Dourados-MS,
Semestre- Camara

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Futebol

O Mundial ficou para trás. A França levantou o caneco e agora o futebol brasileiro volta suas atenções para suas qualidades. A Copa do Brasil retorna com sua emoção. Na noite desta segunda-feira, às 20h (de Brasília), Cruzeiro e Atlético-PR, dois gigantes brasileiros, se enfrentam e decidem quem avança para as quartas de final da competição.

A Raposa chega para o duelo em vantagem. Isso porque no primeiro jogo, há dois meses, antes da parada para a Copa do Mundo, os comandados de Mano Menezes venceram por 2 a 1, de virada, em duelo na Arena da Baixada. Algo a se comemorar pelos lados da Toca da Raposa foi a pouca alteração da equipe. Alguns times, como o Atlético-MG, rival da Raposa em Belo Horizonte, perdeu peças importantes e terá que passar novamente pelo processo de entrosamento. No Cruzeiro ocorreu uma chegada, de Barcos, que ainda não vai para este jogo. Além do Pirata, a diretoria conseguiu manter Lucas Silva, que por pouco não retornou ao Real.

Mano Menezes não deve realizar grandes mudanças na equipe que vinha atuando antes da pausa da Copa do Mundo (Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro)

Para o duelo, Mano Menezes tem poucas dúvidas. A base deve seguir a mesma que tem jogado os últimos amistosos – dois empates (Corinthians e Coimbra) e uma derrota para o Timão, no Mineirão, por 2 a 0. Resta saber, no entanto, se o treinador azul escalará Arrascaeta no meio campo. O meia estava no mundial com a seleção uruguaia e não participou dos trabalhos. Ele retornou na última semana e participou das atividades com o restante do elenco.

“Já descansou bastante, conto com ele. Tem fisionomia boa, cara boa, está feliz, jogou uma Copa do Mundo. Chegou aí, tem que jogar. Não tem por que não jogar. Ser titular não tem tanta importância assim, se vai iniciar ou entrar durante. Sempre procuro tirar o melhor de cada jogador. Mas não vou penalizar o jogador que foi para a Copa. O jogador que foi para a Copa não tem culpa nenhuma, só tem mérito”, destacou Mano Menezes.

Caso coloque Arrascaeta, Mano Menezes terá de optar se será na vaga de Robinho ou Rafinha. Vale considerar que qualquer um dos dois que sair, o esquema terá mudança, tanto para o ataque quanto para a recomposição. Nada, no entanto, pode ser confirmado, afinal, o treinador celeste escondeu seus últimos trabalhos e os jornalistas só acompanharam aquecimentos.

Do outro lado do gramado, o Atlético-PR precisa buscar o resultado após a derrota de virada no jogo de ida, na Arena da Baixada. Durante a pausa para a Copa do Mundo os paranaenses tiveram uma mudança que pode ajudá-los na conquista deste objetivo e, então, enfrentar o Santos nas quartas de final da competição.

A principal modificação foi a troca de técnico. Fernando Diniz saiu e Tiago Nunes assumiu interinamente, e esta intertemporada serviu também para conhecer o estilo de jogo do novo comandante.

Tiago Nunes assumiu interinamente o Atlético-PR durante a pausa da Copa do Mundo e fez alguns ajustes na equipe (Foto: Divulgação)

Nunes relacionou 23 atletas, com destaque para a primeira convocação do volante Gabriel Baralhas, destaque no Brasileiro de Aspirantes. “Agradeço à comissão e aos meus companheiros. É uma oportunidade muito grande e quero aproveitá-la da melhor forma”, iniciou o jovem de apenas 19 anos. “O grupo está focado e trabalhando muito para reverter esse resultado contra o Cruzeiro”, finalizou.

Buscando a vitória, o time deve vir com força total para o duelo, já que atletas como Paulo André e Lucho González, poupados em algumas atividades preparatórias, viajaram para Belo Horizonte no último sábado junto ao elenco. Os desfalques são apenas os reforços, que ainda não foram devidamente regularizados no Furacão. Os treinos foram finalizados na manhã do último domingo, na Cidade do Galo.

