Dourados-MS,
 Camara municipal

O Corinthians tentou, mas não conseguiu a virada em cima do Internacional na tarde desse domingo. Depois de sofrer um gol impedido de Leandro Damião, o Timão empatou com Douglas e fechou o placar do confronto válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiroem 1 a 1, na Arena de Itaquera. O resultado levou o Corinthians aos 34 pontos, na oitava posição. O Inter, por outro lado, chegou aos 50 pontos, uma menos que o líder São Paulo, e viu o Palmeiras tomar o segundo lugar na tabela de classificação.

Sem centroavante, mas ciente da pressão de se impor diante de seu torcedor, o Corinthians colocou seus homens de frente para pressionar a saída de bola do Internacional. A maior novidade foi a liberdade dada a Douglas, que diferente dos últimos jogos, passou a encostar nos atacantes e participar mais das ações ofensivas.

O plano de Jair Ventura funcionou nos primeiros 15 minutos. Primeiro Douglas e depois Fagner tiveram chances claras de abrir o placar em jogadas concluídas de dentro da área do Colorado.

Jadson mais uma vez se mostrou cérebro da equipe alvinegra, com passes precisos e verticais. O problema é que a agilidade corintiana foi perdendo velocidade com o passar do tempo. Aos poucos, o Inter equilibrou o confronto, principalmente por meio das bolas paradas. No mais, o maior susto ao gol de Cássio se deu justamente em um erro do goleiro, que acertou as costas de Leandro Damião ao tentar lançamento e causou calafrios nos corintianos.

Mas o grande lance do primeiro tempo foi protagonizado pelo bandeira goiano Cristhian Passos Sorence. Foi ele o responsável por levar o árbitro Eduardo Tomaz de Aquino Valadão a validar um gol impedido de Leandro Damião, após cobrança de falta de Edenílson.

Protestos à parte, o Corinthians repetiu a estratégia e voltou para a etapa final amassando o Internacional. Dessa vez, porém, o alvinegro foi premiado. Jadson cobrou escanteio, Romero desviou e Douglas pegou rebote do travessão para marcar seu primeiro gol com a camisa corintiana.

O cenário parecia propício a um grande fim de jogo, mas as duas equipes caíram de rendimento. O Inter, apesar da busca pela liderança da competição, sequer assustou nos poucos contra-ataques efetivos. O Corinthians tentou colocando Pedrinho, Araos e até Emerson Sheik nas vagas de Vital, Douglas e Romero, mas também não encontrou forças para a virada.

Assim, como a própria torcida lembrou após o apito final, “é quarta-feira”. No meio de semana, o Corinthians decide uma vaga na grande final da Copa do Brasil, contra o Flamengo, de novo em sua Arena. Pelo Brasileirão, o América-MG, sábado que vem, em Minas, é o próximo desafio. Já o Internacional volta a campo no domingo, diante do Vitória, no Beira-Rio.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 1 INTERNACIONAL

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 23 de setembro de 2018, sábado
Horário: 16h00 (Brasília)
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Cartões amarelos: Rodrigo Dourado, Patrick (INT)
Público: 26.916 pagantes (27.199 total).
Renda: R$ 1.149.396,60

GOLS:
Corinthians: Douglas, aos 4 minutos do 2T
Internacional: Leandro Damião, aos 44 minutos do 1T

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel e Douglas (Araos); Romero (Emerson Sheik), Jadson, Mateus Vital (Pedrinho) e Clayson
Técnico: Jair Ventura

INTER: Marcelo Lomba; Zeca (Fabiano), Klaus, Emerson Santos e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick e Nico López (Rossi), Pottker (D’Alessandro) e Leandro Damião
Técnico: Odair Hellmann

Depois de alguns tropeços, o Flamengo voltou a dar alegrias aos seus torcedores. Em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã, a equipe rubro-negra derrotou o Atlético-MG por 2 a 1, gols marcados por Willian Arão e Lucas Paquetá, em jogadas do lateral peruano Trauco; O gol do Galo foi marcado pelo zagueiro Leonardo Silva. O resultado fez o time da Gávea reassumir a terceira colocação com 48 pontos ganhos e voltar a sonhar com a liderança do Campeonato Brasileiro. O Atlético-MG, por sua vez, permanece com 42 pontos ganhos e segue afastado das primeiras posições. O Galo é o sexto colocado.

