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Dourados-MS,
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Piscicultores de Dourados e toda a região participaram nesta quinta-feira (16) do dia de campo dedicado à atividade. Promovida pelo Projeto Fazendinha, o dia de campo integra a programação técnica da 55ª Expoagro e continua nesta sexta-feira (17). O dia de campo da piscicultura incluiu oficinas práticas de filetagem de peixe e cuidados na manutenção da água. Desde quarta-feira (15), os dias de campo também abordam as áreas de hortifruti e produção de leite e acontecem nesta sexta-feira (17) durante todo o dia. Promovida pelo Sindicato Rural de Dourados, a 55ª Expoagro segue até domingo (19) no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, em Dourados.

Piscicultor há mais de 10 anos em Amambai, o produtor Donaldo Adam viajou mais de 130 quilômetros até Dourados para participar da oficina de filetagem. “Eu não perco um! Sempre tem que conhecer as tecnologias, as novidades. Quem está fazendo certo aí fora é porque fez curso. Fazer oficina faz toda a diferença”, diz ele. Assim como ele, dezenas de produtores participaram das oficinas de piscicultura oferecidas ontem pelo Projeto Fazendinha. Até agora, mais de 900 produtores participaram dos dias de campo, que têm como principal objetivo oferecer novas tecnologias em busca de aprimoramento da produção nas áreas atendidas pelo programa.

O instrutor do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), Francisco Ferreira de Souza, mais conhecido como Chicão, ensinou durante o curso de filetagem a manusear a carne do peixe, assim como várias formas de preparo. A capacitação, segundo ele, agrega aos piscicultores novas formas de entregar o produto aos consumidores. “A gente ensina como defumar um peixe, a fazer linguiça e até hambúrguer. São opções diferentes para o produtor colocar no mercado”, explica o instrutor. Ele cita ainda que piscicultores que aprenderam estas mesmas técnicas em cursos anteriores já têm obtido excelentes resultados.

Projeto Fazendinha

O Projeto Fazendinha foi criado há 18 anos com o objetivo de ocupar o espaço do Sindicato Rural para a oferta de cursos profissionalizantes nas mais diversas áreas do setor agrícola. Hoje, quase duas décadas depois, o trabalho já é uma vitrine nacional, servindo de exemplo para outros municípios. O Projeto Fazendinha é uma parceria entre Sindicato Rural, Famasul e Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural).

"Nós buscamos sempre trazer temas relevantes para o produtor, desde o manejo, sistema de plantio e tudo o que é novidade dentro do setor agrícola. O objetivo é justamente levar esta capacitação, sempre em busca de uma produtividade mais eficiente e com melhores resultados", explica o coordenador técnico do Sindicato Rural, Carlos Flores.

Sobre a Expoagro

A 55ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Dourados em parceria com Daniel Freitas e João Paulo Paz e é organizada pela Agropec Eventos.

A feira conta com o patrocínio do Sicredi, São Bento Incorporadora, Senar, Unigran, Hotel 10, Ibis Hotel, Governo do Estado, Prefeitura de Dourados, Aced, Senar e Famasul.

Ingressos e passaportes

Os ingressos e passaportes para os shows podem ser adquiridos pelos sites expoagrodourados.com.br e ingressonacional.com.br

Siga a Expoagro nas redes sociais: Instagram: @expoagrodouradosoficial e facebook.com/expoagrodouradosoficial

Pela primeira vez, a 55ª Expoagro abriu espaço em sua programação para um seminário sobre agricultura familiar. Pensando sempre em oferecer uma programação vasta e informativa, o Sindicato Rural de Dourados este ano oportunizou este debate junto aos órgãos da área, como Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural), Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Família) e Governo do Estado. Promovida pelo Sindicato Rural de Dourados, a 55ª Expoagro segue até domingo (19) no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho.

O I Seminário da Agricultura Familiar contou com a participação de muitos agricultores de Dourados e região, que puderam debater os desafios do dia-a-dia do campo com profissionais da área. Carlos Banci, que é extensionista rural, palestrou sobre os cenários e desafios da agricultura familiar e a importância do associativismo e corporativismo.

