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(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

A Seleção Brasileira se redimiu da derrota na estreia da Liga das Nações de vôlei feminino nesta quarta-feira. Enfrentando o Japão, no ginásio José Corrêa, em Barueri, o time comandado pelo técnico Zé Roberto Guimarães mostrou notável melhora na defesa e conseguiu superar a experiente equipe adversária por 3 sets a 1, parciais de 22/25, 25/18, 25/23 e 25/11.

A vitória diante do Japão, que também perdeu na estreia, para a Sérvia, vem em uma boa hora. Depois de ser superado pelo rival oriental no ano passado, durante a disputa do Grand Prix, a Seleção Brasileira, que passa por uma renovação com foco no Mundial deste ano, mostrou que, apesar de ainda cometer alguns erros bobos em quadra, tem potencial para assegurar bons resultados em 2018.

O próximo grande teste para a Seleção Brasileira na Liga das Nações acontece nesta quinta-feira, quando o time entra em campo contra a Sérvia, atual vice-campeã olímpica – perdeu a final do Rio 2016 para a China -, fechando a primeira semana de disputas do novo torneio do calendário do vôlei mundial.

O jogo – A Seleção Brasileira entrou em quadra nesta quarta-feira determinada a reagir após a derrota na estreia contra a Alemanha. No primeiro set, o time verde e amarelo começou com bastante agressividade e não demorou para abrir certa vantagem no placar, encaixando, ao contrário da partida da última terça-feira, a defesa. O melhor momento das donas da casa, no entanto, não durou muito, e as japonesas mantiveram a calma para não só empatar, mas também virar a partida já no fim da parcial e abrir 1 a 0, fechando em 25 a 22.

No segundo set a maré virou para o Brasil. Pressionadas com a possibilidade de perder o segundo jogo consecutivo diante de seus torcedores, as comandadas de Zé Roberto Guimarães conseguiram driblar a marcação na rede e dificultar justamente o ponto forte do time do Japão, que é a defesa. Com o bloqueio funcionando e acelerando um pouco mais o saque, a Seleção correu menos riscos na parcial, abriu ótima vantagem e precisou apenas administrá-la para deixar tudo igual ao superar as rivais por 25 a 18.

O terceiro set talvez tenha sido o mais parelho de toda a partida. Embora tenha saído atrás no placar, a Seleção Brasileira repetiu o bom desempenho da parcial anterior e seguiu dificultando a vida das japonesas, que, por sua vez, mostraram persistência e também não deixaram barato, se mantendo muito bem na defesa. A vontade se continuar na frente era tamanha que até mesmo a treinadora adversária teve influência direta nos pontos do Japão, pedindo três desafios após decisões erradas dos juízes. Mas de nada adiantou. O time verde e amarelo, embalado pela torcida, acabou virando o confronto ao fechar em 25 a 23.

No quarto e decisivo set bastou à Seleção Brasileira manter o volume de jogo apresentado nos dois sets anteriores, explorando bastante as extremidades da rede e dificultando a marcação do bloqueio rival, para conquistar sua primeira vitória na Liga das Nações de vôlei feminino. Chegando a abrir 14 pontos de vantagem para as japonesas, o time verde e amarelo sobrou na reta final e deu tempo até de Jaque levantar a torcida em Barueri ao entrar em quadra como líbero no lugar de Suelen e ver Amanada fechar o duelo em 25 a 11.

 Cruzeiro segue forte na briga pelo quinto título consecutivo da Superliga masculina de vôlei. Jogando no Ginásio Ibirapuera, diante de 10.019 pessoas, a Raposa mostro sua força e venceu a primeira final contra o Sesi-SP por 3 sets a 2, com parciais de 25/23, 25/27, 26/24, 22/25 e 15/12. Com o resultado deste sábado, a equipe de Marcelo Mendez, que está em sua oitava decisão consecutiva, só precisa vencer o jogo de volta para levar a taça. Por sua vez, os paulistas precisam ganhar o segundo duelo para forçar o golden set.

