Dourados-MS,
CMD-2

O Santos venceu o Guarani por 3 a 0 na noite desta segunda-feira, no Pacaembu, pela sétima rodada do Campeonato Paulista. Jean Mota fez dois e Rodrygo completou.

O Peixe dominou todo o jogo e, mesmo com 1 a 0 parcial no intervalo seguiu em cima do Bugre. Jean se isolou na artilharia do Paulistão, agora com sete gols. E o novo camisa 11 fechou o placar na estreia pelo Alvinegro na temporada depois do Sul-Americano Sub-20 com a seleção brasileira.

O Santos, líder geral do Estadual, voltará a campo no clássico diante do Palmeiras, sábado, na arena do rival. No mesmo dia, o Guarani receberá o São Caetano.

O JOGO

O Santos, como de costume, controlou o jogo desde os primeiros minutos e voltou a enfrentar uma boa defesa. O Guarani encurtou os espaços do Peixe assim como feito pelo Mirassol na última rodada.

O Peixe ficou com a bola, não sofreu na defesa e só foi perigoso na primeira metade da etapa inicial pelo alto. Gustavo Henrique teve duas boas chances e desperdiçou.

Quando o lado direito passou a ser mais acionado com Victor Ferraz e Derlis González saiu da área para buscar espaços, o Alvinegro cresceu. Aos 35, na primeira boa triangulação, a arbitragem marcou impedimento duvidoso de Sánchez. Dois minutos depois, veio o primeiro gol.

A jogada foi precisa. Tabela de Victor Ferraz com Cueva, passe para trás, chute cruzado de Sánchez e Jean Mota, artilheiro do Campeonato Paulista com seis gols, aproveitou na pequena área. 1 a 0 parcial.

VITÓRIA CONFIRMADA

O segundo tempo foi mais aberto. Em cinco minutos, três oportunidades foram criadas – duas para o Guarani, com Thiago Ribeiro e Viana, e uma do Santos, com Carlos Sánchez.

O Bugre se expôs e ofereceu espaço ao Peixe. Os donos da casa, porém, voltaram a mostrar falta de pontaria e não mataram o jogo.

O Alvinegro teve diversas oportunidades na bola parada e, em uma delas, quase marcou um golaço. Carlos Sánchez bateu escanteio para trás, Derlis fez o corta luz e Jean Mota bateu bonito, rente à trave, aos 22. Aos 28 e 29, Sánchez e Aguilar voltaram a assustar no jogo aéreo.

No minuto 33, o Santos teve mais um gol anulado. Em novo escanteio perigoso, Copete desviou e Derlis guardou. Paraguaio, porém, estava à frente. Na sequência, o Guarani sucumbiu. Jean Mota marcou o segundo dele em cobrança de falta direta para o gol e decretou a vitória.

Nos minutos finais, o Santos administrou o resultado e ainda deu tempo de fazer o terceiro. Aos 44, Derlis caiu na área e optou por cruzar ao invés de reclamar de pênalti. Rodrygo, sozinho, cabeceou para o fundo do gol. Vitória do líder geral do Campeonato Paulista.

Mesmo com Cueva, Jean Mota segue como principal destaque do Santos (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 x 0 GUARANI

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 18 de fevereiro de 2019, segunda-feira
Horário: 20 horas (Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Assistentes: Neuza Ines Back (SP) e Leandro Matos Feitosa (SP)
Público e renda: 14.708/R$ 399.272,00
Cartões amarelos: SANTOS: Alison. GUARANI: Victor Ramos e Carlinhos

GOLS
Santos: Jean Mota, aos 37 do 1T, e 35 do 2T, e Rodrygo, aos 44 do 2T.

