Dourados-MS,
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As meninas de Mato Grosso do Sul conquistaram a medalha de bronze e, consequentemente, uma das vagas na 1ª divisão do Campeonato Brasileiro de Seleções sub-18, em Domingos Martins (ES).

A seleção do Estado havia sido derrotada na semifinal, mas conseguiu reagir na disputa pelo terceiro lugar ao vencer Tocantins por 3 sets a 1, com parciais de 25/16, 20/25, 13/25 e 20/25.

Além de Mato Grosso do Sul, Espírito Santo e Roraima, finalistas do Brasileiro da 2ª divisão, também conseguiram a classificação. As anfitriãs foram às campeãs do torneio.

A disputa realizada ao longo da semana também contou com representantes do Sergipe, Piauí, Bahia e Amapá.

O Brasil segue implacável na Copa do Mundo de vôlei. Em duelo disputado nesta quarta-feira em Hiroshima, a seleção brasileira masculina derrubou o selecionado argentino por 3 a 0 (parciais de 25/19, 25/19 e 26/24) e cravou seu sexto triunfo, mantendo a invencibilidade e a liderança isolada da competição realizada no Japão.

Os Estados Unidos são o próximo desafio brasileiro, quinta-feira, a partir das 6h de Brasília. O bom selecionado americano iniciou a 6ª rodada como vice-líder (joga nesta quarta contra o Irã), somando quatro vitórias e uma surpreendente derrota por 3 a 2 para os argentinos na estreia.

O jogo

Com o central Flávio em lugar de Maurício Souza, a equipe nacional começou forte e rapidamente colocou confortável vantagem, indo para a primeira parada técnica com 8/4 a favor e com 16/11 para a segunda. Além do intenso volume de jogo, com Alan e Leal já quentes, o Brasil se aproveitou dos seguidos erros de saques do adversário para resolver o set de abertura por 25/19 depois de um bloqueio de Lucarelli.

O cenário inicial da segunda parcial foi bem diferente, com o time da Argentina dando muito calor. O ímpeto dos Hermanos, porém, durou bem pouco, e logo a seleção retomou as rédeas, virou e abriu três de frente (8/5). Com o passe entrando certinho, Bruninho serviu com muita qualidade os companheiros, e o Brasil seguiu absoluto em quadra, fazendo 2 a 0 no placar após finalizar a parcial novamente em 25/19.

A boa vantagem parece ter relaxado a equipe brasileira, que viu os oponentes abrirem 6/1 no começo do terceiro set. O saque argentino passou a entrar, dificultando a recepção dos comandados de Renan dal Zotto. A ótima passagem de Alan no serviço, porém, fez com que o Brasil se recuperasse, reduzisse para 6/5 e entrasse novamente na parcial. A Argentina, entretanto, dava mais trabalho e levou o placar de 16/15 a favor para a segunda parada técnica. Na base da paciência, a seleção virou o jogo e pôs dois pontos de frente (18/16), mas os argentinos deram o troco e fizeram 24/23, ficando a um passo de fechar o set. O Brasil, no entanto, disse não. Foi atrás, virou novamente e, com um ace espetacular de Leal, liquidou a fatura em 26/24.

O Brasil começou jogando com Bruninho, Lucarelli, Alan, Leal, Lucão e Flávio, além do líbero Thales. Entraram no decorrer Maurício Borges, Isac, Fernando Cachopa e Felipe Roque.

Dois dias depois de ser derrotada pela Holanda por 3 sets a 0, em Hamamatsu, no Japão, onde sofreu o seu primeiro revés nesta edição da Copa do Mundo, a seleção brasileira feminina de vôlei enfrentará o Quênia nesta quarta-feira, às 6 horas (de Brasília), na mesma cidade japonesa, em busca de reabilitação na competição.

Antes de cair diante das holandesas na segunda-feira, o time comandado pelo técnico José Roberto Guimarães bateu a Sérvia por 3 a 2 na sua estreia, no sábado, e depois superou a Argentina por 3 a 0 no domingo.

Com a derrota para a Holanda, o Brasil fechou a terceira rodada do torneio na quinta posição com cinco pontos, mesma pontuação da Rússia, quarta colocada pelos critérios de desempate. China, Holanda e Estados Unidos, que acumularam três vitórias em três jogos disputados, lideram, com nove pontos cada.

Disputada em turno único, com as 12 seleções participantes se enfrentando em sistema de pontos corridos, a Copa do Mundo vai até o próximo dia 29. A seleção brasileira feminina, bicampeã olímpica com os ouros em Pequim-2008 e Londres-2012, nunca conseguiu conquistar o título desta competição.

Essa também será a primeira vez que a Copa do Mundo não valerá ao seu campeão uma vaga nos Jogos Olímpicos. Após encarar as quenianas depois de um dia de folga das seleções no calendário do torneio, as brasileiras terão pela frente, em ordem, os Estados Unidos, a China, a República Dominicana, o Japão, Camarões, a Coreia do Sul e a Rússia em sua campanha.