“Existem agricultores de maior e menor porte, e todos eles são importantes para a cadeia produtiva. Eles se complementam”, disse ele. “O grande agricultor se dedica à soja e milho, mas ele precisa do pequeno para fornecer leite e verduras. No entanto, entre eles há uma grande diferença de capacidade econômica. Por isso, debates como este são para a gente capacitar os menos favorecidos para que eles possam enfrentar este desafio de sobreviver. É fundamental que todas as feiras tenham este espaço, porque a agricultura familiar é importante para o país”, completou.

Após a palestra, foram debatidas as questões envolvendo associações e cooperativas da agricultura familiar em uma mesa redonda, debate que contou com a participação intensa do público presente. “A vantagem da agricultura familiar é a diversificação e isso é muito importante para o desenvolvimento do município, da sociedade local e regional. Quando se tem uma oportunidade de debater este assunto com ênfase no cooperativismo e no associativismo, é gratificante. Acreditamos que este é o caminho para o fortalecimento da agricultura familiar, através destes sistemas”, comentou o gerente de Desenvolvimento Agrário e Abastecimento (Agraer-MS), Araquem Ibrahim Midon. Ele também ressaltou que o evento foi só uma “sementinha” e que o resultado do seminário virá, com certeza, em forma de desenvolvimento para a região.

Ao longo da 55ª Expoagro foram programadas mais de 80 palestras em diversas áreas do agro e muitas acontecem de forma simultânea na feira. Toda a programação técnica é gratuita e termina nesta sexta-feira (17), mas ainda dá tempo de participar.

Para esse último dia de palestras, o cronograma inclui dia de campo com oficinas nas áreas da piscicultura, produção de leite e hortifruti, assim como palestras do 3º Ciclo “Direito e Agronegócio” e o 3º Fórum de desenvolvimento da Suinocultura do MS.

Os visitantes da Feira também podem acompanhar o julgamento de raças, leilões e visitar os estandes e a exposição de animais.

Sobre a Expoagro

A 55ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Dourados em parceria com Daniel Freitas e João Paulo Paz e é organizada pela Agropec Eventos.

A feira conta com o patrocínio do Sicredi, São Bento Incorporadora, Senar, Unigran, Hotel 10, Ibis Hotel, Governo do Estado, Prefeitura de Dourados, Aced, Senar e Famasul.

Ingressos e passaportes

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Sempre preocupado em debater temas atuais de interesse dos produtores rurais, o Sindicato Rural de Dourados promoveu nesta quarta-feira (15) em parceria com a Aprosoja-MS (Associação dos Produtores de Soja do MS) a palestra “Abelhas e Soja: Mitos e Verdades”. O tema foi debatido pelo pesquisador da Embrapa Soja, Décio Luiz Gazzoni, que explicou aos participantes como esta combinação entre criação e lavoura pode funcionar em harmonia. Promovida pelo Sindicato Rural de Dourados, a 55ª Expoagro segue até domingo (19) no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho.

O presidente do Sindicato Rural, Lúcio Damália, ressaltou durante o evento que, apesar de a soja ser uma planta que não precisa da colaboração das abelhas para ter polinização, o inseto pode ser um aliado do produtor.  “A abelha pode ser benéfica e pode aumentar em até 5% a produtividade da soja, segundo estudos”, ressaltou. Muitas pesquisas na área desenvolvidas no Brasil e no exterior têm mostrado que as lavouras de soja que recebem essa interferência das abelhas têm resultados superiores a áreas que não convivem com a criação dos insetos polinizadores.

Luis Renato Peixoto Cavalheiro é engenheiro agrônomo, produz soja e cria abelhas. Ele conta que sempre gostou das duas atividades e se surpreendeu com os resultados positivos – tanto na soja como também na apicultura. Em algumas caixas da criação, o apicultor conta que já conseguiu produzir mais de 50 quilos de mel, uma média considerada alta. “Se as abelhas conseguem fazer o trabalho de polinização na lavoura, você consegue produzir muito mais soja naquela faixa próximo à criação. Você vê um número maior de vagens, grãos bem formados com maior peso”, reforça o produtor.

O tema é polêmico e controverso, pois já foram registrados prejuízos nas duas pontas, porém o pesquisador Décio Gazzoni explica que as duas atividades podem coexistir sem que haja perdas para nenhuma das partes. Para tal resultado, segundo ele, é necessário o uso de tecnologia e a busca de informação – mas ele ressalta que é preciso também uma mudança de atitude. “As tecnologias estão desenvolvidas; agora, é fundamental que haja comunicação entre as partes e boas práticas agrícolas, tanto na apicultura quanto na agricultura. Novas tecnologias eventualmente podem ser incorporadas, mas com o que temos hoje é perfeitamente possível a convivência entre as partes”, enfatiza o pesquisador.