O resultado refletiu o andamento da partida. O Flamengo saiu na frente no primeiro minuto, permitiu a reação do adversário na primeira etapa, mas desempatou no começo do segundo tempo e soube administrar a vantagem. O Atlético foi uma equipe sem qualquer inspiração durante a maior parte do jogo. O Galo só incomodou a defesa adversária em jogadas de bola parada numa demonstração da fragilidade do seu ataque. Só nos minutos finais é que a equipe de Thiago Larghi partiu para o ataque e desperdiçou algumas chances para empatar.

Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar o Bahia, na Fonte Nova; o Atlético-MG vai receber o Sport, no Independência.

O jogo

Logo no primeiro minuto de jogo, o Flamengo marcou. O peruano Trauco investiu pela esquerda em grande arrancada e cruzou para Willian Arão, livre na área. O meia rubro-negro bateu, de primeira, no canto direito de Víctor.

Desnorteado pelo gol sofrido no primeiro ataque do adversário, o Atlético não conseguia armar jogadas ofensivas e se limitava a trocar passes no meio campo sem causar danos à retaguarda da equipe da casa.
Motivado e contando com o apoio da torcida, o Flamengo criou nova situação de perigo aos oito minutos, Trauco, novamente, fez ótimo lançamento para Lucas Paquetá que tentou usar a cabeça para levar vantagem sobre a zaga, mas a bola correu demais e Victor fez a defesa.

Os atacantes da equipe carioca marcavam a saída de bola do Galo e os zagueiros eram obrigados a dar chutões para tirar a bola da defesa, prejudicando a ação dos meias e atacantes.

Aos 13 minutos, após cruzamento de Matheus Sávio, Henrique Dourado conseguiu colocar a bola nas redes, mas a arbitragem invalidou a jogada, marcando impedimento do Ceifador.

Aos 22 minutos, o Galo deixou tudo igual. Pará derrubou Fábio Santos ao lado da área. Luan levantou na área e Leonardo Silva subiu mais do que todo mundo para cabecear e colocar a bola nas redes cariocas.
Depois do gol de empate, o Atlético passou a controlar melhor o jogo e a trocar passes com mais objetividade, mas o Flamengo não reduziu seu ritmo, o que tornou o jogo mais equilibrado, com intensa disputa entre as duas intermediárias.

Aos 34 minutos, Maidana fez lançamento para Chará na área. O colombiano bateu forte para grande defesa de Diego Alves que evitou a virada do time mineiro.

Logo depois, o técnico Thiago Larghi decidiu alterar a forma de jogar da equipe e trocou o argentino Tomás Andrade pelo equatoriano Cazares.

Nos minutos finais da primeira etapa, o Flamengo voltou a ser mais ofensivo e empurrou o Galo para trás, mas encontrava dificuldades para concluir as jogadas.

No último lance importante do primeiro tempo, Cuéllar recebeu de Paquetá, na entrada da área, e chutou forte, mas a bola passou longe da trave mineira.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Vitinho na vaga de Matheus Sávio. E o primeiro momento de perigo aconteceu aos seis minutos quando Éverton Ribeiro acionou Vitinho e o atacante chutou forte, mas Emerson desviou para escanteio.

Aos oito minutos, o Flamengo passou à frente. A exemplo do que aconteceu no primeiro gol, Trauco fez boa jogada pela esquerda e cruzou para a cabeçada certeira de Lucas Paquetá.

Depois de desempatar , o Flamengo passou a atuar com mais tranquilidade, tocando a bola com inteligência, enquanto o Atlético errava muitos passes e não conseguia construir boas jogadas de ataque.

Aos 19 minutos, Paquetá recebeu de Vitinho, invadiu a área e se chocou com Luan. O rubro-negro pediu a marcação de pênalti, mas o árbitro nada viu de irregular no lance.

O Atlético não conseguia se acertar e só aparecia nos erros do Flamengo, como aconteceu aos 20 minutos. O goleiro Diego Alves saiu jogando errado e Chará ficou com a bola, mas Trauco conseguiu evitar a conclusão do adversário. Dois minutos depois, Luan recebeu de Cazares e chutou forte, mas a bola saiu, levando perigo para o gol carioca.

Para defender o resultado, o técnico Maurício Barbieri tirou o atacante Henrique Dourado e colocou o volante Piris da Motta. Aos 30 minutos, o Galo, mesmo sem jogar bem, quase chegou ao empate. Após cruzamento de Fábio Santos, a bola desviou em Léo Duarte e bateu no travessão. O golero Diego Alves foi mais rápido do que os atacantes mineiros e ficou com o rebote.