SELEÇÃO MASCULINA – Depois de ter conquistado o título do Campeonato Sul-Americano no último sábado, no Chile, a seleção brasileira se reapresentou nesta terça-feira, no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ), visando a sua participação na Copa do Mundo, que ocorrerá entre os dias 1º e 15 de outubro, também no Japão.

O desempenho do Brasil no torneio continental deixou o técnico Renan Dal Zotto feliz e convicto de que tem boa opções para formar a sua seleção jovens talentos como os opostos Alan e Felipe Roque, os centrais Flávio e Matheus, os levantadores Fernando Cachopa e Carísio, entre outros.

“Fomos com um grupo jovem para o Sul-Americano, optando por deixar cinco jogadores treinando em Saquarema e se preparando para a Copa do Mundo, e voltamos satisfeitos. Os garotos, que têm muito talento, corresponderam e provaram que vestir a camisa do Brasil é, no mínimo, inspirador. Eles assumiram a postura necessária e conseguiram virar o jogo na final contra a Argentina, que estava jogando muito bem. Foi uma experiência importantíssima para cada um deles”, disse Renan, se referindo ao triunfo por 3 sets a 2, com parciais de 24/26, 22/25, 31/29, 25/20 e 15/13, em Santiago, na decisão da competição.

O grupo de 14 jogadores que viaja ao Japão para a Copa do Mundo, que será disputada nas cidades de Nagano e Hiroshima, contará com os levantadores Bruninho e Fernando; os opostos Alan e Felipe Roque; os centrais Maurício Souza, Lucão, Isac e Flávio; os ponteiros Lucarelli, Maurício Borges, Leal e Douglas, além dos líberos Thales e Maique. A estreia do Brasil será no dia 1º de outubro, às 6 horas (de Brasília), contra o Canadá.

Líder da fase classificatória, a seleção brasileira masculina de vôlei estreia, nesta quarta-feira, na Fase Final da Liga das Nações de vôlei masculino. A etapa onde se concentram as seis melhores equipes do campeonato acontece em Chicago, nos Estados Unidos, e terá início para o Brasil com um desafio contra a Polônia. A partida terá início às 18h30.

A equipe treinada por Renan dal Zotto chega para a fase decisiva com 14 vitórias, apenas uma derrota e 39 pontos somados. Os poloneses, adversários desta quarta-feira, classificaram na quinta posição, com 11 triunfos, quatro revezes e o total de 30 pontos conquistados.

Líder nas estatísticas de recepção na fase classificatória da Liga das Nações com 27,67% de eficiência, o líbero Thales destaca o valor do estudo dos adversários, em especial nesta etapa final.

“Fiquei muito feliz com esse resultado. Estudamos muito os adversários, o Henrique Modenesi, nosso analista de desempenho, mostra bastante material com os saques dos times com quem vamos jogar, então, tudo isso é de grande importância para o nosso dia a dia. Agora chegou o momento mais importante do campeonato e todo conhecimento é fundamental”, afirmou Thales.

Outro destaque do Brasil na fase de classificação, o ponteiro Leal foi o maior pontuador da Seleção. O jogador apareceu em décimo no ranking, com um total de 160 pontos marcados, sendo 128 de ataque, 17 de bloqueio e 15 de saque.

“Fizemos bons jogos nas cinco etapas disputadas e estou confiante que vamos conseguir repetir essas boas apresentações agora nas finais. Sabemos da dificuldade que é encarar logo a Polônia, eles têm um time forte, mas o nosso grupo está preparado. Treinamos muito forte nesta semana e nosso time chega com tudo para essa partida”, afirmou Leal.

 

A segunda partida do Brasil nesta fase será na sexta-feira, às 19h, desta vez contra o Irã. Os iranianos lideraram a competição em boa parte da etapa classificatória, chegando a Chicago na segunda colocação, com a campanha de 12 vitórias e três derrotas.

Caso garanta a classificação, a seleção brasileira disputará a semifinal no sábado. A grande decisão da Liga das Nações está marcada para o domingo. Essa é a segunda edição do torneio, que teve a Rússia como campeã na estreia.

Bastou à medalha de bronze na etapa de Manaus para as sul-mato-grossenses Carol e Aninha conquistarem o título do Circuito Brasileiro Sub-21 de Vôlei de Praia.

Na decisão pelo terceiro lugar, as meninas do Estado venceram as amazonenses Aline e Lorena por 2 sets a 0, com parciais de 22/20 e 21/16, em 56 minutos de jogo. A dupla de Mato Grosso do Sul terminou a classificação geral com 760 pontos.

