Dourados-MS,
Outubro_rosa

A noite foi de festa e emoção para o Flamengo neste sábado, diante do América Mineiro, no Maracanã. Na despedida dos gramados do goleiro Júlio César, o Rubro-Negro venceu por 2 a 0, e conquistou a primeira vitória no Campeonato Brasileiro. Henrique Dourado marcou os dois gols para a equipe da casa.

Na terceira rodada do Nacional, o Fla visita o Cearã no Castelão no próximo domingo. Antes, na quarta-feira, o compromisso será pela Libertadores, e o adversário o Santa Fé, em Bogotá, na Colômbia. Já o América tentará a reabilitação no Independência diante do Vitória, na segunda-feira dia 30.

O Jogo – Empurrado pelos mais de 50 mil torcedores presentes no Maracanã, o Flamengo foi para cima do América assim que a bola rolou. O time Mineiro começou a partida todo postado na defesa, e esperando uma chance para contra-atacar.

A pressão rubro-negra foi grande até os 15 minutos de jogo, mas não produziu muitas chances reais de gol. O primeiro lance de perigo foi aos três, na cobrança de um escanteio pela direita do ataque. Rodinei levantou no primeiro pau e Lucas Paquetá se antecipou para cabecear, mas a bola cruzou a frente do gol e saiu pela linha de fundo do outro lado.

Aos 11, Cuellar rebece uma bola recuada na intermediária e arrisca de longe. A bola passou perto mas por cima do travessão de Jory.

O América chegou com perigo pela primeira vez aos 15, em trama pela direita. Aylon recebe ao penetrar na área e na hora da conclusão, William Arão aparece para cortar para escanteio.

O Flamengo tinha o domínio territorial, mas o Coelho cresceu no jogo e começou a ameaçar a meta de Júlio César. Aos 22, escanteio pela deireita e a bola foi levantada na área. O goleiro do Fla cortou de soco, e Carlinhos aproveitou o rebote e mandou uma bomba, mas Júlio César estava bem colocado e rebateu novamente.

A equipe carioca deu um banho de água fria nas ambições do Améria aos 28. Vinícius Jr fez trabalou pela ponta esquerda e fez lançamento preciso no segundo pau para a entrada de Henrique Dourado, que tocou para o fundo da rede.

Três minutos depois, Vinícius Jr. puxa o contra-ataque ainda do seu campo com um toque por entre as pernas do marcador, e parte em velocidade. Já na intermediária adversária, Paquetá domina e enfia para Dourado na área. O goleiro Jory sai do gol e derruba o centroavante do Fla.

O árbitro apontou para o tiro de meta, e ouve princípio de tulmulto entre os jogadores. Depois de consultar o juiz de linha, o árbitro marcou pênalti. Dourado cobrou e ampliou a vantagem rubro-negra: 2 a 0.

O América quase surpreende aos 43. Aylon avançou pela intermediária e soltou uma bomba de longe. Renê tentou cortar mas a bola subiu e acertou o travessão de Júlio César, que se esticou todo para tentar a defesa.

O Flamengo voltou sem modificações para o segundo tempo, já o Coelho foi com Marquinhos no lugar de Luan. Os mineiros retornaram com o propósito de reagir e deram trabalho. A despedida de Júlio César foi de muita ação por parte do veterano.

Os primeiros 20 minutos foram de pressão do América. O Flamengo, mais lento, não conseguia criar jogadas e dava espaço para o adversário chegar. Aos 7, o lateral Carlinhos levantou na área e Rafael Moura subiu mais que a zaga para acertar bela cabeçada. Júlio César faz grande defesa e salva o Flamengo.

A mesma jogada se repetiu aos 10. Carlinhos cruzou, mas desta vez foi Serginho quem cabeceou. A bola foi pela linha de fundo.

O Flamnego respondeu aos 12 na cobrança de escanteio pela direita. Paquetá cobrou, Arão desviou de cabeça e Réver tentou a conclusão, mas a bola subiu e saiu por cima do travessão.

O América voltou a carga dois minutos depois. Marquinhos cruzou da direita e levantou no segundo pau. Depois de um bate rebate, a bola sobrou para Juninho livre no meio da área. Ele tenta a conclusão, mas manda para fora.

A equipe carioca foi se rencontrando em campo e deixou de passar sufoco. Aos 23, Arão recebe de Geuvânio na direita e é derrubado. Falta que Paquetá cobrou direto e Jory defendeu.

O Flamengo mostrou desgaste no final da partida e o técnico Maurício Barbieri fez várias substituições. O primeiro a sair foi Vinícius Jr. para a entrada do volante Jonas, que teve a missão de fechar o lado esquerdo da defesa.

Na sequência, saíram Geuvânio, para a entrada de Marlos, e depois Paquetá, para a entrada de Jean Lucas. Júlio César, mesmo com cãibras, não deixou o campo e brilhou com mais defesas importantas e teve seu nome gritado pela torcida.

Aos 40, defendeu chute de Serginho de fora da área. No minuto seguinte, escanteio de direita e Juninho acertou o cabeceio e novamente Júlio César fez grande defesa para garantir o placar.

