All for Joomla The Word of Web Design
Dourados-MS,
Câmara_lupa

Na manhã desta segunda-feira (11/11) foi realizada a entrega de uma unidade móvel do Hospital de Amor (antigo Hospital do Câncer de Barretos). Um caminhão adaptado com clínica de análise onde é esperada a realização de 6 mil exames diagnósticos do câncer.

A solenidade aconteceu no Sindicato Rural de Dourados e reuniu autoridades políticas e membros da sociedade organizada.

A presidente da Associação de Apoiadores do Hospital de Amor de Dourados, Cristiane Iguma, relata a gratidão em ver o projeto sendo estruturado em Dourados. A cidade será a segunda no Estado a fornecer atendimento diagnóstico e cirúrgico em oncologia, ligado a gestão do Hospital do Amor de Barretos (SP), referência mundial em qualidade e efetividade no combate ao câncer.

“O sentimento é de muita gratidão. Gratidão ao Henrique Prata (presidente do HA) pela coragem, pelo esforço por trazer a Dourados o Hospital de Amor. E a gratidão é também a toda sociedade, eu não estou sozinha, temos uma associação com mais de 100 empresários, produtores e várias entidades apoiando. Estamos muito felizes”, contou ao Dourados News.

Ela explica que a unidade móvel é a primeira etapa para a implantação da Unidade de Prevenção e Diagnóstico Avançado de Câncer de Mama e Colo de Útero. Cristiane vê o projeto com otimismo e assegura que esse trabalho vai “transformar o diagnóstico precoce da patologia em toda região”.

Em discurso a um público de aproximadamente 400 pessoas, Henrique Prata desabafou a angústia de ver a saúde pública cada vez mais decadente. Relatou seu encantamento pelo projeto do SUS (Sistema Único de Saúde), mas avaliou que o sistema não teve o devido valor desde que foi criado.

Prata relembrou a infância, falou do compromisso social que os pais sempre lhe ensinaram e ainda comentou sobre a sua comitiva por todo o País com a finalidade de articular o acesso digno ao tratamento de câncer, sempre focando na importância do diagnóstico em fases iniciais da doença.

O fazendeiro, que dedica a vida em assegurar fundos para um dos maiores hospital de tratamento de câncer da América Latina, falou de forma intempestiva sobre a necessidade de se fortalecer uma sociedade solidária, onde ricos contribuem mais e pobres são assistidos com dignidade.

Cristão, ele citou por diversos momentos passagens bíblicas que inspiram a obra solidária que é o Hospital de Amor. Por fim, Prata foi aplaudido de pé e reconhecido por diversas autoridades presente.

Uma dessas autoridades foi o ex-ministro chefe da Secretaria de Governo no mandato de Michel Temer (MDB), Carlos Marun (MDB), atualmente Conselheiro na Itaipu Binacional.

Marun destacou os esforços desempenhados ao projeto, com liberação de recursos federais, citando Henrique Prata e Cristiane como “dois incansáveis” nas causas solidárias ligadas ao combate ao câncer.

A carreta do HE receber uma benção ecumênica ao final e os participantes do evento foram recepcionados em almoço de comemoração no Tatersal, do Sindicato Rural.

A Prefeitura de Dourados reabriu a licitação que visa instituição bancária para serviços de processamento da folha de pagamento e gerenciamento das contas movimento do município. A sessão pública foi reagendada para às 8h do próximo dia 22, na sala de reunião do Departamento de Licitação, localizado na Secretaria Municipal de Fazenda.

A primeira disputa do Pregão Presencial nº 2/2019, Processo nº 328/2019, realizada em 31 de outubro, foi declarada deserta porque representantes dos bancos Santander, Itaú e Bradesco desistiram de participar.

Conforme a ata, as instituições apontaram “haver divergências nos quantitativos de funcionários repassados pelo edital no Apêndice ‘A’”, que “informa um total de 7.465 funcionários”, número divergente das respostas encaminhadas a questionamentos feitos antes da sessão, que detalhavam 5.630 servidores.

