Dourados-MS,
 Camara municipal

Os motoristas que utilizam gasolina em Dourados terão de desembolsar R$ 0,16 a mais na hora de pagar pelo litro do combustível. O aumento é reflexo da política de reajustes da Petrobras nas refinarias. 

Na semana passada a estatal anunciou dois aumentos: na quarta (12) e quinta-feira (13), que totalizaram 1,99%. Com isso, os reflexos logo chegaram aos postos de combustível e nas bombas a alta foi de 3,67%. 

Os dados são da pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP). 

Segundo o levantamento, entre 02/09 e 08/09 o valor médio do litro da gasolina estava em R$4,353. Uma semana depois, entre 09/09 e 15/09, os pesquisadores identificaram o valor médio em R$4,513.

A sugestão ao consumidor é pesquisar. O preço mínimo encontrado em Dourados foi de R$4,199 enquanto o valor mais caro em R$4,790.

Em 30 dias, a alta do preço médio da gasolina nas refinarias já chegou a 17%. Desde o início da política de ajuste de preços da Petrobras, iniciada em julho do ano passado, o valor da gasolina nas refinarias acumula alta de 71,28%, segundo o Valor Online.

DIESEL, ETANOL E GÁS DE COZINHA

Semelhante a gasolina, o diesel também seguiu disparado entre o mesmo período. O aumento do combustível foi de R$0,14. 

De acordo com a ANP, entre 02/09 e 08/09 o valor médio do litro do diesel estava em R$3,637. Já entre 09/09 e 15/09, o valor médio atingiu R$3,783.

No caso do etanol o aumento foi menos expressivo, apenas R$0,06. O gás de cozinha permaneceu consolidado em R$70,13.

 

Dourados News

Denize Portolann durante solenidade de posse (Foto: Thiago Morais)

Dourados

Tomou posse na manhã desta quarta-feira (12) a vereadora Denize Portolann (PR), durante solenidade no Plenário Weimar Torres, localizado na Câmara Municipal de Dourados. Ela substituiu o ex-vereador Braz Melo (PSC) que perdeu o mandato, após decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).

Durante a solenidade, a vereadora realizou o juramento e assinou o termo de posse, junto com a presidente da Casa de Leis, Daniela Hall (PSD), e os vereadores Sergio Nogueira (PSDB), Pedro Pepa (DEM) e Junior Rodrigues (PR).

"Agradeço primeiramente a Deus, pois hoje é um dia muito feliz para mim. Agora estou aqui para servir o povo e defender Dourados, buscando os projetos certos e relevantes, sempre com muita análise", assegurou a vereadora empossada. "Agradeço a todos que nos receberam. E ao meu gabinete, não viemos para trabalhar de faz de conta, viemos para fazer a diferença", completou.

Denize recebeu uma flor da presidente da Casa, que logo após também discursou. "Tudo ocorre no tempo certo, às vezes nos não entendemos porque certas coisas acontecem, mas no tempo de Deus elas acontecem! Até hoje eu falava ‘sou a única mulher na Câmara Municipal’. Seja bem vinda e desejo que venha pra somar com a Casa, somar com os nossos colegas. Estamos muito felizes com a sua chegada, te desejo sabedoria de Deus sobre tua vida", ressaltou Daniela.

Agentes da PF na casa do deputado Zé Teixeira (Foto: Marciel Arruda/RIT TV)

Dourados

O deputado estadual Zé Teixeira, uma das principais lideranças do DEM em Mato Grosso do Sul, foi preso nesta manhã, na Operação Vostok, desencadeada pela Polícia Federal para investigar esquema de pagamento de propina envolvendo autoridades do Executivo, Legislativo e o TCE (Tribunal de Contas do Estado).

 

O decano da política sul-mato-grossense foi preso no Hotel Jandaia, em Campo Grande, onde se hospeda nos dias em que participa de sessões da Assembleia Legislativa e outros compromissos políticos. Em seguida foi levado para a Superintendência da PF. 

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão no escritório dele localizado na Avenida Weimar Gonçalves Torres e na residência do deputado, em um bairro nobre da área central, perto do Hospital Santa Rita.

No sexto mandato de deputado estadual, Zé Teixeira foi citado na delação premiada dos executivos da JBS. Ele seria um dos produtores rurais responsáveis em emitir notas falsas para legalizar o pagamento de propinas.

O executivo da JBS Ricardo Saud e dos irmãos Joesley e Wesley Batista afirmaram que Zé Teixeira emitiu duas notas fiscais para “esquentar” o pagamento de R$ 1,6 milhão.