Mesmo com grande parte da torcida apoiando o time da casa, os cruzeirenses começaram muito bem a partida e conseguiram ficar à frente no placar por grande parte das três primeiras parciais. Simón, Leal e Evandro foram os principais nomes do jogo e carregaram a equipe na maior parte do tempo. Lipe, Douglas Souza e Lucão foram os destaques do Sesi-SP. Uriarte, da Raposa, foi eleito o melhor jogador da partida.

O tie-break foi uma história a parte. O time visitante saiu na frente e parecia que iria levar a melhor, entretanto, empurrado pela torcida, os paulistas conseguiram buscar a virada. A reta final foi marcada por duas viradas e o Cruzeiro fechando a porta duas vezes para Lipe para conseguir o match point e ganhar o jogo.

As duas equipes voltam a se enfrentar no domingo, dia 6 de maio, às 9h10 (de Brasília), no Ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte (MG).

Cruzeiro é o atual tetracampeão da Superliga masculina de vôlei (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

O jogo

Após um começo tenso, com as equipes cometendo alguns erros, o Cruzeiro começou a crescer na partida com um excelente bloqueio e com Leal e Evandro se destacando. Com o placar em 9 a 4 para o time mineiro, o Sesi-SP pediu tempo. Aos poucos a equipe paulista começou conseguiu melhorar, sendo ancorada por Lucão e Lipe, e, com isso, encostando no placar.

A equipe comandada por Rubinho pecou nos momentos decisivos do primeiro set. Depois de empatar em 19 a 19, o time visitante conseguiu abrir dois pontos de vantagem. Um dos momentos chave foi quando Marcelo Mendez desafiou lance, acertou ao ver um toque do bloqueio e impediu a virada dos mandantes. A parcial terminou com um saque para fora e placar de 25 a 23 para a Raposa.

O segundo set do jogo começou mais equilibrado, entretanto o Cruzeiro aproveitou o bloqueio para abrir uma pequena vantagem e fazer 6 a 3. A equipe mineira conseguiu manter essa margem de ponto até, no melhor rally do jogo até o momento, o Sesi-SP empatar em 12 a 12. Com os paulistas pressionando, Leal voltou a aparecer para ajudar a Raposa a abrir 16 a 12.

O time da casa voltou a empatar com Lipe explorando o bloqueio e o placar ficando em 17 a 17, mas um toque na rede no ponto seguinte manteve os cruzeirenses na frente. A virada do time de Rubinho veio após saque e um belo bloqueio feito pelos paulistas, forçando Marcelo Mendez pedir tempo.

Os mandantes chegaram a abrir 21 a 19, no entanto Evandro e Uriarte após uma jogada com grandes defesas deixaram o jogo empatado em 21 a 21. Depois de saque na rede de Simon, Evandro foi inteligente para bater o bloqueio triplo e, com um bloqueio, o Cruzeiro virou para 23 a 22. Rubinho pediu tempo e seus comandados voltaram bem, conseguindo impedir um set point e tendo a chance de fechar a parcial (25 a 24) após grande bloqueio de Douglas Santos e Lucão. Apesar de Isac ter empatado o jogo, ele sacou para fora em seguida e um toque na rede deu a vitória aos paulistas na parcial por 27 a 25.

A terceira parcial foi toda com as duas equipes alternando pontos, sendo que, na maior parte do tempo, o Cruzeiro marcava primeiro e o Sesi-SP empatava. A ordem dos pontos mudou após Douglas Souza fazer deixadinha e fazer 18 a 17 para o time da casa. Com nova deixadinha, dessa vez de Alan, os paulistas fizeram 21 a 19, no entanto a vantagem de dois pontos zerou quando Leal apareceu como um verdadeiro paredão para a parcial ficar em 22 a 22.

A equipe mineira voltou bem depois de tempo pedido pelos mandantes e conseguiu virar (24 a 23) após ace de Simón. Após o empate dos paulistas, os comandados de Marcelo Mendez sobreviveram a um ótimo saque de Lipe e fizeram 25 a 24 com Leal. O set fechou em seguida com um bloqueio de Isac.

O time de São Paulo começou bem a quarta parcial, abrindo três pontos de vantagem (6 a 3) e, apesar do time cruzeirense ter buscado o empate, os comandados de Rubinho voltaram a abrir vantagem (13 a 9). Aproveitando a diferença de pontos, o time da casa foi levando o set e mantendo a diferença de pontos. Se apoiando em Simón, Evandro e Leal, a Raposa buscou o empate em 18 a 18.