 

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Aguilar, Gustavo Henrique e Copete; Alison (Jean Lucas), Diego Pituca, Carlos Sánchez (Yuri) e Jean Mota; Cueva (Rodrygo) e Derlis González.
Técnico: Jorge Sampaoli

GUARANI: Giovanni, Léo Principe, Ferreira, Victor Ramos e William Matheus (Inácio); Deivid (Carlinhos) e Ricardinho; Lucas Crispim (Álvaro), Thiago Ribeiro e Jefferson Nem; Fernando Viana
Técnico: Osmar Loss

O Corinthians mostrou mais uma vez o seu poder nos confrontos contra rivais regionais na noite deste domingo, na Arena. Depois de vencer o Derby na casa palmeirense, o Timão foi um pouco superior ao seu adversário dentro dos seus domínios, o suficiente para fazer 2 a 1 frente ao rival que acabara de ser eliminado na Copa Libertadores da América. Os gols foram marcados por Manoel e Gustagol, com Pablo descontando.

Com o resultado, os alvinegros chegam à terceira vitória na competição, a segunda em um clássico (havia vencido o Palmeiras no Allianz Parque), completando agora dez pontos conquistados no torneio e assumindo a liderança do Grupo C, um ponto à frente da Ferroviária, vice-líder. Do outro lado, o Tricolor estaciona nos nove pontos e pode cair para a terceira posição caso o Oeste vença seu jogo na segunda-feira. O Ituano lidera o Grupo D, com dez.

Na próxima rodada, os comandados de Fábio Carille terão pela frente o Botafogo-SP, no domingo, dia 24, também às 19h (de Brasília), em Ribeirão Preto. Antes, porém, o time entra em campo pela segunda fase da Copa do Brasil, contra o Avenida-RS, na Arena. Do outro lado, Vagner Mancini e seu elenco encaram o Red Bull, no mesmo dia, mas às 17h (de Brasília), no estádio do Morumbi.

Corinthians avança meio metro

O primeiro tempo do clássico em Itaquera reuniu dois times com muita dificuldade de criar lances de perigo. Com uma sucessão de passes de lado e tentativas de lançamento partindo sempre dos zagueiros, Manoel de um lado e Arboleda do outro, o duelo ficou restrito a correria e confrontos pelo alto, exigindo bastante imposição física. A defesa, no entanto, foi praticamente soberana, em ambos os lados do campo.

Com um Hernanes apagado e um Hudson participativo, reflexo do que a partida apresentou, o Tricolor chegou a ameaçar nas vezes em que Pablo ganhou pelo alto dos adversários e conseguiu reter os lançamentos. Apesar de certo espaço, porém, nem ele, nem Everton nem Hernanes conseguiram finalizar a gol nas oportunidades que apareceram. A melhor foi com o ponta esquerda, travado em cima da hora por Fagner.

Do outro lado, o Timão viu Júnior Urso buscar bastante o jogo, mas a bola só sair com qualidade quando Fagner achava Gustagol ou Pedrinho em passes de até 30m. Ainda que a boa técnica do lateral da Seleção conseguisse dar o primeiro passo, o Alvinegro pouco conseguiu evoluir a partir dali, parando normalmente em lances travados. A bola parada, sempre pela direita, foi o grande trunfo, mais uma vez.

Quando o 0 a 0 parecia destinado a acontecer até o intervalo, Clayson buscou a bola meio metro para fora do campo em lançamento de Danilo Avelar. O bandeira ignorou o tiro de meta claro, a redonda sobrou para Pedrinho na entrada da área e o meia chutou bem, exigindo boa defesa de Tiago Volpi. Na cobrança, Sornoza mandou no primeiro poste e Manoel testou no canto, o bastante para a bola passar outro meio metro da linha, dessa vez gerando o gol corintiano.

São Paulo reage, mas Gustagol aparece

Preocupado com a desvantagem, o técnico Vagner Mancini ainda viu Everton sofrer lesão no intervalo e pedir alteração. Antony entrou no seu lugar e foi o responsável indireto por empatar as coisas, tanto na bola quanto no apito. Após cruzamento da esquerda, o garoto fez falta clara em Avelar, que estava na segunda trave. O juiz ignorou e deu escanteio, cobrado por Reinaldo e cabeceado por Pablo, sem chances para Cássio.

