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Lewis Hamilton mais uma vez demonstrou seu carinho pelo Brasil. O hexacampeão mundial de Fórmula 1 disputará o Grande Prêmio do Brasil com uma pintura especial em seu capacete, homenageando o país. No topo do "casco", foi colocado um desenho da bandeira do Brasil. A exemplo do que aconteceu em 2017, a peça foi desenhada pelo artista brasileiro Raí Caldato.

- Fiz o desenho durante a corrida de Austin! Tive inspiração no que ele fez em Silverstone, quando correu com a bandeira da Inglaterra no topo do capacete - comentou Caldato ao GloboEsporte.com.

Não é a primeira vez que Hamilton corre no Brasil com uma pintura especial em seu capacete. Fã incondicional de Ayrton Senna, o inglês homenageou o ídolo em outras edições da prova, como em 2015 e 2012.

Lewis Hamilton ainda não conquistou o hexacampeonato mundial de Fórmula 1, mas voltou a fazer mágica ao vencer neste domingo o Grande Prêmio do México. O inglês conseguiu completar 47 das 71 voltas da prova com um jogo de pneus duros e controlou Sebastian Vettel e Valtteri Bottas, que terminaram em segundo e terceiro lugares e tinham pneus 14 e 15 voltas mais novos.

Com este resultado, Hamilton ficou a apenas quatro pontos de faturar seu sexto título e ficar a apenas um de igualar o recorde de Michael Schumacher. Isso equivale a um oitavo lugar em três corridas, ou a dois nonos, independentemente de eventuais pontos extras pela volta mais rápida. Falando em recorde, o inglês chegou à 83ª vitória e ficou a oito de empatar com o alemão como maior vencedor da história.

O piloto inglês da Mercedes, Lewis Hamilton venceu em casa e ficou com o primeiro lugar no pódio do GP da Inglaterra, no circuito Silverstone, neste domingo (14). Líder na classificação geral desta temporada, Hamilton teve desempenho melhor que ao do companheiro Valtteri Bottas, que largou na pole position, mas terminou a prova em segundo lugar.

Charles Leclerc, da Ferrari, largou em terceiro lugar e terminou a corrida na mesma posição, completando o pódio.

Pierre Gasly e Max Verstappen, ambos da RBR, ficaram com a quarta e quinta colocação, respectivamente.

Sebastian Vettel foi punido em dez segundos por conta de um choque com Verstappen. O alemão não desacelerou e bateu na traseira do holandês, prejudicando o desempenho de ambos na parte final da corrida.

Com a vitória, Hamilton soma 223 pontos, isolando-se na primeira posição. Bottas foi a 184 pontos, enquanto Leclerc chegou aos 120.

Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão deste domingo, enquanto a Mercedes conseguiu a marca histórica de quatro dobradinhas consecutivas no início de uma temporada de Fórmula 1. A equipe ultrapassou a Williams, que era recordista da com três dobradinhas consecutivas em no começo de 1992.

Vettel foi o primeiro dos líderes a mudar do pneu macio para o médio na volta 13. Nas três seguintes, Bottas, Hamilton e Max Verstappen fizeram suas trocas, enquanto Charles Leclerc assumiu a liderança da corrida permanecendo na pista com os pneus médios.

Após seu incidente durante a qualificação, Leclerc largou com os médios e só parou para colocar os macios na volta 35. Antes da parada, Bottas, Hamilton e Vettel ultrapassaram o monegasco, que acabou na quinta posição — e somou mais um ponto pela volta mais rápida da corrida.

Max Verstappen cruzou a linha na quarta posição, enquanto seu companheiro de Red Bull, Pierre Gasly, abandonou a corrida na sexta posição quando parou com problemas em seu motor Honda na volta 40. Sergio Perez então foi promovido para a P6 — seu melhor resultado desde o GP da Bélgica na última temporada.