Os bancos justificaram que essa divergência “altera totalmente na formulação da proposta”. Com participação aberta e tipo maior oferta, essa licitação definiu como valor mínimo a ser ofertado o percentual estimado de 0,548% do valor bruto estimado da Folha de Pagamento pelo período de vigência do contrato, de R$ 10.348.401.70.

De acordo com o edital do Pregão Presencial nº 2/2019, em setembro a folha salarial do funcionalismo público foi relativa a 7.465 trabalhadores e totalizou 31.481.618,11.

Por força da Dispensa de Licitação nº 117/2014, o Banco do Brasil foi contratado no dia 2 de setembro daquele ano em regime de exclusividade na centralização e processamento de 100% de créditos provenientes da folha de pagamento gerada pelo município, a prefeitura apontou o mínimo 6004 servidores.

A instituição financeira, por sua vez, precisou pagar R$ 13.500.000,00 em moeda corrente nacional ao município de Dourados.

Embora o prazo de vigência desse vínculo contratual tenha sido estabelecido em 60 meses, no dia 3 de setembro deste ano a Secretaria Municipal de Fazenda publicou em edição suplementar do Diário Oficial do município o extrato do 3° termo aditivo, que gerou a “prorrogação excepcional da vigência contratual por mais 03 (três) meses, com início em 03/09/2019 e previsão de vencimento em 03/12/2019”.

Neste sábado (9), das 8h às 16h30, vai acontecer na Praça Antônio João, a Feira da Mulher Indígena. O projeto é de iniciativa da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres e tem parceria da secretaria municipal de Agricultura Familiar e de outros órgãos da Prefeitura e de entidades não governamentais de Dourados.

A Feira, conforme explica a coordenadora Sônia Maria Rodrigues Pimentel, tem o intuito de "tirar as mulheres indígenas da invisibilidade, do estado de vulnerabilidade e torna-las pequenas empreendedoras".

De acordo ainda com a Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, pelo menos 60 artesãs indígenas, das aldeias Jaguapiru, Bororo e Panambizinho, estarão participando a Feira na praça central de Dourados.

As artesãs estarão expondo, para comercialização, colares, brincos, redes, ervas medicinais, sabonetes terapêuticos, arco e flecha e cestarias com matérias primas extraídas das próprias aldeias.

A Capital de Mato Grosso do Sul celebra 120 anos nesta segunda-feira (26.08), e o dia será propício para descanso do campo-grandense, ou passeio em família, pois a meteorologia prevê dia ensolarado com bastante calor.

A segunda começa com temperatura amena de 19°C, mas com tendência a ligeira elevação podendo chegar aos 35°C durante a tarde. A umidade relativa do ar, se mantém em 50% durante a madrugada e manhã, porém nas horas mais quentes do dia chega ao nível de alerta de 20%. A recomendação para aliviar o desconforto causado pela baixa umidade é ingerir bastante líquido: água, sucos naturais, ou até mesmo uma água de coco nos altos da Afonso Pena. 

Já a previsão geral para Mato Grosso do Sul, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é de céu claro a parcialmente nublado com possibilidade de chuva isolada à noite nas regiões oeste e sudoeste do Estado. Para as demais áreas, o tempo deve permanecer claro a parcialmente nublado, com baixa umidade e névoa seca. A mínima prevista é de 14°C na região sudoeste, porém nas horas mais quentes do dia, os termômetros chegam perto dos 40°C, especialmente na região pantaneira. 

Confira as máximas e as mínimas previstas para o início da semana, no mapa elaborado pelo Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec). 

Os desembargadores da 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS) acataram nesta terça-feira (20), por unanimidade, recurso da defesa para oficializar plano de recuperação judicial do grupo Bigolin. A empresa enfrentava uma crise financeira há três anos.

Em março deste ano, a o juiz da Vara de Falências, Recuperações, Insolvências e Cartas Precatórias Cíveis, José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, decretou a falência do grupo, mas o desembargador Vilson Bertelli suspendeu a decisão no mesmo mês, ordenando a reabertura das lojas.

Ao Portal Correio do Estado, o advogado da Bigolin, Lucas Mochi, explicou que a empresa tem 15 anos para pagar R$ 29,6 milhões, após abatimento do valor total de R$ 59,6 milhões.