O gol fez bem ao Tricolor, que passou a rodar a bola no campo de ataque, diferentemente do primeiro tempo, e viu em Antony uma boa válvula de escape para equilibrar as ações e trabalhar com Igor Vinícius. Os dois bons lances que surgiram, no entanto, terminaram em cruzamentos muito fortes do lateral. O bom momento, porém, não durou o bastante para perdoar os erros. Carille respondeu com a entrada de Vagner Love e pouco depois obteve resultado.

Em boa jogada, Fagner roubou a bola de Pablo, tabelou com Pedrinho e criou espaço para cruzar. Vagner Love foi bem ao disputar com Tiago Volpi, que reclamou de falta, e a bola ficou pingando para Gustagol, de canela, anotar o segundo alvinegro. Os são-paulinos insistiram que houve infração no arqueiro, mas o lance foi limpo. Volpi ainda levou um cartão amarelo para parar de reclamar.

O São Paulo foi para cima na sequência, com Nenê entrando na vaga de Willian Farias, mas faltou um pouco mais de paciência para chegar ao empate. Carneiro foi bem em uma arrancada, mas a falta sofrida parou na barreira, na batida de Hernanes. Arboleda chegou a balançar a rede após escanteio, mas o juiz marcou toque de mão de Carneiro. O 2 a 1 permaneceu no placar e na história do Majestoso.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 17 de fevereiro de 2019, domingo
Horário: 19 horas (de Brasília)
Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Assistentes: Emerson de Carvalho e Daniel Marques
Público: 42.303 pagantes / 42.580 torcedores
Renda: R$ 2.219.753,00
Cartão Amarelo: 
Pedrinho e Cássio (Corinthians); Igor Vinícius, Tiago Volpi e Hernanes (São Paulo)
Gols:
CORINTHIANS: Manoel, aos 42 minutos do 1º tempo, e Gustagol, aos 27 minutos do 2º tempo
SÃO PAULO: Pablo, aos 11 minutos do 2º tempo

 

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Manoel, Henrique e Danilo Avelar; Ralf e Júnior Urso (Richard); Pedrinho (Mateus Vital), Sornoza e Clayson (Vagner Love); Gustagol
Técnico: Fábio Carille

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Igor Vinícius, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Willian Farias (Nenê), Hudson e Hernanes; Gonzalo Carneiro, Pablo (Diego Souza) e Everton (Antony)
Técnico: Vagner Mancini (interino)

Foto: Luiz Alberto/Correio do Estado

Futebol

O Operário vai se recuperando da goleada sofrida para o Botafogo-PB pela Copa do Brasil no meio da semana. Neste domingo (17), o time alvinegro encarou o rival Novo no Morenão, pela sétima rodada do Estadual e venceu por 2 a 0. O jogo, contudo, foi de baixa qualidade e teve como destaque só as vaias e ofensas dos torcedores do Galo contra a própria equipe.

O resultado é suficiente para o Galo continuar respirando sem problemas na zona de classificação. Chega aos 12 pontos. 

Pior para o Novo. Somado ao empate do Operário de Dourados com o União ABC por 1 a 1, também nesta tarde, em Itaporã, o clube campo-grandense afunda. Segue sem vencer, agora amargando a lanterna da competição. O rival interiorano subiu na tabela, tem dois pontos agora.

A posição do Novo na tabela não é à toa. O time treinado pelo técnico Piá é extremamente frágil. Contra o seu mais tradicional adversário, a equipe até tentou criar, mas sua deficiência pesou.

Mesmo assim o gol do Galo veio em jogada duvidosa. Aos 29 minutos do primeiro tempo, Emerson Santos recebeu de frente para a meta em posição supostamente irregular e escorou para marcar. A dúvida foi tamanha que os jogadores operarianos hesitaram em comemorar.

Na etapa final, a dinâmica se manteve. Mas a qualidade do jogo caiu com o Operário do técnico Arílson também apresentando uma efetividade pouco produtiva no ataque. Pior para os 387 torcedores presentes (renda de R$ 3.190), que tiveram de fazer força para se empolgar com a falta de oportunidades e jogadas com qualquer tipo de efeito que fosse.