FICHA TÉCNICA 
CRUZEIRO X ATLÉTICO-PR

Local: Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), Belo Horizonte (MG)
Data: 16 de julho de 2018 (segunda-feira)
Horário: 20h (Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Jorge Eduardo Bernardi e Rafael da Silva Alves (RS)

CRUZEIRO: Fábio, Edilson, Léo, Dedé, Egídio, Henrique, Lucas Silva, Thiago Neves, Arrascaeta, Robinho e Rafael Sóbis
Técnico: Mano Menezes

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Paulo André (Wanderson), Thiago Heleno e Thiago Carleto; Bruno Guimarães, Camacho e Rossetto; Pablo, Bergson e Nikão
Técnico: Tiago Nunes

 

Gazeta Esportiva

O Corinthians fechou sua preparação na inter-temporada com um empate por 2 a 2 diante do Cruzeiro, na noite desta quarta-feira, na Arena Corinthians. Depois de sair perdendo por 2 a 0 ainda no começo da partida, com gols marcados por Henrique e Rafael Sóbis, o Timão reagiu e, por meio de um tento de Paulo Roberto e outro de Pedrinho, superou até um pênalti (inexistente) desperdiçado por Jadson.

O empate se soma ao triunfo corintiano no Mineirão, na semana passada, por 2 a 0, e à vitória por 2 a 1 sobre o Grêmio no domingo, em Itaquera, construindo um saldo positivo para a parada da Copa do Mundo. Os cruzeirenses, que haviam sido derrotados em casa e empataram com o Coimbra, no final de semana, ao menos mostraram um bom futebol na etapa inicial.

Os dois times agora se preparam de vez para o retorno das competições oficiais. Enquanto o Corinthians tem uma semana completa até a retomada do Campeonato Brasileiro, no dia 18, quarta-feira, contra o Botafogo, também em Itaquera, a Raposa volta à disputa séria já na segunda-feira, contra o Atlético-PR, às 20h (de Brasília), no Mineirão. O duelo, no entanto, é válido pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil, que começou com vitória dos mineiros no jogo de ida, na Arena da Baixada.

Cruzeiro aproveita falhas e abre vantagem

O primeiro tempo em Itaquera contou com um clima de festa orquestrado pela ótima presença de público, majoritariamente feminino. Impulsionado pelos gritos da arquibancada, o Timão tentou uma pressão inicial e até movimentou bem a bola, mas foi punido na primeira escapada do adversário. Após falta na entrada da área, o Cruzeiro iniciou uma blitz no campo de ataque, que incluiu dois escanteio e quatro cruzamentos até Henrique, na primeira trave, desviar para abrir o placar.

Atrapalhado também pela saída de Mantuan, já que Paulo Roberto entrou frio no lance e não conseguiu disputar com o meio-campista adversário. Sem as jogadas pelo lado direito, o Alvinegro passou a insistir muito pela esquerda, tornando-se presa mais fácil para a marcação adversária. Os visitantes, então, mostraram que continuavam ligados e não demoraram a ampliar a vantagem em campo.

Aproveitando uma falha de comunicação da defesa, Robinho apareceu com espaço na direita e cruzou na medida para Rafael Sóbis, completamente livre no meio da zaga. O atacante cabeceou no contrapé de Cássio, que ainda tentou se esticar para fazer a defesa, mas não evitou o gol. Em uma resposta rápida, Romero tentou chute cruzado e Fábio espalmou, contando com o corte de Dedé na sobra.

O Timão não sentiu dificuldades com o segundo gol e manteve sua postura ofensiva. Mateus Vital, chamando sempre a jogada para o meio, acertou uma boa enfiada para Rodriguinho dentro da área. O meia ganhou no corpo de Dedé e cruzou rasteiro. Matheus não alcançou e, livre na segunda trave, Paulo Roberto chutou forte, sem chances para Fábio, diminuindo o prejuízo dos anfitriões no intervalo.

Jadson vacila, mas reservas reagem

O Alvinegro voltou para o segundo tempo com uma formação um pouco diferente, colocando Jadson na vaga de Renê Júnior e apostando em um 4-1-4-1, com Roger no posto de Matheus Matias. Com Rodriguinho formando uma linha mais recuada ao lado do camisa 10, os corintianos mantiveram por mais tempo a posse de bola, mas tiveram muitas dificuldades de furar as linhas de marcação do adversário, sem modificações.

Em um lance fortuito, Roger aproveitou vacilo de Dedé e apareceu cara a cara com Fábio, tocando na frente e se jogando na sequência, sem qualquer contato do arqueiro. O juiz apontou pênalti inexistente e não mudou de ideia nem com os veementes protestos dos cruzeirenses. Na cobrança, porém, Jadson chutou muito mal, por cima do gol, amenizando o prejuízo cruzeirense e causando muitas encaradas dos mineiros diante da arbitragem.