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão, quarta etapa da temporada 2019 da F1:

1) Valtteri Bottas (Mercedes)
2) Lewis Hamilton (Mercedes)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
5) Charles Leclerc (Ferrari)
6) Sergio Pérez (Racing Point/Mercedes)
7) Carlos Sainz Jr. (McLaren/Renault)
8) Lando Norris (McLaren/Renault)
9) Lance Stroll (Racing Point/Mercedes)
10) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
11) Alexander Albon (Toro Rosso/Honda)
12) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
13) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari)
14) Nico Hülkenberg (Renault)
15) George Russell (Williams/Mercedes)
16) Robert Kubica (Williams/Mercedes)
17) Romain Grosjean (Haas/Ferrari)
18) Pierre Gasly (Red Bull/Honda)
19) Daniil Kvyat (Toro Rosso/Honda)
20) Daniel Ricciardo (Renault)

A bandeira e o hino brasileiros tiveram destaque na Fórmula 1 pela última vez há exatos dez anos. Em 13 de setembro de 2009, no GP da Itália, em Monza, Rubens Barrichello cruzou na frente na linha de chegada e abriu um longo hiato para o automobilismo brasileiro. Jamais um outro piloto do País subiu ao degrau mais alto do pódio e certamente essa espera ainda vai demorar pelo menos mais alguns anos.

O recordista de GPs na categoria, com 323 provas disputadas, vivia em 2009 uma temporada especial. Depois de três anos em equipes de pouco rendimento, como a Honda, Barrichello desfrutou da boa performance da surpreendente Brawn. A escuderia inglesa estava quase falida, mas conseguiu desenvolver um ótimo carro ao se aproveitar de uma brecha no regulamento. A existência de uma estrutura chamada difusor duplo deu aos modelos mais aderência e rendimento.

O austríaco Niki Lauda, tricampeão de Fórmula 1, morreu nesta segunda-feira (20) aos 70 anos, informou na noite de hoje sua família em um comunicado divulgado pelos meios de comunicação britânicos.

Lauda travou grandes duelos e manteve uma grande rivalidade nas pistas com o piloto britânico James Hunt, retratado no filme “Rush”, dirigido por Ron Howord e lançado em 2013. No ano passado, ele concordou em vender o controle de sua companhia aérea Laudamotion para a Ryanair e era acionista da equipe Mercedes de Formula 1.

No milésimo grande prêmio da história da Fórmula 1, quem levou a melhor foi o atual campeão da categoria, o piloto Lewis Hamilton (Mercedes) superou os rivais e venceu o GP da China nesta madrugada, e ainda assumiu a liderança do campeonato, chegando a 68 pontos, sete a mais que seu colega de equipe, Valteri Bottas (Mercedes).

Foi a primeira vez no ano que Hamilton assumiu a ponta do torneio, ele mostrou muita habilidade desde o início da prova, ao fazer uma largada perfeita, passando justamente seu colega de equipe, que tinha largado na pole position. Esta foi a 75° quinta do piloto, que agora fica a 16 de igualar o recorde do heptacampeão, Michael Schumacher.

Completando o pódio da prova, ficou Sebastian Vettel (Ferrari), que faturou a terceira colocação, em uma semana, em que nos bastidores surgiu a informação que a direção da Ferrari o havia cobrado por seguidos erros nas primeiras provas do ano, que teriam atrapalhado a pontuação da equipe.

No GP da China novamente houve uma polêmica com a equipe, já que na 11° volta houve uma ordem da Ferrari para que o piloto Charles Leclerc cedesse a terceira colocação da prova para Vettel, em um cenário que lembra outras decisões da história, como quando pediram para Barrichello abrir para Schumacher, assim como quando preteriram Felipe Massa, em favor de Fernando Alonso.

Lecler ficou apenas na quarta colocação, seguido por Pierre Gasly (RBR), Daniel Ricciardo (Renault), Sergio Pérez (Racing Point), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo) e Alexander Albon (STR). Ao final da corrida, Hamilton comemorou o fato da corrida histórica terminar com a dobradinha dos carros da Mercedes.

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