 

Campo Grande News

Pacientes demoram até seis meses para conseguir realizar um exame - Foto: Valdenir Rezende / Correio do Estado

Campo Grande

“Talvez demore mais uns seis meses para conseguir fazer todos os exames e ter o retorno da consulta com o cardiologista, isso se eu não morrer até lá e entrar nas estatísticas”, diz o conferente Flávio Rosário, 38 anos, que sofreu um infarto no dia 17 de dezembro do ano passado na cidade onde vive, Rio Verde, a 188 quilômetros de Campo Grande, e convive com a incerteza de quando será novamente atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A demora no atendimento a Flávio é apenas mais uma entre tantas identificadas pela Controladoria-Geral da União em Mato Grosso do Sul (CGU-MS), que investigou o Sistema de Regulação (Sisreg) implantado na Capital. Para consultas, há espera de até sete anos, como mostra a verificação da Controladoria.

A principal constatação feita pela CGU-MS é relativa ao elevado tempo de espera na fila por atendimentos ou cirurgias e exames.

Os dados do Sistema de Regulação apontaram que, para agendar os procedimentos na Central de Regulação, considerando apenas demandas de Campo Grande – separadas por grupo de procedimento –, a maior média de espera por autorização ocorreu com consultas em cirurgia ortopédica, com 1.004 dias (dois anos e sete meses). Porém, o tempo real de espera chegou a 1.406 dias (três anos e oito meses), de acordo com a Controladoria.

 

Correio do Estado

Presos deixando delegacia na tarde de hoje - Foto: Valdenir Rezende/ Correio do Estado

Campo Grande

Foram soltos no início da tarde de hoje os 13 presos na Operação Vostok - realizada na quarta-feira (12) da semana passada, para desmatelar organização criminosa suspeita de corrupção, lavagem de dinheiro, entre outros crimes. 

De acordo com informações apuradas, já estão em liberdade o deputado estadual, 1° secretário da Assembleia Legislativa e candidato a reeleição no cargo, Zé Teixeira (DEM); o ex-deputado federal e ex-secretário de fazenda, Márcio Monteiro; além do filho do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), Ricardo Souza e Silva. 

Os três estavam em cela especial no Presídio Militar, que fica dentro do Complexo Penal, no jardim Noroeste, e deixaram a prisão na hora do almoço, acompanhados de seus advogados. O prazo da prisão temporária, decretada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), vence hoje.

Também foram liberados  Zelito Alves Ribeiro, Osvane Aparecido Ramos, Elvio Rodrigues, Miltro Rodrigues Pereira, o ex-prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, Ivanildo da Costa Miranda, João Roberto Baird, Antônio Celso Cortez,  Francisco Carlos Freire de Oliveira e Rubens Massahiro Matsuda.

OPERAÇÃO
A Operação da Polícia Federal foi denominada “Vostok”, nome de uma estação de pesquisa da Rússia na Antártida que, segundo a PF, é tão fria quanto as notas utilizadas para lavar a propina da JBS. O inquérito da PF apontou que até 30% dos créditos tributários (incentivos fiscais ao grupo JBS) eram revertidos em proveito do grupo, que os policiais federais chamam de “organização criminosa”. 

As investigações tiveram início neste ano, tendo como ponto de partida delação de empresários do grupo JBS. A ação envolveu 220 policiais federais que cumpriram 220 mandados de busca e apreensão, 14 de mandados de prisão temporária em Campo Grande, Aquidauana, Dourados, Maracaju, Guia Lopes da Laguna e na cidade de Trairão (PA). 

 

Correio do Estado

Azambuja acusa o representante do MPMS de vazar inquéritos e tramar contra ele - Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado

Campo Grande

O governador e candidato à reeleição por Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), acusou o promotor Marcos Alex Vera, da 30ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, de entregar documentos sigilosos a integrante da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), e também para a imprensa. A acusação foi feita durante trasmissão ao vivo de programa local do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). 

Durante entrevista, o apresentador do programa questiona se o filho do governador, Rodrigo Souza e Silva, é assassino. Isso porque decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que autorizou a Operação Vostok, da Polícia Federal na última quarta-feira, relatava que Rodrigo seria o mandante de tentativa de assassinato contra José Ricardo Guitti Guimaro, o Polaco.

O apresentador ainda cita denúncia feita pelo lavador de carros Luiz Carlos Vareio, 61 anos, ao Ministério Público Estadual (MPMS). Ele teria sido contratado para roubar Polaco e assassiná-lo.

O governador, então, responde que Vareiro “é um picareta, ligado ao PCC” e acusa o representante do Ministério Público Estadual de vazar inquéritos e tramar contra ele: “Meu filho representou o promotor Marcos Alex no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), porque ele arquitetou essa falácia, porque ele vazava para imprensa algumas investigações sigilosas e chegou a chamar esses picaretas aí para dizer, no cafezinho: conta a verdade, foi o filho do governador que fez isso?”, disse Azambuja na entrevista.