Osmar Loss resolveu movimentar mais seu banco de reservas e, em meio a um batalhão de substituições, mandou a campo a dupla que lhe resolveu o embate. Marquinhos Gabriel e Pedrinho, um aberto em cada lado, mostraram boa movimentação e conseguiram construir o gol do embate corintiano. Após dois dribles do 31, Pedrinho aproveitou que a zaga não cortou o cruzamento e chutou forte, sem chances para Fábio.

A torcida se empolgou e pediu a virada, mas o Cruzeiro pareceu acordar com a igualdade e foi quem chegou mais perto da vitória nos minutos finais. A cabeçada de David, sem marcação, e o chute de Ariel Cabral, na entrada da área, porém, foram centímetros ao lado do gol de Cássio, selando o 2 a 2.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 2 X 2 CRUZEIRO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 11 de julho de 2018, quarta-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Assistentes: Risser Jarussi Corrêa e Marco Antônio Motta Júnior
Público: 36.830 pagantes
Renda: R$ 504.421,80
Cartões amarelos: Edilson (Cruzeiro)
Gols:
CORINTHIANS: Paulo Roberto, aos 38 minutos do primeiro, e Pedrinho, aos 39 minutos do segundo tempo
CRUZEIRO: Henrique, aos 15, e Rafael Sóbis, aos 24 minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Mantuan (Paulo Roberto), Pedro Henrique, Henrique e Danilo Avelar (Juninho Capixaba); Gabriel (Léo Santos) e Renê Júnior (Jadson); Romero (Marquinhos Gabriel), Rodriguinho (Rodrigo Figueiredo) e Mateus Vital (Pedrinho); Matheus Matias (Roger)
Técnico: Osmar Loss

CRUZEIRO: Fábio; Edílson (Lucas Romero), Dedé (Murilo), Leo e Egídio (Marcelo Hermes); Henrique (Ezequiel) e Lucas Silva (Ariel Cabral); Robinho (Bruno Silva), Thiago Neves e Rafinha (Patrick Brey); Rafael Sobis (David)
Técnico: Mano Menezes

 

Gazeta Esportiva

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Futebol

De volta de sua excursão pela América Central, o Palmeiras planeja seus próximos dez dias de intertemporada. Agora, em São Paulo, mesmo com a partida de volta do Campeonato Brasileiro, dia 19, contra o Santos, já se aproximando, o técnico Roger Machado explica que a equipe seguirá focada na evolução física.

“A pré-temporada continua. Teremos o mesmo tempo de preparação (em relação ao período na América Central) em São Paulo, treinos também em dois períodos. Vamos continuar evoluindo fisicamente e trabalhando a base do que vai encarar o Santos, no dia 19”, afirmou o comandante.

A formação titular para encarar o Peixe deverá ser a que começou jogando e atuou por mais tempo na goleada por 6 a 0 contra a Liga Alajuelense, da Costa Rica. Já sabendo que não teria Jailson, Luan, Dudu e Moisés, suspensos, no clássico, Roger escalou o Palmeiras com Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo e Bruno Henrique; Gustavo Scarpa, Lucas Lima e Hyoran; Willian.

Curiosamente, apesar da expressiva goleada sobre os costarriquenhos, dos três amistosos disputados pelo Verdão em sua excursão, este foi o mais interessante do ponto de vista técnico-tático e o único que impôs alguma dificuldade aos palestrinos, que chegaram a levar duas bolas na trave. De qualquer forma, a competividade destes duelos não eram o foco principal do Alviverde.

“O nível de competitividade nós já temos de 40 jogos na temporada, o que nós queremos é manter o time ativo do ponto de vista técnico e tático, com acréscimo de parte física. Pelo clima, pegamos campos muito pesados e isso exige mais do físico, é muito bom. Balanço extremamente positivo”, completou.

 

Gazeta Esportiva

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

As donas da casa assumiram a liderança apenas nos minutos finais do embate (Foto: LBF)

Basquete

No terceiro jogo da final entre Vera Cruz Campinas e Sampaio Basquete, quem levou a melhor, neste domingo, e garantiu a liderança na série melhor de cinco foi a equipe da casa, no embate disputado no ginásio do Castelinho, em São Luís (MA). Com o marcador em 55 a 50, a vantagem foi conquistada e a equipe do Maranhão está a uma vitória de faturar o título da Liga Feminina de Basquete, que tem a TV Gazeta como emissora oficial.