Durante a 55ª Expoagro, foram programadas mais de 80 palestras. Nos próximos dias, a feira receberá diversos eventos técnicos em várias áreas do agro. Além dos dias de campo do Projeto Fazendinha, também estão programados para esta quinta-feira (16) o XII Simpósio de Ovinocultura e o I Seminário de Agricultura Familiar. Já na sexta-feira (17), acontece o 3º Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura. Os visitantes da 55ª Expoagro também podem acompanhar na feira o julgamento de raças, leilões e visitar os estandes e a exposição de animais.

Sobre a Expoagro

A 55ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Dourados em parceria com Daniel Freitas e João Paulo Paz e é organizada pela Agropec Eventos.

A feira conta com o patrocínio do Sicredi, Banco do Brasil, São Bento Incorporadora, Senar, Unigran, Hotel 10, Ibis Hotel, Governo do Estado, Prefeitura de Dourados, Aced, Senar e Famasul.

A entrada é gratuita todos os dias até as 18h. Nos dias de show, a cobrança será feita a partir deste horário e nos demais, a entrada será franca.

Ingressos e passaportes

Os ingressos e passaportes para os shows podem ser adquiridos pelos sites expoagrodourados.com.br e ingressonacional.com.br.

Pontos de venda: Banca do Jaime, Like (Shopping Avenida Center) e Boliva Conveniência.

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Ministro participou de evento em Campo Grande - Foto: Álvaro Rezende / Correio do Estado

Campo Grande

O ministro de Estado do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, anunciou ontem o repasse de R$ 75 milhões, pelo programa pró-transporte, para dez municípios de Mato Grosso do Sul. O anúncio foi feito durante cerimônia do Programa Avançar Cidades – Mobilidade Urbana, em Campo Grande.

Conforme Canuto, os primeiros municípios a serem contemplados serão Sonora, Paraíso das Águas e Ponta Porã. “São três contratos  que já foram assinados, num total de R$ 22 milhoes, e o  restantes são propostas que já foram selecionadas”, explicou. 

Os demais municípios que devem receber o repasse de R$ 53 milhões são Antônio João, Aquidauana, Aral Moreira, Bonito, Ivinhema, Maracaju e Naviraí. “Foi publicada uma portaria agora no dia 1º de abril a portaria e agora é só um pequeno trabalho burocratico para isso tudo acontecer, mas já está tudo garantido e logo os contratos dos outros sete município serão assinados”, explicou.

O ministro afirmou ainda que está analisando pedidos feitos pelo prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), principalmente com relação ao envio de recursos para contenção de enchentes. “Essas propostas estão em análise, o prefeito esteve lá conosco e tem toda a prioridade na análise desses projetos, tanto em drenagem, quanto em qualificação viária e de mobilidade”, disse.

 

Correio do Estado

Multinacional americana, refinaria Oil Group, quer se instalar em Campo Grande - Foto: Divulgação

Campo Grande

Preço do combustível poderá ficar mais barato com a vinda de duas empresas de formuladora e refinaria no Estado. Governo do Estado está com duas propostas para implantação das usinas, uma em Terenos e outra em Campo Grande. De acordo com o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, a Prefeitura de Terenos fez doação de área. Já a refinaria, o projeto é para que a empresa se instale na região do InduBrasil, na Capital.

Os dois empreendimentos gerariam, aproximadamente, 600 empregos para o estado. “As tratativas estão avançadas, esses dois projetos já tem pedido de licenciamento, não terminamos processo de análise”, adiantou Verruck.

O secretário disse também que não será dado incentivo fiscal na venda do combustível que será produzido pelas empresas. “Porque seria fazer concorrência desleal, mas nós acreditamos que realmente pode criar situação de oferta de diesel e gasolina mais barato aqui dentro do estado”, declarou o secretário.

Todo o combustível do Estado vem de fora e com a instalação das empresas, o frete seria diminuído. “Quer dizer, todo o nosso produto hoje vem de fora do estado, salvo o etanol e o resto vem todos de fora então a gente entende que poderia ter economia, talvez ajudaria nessa redução do preço do diesel no estado”, completou.