O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia sub-17, sub-19 e sub-21 é um campeonato de seleções estaduais, com as duplas representando a mesma federação. Cada Estado indica suas delegações, duas por gênero.

Em um jogo amistoso e em clima de festa, que marcou os retornos das veteranas Camila Brait, Fabiana e Sheilla, a seleção brasileira feminina de vôlei derrotou a Argentina com muita facilidade, por 3 sets a 0, com parciais de 25/8, 25/17 e 27/25. A partida foi disputada em Suzano (SP).


A líbero Camila Brait, a oposta Sheilla e a central Fabiana, as duas últimas bicampeãs olímpicas, não defendiam o Brasil desde 2016. A ideia do técnico José Roberto Guimarães, com o retorno do trio, é mesclar a experiência das veteranas com as atletas mais jovens do atual elenco.

“Estou feliz de volta à seleção, de saber que minha filha pode me ver jogar”, disse Camila Brait. A líbero havia anunciado a aposentadoria da seleção brasileira um dia após ser cortada da equipe que disputaria os Jogos Olímpicos Rio-2016. No início deste ano, ela foi chamada por Zé Roberto para a Liga das Nações, mas recusou a convocação. O treinador voltou a convocá-la e, desta vez, Camila aceitou retornar. Ela substituiu Leia no segundo set e fez um jogo seguro.

Das três, apenas Fabiana começou o jogo entre as titulares. No entanto, a central, escalada para jogar ao lado de Bia, ficou pouco tempo em quadra. Ela sentiu um problema após uma tentativa de bloqueio e foi substituída no início do primeiro set. Não voltou mais à quadra e assistiu do banco ao restante do jogo.

Sheilla entrou em quadra com Roberta na inversão do 5 x 1 na metade da primeira parcial e pontuou em seu quarto ataque. Ela ficou no banco no segundo período e retornou à quadra na última parcial. Não foi destaque, mas teve papel importante no triunfo em que o Brasil foi amplamente superior, especialmente nos dois primeiros sets, e não encontrou dificuldade para despachar o rival sul-americano. O maior massacre se deu no primeiro set, vencido por 25 a 8, depois de muitos erros das argentinas.

A jovem equipe argentina melhorou na segundo set e endureceu a partida. As adversárias chegaram a abrir 8 a 4 e ficaram em vantagem até o 12º ponto, quando o ataque brasileiro voltou a encaixar voltou e a virada começou a ser construída. No final, 25 a 17.

O terceiro e último set acabou sendo o mais equilibrado em razão da instabilidade do time de Zé Roberto, que cometeu falhas no passe e perdeu eficiência no ataque, e do crescimento da Argentina. No entanto, a experiência e a qualidade técnica fizeram diferença e o Brasil fechou o jogo o set em 27 a 25 com um ace da central Carol e definiu o triunfo.

As brasileiras reencontram as argentinas em outro amistoso nesta terça-feira, às 21h30, novamente em Suzano. Os amistosos servem de preparação para os próximos desafios da seleção feminina na temporada: o Campeonato Sul-Americano de 28 de agosto a 1º de setembro, no Peru, e a Copa do Mundo, de 14 a 29 de setembro, no Japão.

A Seleção Brasileira de vôlei feminino foi derrotada na manhã deste domingo pela final da Liga das Nações. As brasileiras abriram 2 sets a 0, mas sofreram a virada e perderam por 3 sets a 2 para os Estados Unidos.

Mesmo assim, o Brasil encerra sua participação na Liga das Nações com três jogadoras na seleção do torneio, o maior número de jogadoras na equipe. Foram escolhidas a levantadora Macris, a ponteira Gabi (como segunda da posição) e a central Bia foram eleitas para o time ideal do torneio.

Campeã, a seleção norte-americana tem duas jogadoras, a central Haleigh Washington (como segunda da posição) e a líbero Megan Courtney, mas também teve a melhor jogadora do torneio em Andrea Drews. China, com a ponteira Liu Yanhan, e Turquia, com a oposta Ebrar Karakurt, tiveram uma jogadora cada na seleção do campeonato.

Bia, eleita a melhor central, se disse feliz por ser eleita a melhor central, mas trocaria o prêmio pelo título da Liga das Nações. “O prêmio individual me deixou feliz porque estou buscando melhorar diariamente. Trocaria esse prêmio pelo título, mas sei que estamos no caminho certo”.

Seleção da Liga das Nações de vôlei
Melhor jogadora: Andrea Drews (Estados Unidos)
Melhor levantadora: Macris (Brasil)
Melhor ponteira: Liu Yanhan (China)
2ª melhor ponteira: Gabi (Brasil)
Melhor central: Bia (Brasil)
2ª melhor central: Haleigh Washington (Estados Unidos)
Melhor oposta: Ebrar Karakurt (Turquia)
Melhor líbero: Megan Courtney (Estados Unidos)

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