A partida foi decida apenas nos minutos finais, já que o placar estava muito equilibrado no final do último quarto. Depois de uma primeira parcial equilibrada, as donas da casa somaram vantagem de oitos pontos na segunda etapa, mas não souberam administrar o bom desempenho no terceiro estágio, quando o Campinas levou a melhor e converteu pontos importantes.

Na última parcial, o grupo paulista quase não apareceu em quadra e marcou apenas três pontos contra 12 das rivais. Com os números e boa bola de Tati, o Sampaio conseguiu virar o placar, para levantar o público presente no ginásio maranhense.

Com um belo trabalho coletivo, o Sampaio também viu números fundamentais de Briahanna Jackson. Cestinha do embate, a norte-americana foi dona de 16 pontos e nove rebotes. Quem também mostrou bom basquete foi Ariadna, que liderou as visitantes na caça às adversárias. Com cinco faltas, faltando cinco segundos para o fim do embate, ela foi excluída da partida. A cubana conquistou 11 pontos e ainda contou com 17 rebotes de Babi.

Agora, o Sampaio precisa garantir uma vitória no próximo compromisso das equipes, marcado para a próxima terça-feira, às 19 horas, no mesmo Castelinho, para faturar o título. Caso as donas da casa percam, o jogo cinco acontece em 3 de junho, em Campinas (SP).

Mogi forçou o jogo 4 com a vitória (Foto: LBF/Divulgação)

Basquete

Nesta quinta-feira, no segundo jogo da final do Novo Basquete Brasil. o Mogi devolveu a derrota que sofreu em casa em casa . A equipe de Guerrinha superou o Paulistano por 84 a 70, no Ginásio Wlamir Marques, e deixou a série empatada em 1 a 1.

Os principais pontuadores das Jaguatiricas foram Jimy e Tyrone com 18 pontos cada. Além disso, o americano fez seis assistências e pegou seis rebotes. Larry Taylor fez 12 pontos e pegou nove rebotes. Pelo Tigre, Hubner teve 18 pontos e dez rebotes. Deryk anotou 12 pontos.

Depois de um início de partida com poucos pontos, o Mogi começou a acertar as cestas na segunda metade do primeiro quarto e conseguiu criar uma vantagem de 11 pontos nos primeiros dez minutos (21 a 10). O segundo período foi mais equilibrado, os dois times alternaram cestas e o jogo foi para o intervalo em 38 a 27 depois do empate em 17 a 17 no quarto.

Os dois times protagonizaram um terceiro quarto muito intenso na volta para a segunda metade do jogo e o time visitante conseguiu ampliar um pouco a sua vantagem ao ganhar os dez minutos por 34 a 28. Apesar do Paulistano ter vencido o último período, o jogo terminou em 84 a 70 para o Mogi.

As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, às 12h35 (de Brasília), no Ginásio Wlamir Marques.

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

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Vôlei

Assim como na derrota na semifinal, para a Turquia, o Brasil não se encontrou ao encarar a China na disputa pelo terceiro lugar. Na madrugada deste domingo (1), no Brasil, a seleção feminina de vôlei caiu diante das donas da casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/23. A decisão entre Turquia e Estados Unidos terminou com as americanas campeãs.

Chinesas foram superiores (Foto: Divulgação/FIVB)

Com a produção abaixo do esperado, o Brasil ainda contou com o desfalque da líbero Suelen, que sofreu uma fratura na mão e deu lugar à Gabiru, que não entrou com o mesmo ritmo das companheiras. A China soube se aproveitar ofensivamente das fragilidades brasileiras e também não desperdiçou os erros do time de José Roberto Guimarães.

A partida começou equilibrada, mas com o Brasil tomando a frente do placar. Foi apenas depois dos 10 pontos que a China ameaçou uma virada que se concretizou quando ela fez 13/12. As chinesas não abriram e conseguiram construir uma vantagem de cinco pontos. As brasileiras tentaram correr atrás do prejuízo, mas com Zhu inspirada, as adversárias não permitiram uma reação e fecharam o primeiro set com boa diferença.