A vantagem no placar foi para os cruzeirenses após Isac conseguir corte e o bloqueio mandar a bola para fora (21 a 20). No entanto, a equipe paulista retomou a liderança após Leal errar um saque e Evandro ser bloqueado em um rally. Um ace de Alan e uma bola fora de Felipe deram o triunfo para o Sesi-SP por 25 a 22. Os jogadores da Raposa reclamaram de como foi feito o desafio do último lance da parcial, mas o juiz não mudou a chamada.

A equipe mandante até marcou o primeiro ponto do tie-break, mas os cruzeirenses reagiram após abrir 2 a 1 com um ponto ganho no desafio, Uriarte fazer um ace e um bloqueio parar o ataque adversário. Os comandados de Rubinho encontraram alguma dificuldade por, em três oportunidades, marcarem o ponto e, em seguida, sacarem na rede ou fora da quadra. Após esses erros e bloqueio de Isac, a Raposa vencia por 8 a 4 e o jogo parou para os times mudarem de lado de quadra e, em seguida, Sesi-SP pedir tempo.

Os mandantes voltaram bem da pausa e, ao grito de “eu acredito” por parte da torcida, conseguiram anotar três pontos seguidos, deixando o jogo em 8 a 7 e forçando Marcelo Mendez parar a partida. O empate saiu em um belo bloqueio de Lucão e, em seguida, Lipe veio na deixadinha para fazer 9 a 8 para o Sesi-SP.

Apesar do momento do jogo ter ido para o time mandante, o Cruzeiro chegou a abrir dois pontos de vantagem (11 a 9), que rapidamente desapareceram com duas boas jogadas do Sesi-SP. Entretanto, um saque errado voltou a dar a liderança no placar para a Raposa (12 a 11), que ampliou a diferença fechando a porta para Lipe duas vezes (14 a 11). Alan fez um bom corte para manter a partida vida. Leal foi o responsável por fazer o ponto da vitória.

 

 

 

Gazeta Esportiva

O Sada Cruzeiro está na grande final da Superliga masculina de vôlei pela oitava vez consecutiva. Atual tetracampeão do torneio, o time celeste mostrou que não terminou a primeira fase com a melhor campanha à toa e superou o Funvic Taubaté por 3 sets a 1 ontem, parciais de 16/25, 25/20, 25/18 e 25/20, no Ginásio do Riacho, em Contagem, Minas Gerais.

Com o resultado, o Cruzeiro irá enfrentar o Sesi-SP na grande decisão. O time paulista, que fez a terceira melhor campanha da primeira fase, passou pelo Sesc-RJ e fará o primeiro dos dois jogos da final em casa. O time celeste, por sua vez, decidirá o título com o apoio de sua torcida.

Reeditando a final da temporada passada, Cruzeiro e Taubaté travaram uma série super equilibrada, forçando o quinto jogo da semifinal. Depois de cada time vencer duas partidas, coube aos mineiros decidirem em casa e não decepcionarem sua torcida, que compareceu em peso na região metropolitana de Belo Horizonte.

Cruzeiro conquistou as últimas quatro edições da Superliga masculina (Foto: Divulgação)O Taubaté mostrou que o Cruzeiro teria de se esforçar bastante caso quisesse confirmar sua classificação à final mais uma vez. Com bastante intensidade, os visitantes calaram o Ginásio do Riacho no primeiro set ao fechar a parcial em 25/16.

O Cruzeiro, no entanto, acordo enquanto era tempo e daí em diante foi firme em quadra para não deixar a classificação à final escapar de suas mãos. No segundo set, o time celeste voltou a exibir o voleibol que o fez chegar até este estágio da competição e deixou tudo igual ao fechar a parcial em 25/20.

A reação celeste continuou no terceiro set, desta vez com o Cruzeiro abrindo uma vantagem ainda maior sobre o time de Dante e companhia. Com bom desempenho na rede e na recepção, o Cruzeiro neutralizou algumas jogadas ofensivas dos rivais e garantiu a virada fechando a terceira parcial em 25/18.