Com três volantes, o Flamengo bloqueava a entrada da sua área e impedia que o Galo chegasse ao ataque em boas condições para finalizar. O atacante Vitinho que havia entrado no intervalo, foi substituido por Marlos Moreno.

Sem outra alternativa, o Atlético-MG se lançou ao ataque e poderia ter chegado ao empate aos 44 minutos. Após cruzamento na área, a bola sobrou para o zagueiro Leonardo Silva que chutou com perigo, mas a bola saiu. No último minuto dos acréscimos, o Galo quase deixou tudo igual. Cazares bateu falta, a bola desviou em Réver e se chocou com o travessão.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 2 x 1 ATLÉTICO-MG

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 23 de setembro de 2018, domingo
Horário: 16h00 (horário de Brasília)
Público: 36.018 pagantes
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
Cartão Amarelo: Pará. Henrique Dourado(Fla); Emerson, Denilson(Atlet)

Gols:
FLAMENGO: Willian Arão no primeiro minuto do primeiro tempo e Lucas Paquetá, aos oito minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-MG: Leonardo Silva, aos 22 minutos do primeiro tempo

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Réver, Léo Duarte e Trauco; Cuéllar, Willian Arão, Lucas Paquetá, Everton Ribeiro e Matheus Sávio(Vitinho)(Marlos Moreno); Henrique Dourado(Piris da Motta)
Técnico: Maurício Barbieri

ATLÉTICO-MG: Victor; Emerson, Léo Silva, Maidana e Fábio Santos; José Welison, Elias, Tomás Andrade(Cazares) e Luan(Edinho); Chará e Ricardo Oliveira(Denilson)
Técnico: Thiago Larghi

Era um jogo cheio de adversidades para o Cruzeiro: o adversário, o Santos, chegou ao Mineirão, na noite deste domingo, com um histórico de nove jogos sem perder e oito duelos sem sofrer um gol. Além disso, diante dos próximos importantes compromissos, o técnico Mano Menezes mandou a campo seu time alternativo, com várias alterações. Mas a vontade de vencer falou mais alto e a Raposa bateu o Peixe, por 2 a 1, de virada.

O Santos foi melhor no primeiro tempo e deixou o gramado com o placar favorável. Além disso, com grandes chances. Na etapa final, Sassá e Raniel comandaram o time celeste nos gols para a vitória de virada no Gigante da Pampulha. Apesar do resultado, o Peixe perdeu grandes chances e poderia ter feito mais gols.

Com o resultado, o Cruzeiro chegou a 37 pontos, na sétima colocação. À distância para o G6 ainda é grande, o Atlético-MG, sexto, tem 42 tentos. O Santos tem 32 pontos, na 10ª posição.

Na próxima rodada, o Cruzeiro vai até São Paulo enfrentar o Palmeiras, no domingo, às 11h (de Brasília). O Santos recebe o Atlético-PR, na Vila, no mesmo dia, mas às 16h.

Primeiro tempo

O técnico Mano Menezes achou por bem mandar ao campo uma escalação alternativa. Sua equipe tem uma importante decisão no duelo contra o Palmeiras, na quarta-feira, pela Copa do Brasil, e, diante disso, os jogadores reservas são melhores opções para não correr riscos desnecessários.

A opção reserva do Cruzeiro se mostrou bastante útil. A Raposa adiantava a marcação e dava trabalho para a defesa do Santos conseguir jogar. Com isso, o Peixe se defendia mais, observava a Raposa em seus ataques. O time celeste jogava bastante pela esquerda nos primeiros minutos.

E quanto o Cruzeiro era melhor em campo o Santos chegou ao seu gol. Em cruzamento na área, aos 15 minutos de jogo, Gabriel Barbosa, Gabigol, de cabeça, mandou para o fundo das redes.

No jogo passado, o zagueiro Murilo teve uma grande oportunidade e não conseguiu fazer. O técnico Mano Menezes tratou o assunto como “a falta de sorte” que o defensor vive. Ela voltou no duelo contra o Santos, neste domingo. Isso porque a Raposa passou a pressionar em busca do empate. Aos 23, em cruzamento na área, Murilo subiu mais que todo mundo e desviou de cabeça. A bola pegou no pé da trave e voltou no goleiro.