E sustenta novamente que “então, está sendo representado. Eu gostaria que o MPMS analisasse essa entrega de documentos de uma investigação sigilosa  a uma pessoa ligada ao PCC, esse cara (Luiz Carlos Vareiro) é ligado ao PCC”.

Azambuja foi convidado para participar do programa como representante do Poder Executivo. No entanto, acabou sendo questionado sobre investigação da Polícia Federal, que o aponta como líder de uma organização criminosa responsável por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.

Vareiro foi preso por suposto roubo de veículo na BR-262, no ano passado. No ato da prisão, ele exigiu a presença do MPMS para revelar como orquestrou o crime. 

O promotor Marcos Alex Vera de Oliveira compareceu à delegacia para ouví-lo e acabou tomando conhecimento “não de um roubo, mas do suposto  planejamento de um assassinato”, conforme consta na investigação da PF. 

Luiz Carlos disse que foi contratado pelo filho do governador Reinaldo Azambuja para roubar a “propina” de R$ 270 mil  paga a Polaco e também para matar José Ricardo Guitti Guimaro.

Guimaro é o único alvo da Operação Vostok que continua foragido. Conforme revelado pelo Correio do Estado na edição de ontem, ele já havia concordado em fazer delação premiada sobre os denúncias investigadas pela PF, envolvendo o governador. No entanto, ameaçado de morte, recuou da decisão e ainda acusou de coação o promotor responsável pelo caso, Marcos Alex Vera.

RECLAMAÇÃO 

Consta no site do Ministério Público Estadual que Rodrigo Souza e Silva, filho de Reinaldo Azambuja, de fato, fez uma reclamação disciplinar formal contra Marcos Alex Vera.

Em decisão do dia 3 de julho deste ano, o corregedor-geral do MPMS, Marcos Antônio Martins Sottoriva descreve que Rodrigo acusou o promotor de “repassar para  a imprensa fatos envolvendo  o requerente em supostos ilícitos penais, sem que ele tivesse tido conhecimento prévio a respeito dessa investigação, nem oportunidade de defesa”. 

Sottoriva, no entanto, determinou o arquivamento  da reclamação, pois considerou que “não houve prática de falta funcional” pelo promotor. A decisão transitou em julgado sem interposição de recurso por parte dos advogados do filho de Azambuja. 

No dia 3 de agosto de 2018, cópia desta decisão foi inserida no Sistema do CNMP, onde outro processo de análise de reclamação tramita.

O Correio do Estado questionou o Conselho Nacional do Ministério Público sobre a conclusão da apuração, mas até a publicação desta reportagem não houve resposta.

O promotor Marcos Alex Vera também foi procurado para que se manifestasse sobre as acusações, mas apenas informou que já prestou esclarecimentos à Corregedoria-Geral do MPMS e não iria se pronunciar sobre declarações recentes. 

A assessoria do MPMS também informou que o órgão não irá se manifestar.

 

Correio do Estado

Foto - Divulgação

Outras Cidades

Não há dúvidas. A semana começou quente em todo o Estado de Mato Grosso do Sul e, para os que gostam de altas temperaturas, é que o “forno” ainda está sendo ligado. O calor deve continuar nos próximos dias, e há chances de o Estado continuar contribuindo para o ranking das cidades mais quentes do país. Nesta segunda-feira (24), foi a vez de Sonora, no norte do Estado, e distante 366 quilômetros da Capital, figurar no TOP10 das altas temperaturas: 41,2ºC, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

A temperatura foi captada pela estação automática do Inmet na cidade, às 14h desta segunda-feira. O que os moradores da cidade esperam, é que ela caia ao longo do dia. 

Quando se trata de calor, neste dia 24 de setembro, Sonora só perdeu para a cidade de Gilbués, no sertão do Piauí, onde os termômetros marcaram, há pouco, 43,8ºC.

A terceira mais quente no ranking das mais quente é conhecida pelo “inferno” ao ar livre em todo o Brasil: Cuiabá, onde a máxima chegou a 41ºC nesta segunda-feira. 

Mato Grosso do Sul

O mesmo Inmet mostra que este dia 24 de setembro é quente nos quatro cantos de Mato Grosso do Sul. Em Três Lagoas, por exemplo, às 14h os termômetros marcavam 40,3ºC. 

Também está quente em Porto Murtinho, na região Sudoeste: 37,6ºC. No Sul de MS, em Itaquiraí, a temperatura já chegou a 36,4ºC.

Em Campo Grande não é diferente: a estação automática do Inmet registrou 35,8ºC às 14h.
Para os próximos dias, na Capital e no interior, o calor deve continuar, mesmo com a previsão de chuvas esparsas. Sinais da primavera, estação que teve início na noite do último sábado.