Na segunda parcial, o Brasil esboçou uma reação saindo na frente e tentando segurar a ponta no marcador, chegando a abrir três pontos de vantagem, com boa aparição de Tandara. Mas a China não demorou para se recuperar e virar, o que parece ter desestabilizado a seleção brasileira. Aparentemente nervosas, as meninas não mostraram força para ir atrás do placar e viram as adversárias fechar mais um set.

Na última série, jogo equilibrado. As brasileiras não abriram mão do jogo e tentaram se manter vivas revezando a liderança do marcador até a metade do set. A China, então, retomou a frente e seguiu para a vitória da partida.

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Vôlei

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

Depois de vencer a Coreia do Sul e o Japão em Goiânia (GO), a Seleção Masculina de vôlei teve embate difícil, na tarde deste domingo, contra os Estados Unidos, mas venceu por 3 sets a 2. Com o resultado, Brasil conseguiu a sexta vitória em cima dos EUA nos últimos sete embates. Desta vez, para ficar à frente na Liga das Nações, os nacionais concluíram com parciais de 21/25, 20/25, 25/19, 25/19 e 20-18.

Em um clássico entre as equipes que fizeram até final olímpica (em 2008, na China, com vitória americana), Renan Dal Zotto usou Bruno, Wallace, Lipe, Maurício Souza, Lucão, Maurício Borges e o líbero Murilo no início do embate. Depois de perder os dois sets iniciais, o Seleção fez bom jogo na terceira etapa e faturou também a quarta. Com estilo reformulado e contando com o destaque Isac, no tie-break acirrado, foram os nacionais quem levaram a melhor. Maurício Borges foi o maior pontuador da equipe.

O jogo

Com saque na rede dos norte-americanos, a Seleção pôde marcar o primeiro ponto do embate. Erros lá e cá fizeram com que os minutos iniciais da partida fossem equilibrados. Com os norte-americanos inflados no clássico, os nacionais precisaram de tempo para se encaixar em quadra. O Brasil também mostrou volume de jogo para conseguir encostar nos adversários, que estavam à frente.

Na segunda parcial, os norte-americanos começaram abrindo vantagem e fizeram 7 a 2. Com boa base do bloqueio, os visitantes dificultaram a vida dos nacionais. Os brasileiros voltaram a se reconhecer em quadra e com bloqueio duplo de Lipe com Mauricio diminuíram a vantagem rival. Com saque de Russell na rede, o time de Bruninho ficou ainda mais próximo de igualar o placar, mas foi superado.

Tendo mudança no ritmo de jogo, os brasileiros conseguiram abrir importante margem para se manter vivo no embate no terceiro set. Isac voltou a mostrar importância na equipe. Depois de dois erros do Brasil, time confirmou ponto, venceu o terceiro set e forçou a quarta parcial.

Querendo terminar a partida, os EUA não deram chances para os adversários e ficaram com os primeiros pontos. Erros dos dois lados mantiveram a etapa acirrada, mas com o Brasil à frente a maior parte do tempo. Com pouca variação na quadra, os nacionais levaram a melhor e, outra vez, adiaram o fim do embate.

Na quinta e decisiva etapa, pouca coisa mudou e os dois times mostraram bom vôlei. Os Estados Unidos chegaram a deixar o Brasil à frente, depois de erros, mas não tardou para que o placar voltasse a ficar igual. No set point americano, Patch jogou a bola fora e deixou Evandro igualar. O Brasil não confirmou seu match point em saque de William, que viu Murilo buscar bola norte-americana que ia fora. Em desafio, o Brasil conseguiu match point. Com ace de Isac, a Seleção levou a melhor.

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Max Verstappen, da RBR, venceu o Grande Prêmio da Áustria neste domingo (Foto: GEORG HOCHMUTH / APA / AFP)

Fórmula I

A Fórmula 1 viu uma de suas corridas mais emocionantes da temporada e dos últimos anos neste domingo, no Grande Prêmio da Áustria. Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, da Mercedes, sofreram com problemas no carro e tiveram de abandonar. Enquanto isso, Max Verstappen, da RBR, venceu a corrida e deu um grande resultado nos domínios de sua equipe.

A Ferrari também não decepcionou. Depois de um começo lento de corrida, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen se recuperaram e chegaram ao pódio, algo crucial, principalmente para o alemão, devido à falta de pontuação de ambos os pilotos da Mercedes. Aliás, com a terceira colocação, Vettel chegou à marca de 146 pontos e assumiu a liderança da tabela de classificação dos pilotos.