Na última semana, diretor da multinacional americana, Oil Group, Fabiano Diagoné, se reuniu com Verruck para dar continuidade as tratativas para a instalação da refinaria em Campo Grande. O grupo está aguardando contrapartida do Governo do Estado. O pedido é para que o Executivo estadual forneça incentivos fiscais para que o investimento de R$ 75 milhões aconteça. Se isso ocorrer, será a primeira refinaria no Centro Oeste.

Conforme apurado pela reportagem, a refinaria seria instalada na região do InduBrasil e geraria mais de 500 empregos. A produção da empresa, de início, conseguiria atender apenas 10% dos consumidores da Capital. 

A companhia multinacional de exploração de petróleo e gás natural já produziu estudos para implantar refinaria de gasolina e diesel em Campo Grande. O projeto ainda está em fase de negociações com o governo de Mato Grosso do Sul, mas, a intenção é inaugurar a refinaria em 2020.

O grupo já se reuniu com o secretário de Governo, Jaime Verruck em dezembro de 2018, uma segunda reunião ocorreu em janeiro e a última foi na semana passada. Os investimentos da multinacional ocorrerão em vários estados do Brasil, como Rio de Janeiro e Bahia por meio de fundo americano e projeto de engenharia francês.

O projeto para Campo Grande é de uma refinaria de pequeno porte, que produziria, inicialmente, 9 mil metros cúbicos por mês de gasolina, ou 1,5 mil barris por dia, o que atenderia apenas 10% da demanda de Campo Grande, posteriormente, também eles pretendem instalar uma refinaria de diesel. A matéria-prima viria de dois países vizinhos: Argentina e Bolívia. 

O grupo se interessou pelo estado porque é um dos únicos da federação que ainda não tem refinaria e também por ter um grande mercado consumidor.

IMPACTO

Com a implantação da refinaria de gasolina, o preço do combustível poderia sofrer redução de até 20% no Estado.

Além disso, a obra – que demoraria em torno de um ano – pode gerar 600 empregos. Já a refinaria renderia 500 vagas, entre empregos diretos e indiretos.

O investimento total seria de R$ 75 milhões, porém, dividido em duas fases: a primeira, de R$ 30 milhões; e a segunda, quando viria a expansão da capacidade de refinar gasolina e a refinaria de diesel, de R$ 35 milhões.

Segundo Fabiano Diagoné, diretor da Oil Group no Brasil, a produção inicial da refinaria – de 1,5 mil barris diários – representa pouco mais de 10% do volume consumido de gasolina em MS.

“Há muito potencial de expansão”, diz. “É um projeto novo, porque no Brasil 99% das refinarias são da Petrobras e apenas três são independentes. Nosso objetivo é implantar quatro refinarias no País, sendo uma em Mato Grosso do Sul”, revela.

O local da fábrica ainda está sendo estudado, mas Diagoné adianta que o Núcleo Industrial do Indubrasil, na região oeste da Capital, é uma possibilidade. A planta terá em torno de 20 mil a 30 mil metros quadrados.

 

Correio do Estado

Bateria da Vila Carvalho durante apuração - Foto: Luiz Alberto / Correio do Estado

Campo Grande

E o carnaval de Campo Grande tem sua supercampeã. Com o enredo que festejou seus 50 anos de história, a Unidos de Vila Carvalho conquistou seu 20° título na história da folia da Capital. A apuração aconteceu na noite desta quarta (6), no Horto Florestal (região central).

O Jubileu de Ouro da agremiação da região central não poderia ser melhor: estandarte de ouro, com apenas seis décimos perdidos na apuração, garantindo assim ampla vantagem para a segunda colocada, a Deixa Falar, campeã do ano passado.

Gosto de revanche para a Vila Carvalho, que desta forma se redime da derrota em 2018, já que acabou deixando o troféu escapar por conta de punições impostas pela Liga. Título assegurado para a escola que transformou o bairro com as cores verde e rosa, como diz o seu enredo.

"Eu estava um ano engasgado com isso, é um momento mais do que especial para toda a comunidade, que mostrou sua força e garra. É um grito que estava preso na garganta. Cinquenta anos não são 50 dias", festejou o vice-presidente Wlauber Carvalho.

Tremendo e emocionado, o filho do presidente e maior estandarte da maior vencedora do Carnaval correu junto à imensa torcida presente para comemorar. 