O momento de mais impacto ficou com a pequena torcida alvinegra. Irritada com a pouca produtividade do time e a substituição do autor do gol, vaiou em coro Arílson sob os tradicionais gritos de burro. Se a recuperação no Estadual acontece, as feridas pela sapatada tomada na Copa do Brasil estão longe de cicatrizarem.

Nesse cenário, o Operário matou o jogo. Jorginho, que saíra do banco, saiu na cara do gol em troca de passes e finalizou para sacramentar o placar final diante do frágil rival.

A rodada do Estadual se completa ainda neste domingo com o jogo entre Águia Negra e Costa Rica, em Rio Brilhante, não encerrado até a publicação desta reportagem.

RESULTADOS DA SÉTIMA RODADA

Sábado (16)
Corumbaense 3 x 1 Aquidauanense - Arthur Marinho
Sete de Dourados 0 x 2 Comercial - Itaporã

Domingo (17)
Operário de Dourados 1 x 1 União ABC - Itaporã
Chapadão do Sul 0 x 0 Urso
Novo 0 x 1 Operário - Morenão

PRÓXIMOS JOGOS

Quarta (dia 20) - Novo x Operário de Dourados - Morenão - 19h30
(jogo adiado da terceira rodada)

Quarta (dia 20) - Sete de Dourados x Operário - Itaporã - 15h
(jogo adiado da quarta rodada) 

Sábado (dia 23)
15h - Morenão - Comercial x Costa Rica
19h - Arthur Marinho - Corumbaense x Chapadão do Sul

Domingo (dia 24)
15h - Itaporã - Sete de Dourados x Operário de Dourados
15h - Mundo Novo - Urso x União ABC
15h - Morenão - Operário x Aquidauanense
17h - Rio Brilhante - Águia Negra x Novo 

 
Correio do Estado

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

As donas da casa assumiram a liderança apenas nos minutos finais do embate (Foto: LBF)

Basquete

No terceiro jogo da final entre Vera Cruz Campinas e Sampaio Basquete, quem levou a melhor, neste domingo, e garantiu a liderança na série melhor de cinco foi a equipe da casa, no embate disputado no ginásio do Castelinho, em São Luís (MA). Com o marcador em 55 a 50, a vantagem foi conquistada e a equipe do Maranhão está a uma vitória de faturar o título da Liga Feminina de Basquete, que tem a TV Gazeta como emissora oficial.

A partida foi decida apenas nos minutos finais, já que o placar estava muito equilibrado no final do último quarto. Depois de uma primeira parcial equilibrada, as donas da casa somaram vantagem de oitos pontos na segunda etapa, mas não souberam administrar o bom desempenho no terceiro estágio, quando o Campinas levou a melhor e converteu pontos importantes.

Na última parcial, o grupo paulista quase não apareceu em quadra e marcou apenas três pontos contra 12 das rivais. Com os números e boa bola de Tati, o Sampaio conseguiu virar o placar, para levantar o público presente no ginásio maranhense.

Com um belo trabalho coletivo, o Sampaio também viu números fundamentais de Briahanna Jackson. Cestinha do embate, a norte-americana foi dona de 16 pontos e nove rebotes. Quem também mostrou bom basquete foi Ariadna, que liderou as visitantes na caça às adversárias. Com cinco faltas, faltando cinco segundos para o fim do embate, ela foi excluída da partida. A cubana conquistou 11 pontos e ainda contou com 17 rebotes de Babi.

Agora, o Sampaio precisa garantir uma vitória no próximo compromisso das equipes, marcado para a próxima terça-feira, às 19 horas, no mesmo Castelinho, para faturar o título. Caso as donas da casa percam, o jogo cinco acontece em 3 de junho, em Campinas (SP).

Mogi forçou o jogo 4 com a vitória (Foto: LBF/Divulgação)

Basquete

Nesta quinta-feira, no segundo jogo da final do Novo Basquete Brasil. o Mogi devolveu a derrota que sofreu em casa em casa . A equipe de Guerrinha superou o Paulistano por 84 a 70, no Ginásio Wlamir Marques, e deixou a série empatada em 1 a 1.

