Dourados-MS,
Semestre- Camara

Foto - Divulgação

Assim como na derrota na semifinal, para a Turquia, o Brasil não se encontrou ao encarar a China na disputa pelo terceiro lugar. Na madrugada deste domingo (1), no Brasil, a seleção feminina de vôlei caiu diante das donas da casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/23. A decisão entre Turquia e Estados Unidos terminou com as americanas campeãs.

Chinesas foram superiores (Foto: Divulgação/FIVB)

Com a produção abaixo do esperado, o Brasil ainda contou com o desfalque da líbero Suelen, que sofreu uma fratura na mão e deu lugar à Gabiru, que não entrou com o mesmo ritmo das companheiras. A China soube se aproveitar ofensivamente das fragilidades brasileiras e também não desperdiçou os erros do time de José Roberto Guimarães.

A partida começou equilibrada, mas com o Brasil tomando a frente do placar. Foi apenas depois dos 10 pontos que a China ameaçou uma virada que se concretizou quando ela fez 13/12. As chinesas não abriram e conseguiram construir uma vantagem de cinco pontos. As brasileiras tentaram correr atrás do prejuízo, mas com Zhu inspirada, as adversárias não permitiram uma reação e fecharam o primeiro set com boa diferença.

Na segunda parcial, o Brasil esboçou uma reação saindo na frente e tentando segurar a ponta no marcador, chegando a abrir três pontos de vantagem, com boa aparição de Tandara. Mas a China não demorou para se recuperar e virar, o que parece ter desestabilizado a seleção brasileira. Aparentemente nervosas, as meninas não mostraram força para ir atrás do placar e viram as adversárias fechar mais um set.

Na última série, jogo equilibrado. As brasileiras não abriram mão do jogo e tentaram se manter vivas revezando a liderança do marcador até a metade do set. A China, então, retomou a frente e seguiu para a vitória da partida.

Foto - FIVB

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

Finalizando a segunda semana de compromissos pela Liga das Nações, em Ancara, na Turquia, a Seleção Brasileira feminina de vôlei teve ótimo desempenho nesta quinta-feira e chegou à quinta vitória consecutiva no torneio. O adversário da vez foi a República Dominicana, que, sofrendo com a consistência e a variação de jogadas do time dirigido por Zé Roberto Guimarães, perdeu por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/10 e 25/13.

As dominicanas chegaram a equilibrar em alguns momentos, mas não conseguiram frear o volume de jogo das brasileiras, que cometeram pouquíssimos erros e tiveram amplo domínio da partida. Individualmente, o destaque ficou por conta de Adenízia, que teve uma grande atuação no meio de rede e nos bloqueios dos ataques das rivais.

Com o triunfo, o Brasil chega a 15 pontos ganhos na competição e permanece na vice-liderança, com um ponto a menos que os Estados Unidos, que venceram a Bélgica também nesta quinta-feira. A Seleção volta a atuar na próxima terça-feira (29), já em Apeldoorn, na Holanda, onde enfrenta a Coreia do Sul. A República Dominicana, com apenas cinco pontos ganhos, cai para 13ª posição da tabela.

Brasil acumula cinco vitórias e apenas uma derrota na Liga das Nações (Foto: William Lucas/CBV)
O Jogo

As dominicanas começaram bem no jogo e, logo de cara, abriram três pontos de frente. O Brasil não se abalou, empatou, virou e chegou a dois pontos de vantagem. Errando pouco e muito menos que as adversárias, as comandadas de Zé Roberto Guimarães conseguiram uma folga no placar pouco antes da reta final do primeiro set. Mantiveram o ritmo e fecharam a parcial em 25 a 20.

Principal arma ofensiva do Brasil, Tandara foi bem marcada no primeiro período. Porém, a equipe verde e amarela mostrou um repertório de ataque mais extenso que a República Dominicana, que, por sua vez, se mostrou dependente das ações de Martínez e Peña para colocar a bola no chão. Pelo meio de rede, Adenízia começou a se destacar, se tornando a maior pontuadora do Brasil na partida.

O segundo set começou bem equilibrado, com as dominicanas errando menos que no primeiro. No entanto, uma série de bloqueios de Adenízia colocou a Seleção Brasileira com ótima vantagem no marcador. Tandara também passou a aparecer bem e, na parada obrigatória, o placar marcava 16 a 6 para as brasucas. O ritmo seguiu intenso e a parcial foi fechada em 25 a 10.