HISTÓRICO

Com um montante de R$ 54,7 milhões em dívidas, a Bigolin ingressou com pedido de recuperação judicial em março de 2016. Segundo nota divulgada pela rede na época, o processo de recuperação tinha como objetivo de ajudar a superar “a crise econômico-financeira da empresa, para garantir a manutenção da sua capacidade produtiva, dos empregos e dos interesses dos credores, promovendo a sua preservação, a sua função social e o estímulo à atividade econômica”.

Em decorrência da divergência de valores de débito e da inclusão de novos credores após a apresentação do plano de recuperação, a dívida aumentou para R$ 59,2 milhões, mas no mesmo ano o grupo conseguiu baixar o valor do débito para R$ 54,7 milhões, após revisar os valores com parte dos 754 credores (entre bancos, fornecedores e ex-funcionários da rede). A Bigolin também tentou angariar recursos por meio do leilão de seu antigo centro de distribuição, situado no anel rodoviário de Campo Grande e então avaliado em R$ 15,5 milhões, mas o certame não teve interessados.

Em sentença proferida neste mês, o juiz da Vara de Falências, Recuperações, Insolvências e Cartas Precatórias Cíveis, José Henrique Neiva de Carvalho e Silva, também autorizou o administrador judicial Pradebon & Cury Advogados Associados a lacrar os estabelecimentos comerciais e arrecadar os bens das empresas falidas que formam o grupo. 

Além da empresa Bigolin Materiais de Construção Ltda., também fazem parte da rede a Ângulo Materiais de Construção e Serviços Ltda., Casa Plena Materiais de Construção Ltda., D&D Comércio, Construção e Serviços Ltda. e Nara Rosa Empreendimentos Imobiliários Ltda.

A Bigolin nasceu no Rio Grande do Sul em 1955 e está em Mato Grosso do Sul desde 1982, contando com unidades espalhadas também por São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Até 2016, a rede mantinha seis lojas abertas no Estado, quatro delas na Capital. Duas delas, situadas no Shopping Norte Sul Plaza, em Campo Grande, e a outra em Ilha Solteira (SP), foram fechadas logo após a apresentação do pedido de recuperação judicial.

O projeto executivo da reforma do Estádio Pedro Pedrossian (Morenão), a ser elaborado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), vai estabelecer um cronograma de prioridades e etapas, de forma que a praça esportiva, hoje interditada, seja liberada em tempo hábil para sediar jogos do Campeonato Sul-Mato-Grossense de 2020.

Esta foi uma das deliberações definidas na reunião entre a UFMS, Governo do Estado e Ministério Público Estadual (MPE), nesta segunda-feira (12/8), com o objetivo de acelerar as obras de adequações com a finalidade de cumprir o laudo pericial, que apontou deficiências nos setores de segurança, hidráulica, elétrica e de acessibilidade do estádio. O investimento, incluindo todas as fases da reforma em discussão, foi estimado em R$ 4 milhões.

A reabertura do Morenão, interditado pelo MPE por não cumprir o Estatuto do Torcedor, está sendo viabilizada por meio de acordo entre a UFMS e Estado. A instituição federal elaborará o projeto executivo, cabendo à Agesul a sua execução com recursos do tesouro estadual. Parte da verba será liberada pelo Fundo Estadual de Defesa do Consumidor, vinculado ao Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de MS).

Resgate de um patrimônio

Por determinação do governador Reinaldo Azambuja, após a execução das obras de ajustes estruturais do Morenão, que se estenderá até 2020, o Estado apresentará uma proposta à UFMS e a parceiros privados para transformar o estádio, inaugurado em março de 1971, em uma arena moderna para sediar partidas pelo Campeonato Brasileiros e internacionais, além de grandes eventos esportivos, de entretenimento e culturais.

“Vamos definir metas de curto e longo prazos para atendermos o futebol profissional, a partir de janeiro de 2020, e um projeto macro, onde o Estado quer preparar o Morenão para sediar grandes eventos e devolve-lo definitivamente ao nosso torcedor”, explicou Carlos Alberto Assis, secretário especial do Governo do Estado. “Com o empenho dos atores e a participação fundamental do Ministério Público com certeza alcançaremos esse objetivo”.