O Cruzeiro mostrou uma deficiência na sua busca pelo empate. O excesso de passes errados. Isso acontece pela falta de entrosamento do time reserva celeste que não tem costume de jogar junto. O Santos percebeu a situação e passou a pressionar a saída de bola do Cruzeiro.

Outra situação que se mostrou ruim na primeira etapa foi a parceria entre Raniel e David. Rafael Sóbis também não mostrava mais a qualidade que teve em outros tempos – atualmente mais lento e pesado, pouco soma para o grupo.

Com os erros do Cruzeiro e o Peixe pressionando no ataque, a equipe de Cuca passou a ser mais frequente no ataque e levava mais perigo. Aos 41, com Gabigol, o Santos quase levou problemas para o goleiro Fábio. Em bola dominada na área, ele chutou e o arqueiro celeste conseguiu defender.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, o técnico Mano Menezes fez duas alterações. Colocou Robinho em campo, isso deixaria o time mais organizado para buscar o ataque. Além disso, o treinador azul mandou para o duelo o atacante Sassá, no lugar de Rafael Sóbis, dando mais velocidade e força.

No primeiro lance Sassá empatou. Em jogada pelo lado, Edilson cruzou e o atacante testou a bola para colocar no fundo das redes.

Mesmo após o gol, o Santos seguiu melhor na partida. O time de Cuca conseguia se defender bem e buscava o jogo com qualidade. O comando de ataque tinha Gabigol.

Aos 13 minutos, Gabigol teve grande chance. Em contra-ataque do Peixe, a bola chegou nele. O jovem avançou dentro da área e chutou. O goleiro Fábio defendeu e no rebote o atacante novamente manda no arqueiro celeste.

Aos 33 o Santos perdeu um gol incrível. Em ótima jogada na área, Gabigol deixou o zagueiro Manoel na saudade e chutou. No rebote de Fábio, Bruno Henrique errou um gol impressionante.

Quem não faz…

Aos 38 o Cruzeiro virou. Em ótima jogada pela esquerda, Raniel colocou a cabeça na bola e no cantinho. O tento mostrou dedo do técnico Mano Menezes, que colocou Sassá e Robinho no jogo e os atletas foram fundamentais durante a etapa complementar para a virada.

 

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 2 X 1 SANTOS

Local: Estádio Mineirão, Belo Horizonte (MG)
Data: 23 de Setembro de 2018, Domingo
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliar: Helton Nunes (SC) e Neuza Ines Back (SC)

Gols: Gabriel Barbosa, aos 15 minutos do primeiro tempo (Santos); Sassá, no primeiro minuto do segundo tempo, Raniel, aos 37 do segundo tempo (Cruzeiro).
Cartões: Murilo (Cruzeiro); Victor Ferraz, Dodô (Santos)

CRUZEIRO: Fábio; Edilson, Manoel, Murilo (Léo) e Egídio; Ederson (Robinho), Ariel Cabral, Bruno Silva, Rafael Sóbis (Sassá) e David; Raniel
Técnico: Mano Menezes

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Robson Bambu e Dodô; Alison (Yuri), Diego Pituca e Carlos Sánchez (Bryan Ruíz); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Cuca

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

As donas da casa assumiram a liderança apenas nos minutos finais do embate (Foto: LBF)

Basquete

No terceiro jogo da final entre Vera Cruz Campinas e Sampaio Basquete, quem levou a melhor, neste domingo, e garantiu a liderança na série melhor de cinco foi a equipe da casa, no embate disputado no ginásio do Castelinho, em São Luís (MA). Com o marcador em 55 a 50, a vantagem foi conquistada e a equipe do Maranhão está a uma vitória de faturar o título da Liga Feminina de Basquete, que tem a TV Gazeta como emissora oficial.

A partida foi decida apenas nos minutos finais, já que o placar estava muito equilibrado no final do último quarto. Depois de uma primeira parcial equilibrada, as donas da casa somaram vantagem de oitos pontos na segunda etapa, mas não souberam administrar o bom desempenho no terceiro estágio, quando o Campinas levou a melhor e converteu pontos importantes.

Na última parcial, o grupo paulista quase não apareceu em quadra e marcou apenas três pontos contra 12 das rivais. Com os números e boa bola de Tati, o Sampaio conseguiu virar o placar, para levantar o público presente no ginásio maranhense.