Coube aos donos da casa apenas manterem o bom ritmo de jogo no quarto e decisivo set para ir à decisão. Contando com o cubano Leal em um ótimo dia, o Cruzeiro não deu muitas brechas ao adversário e com um erro de Wallace, pôde fechar o jogo em 3 sets a 1.

 

 

 

Gazeta Esportiva

O clima em Uberlândia (MG) já é de decisão. No domingo, às 09h10 (horário de Brasília), Praia Clube e Sesc-RJ fazem o segundo jogo da grande final da Superliga feminina de vôlei, no Ginásio do Sabiazinho. As duas equipes, aliás, já estão na cidade mineira para o duelo.

A vantagem para o confronto é das cariocas, que venceram o primeiro embate por 3 sets a 1 (parciais de 26/24, 25/19, 22/25 e 25/17) e precisam de novo triunfo para serem campeãs da competição nacional. Ao Praia Clube, resta derrotar o Sesc para forçar a disputa do super set.

A jogadora Suelen, da equipe mineira, antecipou a partida entre os dois times. “Sabíamos que o Sesc-RJ forçaria o saque para as nossas centrais não jogarem e assim o nosso jogo não fluiria como normalmente. Já estávamos trabalhando para isso e continuamos focadas no nosso passe”, afirmou.

Sesc-RJ quer novo triunfo para levantar a taça de campeão da Superliga (Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto/CBV)

“Não vejo a hora de ver esse ginásio lotado. Acordamos e vamos dormir só pensando na vitória nesse jogo. Estamos treinando e estudando em função do Sesc-RJ. O nosso saque e o passe precisam funcionar melhor e isso acontecendo será um bom caminho. Nunca ganhei uma Superliga e esse grupo merece estar nesse lugar. Vou dar tudo para sairmos daqui com esse título”, concluiu.

Pelo lado do clube do Rio de Janeiro, Drussyla destacou a concentração do elenco para a grande final. “Estamos focadas em fazer um bom jogo neste domingo. O resultado será consequência do que apresentarmos em quadra. Espero que consigamos ganhar mais esse jogo para ficarmos com o título. Procuro sempre aprender com as jogadoras mais experientes e a comissão técnica. Estamos nos preparando bastante para esse jogo final”, finalizou.

Pela primeira vez na história a Superliga Feminina de Vôlei pode ser decidida no chamado "Super Set". Derrotado por 3 a 1 no primeiro jogo no Rio, o Praia Clube precisa vencer o Sesc/RJ por qualquer placar para forçar uma parcial extra de 25 pontos. Já as cariocas dependem de uma simples vitória neste domingo para levantarem o troféu mais cobiçado do vôlei brasileiro pela 13ª vez. A grande final da Superliga acontece a partir das 9h10, no ginásio Sabiazinho, em Uberlândia (MG), com transmissão ao vivo da Globo, SporTV e GloboEsporte.com. Os mais de 5 mil ingressos colocados à venda para o jogo decisivo estão esgotados desde o meio da semana.

- Se não vencermos a partida, o Super Set não vai existir. Desde o início a gente comentou que a final seria decidia no segundo jogo. Óbvio que quem venceu o primeiro jogo deu um passo adiante, porque precisa vencer só jogo sem o Super Set. Então dificuldade para a nossa equipe continua a mesma, temos que vencer para levar ao set desempate - disse o técnico do Praia Clube, Paulo Coco.

Por conta da possibilidade do "Super Set", Sesc/RJ e Praia Clube tiveram uma semana de intensa preparação. O time carioca chegou a Uberlândia na quinta-feira, quando realizou o primeiro treino no ginásio Sabiazinho. Na sexta, a equipe treinou em dois períodos, antes das atividades derradeiras deste sábado.

O Praia também treinou em dois turnos na maior parte da semana. Ciente de que fez o melhor possível para seu time neste decisão, Paulo Coco lembrou que a partida deste domingo pode ter até seis sets no pior cenário em termos de desgaste.