Para o reitor da UFMS, Marcelo Turine, o resgate do Morenão, com a disponibilidade de recursos do Estado, contempla não apenas o futebol, mas, sobretudo, preserva um patrimônio federal. “Estou muito feliz por essa parceria, enquanto UFMS. Hoje não temos orçamento para reformar e manter o estádio e sua reabertura se somará a revitalização que estamos fazendo no seu entorno, onde o objetivo é instalar serviços públicos e dar vida àquele lugar”, disse.

Entrando no círculo virtuoso

Ficou definido que a UFMS e a Agesul vão debruçar na elaboração do projeto executivo, inicialmente para atender os quatro itens do laudo técnico, no qual o MPE se baseou para interditar o estádio, com a participação da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Paralelamente, Estado e UFMS vão formular juridicamente esse acordo para que não ocorra nenhum empecilho no cumprimento das etapas nas obras previstas para o estádio.

Presente à reunião, o procurador Luiz Eduardo de Almeida, da 43ª Promotoria de Justiça e Defesa do Consumidor, manifestou seu otimismo com os avanços na elaboração da proposta para readequar o Morenão. “O objetivo é garantir conforto e bem-estar ao torcedor, existe um laudo apontando problemas estruturais com riscos de níveis médios e, desde 2005, o estádio está sendo liberado com restrições. Estamos convergindo para uma solução definitiva”, frisou.

Para o promotor, é preciso sair do círculo vicioso e entrar no virtuoso. “Temos que embalar essa roda, focar nessa proposta, onde quem ganhará é o futebol, o torcedor e a cidade”, pontuou. “Encontramos uma receptividade muito grande no Governo do Estado e na universidade e acreditamos que a proposta vai avançar e acontecer com as obras necessárias para atender, num primeiro momento, ao Estatuto do Torcedor”, completou.

Todos os atores envolvidos

A reunião de segunda-feira contou com a presença do comandante da Polícia Militar, coronel Valdir Acosta; comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Luiz Antônio de Mello; procurador Wagner Moreira Garcia, da Procuradoria-Geral do Estado (PGE); Marcelo Miranda, diretor-presidente da Fundesporte; Marcelo Malheiros, pró-reitor da UFMS; Ricardo Marcelino Santana, procurador da UFMS; Rodrigo Bezerra Vaz, do Procon; e Luiz Mário Penteado, da Agesul.

Ivan e Marlene tiveram mandatos cassados pela Justiça Eleitoral por compra de votos - Foto: Reprodução/Facebook

Outras Cidades

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul marcou para a próxima segunda-feira (8) o julgamento da cassação do mandato da prefeita de Miranda, Marlene Bossay (MDB), e seu vice, Adailton Rojo Alves (PTB), sob a acusação de compra de votos. O filho da mandatária municipal, o vereador  Ivan Bossay (MDB), também é investigado no caso.

Marlene teve seu mandato cassado logo após as eleições de 2016 e, desde então, vem recorrendo da sentença. A conclusão do julgamento já fora adiada por seis vezes, sendo que por duas delas foi após pedidos de vista dos desembargadores.

Essa demora no julgamento da cassação tem causado estranheza em algumas lideranças políticas da região, especialmente pelas conversas que circulam na cidade. Os três acusados afirmam que mesmo se condenados não deixarão seus cargos. 

O caso veio à tona ainda nas eleições, quando outro filho da prefeita, então candidata, Alexandre Bossay, foi flagrado e preso em flagrante quando entregava cestas básicas em aldeia indígena. 

Na ocasião, a polícia interceptou vários tickets em postos de combustíveis que eram repassados a eleitores.

O filho da prefeita também é acusado de comprar votos de jovens por meio de depósito bancario.

Essa compra foi comprovada por meio de conversas em aplicativo de mensagens no celular entre o filho da prefeita e o jovem que recebeu o dinheiro. Bossay inclusive enviou foto do comprovante do depósito feito ao rapaz e frisou o nome da mãe e do irmão para serem votados.