Com um belo trabalho coletivo, o Sampaio também viu números fundamentais de Briahanna Jackson. Cestinha do embate, a norte-americana foi dona de 16 pontos e nove rebotes. Quem também mostrou bom basquete foi Ariadna, que liderou as visitantes na caça às adversárias. Com cinco faltas, faltando cinco segundos para o fim do embate, ela foi excluída da partida. A cubana conquistou 11 pontos e ainda contou com 17 rebotes de Babi.

Agora, o Sampaio precisa garantir uma vitória no próximo compromisso das equipes, marcado para a próxima terça-feira, às 19 horas, no mesmo Castelinho, para faturar o título. Caso as donas da casa percam, o jogo cinco acontece em 3 de junho, em Campinas (SP).

Mogi forçou o jogo 4 com a vitória (Foto: LBF/Divulgação)

Basquete

Nesta quinta-feira, no segundo jogo da final do Novo Basquete Brasil. o Mogi devolveu a derrota que sofreu em casa em casa . A equipe de Guerrinha superou o Paulistano por 84 a 70, no Ginásio Wlamir Marques, e deixou a série empatada em 1 a 1.

Os principais pontuadores das Jaguatiricas foram Jimy e Tyrone com 18 pontos cada. Além disso, o americano fez seis assistências e pegou seis rebotes. Larry Taylor fez 12 pontos e pegou nove rebotes. Pelo Tigre, Hubner teve 18 pontos e dez rebotes. Deryk anotou 12 pontos.

Depois de um início de partida com poucos pontos, o Mogi começou a acertar as cestas na segunda metade do primeiro quarto e conseguiu criar uma vantagem de 11 pontos nos primeiros dez minutos (21 a 10). O segundo período foi mais equilibrado, os dois times alternaram cestas e o jogo foi para o intervalo em 38 a 27 depois do empate em 17 a 17 no quarto.

Os dois times protagonizaram um terceiro quarto muito intenso na volta para a segunda metade do jogo e o time visitante conseguiu ampliar um pouco a sua vantagem ao ganhar os dez minutos por 34 a 28. Apesar do Paulistano ter vencido o último período, o jogo terminou em 84 a 70 para o Mogi.

As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, às 12h35 (de Brasília), no Ginásio Wlamir Marques.

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB

Vôlei

Esqueça que o Brasil venceu fácil a Holanda em três amistosos de preparação. Que chegou ao confronto deste sábado com duas vitórias no Mundial masculino, com moral por bater a poderosa França. Desta vez, a seleção foi envolvida por um surpreendente e inspirado adversário, que anulou o passe e neutralizou o ataque brasileiro. De virada, por 3 sets a 1, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20 e 25/21 o time de Guido Vermeulen fez o jogo da vida na Arena de Ruse e derrubou a invencibilidade dos atuais campeões olímpicos na competição - quebrando ainda uma escrita de 52 anos sem vencer o Brasil em Mundiais.

A seleçao de Renan Dal Zotto só volta a jogar na segunda-feira, contra o Canadá, único time ainda invicto no Grupo B. A Holanda encara a França às 14h30 (horário de Brasília) deste domingo, em partida com transmissão ao vivo do SporTV2. 

Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB
Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB

O Brasil começou com a formaçao titular da estreia contra o Egito, com Kadu de volta ao time no lugar de Lipe. A Holanda, por outro lado, só manteve um titular, além do líbero, em relação ao grupo que venceu a China na véspera. A alteração mais surpreendente foi a saída de Nimir Abdel-Aziz, capitão e maior pontuador do time até então.

As modificações de Guido Vermeulen se mostraram muito interessantes, mas não ameaçaram a dianteira do Brasil no primeiro set. Apostando tudo no saque, os europeus pecaram no fundamento no início e deixaram o Brasil abrir três pontos de vantagem com as jogadas pelo meio. A margem até caiu para um ponto em bloqueio de Ter Horst sobre Wallace, mas duas boas viradas de Douglas alargaram a margem para quatro (14 a 10). A diferença se manteve, e em saque para fora de Nimir, que entrou no meio da parcial, a seleção saiu na frente: 25/21. 

Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB
Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB 

Na segunda parcial, a história foi diferente. Sem desperdiçar tantos pontos no saque, a Holanda teve Ter Horst e Van Garderen como destaques e chegou à frente na primeira parade técnica. Com a queda de rendimento do passe brasileiro, o bloqueio europeu se sobressaiu e alargou a margem para quatro pontos (11 a 7). Renan lançou Lucas Loh na vaga de Kadu, mas a alteração não neutralizou a situação. A diferença chegou a seis pontos (15 a 9), e Renan arriscou mais. Testou Maurício Souza, Evandro e Willian. Não foi o suficiente para evitar o empate: 25/20.

Embalada pelo set espetacular, a Holanda brilhou no saque e abriu 4 a 1, forçando Renan a pedir logo no início da terceira parcial. A diferença caiu para um ponto, mas novamente foi a três no primeiro tempo técnico. Lipe entrou na vaga de Lucas Loh, e o moral do time mudou. A virada foi construída em excelente passagem de Lucão pelo saque e selada em bloqueio de Maurício (12 a 11).

O ótimo serviço de Ter Maat fez a liderança trocar de lado na segunda parada técnica (16 a 13). Com William e Evandro em quadra, o Brasil fez três pontos em sequência e buscou o empate. Mas novamente desperdiçou a chance. A Holanda seguiu implacável, levantou a torcida e virou com bola de xeque de Ter Horst: 25/20. 

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil  — Foto: FIVB
Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB 

O Brasil conseguiu manter o placar parelho no início do quarto set, mas era evidente a diferença do moral dos dois times. O brasileiro, cabisbaixo, chegou atrás na primeira parade técnica. Evandro entrou na vaga de Wallace, que deixou a quadra muito irritado com o próprio desempenho. Em ace de Lucão, o Brasil chegou ao empate em 11 pontos. A alegria mais uma vez durou pouco. A Holanda seguiu anulando a linha de passe do Brasil e se agigantou no bloqueio (16 a 13).

Renan parou o jogo, colocou William, e uma reação se desenhou. O 19 a 15 virou 19 a 18 após bloqueios de Lucão e Lucas Loh. Com o central no saque, Evandro achou o empate no bloqueio (21 a 21). Mas tudo seguia dando certo do lado holandês. Ter Maat foi fumilnante no saque, e um ataque de Lipe para fora selou a vitória da Holanda: 25 a 21 e uma festa que parecia de título.

 

Globo Esporte

Foto - Divulgação

Vôlei

Assim como na derrota na semifinal, para a Turquia, o Brasil não se encontrou ao encarar a China na disputa pelo terceiro lugar. Na madrugada deste domingo (1), no Brasil, a seleção feminina de vôlei caiu diante das donas da casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/23. A decisão entre Turquia e Estados Unidos terminou com as americanas campeãs.

Chinesas foram superiores (Foto: Divulgação/FIVB)

Com a produção abaixo do esperado, o Brasil ainda contou com o desfalque da líbero Suelen, que sofreu uma fratura na mão e deu lugar à Gabiru, que não entrou com o mesmo ritmo das companheiras. A China soube se aproveitar ofensivamente das fragilidades brasileiras e também não desperdiçou os erros do time de José Roberto Guimarães.

A partida começou equilibrada, mas com o Brasil tomando a frente do placar. Foi apenas depois dos 10 pontos que a China ameaçou uma virada que se concretizou quando ela fez 13/12. As chinesas não abriram e conseguiram construir uma vantagem de cinco pontos. As brasileiras tentaram correr atrás do prejuízo, mas com Zhu inspirada, as adversárias não permitiram uma reação e fecharam o primeiro set com boa diferença.

Na segunda parcial, o Brasil esboçou uma reação saindo na frente e tentando segurar a ponta no marcador, chegando a abrir três pontos de vantagem, com boa aparição de Tandara. Mas a China não demorou para se recuperar e virar, o que parece ter desestabilizado a seleção brasileira. Aparentemente nervosas, as meninas não mostraram força para ir atrás do placar e viram as adversárias fechar mais um set.

Na última série, jogo equilibrado. As brasileiras não abriram mão do jogo e tentaram se manter vivas revezando a liderança do marcador até a metade do set. A China, então, retomou a frente e seguiu para a vitória da partida.

Foto - FIVB

Vôlei

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

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Max Verstappen, da RBR, venceu o Grande Prêmio da Áustria neste domingo (Foto: GEORG HOCHMUTH / APA / AFP)

Fórmula I

A Fórmula 1 viu uma de suas corridas mais emocionantes da temporada e dos últimos anos neste domingo, no Grande Prêmio da Áustria. Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, da Mercedes, sofreram com problemas no carro e tiveram de abandonar. Enquanto isso, Max Verstappen, da RBR, venceu a corrida e deu um grande resultado nos domínios de sua equipe.