 

Correio do Estado

A propriedade localizada no município de Corumbá, região do Alto Paraguai - na divisa com o Mato Grosso, às margens do Rio Piquiri - teve o desmatamento autorizado após o governo do Estado - Foto: Divulgação/MPE

Outras Cidades

O produtor rural Élvio Rodrigues, responsável pelo devastação de 20.526 hectares de vegetação nativa na Fazenda Santa Mônica, no Pantanal, também é um dos alvos da Operação Vostok da Polícia Federal. A propriedade localizada no município de Corumbá, região do Alto Paraguai - na divisa com o Mato Grosso, às margens do Rio Piquiri - teve o desmatamento autorizado após o governo do Estado entrar em ação, por meio de sua Procuradoria-Geral, para derrubar decisões judiciais que impediam a supressão de mata nativa, mas na região na qual o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) autorizou o desmate convive com o drama do assoreamento dos rios.

Rodrigues tem diversos investimentos e negócios disseminados na agricultura e pecuária em Mato Grosso do Sul. Além de criar gado e plantar soja e milho, o produtor rural também é o proprietário da empresa Agriseiva Consultoria e Planejamento Agropecuário e foi um dos fundadores da Cooperativa Agrícola Mista Serra de Maracaju (Coopsema) na década de 90. Atualmente faz parte da diretoria do Sindicato Rural do município, como suplente no Conselho Fiscal da entidade.

Na gestão de Reinaldo Azambuja frente a prefeitura do município - entre 1997 e 2004 -, Rodrigues foi secretário municipal de agricultura. No ano passado o produtor foi um dos citados na delação da JBS - a mais polêmica da Lava Jato -, pelos irmãos Wesley e Joesley Batista que afirmaram ter pago R$ 38,4 milhões - pelo menos R$ 28,4 milhões foram repassados por meio de notas fiscais frias - em propina a Reinaldo Azambuja. O pecuarista, que tem antiga relação com o governador, emitiu R$ 7.682.566,20 em notas frias, valor que o colocou como segundo maior emissor para “legalizar” o repasse de vantagens indevidas. Ele só perdeu para o montante emitido pelo frigorífico Buriti Comércio de Carnes com R$ 12,9 milhões.

O pecuarista teria emitido as notas entre os dias 17 de agosto e 19 de dezembro de 2016. Auditoria da Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária (ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA), constatou que as notas apontadas pela JBS são frias, porque não houve a entrega do gado apontado nas unidades do grupo em Campo Grande.

A emissão das notas por Élvio Rodrigues ocorreu no mesmo período em que tramitou o processo de licenciamento para desmatar os 20 mil hectares no Pantanal. Além de anular a licença, o MPE pediu que a Justiça determinasse que o pecuarista apresente o projeto de recuperação da área degradada e o execute no período de um ano. Mas em abril deste ano o caso veio novamente à tona após o governo do Estado entrar em ação, por meio da PGE para derrubar decisões judiciais que impediam a devastação.

Em 15 de março, o presidente do Tribunal de Justiça de MS, desembargador Divoncir Schreiner Maran, atendeu pedido da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e suspendeu os efeitos da liminar concedida em 24 de outubro do ano passado, pela juíza Luiza Vieira Sá de Figueiredo. A decisão da magistrada, cassada pelo presidente do TJ, impedia que os proprietários – o engenheiro agrônomo Élvio Rodrigues e a advogada Sônia Oliveira Rodrigues – desmatassem a fazenda. 

DECISÕES RÁPIDAS

O pedido para desmatar os 20,5 mil hectares de área nativa pantaneira ocorreu logo após a compra da fazenda, em 15 de fevereiro de 2016. Élvio e Sônia Rodrigues pagaram R$ 25 milhões pela área, conforme consta na matrícula do imóvel. A rapidez para a concessão da autorização e o empenho do governo do Estado, que utilizou a estrutura do Imasul e da PGE para permitir o desmatamento, não são comuns em outros processos da área ambiental.

 

Correio do Estado

Acidente aconteceu ontem, na região de Três Lagoas. - Foto: Foto: Hoje Mais

Outras Cidades

Ilman Narciza de Oliveira, de 77 anos, morreu em acidente de trânsito ocorrido ontem, na rodovia BR-262, em Três Lagoas. A idosa estava em um veículo Toyota Etios que saiu da pista em uma curva, bateu em barranco e capotou. Ela sofreu grave lesão no pescoço e faleceu antes mesmo que pudesse ser socorrida. 

Outras duas mulheres tiveram ferimentos e foram encaminhadas ao hospital, sem risco de morte. Segundo boletim de ocorrência, o Etios teria se descontrolado, atravessado a pista e saído da via em uma curva, onde bateu em barranco e capotou, parando cerca de 10 metros depois, no matagal.  O caso é investigado.

 

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