Marlene foi condenada em dois processos distintos. Um proposto pelo Ministério Público e outro pela Coligação Unidos por Miranda, envolvendo os partidos PSL, PR, DEM, PRP, PSDB e PV.

No caso da coligação, o advogado Ary Raghiant destacou que a cassação é consequência da captação ilícita de sufrágio, ou seja, a popular compra de votos. “São dois processos sobre o caso do filho de Marlene. O Alexandre ter sido preso entregando cestas básicas na aldeia. Pela gravidade dos fatos, dificilmente, ela ficará no cargo, e deverá ter novas eleições em Miranda”, explicou.

Defesa vai recorrer da decisão na Justiça - Foto: Foto: Anderson Gallo/ Diário Corumbaense

Outras Cidades

Carlos Ruso (PSDB) teve o mandato de prefeito de Ladário, cidade distante 421 quilômetros de Campo Grande, cassado nesta segunda-feira. Ele foi preso no ano passado durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE), que investigava o pagamentos mensais a vereadores em troca de apoio. 

Além do prefeito, foram presos na operação Mensalinho o secretário municipal de Educação, Helder Botelho, e sete vereadores. De acordo com o jornal Diário Corumbaense, na manhã de hoje, nove dos dez vereadores presentes na Câmara de Vereadores votaram pela cassação de Ruso. 

O relatório da Comissão Processante, que trabalhou por mais de três meses, foi favorável às denúncias feitas pelo MPE. A investigação apontou que o então prefeito, comandava  esquema para ter apoio político dos vereadores com pagamentos mensais de até R$ 3 mil a cada um dos acusados.

Conforme o presidente da Câmara, Daniel Benzi, o próximo passo é publicar o decreto que traz a decisão da comissão. “Independente do que ocorra na esfera judicial, ele não volta mais ao cargo”, explicou Daniel Benzi ao Diário Corumbaense. 

O relator da CPI, o vereador Gesiel Paiva Figueiredo, classificou o momento como difícil para a cidade. “Nada disso teria acontecido se as partes envolvidas não tivessem participado dessa situação. Porém, cabe a nós desempenhar esse papel de decidir. Analisamos e estudamos todos os fatos até chegarmos à cassação”, declarou.

Ao Diário Corumbaense, o advogado de defesa do prefeito cassado, Elton Nasser, afirmou que já tem medida judicial ajuizada e irá ingressar com outras providências.“No nosso entendimento houve cerceamento de defesa e houve inclusive incorreta adequação da norma ao caso concreto. Diante disso, vamos tomar medidas que o caso requer no sentido de salvaguardar os direitos do Carlos Ruso, na esfera eleitoral”.

 

Correio do Estado

A Pesada homenageou São Jorge - Foto: Gisele Ribeiro

Outras Cidades

Escola de Samba A Pesada é a campeã do Carnaval 2019 de Corumbá. A agremiação somou 179,6 pontos, ficando 1,2 ponto a frente da segunda colocada, que foi a Mocidade Independente da Nova Corumbá.  Na terceira colocação ficou a Estação Primeira, com 177,4 pontos.

As agremiações se apresentaram entre as noites de segunda (3) e terça (4) na Passarela do Samba, na Avenida General Rondon.

Com o enredo "São Jorge, o Santo Guerreiro da Fé”, A Pesada perdeu apenas quatro décimos dos quesitos avaliados pela comissão julgadora, que avalia ala das baianas, mestre sala e porta bandeiras, comissão de frente, alegoria, fantasia, enredo, harmonia e evolução, samba enredo e bateria.

A agremiação campeã foi a terceira a desfilar no segundo dia de desfiles e passou pela passarela do samba com 900 componentes. O objetivo do enredo era usar a expressão da religiosidade para  mostrar que o carnaval é uma manifestação cultural e não o culto a uma religião específica. O carnaval, cantou A Pesada, é simplesmente pura expressão cultural.

No ano passado, a Mocidade Independente de Nova Corumbá foi a campeã, enquanto A Pesada foi a segunda colocada, resultado que se inverteu neste ano. 

 

Correio do Estado

Advertisement