A Ferrari também não decepcionou. Depois de um começo lento de corrida, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen se recuperaram e chegaram ao pódio, algo crucial, principalmente para o alemão, devido à falta de pontuação de ambos os pilotos da Mercedes. Aliás, com a terceira colocação, Vettel chegou à marca de 146 pontos e assumiu a liderança da tabela de classificação dos pilotos.

Na largada do circuito de Spielberg, o pole position Bottas não foi bem. O finlandês permitiu as ultrapassagens de Hamilton, que assumiu a liderança, Raikkonen e Verstappen, caindo para a quarta colocação. Entretanto, logo o piloto da Mercedes recuperou-se e foi para o segundo lugar, fazendo uma dobradinha da Mercedes.

O sonho de Bottas de vencer novamente o Grande Prêmio da Áustria, entretanto, acabou na volta de número 15. Acusando problemas no câmbio, o carro do piloto sofreu com a desaceleração e o europeu teve de abandonar a corrida.

Tal fato acabou deixando a Mercedes atrapalhada. Enquanto as equipes rivais aproveitavam para efetuar a ida ao boxes, o time não mandou o líder Lewis Hamilton ao pit-stop. A estratégia errada custou caro: o britânico teve que parar pouco depois e deu adeus à liderança, assumida então por Verstappen.

Aniversariante do dia, Ricciardo fez uma corrida de recuperação. Largando na sétima posição, o piloto da RBR passou a ameaçar os líderes e logo fez uma bela ultrapassagem em cima de Kimi Raikkonen. Entretanto, logo após foi a vez do piloto da Ferrari devolver o ato e retomar sua posição no pódio.

Essa não foi a única notícia ruim para o australiano. Sofrendo com problemas nos pneus, Ricciardo teve de ir aos boxes e caiu para o quarto lugar, à frente de Hamilton, que devido à estratégia da Mercedes, também teve que parar novamente. Entretanto, o piloto da RBR também viu o carro ter problemas no motor e teve que abandonar a corrida, junto de Hulkenberg (Renault) e Bottas (Mercedes).

Isso acabou com o sonho da Red Bull de conseguir uma dobradinha em sua casa, no circuito de Spielberg. A liderança de Verstappen, porém, era um alento para a equipe.

Enquanto o holandês permanecia tranquilo na liderança, o mesmo não podia ser dito dos outros pilotos. Pelo contrário. O pesadelo completo da Mercedes tornou-se realidade e, também com problemas no carro, Hamilton teve de abandonar e dizer adeus a sua sequência de 33 corridas consecutivas na zona de pontuação.

Daí para o final da corrida, tranquilidade para Verstappen, que garantiu a primeira vitória da Red Bull em seus domínios, na Áustria, além de triunfar pela primeira vez na temporada. Raikkonen e Vettel completaram o pódio. O alemão, inclusive, com o abandono de Hamilton e a terceira colocação, assumiu a liderança do campeonato de pilotos.

Quem também fez uma grande corrida neste domingo foi o espanhol Fernando Alonso. Depois de largar dos boxes, o piloto da McLaren fez uma incrível corrida de recuperação e terminou na zona de pontuação, anotando um ótimo oitavo lugar.

Confira o resultado do Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1:

1) Max Verstappen (Red Bull) – 1h21min56seg024
2) Kimi Raikkonen (Ferrari)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Romain Grosjean (Haas)
5) Kevin Magnussen (Haas)
6) Esteban Ocon (Force India)
7) Sergio Perez (Force India)
8) Fernando Alonso (McLaren)
9) Charles Leclerc (Sauber)
10) Marcus Ericsson (Sauber)
11) Pierre Gasly (Toro Rosso)
12) Carlos Sainz (Renault)
13) Lance Stroll (Williams)
14) Sergey Sirotkin (Williams)
15) Stoffel Vandoorne (McLaren)

Abandonos:
Lewis Hamilton (Mercedes)
Brendon Hartley (Toro Rosso)
Daniel Ricciardo (Red Bull)
Valtteri Bottas (Mercedes)
Nico Hulkenberg (Renault)

Após as condições incertas desta manhã e da chuva prevista, as condições meteorológicas mantiveram-se estáveis em todos os treinos da Moto2, garantindo duas sessões secas. Isso permitiu com que os representantes da Forward Racing  melhorassem seus tempos pessoais durante os dois treinos do dia.