- A gente tem uma ideia do que pode acontecer, que é jogar seis sets. Estamos preparadas para fazer esses seis sets, que seria o máximo do desgaste físico que a equipe pode enfrentar no domingo. Passamos por uma grande prova contra o Osasco, série longa com grandes placares, então, a parte física é uma preocupação importante. Nossa equipe está preparada para isso, mas principalmente focada na partida, para vencer o jogo e disputar o Super Set - frisou.

 

Bernardinho, por sua vez, espera que a sua equipe saia com o título neste domingo. Crítico da regra do "Super Set", implantada pela CBV nesta temporada, ele quer o Sesc/RJ focado durante toda a decisão.

- O sistema criado esse ano dá pouca vantagem para quem conquista a primeira vitória, porque você tem que ganhar outra partida, que é o Super Set. Então, na minha opinião, vai ser um confronto totalmente diferente, porque você pode jogar duas vezes contra uma equipe forte como o Praia. Particularmente, eu prefiro a final em um jogo, mas, se o sistema mudou, vamos para a decisão, porque a final é agora - disse o treinador multicampeão.

A possibilidade de o título ser decidido no Super Set também vem mexendo com as jogadoras. Um dos principais nomes do elenco do Praia Clube, Fernanda Garay afirmou que, no momento, seu pensamento principal está em vencer o jogo empatando a série.

- Precisamos vencer o primeiro jogo. Nosso objetivo é vencer quatro sets, estamos acordando e dormindo pensando nesses quatro sets. Não tem como pensar no Super Set sem vencer o primeiro jogo. Mas durante toda a temporada, nós dividimos nossos objetivos e pensamos ponto a ponto. Fazendo essa divisão, de alcançar os objetivos pouco a pouco, a gente vai conseguindo - disse a ponteira.

 

Pelo lado do Sesc/RJ, a ponteira Gabi também vem respirando a decisão nas últimas horas. Disputando a sua sexta final, a atleta de apenas 23 anos espera levar a equipe carioca à 13ª conquista de Superliga.

- Nossa tensão agora dobrou, porque sabemos que o título não é decidido em só uma partida. Vencemos no Rio, mas temos que vencer aqui de novo, então isso mexe com o nosso dia a dia. É a minha sexta final seguida, estou muito motivada e vou fazer de tudo para levar esse título - concluiu.

Está chegando a hora da semifinal. Nesta sexta-feira, no Ginásio do Riacho, em Contagem (MG), Cruzeiro e Taubaté se enfrentam pelo jogo cinco da série, decisivo, que levará uma das duas equipes para a grande final da Superliga masculina de vôlei.

Com a disputa empatada em 2 a 2, e a última partida marcada para às 21h30 (horário de Brasília), o vencedor enfrentará o time do Sesi-SP, já classificado para a grande decisão da competição nacional ao desbancar o Sesc, do Rio de Janeiro.

O capitão da equipe celeste, Filipe, destacou o poder de reação de seu time. “Tem algo que é necessário de vem de nós, da atitude, da forma como encaramos a situação. Estávamos em um momento complicado, perdendo por 2 a 0, não foi fácil chegar a esse empate, especialmente pela pressão. Do outro lado tem uma grande equipe, também querendo buscar seu espaço na final e conseguimos empatar a série de uma forma consistente, mesmo sob pressão”, disse.

“Considero fundamental a nossa vontade, a entrega. Creio que a nossa equipe está muito focada, comprometida nesses últimos jogos que fizemos contra Taubaté e, nesse quinto jogo, as coisas podem fluir muito bem para o nosso lado. É focar, dedicar e ter atitude dentro de quadra”, completou.

Pelo lado do Taubaté, a palavra de ordem é foco. Pelo menos é o que garante o capitão Raphael. “A série já demonstrou o equilíbrio e a força dos dois times, além do quanto ambos querem essa vaga na final. Para esse decisivo jogo, as equipes vão ter que estar no seu 100%. Nós precisamos estar focados para que possamos desempenhar o que viemos treinando o ano inteiro”, afirmou.

“Temos que ser agressivos e tentar controlar a agressividade deles nos principais fundamentos, que são armas que todos conhecem, como saque e ataque. Certamente, vai ser um jogo de muita agressividade. Precisamos estar lúcidos e, sem deixar de ir para cima”, finalizou.

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