação no município.

 

 

Simted Dourados.

Foto - Divulgação

O Procon efetuou pesquisa de preços do combustível nesta terça e quarta-feira e constatou alta de 14,3% no preço da gasolina a cidade. Foram pesquisados 37 estabelecimentos, na cidade e distritos. Foram pesquisados preços do etanol, diesel comum e S10 e gasolina comum e aditivada.

O menor preço encontrado na gasolina comum foi de R$ 4,400; no diesel comum foi de R$ 3,599; e diesel S10 R$ 3,649; e no etanol o menor preço praticado é de R$ 3,200.

A diferença entre o menor preço encontrado na gasolina comum (R$ 4,400) e o maior preço (R$ 4,699) é de 6,8%. No etanol a diferença entre o menor e maior preço é de 12,4%; no diesel comum é de 18,0% e no diesel S 10 é de 17,8 %.

O preço médio da gasolina em Dourados, hoje, é de R$ 4,580. Em maio era de R$ 4,005; ou seja, alta de 14,3%. O preço médio do etanol nos postos em Dourados é de R$ 3,472.

O menor preço encontrado na gasolina (R$ 4,400 ) é 0,18 centavos mais barato que o preço médio praticado (R$ 4,580) nos postos  em Dourados.

O preço médio da gasolina segundo a ANP em Campo Grande é de R$ 4,372 e o etanol é de R$ 3,140.

O Procon informa que os consumidores poderão exigir a análise do combustível para descobrir o teor de álcool presente na gasolina, teste esse que será feito pelo próprio funcionário do posto de combustível na frente do consumidor.

Dúvida ou reclamação podem ser tratadas pelos telefones 151 ou 3411-7754.

Veja a pesquisa completa aqui

Foto - Divulgação

O abastecimento nos supermercados em Dourados está praticamente normalizado. Em pesquisa em alguns estabelecimentos na tarde de segunda-feira (04), conforme os comerciantes, na semana “pós-bloqueios dos caminhoneiros” não ocorreram impactos em valores de produtos.

Foram nove dias de bloqueios em rodovias de Dourados.

O fato ocasionou escassez de alguns produtos nos supermercados do município, como carnes, frutas, legumes e verduras estavam entre os itens que tiveram em falta nas prateleiras. A diretoria dos estabelecimentos colocava placas sobre o desabastecimento. 

Em poucos dias após o fim dos bloqueios em Dourados, as prateleiras já estão cheias nos supermercados. Em um estabelecimento situado no jardim Maxwell, o subgerente Walcir Ader Cardoso, citou que já não há produtos em falta e que os valores não contaram com alterações. 

Ele cita acreditar que a situação deve se manter estável nos próximos dias e afirma que só devem ocorrer reajustes de preços se houver alteração nos valores de frete. 

Em outro estabelecimento situado no Jardim Climax, a situação também estava regularizada. O representante Dimas Esquivel de Arruda citou que o estoque estava “cheio” e os preços se mantiveram. 
Na área central, a direção de um supermercado afirmava que não faltavam produtos, no entanto, a situação de oferta de produtos variados se encaminhava até ao final de semana. 

“A variedade vai voltar ao normal nos próximos dias, estávamos no limite na questão de itens básicos, frios e laticínios”, conta o representante Edson Dutra. 

No estabelecimento ocorreu reajuste no preço do frango, devido a “alta que veio já embutida no produto”, conforme informou a direção. 

 

 

 

Dourados News

 

Foto - Divulgação

A Prefeitura de Dourados, por intermédio do Procon (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) realizou nesta segunda-feira (4), em dez supermercados da cidade, pesquisa de preços dos produtos que compõem a cesta básica. Em relação à pesquisa do mês anterior houve alta de 5,9% no valor global dos produtos.

Foram coletados preços de 28 itens, sendo considerados para levantamento produtos pré-definidos. Os produtos apresentaram variação significativa de um estabelecimento para outro, onde o alho 200 gramas apresentou diferença de 209,35% entre o menor e o maior preço; o quilo da batata teve diferença de 143,36% e a carne bovina (paleta), diferença de 111,51%. Já a dúzia de ovos apresentou diferença de 117,79%.

Foram encontrados 15 produtos com diferença superior a 100% entre os estabelecimentos com menor preço para o maior, como, por exemplo, a goiabada e o creme dental. A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço nesta pesquisa é de 21,00%.

O Procon alerta que o consumidor deve ficar atento às especificações contidas na embalagem, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

O telefone para informações e/ou reclamações é 3411-7754 ou 151.

 

Veja a pesquisa completa aqui

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