Eric Granado teve problemas de tráfego na pista, o  que determinou uma colocação mais baixa do que o esperado. Eric Granado parte da 24ª posição do grid, circuito onde não competia há três anos. As melhorias estão evoluindo, considerando a recuperação de mais de dois segundos entre ontem e hoje, em relação ao grupo de ponta. Há ainda uma grande margem de melhoria. A largada será amanhã (21) às 14:20 (hora de Brasília) com as 18 voltas no circuito texano e será transmitida ao vivo pelo Sportv2.

Eric Granado – P24 (2:12 ‘ 278)
“Estou muito feliz com o trabalho feito junto a minha equipe, fizemos bons progressos em relação ao FP3, e também baixei meu tempo em relação ao o pelotão de líderes. As mudanças feitas foram muito úteis. No início, o asfalto estava muito sujo e que me fez perder tempo. Minha primeira sessão não foi tão boa, mas trabalhei com minha equipe nos acertos da moto e quando voltei para pista reduzi meu tempo em 1 segundo e 6 décimo. Fazem três anos que não corro em Austin e eu tive que me acostumar com as trajetórias do circuito. Esta pista é muito técnica, longa e cheia de curvas. Agora só quero me concentrar o melhor possível para amanhã, e vou continuar a estudar o circuito e onde eu ainda posso melhorar.”.

Giovanni Cuzari – CEO Forward Racing
“Com certeza foi um dia desafiador aqui em Austin. O circuito é bem longo e cansativo. Eric melhorou a partir do FP3 e isso é um sinal de que o trabalho está indo no caminho certo. Estamos confiantes e muito concentrados no dia de amanhã que eu tenho certeza que vai dar aos nossos pilotos a possibilidade de recuperar espaço e melhorar cada vez mais.”.

Neste sábado, aconteceu a sessão classificatória que definiu a ordem de largada da abertura da rodada dupla da terceira etapa da atual temporada da Stock Car. Com mais um ótimo desempenho, Cacá Bueno largará na pole e é um dos favoritos para vencer a prova que acontecerá neste domingo. Já Rubens Barrichelo, o “Rubinho”, largará neste domingo na 10° posição na prova que acontecerá neste domingo no circuito Velopark em Nova Santa Rita (RS).

A segunda parte do treino atrasou cerca de 2 horas, devido a chuva que não diminuia e a pista que encontrava-se molhada o tempo todo. Mesmo assim, Barrichello concluiu esta etapa do treino, conseguindo manter a 10ª posição no grid de largada. “O saldo do dia não foi como esperávamos, isso posso dizer. Mas foi satisfatório diante de todos os imprevistos que aconteceram hoje. Fomos para a pista com um acerto, e com toda a chuva o carro muda muito, enfim, vamos pensar nas corridas de amanhã e nas estratégias que iremos escolher”.

Quem também se destacou foi Julio Campo, que largará na 6° colocação. O piloto do estado do Paraná e da Equipe Prati-Donaduzzi vem sendo um dos destaques do fim de semana na pista em que conquistou a pole em 2014 e foi duas vezes em terceiro na etapa de 2015. Por isso, a possibilidade de retornar ao pódio é real.

“Acho que temos tudo para chegar longe. Era um final de semana em que esperávamos partir entre os cinco primeiros, mas infelizmente a chuva atrapalhou bastante porque deixamos o carro acertado para o seco para o Q2, esperando que o tempo melhorasse em algum momento. Com isso, fiz o Q2 com as regulagens totalmente para a pista seca. Mesmo assim, conseguimos ter uma colocação muito boa para amanhã”, afirmou Campo após a sessão classificatória.

A primeira prova deste domingo está marcada para começar às 12h25, seguida da segunda corrida da rodada dupla da etapa gaúcha que tem bandeira verde marcada para às 13h35.

Confira os 10 primeiros do grid de largada:

1. 0 Cacá Bueno (Cimed Racing) – 1:02.888

2. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) – 1:03.386

3. 12 Lucas Foresti (Cimed Racing Team) – 1:03.405

4. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) – 1:03.998

5. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) – 1:04.155

6. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) – 1:05.211

7. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) – 1:05.259

8. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) – 1:05.366

9. 55 Sergio Jimenez (Squadra G Force) – 1:05.563

10. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) – 1:05.578

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