O Brasil continuou não dando chance à República Dominicana no terceiro set. Com muita segurança e com as adversárias já mostrando certo desânimo, o time verde e amarelo abriu 16 a 7 na parada obrigatória. Mesmo com algumas substituições e a entrada de jogadoras que ainda não tinha atuado na partida, não sofreu riscos e fechou a última parcial em 25 a 13.

Brasil chegou a três vitórias e uma derrota na Liga das Nações (Foto: Divulgação/CBV)

Nesta terça-feira, a Seleção Brasileira feminina de vôlei mostrou já ter superado, de fato, a derrota para a Alemanha na estreia da Liga das Nações. Com bom desempenho tático e bom volume de jogo, as comandadas de Zé Roberto Guimarães dominaram a até então invicta seleção da Turquia, venceram por 3 sets a 1 e chegaram à terceira vitória seguida na competição. Em meio ao bom trabalho coletivo, destaque para a atuação da oposta Tandara, que, com 22 pontos, comandou as ações de ataque enquanto esteve em quadra.

Em Ancara, capital da Turquia, o Brasil dominou as donas da casa no primeiro set e venceu com alguma facilidade: 25 a 17. Com ótima atuação defensiva, suportou as investidas turcas no segundo set e, crescendo na reta final, ampliou a contagem, com parcial de 25 a 19. O terceiro set foi o mais disputado e quem levou a melhor foram as turcas, vencendo por 25 a 23. O quarto, e último, set também começou disputado, mas o Brasil voltou a controlar as ações e confirmou o triunfo com 25 a 21 no placar.

Com a vitória, as brasileiras chegaram a nove pontos na classificação geral e encostaram nas seleções que lideram. Nesta quarta, enfrentam a Argentina, novamente em Ancara, em partida com início previsto para as 8h (no horário de Brasília). A Turquia, por sua vez, com oito pontos, mede forças com a República Dominicana, a partir das 11h.

Brasil chegou a três vitórias e uma derrota na Liga das Nações (Foto: Divulgação/CBV)
O Jogo

Fora a desatenção no primeiro ponto, o Brasil começou bem a partida, explorando, sobretudo, os ataques de Adenízia e Tandara, que ajudaram a abrir 10 a 6 de frente no placar e forçaram o técnico adversário a pedir o primeiro tempo do jogo. As turcas tentaram equilibrar as ações, mas tiveram dificuldades para recepcionar saques e pararam no bloqueio verde e amarelo mais de uma vez.

Taticamente, o time comandado por Zé Roberto foi superior em relação às donas da casa durante o primeiro set. Se atrapalhando para devolver as bolas, a Turquia não conseguiu recuperar a desvantagem, que foi aumentando até as brasileiras fecharem em 25 a 17 e abrirem 1 a 0 na contagem. Pela direita, Tandara continuou sendo o pesadelo das anfitriãs.

O segundo set começou mais parelho, mas não demorou muito para que as brasileiras voltassem a envolver as turcas, construindo nova vantagem no marcador. Tandara seguiu implacável. E foi com o saque da camisa 16, somados a mais erros das adversárias, que a seleção disparou na frente, 10 a 4.

Porém, uma série de erros colocou a Turquia de volta no jogo. A seleção da casa aproveitou as brechas e igualou o marcador em 17 a 17. Com a melhora das rivais, Suelen também começou a se destacar. Com defesas importantes, a líbero ajudou o Brasil a se manter na frente, mesmo com o placar apertado. O time cresceu na reta final e fechou o segundo set em 25 a 19.

As turcas voltaram melhores para o terceiro set. Zé Roberto foi obrigado a pedir tempo logo no começo, quando o placar já se encontrava 6 a 2 para as europeias, que ampliaram para 8 a 3 na sequência. No entanto, as brasileiras reagiram e encostaram no placar, trazendo a diferença para um ponto até empatarem em 10 a 10. A virada não tardou a acontecer, 12 a 11.

O equilíbrio tomou conta do confronto e a disputa passou a ser ponto a ponto. A Turquia virou para 19 a 17. Tandara voltou para a quadra e manteve o Brasil no jogo, 21 a 21. As donas da casa, porém, abriram boa vantagem e chegaram ao triplo macth point, com 24 a 21 no placar. As brasileiras não desistiram e diminuíram para 24 a 23. Porém, pecaram na hora de empatar e perderam o terceiro set: 25 a 23.