Os principais pontuadores das Jaguatiricas foram Jimy e Tyrone com 18 pontos cada. Além disso, o americano fez seis assistências e pegou seis rebotes. Larry Taylor fez 12 pontos e pegou nove rebotes. Pelo Tigre, Hubner teve 18 pontos e dez rebotes. Deryk anotou 12 pontos.

Depois de um início de partida com poucos pontos, o Mogi começou a acertar as cestas na segunda metade do primeiro quarto e conseguiu criar uma vantagem de 11 pontos nos primeiros dez minutos (21 a 10). O segundo período foi mais equilibrado, os dois times alternaram cestas e o jogo foi para o intervalo em 38 a 27 depois do empate em 17 a 17 no quarto.

Os dois times protagonizaram um terceiro quarto muito intenso na volta para a segunda metade do jogo e o time visitante conseguiu ampliar um pouco a sua vantagem ao ganhar os dez minutos por 34 a 28. Apesar do Paulistano ter vencido o último período, o jogo terminou em 84 a 70 para o Mogi.

As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, às 12h35 (de Brasília), no Ginásio Wlamir Marques.

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB

Vôlei

Esqueça que o Brasil venceu fácil a Holanda em três amistosos de preparação. Que chegou ao confronto deste sábado com duas vitórias no Mundial masculino, com moral por bater a poderosa França. Desta vez, a seleção foi envolvida por um surpreendente e inspirado adversário, que anulou o passe e neutralizou o ataque brasileiro. De virada, por 3 sets a 1, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20 e 25/21 o time de Guido Vermeulen fez o jogo da vida na Arena de Ruse e derrubou a invencibilidade dos atuais campeões olímpicos na competição - quebrando ainda uma escrita de 52 anos sem vencer o Brasil em Mundiais.

A seleçao de Renan Dal Zotto só volta a jogar na segunda-feira, contra o Canadá, único time ainda invicto no Grupo B. A Holanda encara a França às 14h30 (horário de Brasília) deste domingo, em partida com transmissão ao vivo do SporTV2. 

Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB
Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB

O Brasil começou com a formaçao titular da estreia contra o Egito, com Kadu de volta ao time no lugar de Lipe. A Holanda, por outro lado, só manteve um titular, além do líbero, em relação ao grupo que venceu a China na véspera. A alteração mais surpreendente foi a saída de Nimir Abdel-Aziz, capitão e maior pontuador do time até então.

As modificações de Guido Vermeulen se mostraram muito interessantes, mas não ameaçaram a dianteira do Brasil no primeiro set. Apostando tudo no saque, os europeus pecaram no fundamento no início e deixaram o Brasil abrir três pontos de vantagem com as jogadas pelo meio. A margem até caiu para um ponto em bloqueio de Ter Horst sobre Wallace, mas duas boas viradas de Douglas alargaram a margem para quatro (14 a 10). A diferença se manteve, e em saque para fora de Nimir, que entrou no meio da parcial, a seleção saiu na frente: 25/21. 

Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB
Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB 

Na segunda parcial, a história foi diferente. Sem desperdiçar tantos pontos no saque, a Holanda teve Ter Horst e Van Garderen como destaques e chegou à frente na primeira parade técnica. Com a queda de rendimento do passe brasileiro, o bloqueio europeu se sobressaiu e alargou a margem para quatro pontos (11 a 7). Renan lançou Lucas Loh na vaga de Kadu, mas a alteração não neutralizou a situação. A diferença chegou a seis pontos (15 a 9), e Renan arriscou mais. Testou Maurício Souza, Evandro e Willian. Não foi o suficiente para evitar o empate: 25/20.

Embalada pelo set espetacular, a Holanda brilhou no saque e abriu 4 a 1, forçando Renan a pedir logo no início da terceira parcial. A diferença caiu para um ponto, mas novamente foi a três no primeiro tempo técnico. Lipe entrou na vaga de Lucas Loh, e o moral do time mudou. A virada foi construída em excelente passagem de Lucão pelo saque e selada em bloqueio de Maurício (12 a 11).