"A gente faz a festa para eles, passa noites sem dormir, cansamos de ensaiar, é muita dedicação premiada neste final", completou.

AS NOTAS

O resultado do Carnaval campo-grandense de 2019 demorou duas horas além do esperado, por conta do atraso. Mesmo assim isso não inibiu o público, que compareceu em bom número ao Teatro de Arena do Horto Florestal, na região central, com muita festa proporcionada pelas baterias.

A apuração começou com um mudança na leitura das notas dos jurados. Pela primeira vez uma escola teve, de uma só vez, todas as notas cantadas, já sabendo a pontuação final de imediato e não sendo necessário esperar a a avaliação individual por cada quesito.

Foi a segunda mudança fundamental do ano. Antes, fora anunciado o fim do grupo de acesso, fazendo uma 'divisão única', com todas as oito escolas da Capital desfilando e concorrendo ao título.

"É uma forma de agilizar, não mudará em nada a emoção", garantiu o presidente da Liga Independente das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca), Eduardo de Souza Neto, ao microfone.

Antes da leitura, um anúncio importante: o problema com um fio de alta tensão caído que impediu três escolas de levarem carros alegóricos à passarela do samba, na Praça do Papa (região norte), fez com que a Liga anulasse as notas de evolução do jurado do terceiro módulo, justamente onde o quesito seria prejudicado por conta do imprevisto.

"É a forma mais justa. Fomos obrigados a fazer essa mudança, com aval de todas as escolas, para evitar que a festa se transformasse em tragédia, visto que se os carros encostassem poderiam carbonizar tudo", disse Neto.

Quatro escolas começaram com pontuação negativa após sofrerem punições.

A Unidos da Vila Cruzeiro começou um décimo a menos, punição por entrar com um integrante a menos em uma das alas.

De resto, todas as escolas que desfilaram na terça-feira foram punidas. A Unidos de São Francisco teve a pena máxima de um ponto por faltar ritmista, um casal de mestre-sala e porta-bandeira, ausência de integrantes na comissão de frente e em suas aulas.

Aero Rancho e Tradição também tiveram punição máxima de um ponto. Na agremiação da Região Sul, faltaram ritmistas na bateria, baianas e integrantes em quatro alas da escola 

Já na escola do bairro José Abraão, faltaram integrantes em todas as cinco alas.

Durante as notas, a disputa acirrada ficou centrada mesmo entre Deixa Falar e Vila Carvalho. 

A Deixa Falar perder décimos na maioria dos quesitos e viu a co-irma correr livre para o título com o grande acúmulo de notas dez obtidas. 

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1) Vila Carvalho - 259,3
2) Deixa Falar - 258,8
3) Igrejinha - 256
4) Catedráticos do Samba - 242,8
5) Cinderela Tradição do José Abrão - 241,2
6) Unidos do Cruzeiro - 241,2
7) Aero Rancho - 224,2
8) São Francisco - 213,2

 

Correio do Estado

Ivan e Marlene tiveram mandatos cassados pela Justiça Eleitoral por compra de votos - Foto: Reprodução/Facebook

Outras Cidades

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul marcou para a próxima segunda-feira (8) o julgamento da cassação do mandato da prefeita de Miranda, Marlene Bossay (MDB), e seu vice, Adailton Rojo Alves (PTB), sob a acusação de compra de votos. O filho da mandatária municipal, o vereador  Ivan Bossay (MDB), também é investigado no caso.

Marlene teve seu mandato cassado logo após as eleições de 2016 e, desde então, vem recorrendo da sentença. A conclusão do julgamento já fora adiada por seis vezes, sendo que por duas delas foi após pedidos de vista dos desembargadores.

Essa demora no julgamento da cassação tem causado estranheza em algumas lideranças políticas da região, especialmente pelas conversas que circulam na cidade. Os três acusados afirmam que mesmo se condenados não deixarão seus cargos. 

O caso veio à tona ainda nas eleições, quando outro filho da prefeita, então candidata, Alexandre Bossay, foi flagrado e preso em flagrante quando entregava cestas básicas em aldeia indígena. 

Na ocasião, a polícia interceptou vários tickets em postos de combustíveis que eram repassados a eleitores.

O filho da prefeita também é acusado de comprar votos de jovens por meio de depósito bancario.