Na largada do circuito de Spielberg, o pole position Bottas não foi bem. O finlandês permitiu as ultrapassagens de Hamilton, que assumiu a liderança, Raikkonen e Verstappen, caindo para a quarta colocação. Entretanto, logo o piloto da Mercedes recuperou-se e foi para o segundo lugar, fazendo uma dobradinha da Mercedes.

O sonho de Bottas de vencer novamente o Grande Prêmio da Áustria, entretanto, acabou na volta de número 15. Acusando problemas no câmbio, o carro do piloto sofreu com a desaceleração e o europeu teve de abandonar a corrida.

Tal fato acabou deixando a Mercedes atrapalhada. Enquanto as equipes rivais aproveitavam para efetuar a ida ao boxes, o time não mandou o líder Lewis Hamilton ao pit-stop. A estratégia errada custou caro: o britânico teve que parar pouco depois e deu adeus à liderança, assumida então por Verstappen.

Aniversariante do dia, Ricciardo fez uma corrida de recuperação. Largando na sétima posição, o piloto da RBR passou a ameaçar os líderes e logo fez uma bela ultrapassagem em cima de Kimi Raikkonen. Entretanto, logo após foi a vez do piloto da Ferrari devolver o ato e retomar sua posição no pódio.

Essa não foi a única notícia ruim para o australiano. Sofrendo com problemas nos pneus, Ricciardo teve de ir aos boxes e caiu para o quarto lugar, à frente de Hamilton, que devido à estratégia da Mercedes, também teve que parar novamente. Entretanto, o piloto da RBR também viu o carro ter problemas no motor e teve que abandonar a corrida, junto de Hulkenberg (Renault) e Bottas (Mercedes).

Isso acabou com o sonho da Red Bull de conseguir uma dobradinha em sua casa, no circuito de Spielberg. A liderança de Verstappen, porém, era um alento para a equipe.

Enquanto o holandês permanecia tranquilo na liderança, o mesmo não podia ser dito dos outros pilotos. Pelo contrário. O pesadelo completo da Mercedes tornou-se realidade e, também com problemas no carro, Hamilton teve de abandonar e dizer adeus a sua sequência de 33 corridas consecutivas na zona de pontuação.

Daí para o final da corrida, tranquilidade para Verstappen, que garantiu a primeira vitória da Red Bull em seus domínios, na Áustria, além de triunfar pela primeira vez na temporada. Raikkonen e Vettel completaram o pódio. O alemão, inclusive, com o abandono de Hamilton e a terceira colocação, assumiu a liderança do campeonato de pilotos.

Quem também fez uma grande corrida neste domingo foi o espanhol Fernando Alonso. Depois de largar dos boxes, o piloto da McLaren fez uma incrível corrida de recuperação e terminou na zona de pontuação, anotando um ótimo oitavo lugar.

Confira o resultado do Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1:

1) Max Verstappen (Red Bull) – 1h21min56seg024
2) Kimi Raikkonen (Ferrari)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Romain Grosjean (Haas)
5) Kevin Magnussen (Haas)
6) Esteban Ocon (Force India)
7) Sergio Perez (Force India)
8) Fernando Alonso (McLaren)
9) Charles Leclerc (Sauber)
10) Marcus Ericsson (Sauber)
11) Pierre Gasly (Toro Rosso)
12) Carlos Sainz (Renault)
13) Lance Stroll (Williams)
14) Sergey Sirotkin (Williams)
15) Stoffel Vandoorne (McLaren)

Abandonos:
Lewis Hamilton (Mercedes)
Brendon Hartley (Toro Rosso)
Daniel Ricciardo (Red Bull)
Valtteri Bottas (Mercedes)
Nico Hulkenberg (Renault)

Após as condições incertas desta manhã e da chuva prevista, as condições meteorológicas mantiveram-se estáveis em todos os treinos da Moto2, garantindo duas sessões secas. Isso permitiu com que os representantes da Forward Racing  melhorassem seus tempos pessoais durante os dois treinos do dia.

Eric Granado teve problemas de tráfego na pista, o  que determinou uma colocação mais baixa do que o esperado. Eric Granado parte da 24ª posição do grid, circuito onde não competia há três anos. As melhorias estão evoluindo, considerando a recuperação de mais de dois segundos entre ontem e hoje, em relação ao grupo de ponta. Há ainda uma grande margem de melhoria. A largada será amanhã (21) às 14:20 (hora de Brasília) com as 18 voltas no circuito texano e será transmitida ao vivo pelo Sportv2.