O ótimo serviço de Ter Maat fez a liderança trocar de lado na segunda parada técnica (16 a 13). Com William e Evandro em quadra, o Brasil fez três pontos em sequência e buscou o empate. Mas novamente desperdiçou a chance. A Holanda seguiu implacável, levantou a torcida e virou com bola de xeque de Ter Horst: 25/20. 

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil  — Foto: FIVB
Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB 

O Brasil conseguiu manter o placar parelho no início do quarto set, mas era evidente a diferença do moral dos dois times. O brasileiro, cabisbaixo, chegou atrás na primeira parade técnica. Evandro entrou na vaga de Wallace, que deixou a quadra muito irritado com o próprio desempenho. Em ace de Lucão, o Brasil chegou ao empate em 11 pontos. A alegria mais uma vez durou pouco. A Holanda seguiu anulando a linha de passe do Brasil e se agigantou no bloqueio (16 a 13).

Renan parou o jogo, colocou William, e uma reação se desenhou. O 19 a 15 virou 19 a 18 após bloqueios de Lucão e Lucas Loh. Com o central no saque, Evandro achou o empate no bloqueio (21 a 21). Mas tudo seguia dando certo do lado holandês. Ter Maat foi fumilnante no saque, e um ataque de Lipe para fora selou a vitória da Holanda: 25 a 21 e uma festa que parecia de título.

 

Globo Esporte

Foto - Divulgação

Vôlei

Assim como na derrota na semifinal, para a Turquia, o Brasil não se encontrou ao encarar a China na disputa pelo terceiro lugar. Na madrugada deste domingo (1), no Brasil, a seleção feminina de vôlei caiu diante das donas da casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/23. A decisão entre Turquia e Estados Unidos terminou com as americanas campeãs.

Chinesas foram superiores (Foto: Divulgação/FIVB)

Com a produção abaixo do esperado, o Brasil ainda contou com o desfalque da líbero Suelen, que sofreu uma fratura na mão e deu lugar à Gabiru, que não entrou com o mesmo ritmo das companheiras. A China soube se aproveitar ofensivamente das fragilidades brasileiras e também não desperdiçou os erros do time de José Roberto Guimarães.

A partida começou equilibrada, mas com o Brasil tomando a frente do placar. Foi apenas depois dos 10 pontos que a China ameaçou uma virada que se concretizou quando ela fez 13/12. As chinesas não abriram e conseguiram construir uma vantagem de cinco pontos. As brasileiras tentaram correr atrás do prejuízo, mas com Zhu inspirada, as adversárias não permitiram uma reação e fecharam o primeiro set com boa diferença.

Na segunda parcial, o Brasil esboçou uma reação saindo na frente e tentando segurar a ponta no marcador, chegando a abrir três pontos de vantagem, com boa aparição de Tandara. Mas a China não demorou para se recuperar e virar, o que parece ter desestabilizado a seleção brasileira. Aparentemente nervosas, as meninas não mostraram força para ir atrás do placar e viram as adversárias fechar mais um set.

Na última série, jogo equilibrado. As brasileiras não abriram mão do jogo e tentaram se manter vivas revezando a liderança do marcador até a metade do set. A China, então, retomou a frente e seguiu para a vitória da partida.

Foto - FIVB

Vôlei

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

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Max Verstappen, da RBR, venceu o Grande Prêmio da Áustria neste domingo (Foto: GEORG HOCHMUTH / APA / AFP)

Fórmula I

A Fórmula 1 viu uma de suas corridas mais emocionantes da temporada e dos últimos anos neste domingo, no Grande Prêmio da Áustria. Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, da Mercedes, sofreram com problemas no carro e tiveram de abandonar. Enquanto isso, Max Verstappen, da RBR, venceu a corrida e deu um grande resultado nos domínios de sua equipe.

A Ferrari também não decepcionou. Depois de um começo lento de corrida, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen se recuperaram e chegaram ao pódio, algo crucial, principalmente para o alemão, devido à falta de pontuação de ambos os pilotos da Mercedes. Aliás, com a terceira colocação, Vettel chegou à marca de 146 pontos e assumiu a liderança da tabela de classificação dos pilotos.