Essa compra foi comprovada por meio de conversas em aplicativo de mensagens no celular entre o filho da prefeita e o jovem que recebeu o dinheiro. Bossay inclusive enviou foto do comprovante do depósito feito ao rapaz e frisou o nome da mãe e do irmão para serem votados.

Marlene foi condenada em dois processos distintos. Um proposto pelo Ministério Público e outro pela Coligação Unidos por Miranda, envolvendo os partidos PSL, PR, DEM, PRP, PSDB e PV.

No caso da coligação, o advogado Ary Raghiant destacou que a cassação é consequência da captação ilícita de sufrágio, ou seja, a popular compra de votos. “São dois processos sobre o caso do filho de Marlene. O Alexandre ter sido preso entregando cestas básicas na aldeia. Pela gravidade dos fatos, dificilmente, ela ficará no cargo, e deverá ter novas eleições em Miranda”, explicou.

Defesa vai recorrer da decisão na Justiça - Foto: Foto: Anderson Gallo/ Diário Corumbaense

Outras Cidades

Carlos Ruso (PSDB) teve o mandato de prefeito de Ladário, cidade distante 421 quilômetros de Campo Grande, cassado nesta segunda-feira. Ele foi preso no ano passado durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE), que investigava o pagamentos mensais a vereadores em troca de apoio. 

Além do prefeito, foram presos na operação Mensalinho o secretário municipal de Educação, Helder Botelho, e sete vereadores. De acordo com o jornal Diário Corumbaense, na manhã de hoje, nove dos dez vereadores presentes na Câmara de Vereadores votaram pela cassação de Ruso. 

O relatório da Comissão Processante, que trabalhou por mais de três meses, foi favorável às denúncias feitas pelo MPE. A investigação apontou que o então prefeito, comandava  esquema para ter apoio político dos vereadores com pagamentos mensais de até R$ 3 mil a cada um dos acusados.

Conforme o presidente da Câmara, Daniel Benzi, o próximo passo é publicar o decreto que traz a decisão da comissão. “Independente do que ocorra na esfera judicial, ele não volta mais ao cargo”, explicou Daniel Benzi ao Diário Corumbaense. 

O relator da CPI, o vereador Gesiel Paiva Figueiredo, classificou o momento como difícil para a cidade. “Nada disso teria acontecido se as partes envolvidas não tivessem participado dessa situação. Porém, cabe a nós desempenhar esse papel de decidir. Analisamos e estudamos todos os fatos até chegarmos à cassação”, declarou.

Ao Diário Corumbaense, o advogado de defesa do prefeito cassado, Elton Nasser, afirmou que já tem medida judicial ajuizada e irá ingressar com outras providências.“No nosso entendimento houve cerceamento de defesa e houve inclusive incorreta adequação da norma ao caso concreto. Diante disso, vamos tomar medidas que o caso requer no sentido de salvaguardar os direitos do Carlos Ruso, na esfera eleitoral”.

 

Correio do Estado

A Pesada homenageou São Jorge - Foto: Gisele Ribeiro

Outras Cidades

Escola de Samba A Pesada é a campeã do Carnaval 2019 de Corumbá. A agremiação somou 179,6 pontos, ficando 1,2 ponto a frente da segunda colocada, que foi a Mocidade Independente da Nova Corumbá.  Na terceira colocação ficou a Estação Primeira, com 177,4 pontos.

As agremiações se apresentaram entre as noites de segunda (3) e terça (4) na Passarela do Samba, na Avenida General Rondon.

Com o enredo "São Jorge, o Santo Guerreiro da Fé”, A Pesada perdeu apenas quatro décimos dos quesitos avaliados pela comissão julgadora, que avalia ala das baianas, mestre sala e porta bandeiras, comissão de frente, alegoria, fantasia, enredo, harmonia e evolução, samba enredo e bateria.

A agremiação campeã foi a terceira a desfilar no segundo dia de desfiles e passou pela passarela do samba com 900 componentes. O objetivo do enredo era usar a expressão da religiosidade para  mostrar que o carnaval é uma manifestação cultural e não o culto a uma religião específica. O carnaval, cantou A Pesada, é simplesmente pura expressão cultural.

No ano passado, a Mocidade Independente de Nova Corumbá foi a campeã, enquanto A Pesada foi a segunda colocada, resultado que se inverteu neste ano. 

 

Correio do Estado

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