Eric Granado – P24 (2:12 ‘ 278)
“Estou muito feliz com o trabalho feito junto a minha equipe, fizemos bons progressos em relação ao FP3, e também baixei meu tempo em relação ao o pelotão de líderes. As mudanças feitas foram muito úteis. No início, o asfalto estava muito sujo e que me fez perder tempo. Minha primeira sessão não foi tão boa, mas trabalhei com minha equipe nos acertos da moto e quando voltei para pista reduzi meu tempo em 1 segundo e 6 décimo. Fazem três anos que não corro em Austin e eu tive que me acostumar com as trajetórias do circuito. Esta pista é muito técnica, longa e cheia de curvas. Agora só quero me concentrar o melhor possível para amanhã, e vou continuar a estudar o circuito e onde eu ainda posso melhorar.”.

Giovanni Cuzari – CEO Forward Racing
“Com certeza foi um dia desafiador aqui em Austin. O circuito é bem longo e cansativo. Eric melhorou a partir do FP3 e isso é um sinal de que o trabalho está indo no caminho certo. Estamos confiantes e muito concentrados no dia de amanhã que eu tenho certeza que vai dar aos nossos pilotos a possibilidade de recuperar espaço e melhorar cada vez mais.”.

Neste sábado, aconteceu a sessão classificatória que definiu a ordem de largada da abertura da rodada dupla da terceira etapa da atual temporada da Stock Car. Com mais um ótimo desempenho, Cacá Bueno largará na pole e é um dos favoritos para vencer a prova que acontecerá neste domingo. Já Rubens Barrichelo, o “Rubinho”, largará neste domingo na 10° posição na prova que acontecerá neste domingo no circuito Velopark em Nova Santa Rita (RS).

A segunda parte do treino atrasou cerca de 2 horas, devido a chuva que não diminuia e a pista que encontrava-se molhada o tempo todo. Mesmo assim, Barrichello concluiu esta etapa do treino, conseguindo manter a 10ª posição no grid de largada. “O saldo do dia não foi como esperávamos, isso posso dizer. Mas foi satisfatório diante de todos os imprevistos que aconteceram hoje. Fomos para a pista com um acerto, e com toda a chuva o carro muda muito, enfim, vamos pensar nas corridas de amanhã e nas estratégias que iremos escolher”.

Quem também se destacou foi Julio Campo, que largará na 6° colocação. O piloto do estado do Paraná e da Equipe Prati-Donaduzzi vem sendo um dos destaques do fim de semana na pista em que conquistou a pole em 2014 e foi duas vezes em terceiro na etapa de 2015. Por isso, a possibilidade de retornar ao pódio é real.

“Acho que temos tudo para chegar longe. Era um final de semana em que esperávamos partir entre os cinco primeiros, mas infelizmente a chuva atrapalhou bastante porque deixamos o carro acertado para o seco para o Q2, esperando que o tempo melhorasse em algum momento. Com isso, fiz o Q2 com as regulagens totalmente para a pista seca. Mesmo assim, conseguimos ter uma colocação muito boa para amanhã”, afirmou Campo após a sessão classificatória.

A primeira prova deste domingo está marcada para começar às 12h25, seguida da segunda corrida da rodada dupla da etapa gaúcha que tem bandeira verde marcada para às 13h35.

Confira os 10 primeiros do grid de largada:

1. 0 Cacá Bueno (Cimed Racing) – 1:02.888

2. 18 Allam Khodair (Blau Motorsport) – 1:03.386

3. 12 Lucas Foresti (Cimed Racing Team) – 1:03.405

4. 10 Ricardo Zonta (Shell V-Power) – 1:03.998

5. 51 Átila Abreu (Shell V-Power) – 1:04.155

6. 4 Julio Campos (Prati-Donaduzzi Racing) – 1:05.211

7. 110 Felipe Lapenna (Cavaleiro Contuflex) – 1:05.259

8. 5 Denis Navarro (Cavaleiro Sports) – 1:05.366

9. 55 Sergio Jimenez (Squadra G Force) – 1:05.563

10. 111 Rubens Barrichello (Full Time Sports) – 1:05.578

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