Na largada do circuito de Spielberg, o pole position Bottas não foi bem. O finlandês permitiu as ultrapassagens de Hamilton, que assumiu a liderança, Raikkonen e Verstappen, caindo para a quarta colocação. Entretanto, logo o piloto da Mercedes recuperou-se e foi para o segundo lugar, fazendo uma dobradinha da Mercedes.

O sonho de Bottas de vencer novamente o Grande Prêmio da Áustria, entretanto, acabou na volta de número 15. Acusando problemas no câmbio, o carro do piloto sofreu com a desaceleração e o europeu teve de abandonar a corrida.

Tal fato acabou deixando a Mercedes atrapalhada. Enquanto as equipes rivais aproveitavam para efetuar a ida ao boxes, o time não mandou o líder Lewis Hamilton ao pit-stop. A estratégia errada custou caro: o britânico teve que parar pouco depois e deu adeus à liderança, assumida então por Verstappen.

Aniversariante do dia, Ricciardo fez uma corrida de recuperação. Largando na sétima posição, o piloto da RBR passou a ameaçar os líderes e logo fez uma bela ultrapassagem em cima de Kimi Raikkonen. Entretanto, logo após foi a vez do piloto da Ferrari devolver o ato e retomar sua posição no pódio.

Essa não foi a única notícia ruim para o australiano. Sofrendo com problemas nos pneus, Ricciardo teve de ir aos boxes e caiu para o quarto lugar, à frente de Hamilton, que devido à estratégia da Mercedes, também teve que parar novamente. Entretanto, o piloto da RBR também viu o carro ter problemas no motor e teve que abandonar a corrida, junto de Hulkenberg (Renault) e Bottas (Mercedes).

Isso acabou com o sonho da Red Bull de conseguir uma dobradinha em sua casa, no circuito de Spielberg. A liderança de Verstappen, porém, era um alento para a equipe.

Enquanto o holandês permanecia tranquilo na liderança, o mesmo não podia ser dito dos outros pilotos. Pelo contrário. O pesadelo completo da Mercedes tornou-se realidade e, também com problemas no carro, Hamilton teve de abandonar e dizer adeus a sua sequência de 33 corridas consecutivas na zona de pontuação.

Daí para o final da corrida, tranquilidade para Verstappen, que garantiu a primeira vitória da Red Bull em seus domínios, na Áustria, além de triunfar pela primeira vez na temporada. Raikkonen e Vettel completaram o pódio. O alemão, inclusive, com o abandono de Hamilton e a terceira colocação, assumiu a liderança do campeonato de pilotos.

Quem também fez uma grande corrida neste domingo foi o espanhol Fernando Alonso. Depois de largar dos boxes, o piloto da McLaren fez uma incrível corrida de recuperação e terminou na zona de pontuação, anotando um ótimo oitavo lugar.

Confira o resultado do Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1:

1) Max Verstappen (Red Bull) – 1h21min56seg024
2) Kimi Raikkonen (Ferrari)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Romain Grosjean (Haas)
5) Kevin Magnussen (Haas)
6) Esteban Ocon (Force India)
7) Sergio Perez (Force India)
8) Fernando Alonso (McLaren)
9) Charles Leclerc (Sauber)
10) Marcus Ericsson (Sauber)
11) Pierre Gasly (Toro Rosso)
12) Carlos Sainz (Renault)
13) Lance Stroll (Williams)
14) Sergey Sirotkin (Williams)
15) Stoffel Vandoorne (McLaren)

Abandonos:
Lewis Hamilton (Mercedes)
Brendon Hartley (Toro Rosso)
Daniel Ricciardo (Red Bull)
Valtteri Bottas (Mercedes)
Nico Hulkenberg (Renault)

Após as condições incertas desta manhã e da chuva prevista, as condições meteorológicas mantiveram-se estáveis em todos os treinos da Moto2, garantindo duas sessões secas. Isso permitiu com que os representantes da Forward Racing  melhorassem seus tempos pessoais durante os dois treinos do dia.