O quarto set continuou na mesma pegada do terceiro: ponto a ponto. Porém, o time de Zé Roberto Guimarães voltou a dominar as adversárias e conseguiu abrir boa vantagem, que chegou a ser de 18 a 12. As turcas voltaram a encostar no placar, mas não conseguiram empatar, perdendo por 25 a 21 e confirmando a vitória verde e amarela nesta terça-feira, por 3 sets a 1.

 

Gazeta Esportiva

Depois de vencer a Coreia do Sul e o Japão em Goiânia (GO), a Seleção Masculina de vôlei teve embate difícil, na tarde deste domingo, contra os Estados Unidos, mas venceu por 3 sets a 2. Com o resultado, Brasil conseguiu a sexta vitória em cima dos EUA nos últimos sete embates. Desta vez, para ficar à frente na Liga das Nações, os nacionais concluíram com parciais de 21/25, 20/25, 25/19, 25/19 e 20-18.

Em um clássico entre as equipes que fizeram até final olímpica (em 2008, na China, com vitória americana), Renan Dal Zotto usou Bruno, Wallace, Lipe, Maurício Souza, Lucão, Maurício Borges e o líbero Murilo no início do embate. Depois de perder os dois sets iniciais, o Seleção fez bom jogo na terceira etapa e faturou também a quarta. Com estilo reformulado e contando com o destaque Isac, no tie-break acirrado, foram os nacionais quem levaram a melhor. Maurício Borges foi o maior pontuador da equipe.

O jogo

Com saque na rede dos norte-americanos, a Seleção pôde marcar o primeiro ponto do embate. Erros lá e cá fizeram com que os minutos iniciais da partida fossem equilibrados. Com os norte-americanos inflados no clássico, os nacionais precisaram de tempo para se encaixar em quadra. O Brasil também mostrou volume de jogo para conseguir encostar nos adversários, que estavam à frente.

Na segunda parcial, os norte-americanos começaram abrindo vantagem e fizeram 7 a 2. Com boa base do bloqueio, os visitantes dificultaram a vida dos nacionais. Os brasileiros voltaram a se reconhecer em quadra e com bloqueio duplo de Lipe com Mauricio diminuíram a vantagem rival. Com saque de Russell na rede, o time de Bruninho ficou ainda mais próximo de igualar o placar, mas foi superado.

Tendo mudança no ritmo de jogo, os brasileiros conseguiram abrir importante margem para se manter vivo no embate no terceiro set. Isac voltou a mostrar importância na equipe. Depois de dois erros do Brasil, time confirmou ponto, venceu o terceiro set e forçou a quarta parcial.

Querendo terminar a partida, os EUA não deram chances para os adversários e ficaram com os primeiros pontos. Erros dos dois lados mantiveram a etapa acirrada, mas com o Brasil à frente a maior parte do tempo. Com pouca variação na quadra, os nacionais levaram a melhor e, outra vez, adiaram o fim do embate.

Na quinta e decisiva etapa, pouca coisa mudou e os dois times mostraram bom vôlei. Os Estados Unidos chegaram a deixar o Brasil à frente, depois de erros, mas não tardou para que o placar voltasse a ficar igual. No set point americano, Patch jogou a bola fora e deixou Evandro igualar. O Brasil não confirmou seu match point em saque de William, que viu Murilo buscar bola norte-americana que ia fora. Em desafio, o Brasil conseguiu match point. Com ace de Isac, a Seleção levou a melhor.

Nesta quarta-feira, em Ancara, na Turquia, a Seleção Brasileira feminina de vôlei conquistou sua quarta vitória consecutiva pela Liga das Nações. O triunfo veio em grande estilo, já que as comandadas de Zé Roberto Guimarães não tomaram conhecimento da seleção da Argentina e atropelaram as rivais por 3 sets a 0. O domínio foi completo desde o primeiro ponto do jogo, que foi definido com parciais de 25/9, 25/21 e 25/14.

Com a vitória, as brasileiras chegaram a 12 pontos na classificação geral e ficam na segunda colocação, com a mesma pontuação da vice-líder Sérvia. Os Estados Unidos lideram com 13 pontos ganhos. Elas voltam à quadra nesta quinta-feira, quando enfrentam a República Dominicana a partir das 8h (no horário de Brasília). A Argentina, por sua vez, na lanterna e com pontuação zerada, pega a Turquia às 11h.