Eric Granado teve problemas de tráfego na pista, o  que determinou uma colocação mais baixa do que o esperado. Eric Granado parte da 24ª posição do grid, circuito onde não competia há três anos. As melhorias estão evoluindo, considerando a recuperação de mais de dois segundos entre ontem e hoje, em relação ao grupo de ponta. Há ainda uma grande margem de melhoria. A largada será amanhã (21) às 14:20 (hora de Brasília) com as 18 voltas no circuito texano e será transmitida ao vivo pelo Sportv2.

Eric Granado – P24 (2:12 ‘ 278)
“Estou muito feliz com o trabalho feito junto a minha equipe, fizemos bons progressos em relação ao FP3, e também baixei meu tempo em relação ao o pelotão de líderes. As mudanças feitas foram muito úteis. No início, o asfalto estava muito sujo e que me fez perder tempo. Minha primeira sessão não foi tão boa, mas trabalhei com minha equipe nos acertos da moto e quando voltei para pista reduzi meu tempo em 1 segundo e 6 décimo. Fazem três anos que não corro em Austin e eu tive que me acostumar com as trajetórias do circuito. Esta pista é muito técnica, longa e cheia de curvas. Agora só quero me concentrar o melhor possível para amanhã, e vou continuar a estudar o circuito e onde eu ainda posso melhorar.”.

Giovanni Cuzari – CEO Forward Racing
“Com certeza foi um dia desafiador aqui em Austin. O circuito é bem longo e cansativo. Eric melhorou a partir do FP3 e isso é um sinal de que o trabalho está indo no caminho certo. Estamos confiantes e muito concentrados no dia de amanhã que eu tenho certeza que vai dar aos nossos pilotos a possibilidade de recuperar espaço e melhorar cada vez mais.”.

Neste sábado, aconteceu a sessão classificatória que definiu a ordem de largada da abertura da rodada dupla da terceira etapa da atual temporada da Stock Car. Com mais um ótimo desempenho, Cacá Bueno largará na pole e é um dos favoritos para vencer a prova que acontecerá neste domingo. Já Rubens Barrichelo, o “Rubinho”, largará neste domingo na 10° posição na prova que acontecerá neste domingo no circuito Velopark em Nova Santa Rita (RS).

A segunda parte do treino atrasou cerca de 2 horas, devido a chuva que não diminuia e a pista que encontrava-se molhada o tempo todo. Mesmo assim, Barrichello concluiu esta etapa do treino, conseguindo manter a 10ª posição no grid de largada. “O saldo do dia não foi como esperávamos, isso posso dizer. Mas foi satisfatório diante de todos os imprevistos que aconteceram hoje. Fomos para a pista com um acerto, e com toda a chuva o carro muda muito, enfim, vamos pensar nas corridas de amanhã e nas estratégias que iremos escolher”.

Quem também se destacou foi Julio Campo, que largará na 6° colocação. O piloto do estado do Paraná e da Equipe Prati-Donaduzzi vem sendo um dos destaques do fim de semana na pista em que conquistou a pole em 2014 e foi duas vezes em terceiro na etapa de 2015. Por isso, a possibilidade de retornar ao pódio é real.

“Acho que temos tudo para chegar longe. Era um final de semana em que esperávamos partir entre os cinco primeiros, mas infelizmente a chuva atrapalhou bastante porque deixamos o carro acertado para o seco para o Q2, esperando que o tempo melhorasse em algum momento. Com isso, fiz o Q2 com as regulagens totalmente para a pista seca. Mesmo assim, conseguimos ter uma colocação muito boa para amanhã”, afirmou Campo após a sessão classificatória.

A primeira prova deste domingo está marcada para começar às 12h25, seguida da segunda corrida da rodada dupla da etapa gaúcha que tem bandeira verde marcada para às 13h35.

Confira os 10 primeiros do grid de largada:

1. 0 Cacá Bueno (Cimed Racing) – 1:02.888

2. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) – 1:03.386

3. 12 Lucas Foresti (Cimed Racing Team) – 1:03.405

4. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) – 1:03.998

5. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) – 1:04.155

6. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) – 1:05.211

7. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) – 1:05.259

8. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) – 1:05.366

9. 55 Sergio Jimenez (Squadra G Force) – 1:05.563

10. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) – 1:05.578

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