Brasil acumula quatro vitórias e apenas uma derrota pela Liga das Nações (Foto: Divulgação/CBV)
O Jogo

Sempre à frente no placar, o Brasil não precisou de muitos esforços para garantir o resultado positivo. Mesmo aumentando a rotação do time, mostrou grande superioridade em relação às argentinas, tanto taticamente, como ofensiva e defensivamente. Ainda contou com diversos erros e lambanças das adversárias, que facilitaram ainda mais a partida.

Após serem massacradas no primeiro set, as celestes equilibraram as ações no segundo. Porém, não foi suficiente para superarem a equipe verde e amarela, que cresceu na reta final e ampliou a contagem. O terceiro set voltou a contar com o controle absoluto das brasucas, que voltaram a colocar uma diferença significativa no marcador.

Os destaques brasileiros ficaram por conta de Bia, com ótima presença de rede e com um bloqueio extremamente eficiente, Amanda e Monique, com boas atuações ofensivas. Tandara, grande trunfo do time nas últimas partidas, foi poupada nesta quarta-feira e ficou apenas no banco.

(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

A Seleção Brasileira se redimiu da derrota na estreia da Liga das Nações de vôlei feminino nesta quarta-feira. Enfrentando o Japão, no ginásio José Corrêa, em Barueri, o time comandado pelo técnico Zé Roberto Guimarães mostrou notável melhora na defesa e conseguiu superar a experiente equipe adversária por 3 sets a 1, parciais de 22/25, 25/18, 25/23 e 25/11.

A vitória diante do Japão, que também perdeu na estreia, para a Sérvia, vem em uma boa hora. Depois de ser superado pelo rival oriental no ano passado, durante a disputa do Grand Prix, a Seleção Brasileira, que passa por uma renovação com foco no Mundial deste ano, mostrou que, apesar de ainda cometer alguns erros bobos em quadra, tem potencial para assegurar bons resultados em 2018.

O próximo grande teste para a Seleção Brasileira na Liga das Nações acontece nesta quinta-feira, quando o time entra em campo contra a Sérvia, atual vice-campeã olímpica – perdeu a final do Rio 2016 para a China -, fechando a primeira semana de disputas do novo torneio do calendário do vôlei mundial.

O jogo – A Seleção Brasileira entrou em quadra nesta quarta-feira determinada a reagir após a derrota na estreia contra a Alemanha. No primeiro set, o time verde e amarelo começou com bastante agressividade e não demorou para abrir certa vantagem no placar, encaixando, ao contrário da partida da última terça-feira, a defesa. O melhor momento das donas da casa, no entanto, não durou muito, e as japonesas mantiveram a calma para não só empatar, mas também virar a partida já no fim da parcial e abrir 1 a 0, fechando em 25 a 22.

No segundo set a maré virou para o Brasil. Pressionadas com a possibilidade de perder o segundo jogo consecutivo diante de seus torcedores, as comandadas de Zé Roberto Guimarães conseguiram driblar a marcação na rede e dificultar justamente o ponto forte do time do Japão, que é a defesa. Com o bloqueio funcionando e acelerando um pouco mais o saque, a Seleção correu menos riscos na parcial, abriu ótima vantagem e precisou apenas administrá-la para deixar tudo igual ao superar as rivais por 25 a 18.

O terceiro set talvez tenha sido o mais parelho de toda a partida. Embora tenha saído atrás no placar, a Seleção Brasileira repetiu o bom desempenho da parcial anterior e seguiu dificultando a vida das japonesas, que, por sua vez, mostraram persistência e também não deixaram barato, se mantendo muito bem na defesa. A vontade se continuar na frente era tamanha que até mesmo a treinadora adversária teve influência direta nos pontos do Japão, pedindo três desafios após decisões erradas dos juízes. Mas de nada adiantou. O time verde e amarelo, embalado pela torcida, acabou virando o confronto ao fechar em 25 a 23.

No quarto e decisivo set bastou à Seleção Brasileira manter o volume de jogo apresentado nos dois sets anteriores, explorando bastante as extremidades da rede e dificultando a marcação do bloqueio rival, para conquistar sua primeira vitória na Liga das Nações de vôlei feminino. Chegando a abrir 14 pontos de vantagem para as japonesas, o time verde e amarelo sobrou na reta final e deu tempo até de Jaque levantar a torcida em Barueri ao entrar em quadra como líbero no lugar de Suelen e ver Amanada fechar o duelo em 25 a 11.

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