Após o apito final, com a torcida vibrando muito, o goleiro deu a volta olímpica no Maracanã.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 2 X 0 AMÉRICA-MG

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 21 de abril de 2018 (Sábado)
Horário: 19h(de Brasília)
Público: 52.106 (47.175 pagantes)
Renda: R$ 1.641.395,00
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Daniel Luis Marques (SP)
Cartões amarelos: Geuvânio (Fla); Rafael Lima (América)
Gols:
FLAMENGO: Henrique Dourado, aos 28, e aos 35 min do 1º tempo

FLAMENGO: Júlio César, Rodinei, Réver, Léo Duarte e Renê; Gustavo Cuéllar, Willian Arão, Lucas Paquetá (Jean Lucas), Geuvânio (Marlos) e Vinicius Júnior (Jonas); Henrique Dourado
Técnico: Maurício Barbieri

AMÉRICA: Jory, Norberto, Messias, Rafael Lima e Carlinhos; Christian (Leandro Donizete), Juninho e Serginho; Luan (Marquinhos), Aylon (Capixaba) e Rafael Moura
Técnico: Enderson Moreira

 

Gazeta Esportiva

O Santos conseguiu suportar uma forte pressão do Bahia no primeiro tempo, quando Vanderlei e a trave salvaram o time da Baixada Santista, mas acabou pagando caro por não aproveitar as chances claras em contra-ataques na etapa final do confronto com o Bahia na noite desse sábado. No último lance da partida, aos 49 minutos, a defesa santista se perdeu em cobrança de escanteio e Junior Brumado garantiu a vitória do tricolor por 1 a 0 na Fonte Nova, em Salvador, onde os santistas não sabem o que é triunfar desde 2003.

O resultado interrompe a série de três vitórias seguidas da equipe de Jair Ventura e impede que o Alvinegro Praiano alcance a liderança provisória do Campeonato Brasileiro após duas rodadas. Por enquanto, o Peixe fica na quinta posição, com três pontos. O Bahia se recupera da derrota na estreia, mas ocupa a nona posição neste momento.

A partida também marcou o retorno de Bruno Henrique aos gramados. O atacante se lesionou em janeiro, logo em sua primeira partida na temporada. Desde então, lutou contra uma lesão na retina de seu olho. Por outro lado, Gabriel, mais uma vez titular, chegou ao oitavo jogo sem balançar as redes pelo Santos.

O Bahia chegou à vitória depois de cobrança de escanteio de Allione, toque de Elton e gol de Brumado (Foto: Felipe Oliveira / ECB)

Apesar de uma escalação de certa forma ofensiva no papel, o Santos decepcionou seu torcedor no primeiro tempo. Os primeiros 25 minutos de jogo foram de pressão total dos donos da casa. O Peixe se viu encurralado e sem posse de bola.

Vanderlei precisou aparecer com uma grande defesa logo aos quatro minutos. Pouco depois, Elton chegou a balançar as redes, mas cometeu falta em Alison e o lance foi anulado, o que não tirou o ímpeto dos tricolores. Aos oito minutos, Vanderlei pegou, no contrapé, chute de Nino Paraíba. No rebote, Edigar Junior mandou na trave.

O Santos dependia exclusivamente dos lampejos de Rodrygo. O jovem se apresentava como único jogador de ataque do Peixe a dar trabalho aos seus marcados. E dos pés dele por muito pouco o Santos não abriu o placar aos 22, depois de drible desconcertante e tabela com Gabriel.

Mas foi só. Apesar do Bahia aos poucos diminuir o ritmo de forma natural, os tricolores seguiram até o intervalo com o comando das ações, enquanto os visitantes limitaram-se a se defender com muita eficiência.

O panorama não mudou depois do intervalo. No primeiro minuto de boal rolando, novamente Vanderlei teve de mostrar toda sua agilidade em chute rasante de Zé Rafael.

Demorou, mas o Santos cresceu na partida após os dez minutos. Jair Ventura conseguiu organizar sua equipe de uma forma que o Bahia até continuou com o domínio das ações, mas o alvinegro passou a ser perigoso nos contra-ataques.

Rodrygo, Gabriel tiveram oportunidades claras, mas falharam na pontaria. Do outro lado, Zé Rafael seguindo sendo o jogador mais incisivo dos mandantes, mas Vanderlei parecia uma parede no gol.

O jogo ficou tenso do lado de fora. O Árbitro Claudio Francisco Lima e Silva acabou expulsando o técnico Guto Ferreira e o auxiliar de Jair Ventura. Mesmo assim, as duas comissões técnicas apostaram nos jogadores oriundos do banco de reservas em busca do gol da vitória.

O destaque ficou por conta de Bruno Henrique, que não atuava desde janeiro por causa de uma lesão na retina do olho. Os santistas que compareceram a Fonte Nova só não aprovaram a saída de Rodrygo. Vaias também puderam ser ouvidas quando o Bahia decidiu trocar Zé Rafael por Allione.

Com as mexidas, o jogo ficou franco, imprevisível e emocionante em seus minutos finais. O Santos desperdiçou dois contragolpes e pagou caro. No último segundo de jogo, o Bahia chegou ao gol da vitória. Allione cobrou escanteio baixo, Elton tocou de calcanhar e Junior Brumado escorou, à queima roupa com Vanderlei, para o fundo do gol.

Na próxima rodada, o Bahia tem nova oportunidade em casa no domingo, diante do Atlético-PR, às 16 horas. Já o Santos, como teve seu duelo com o Vasco adiado, só volta a atuar pelo nacional por pontos corridos contra o Grêmio, dia 6 de maio, em Porto Alegre, em jogo válido pela quarta rodada. Antes, o alvinegro terá o Estudiantes na Vila, na próxima terça, e o Nacional, no Uruguai, dia 1º maio, pela Copa Libertadores da América.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 1 X 0 SANTOS

Data: 21 de abril de 2018, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva (SE)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios e Ailton Farias da Silva (SE)
Cartões amarelos: Douglas, Nino Paraíba, Régis, Marco Antônio (Bahia); David Braz, Léo Cittadini, Dodô (Santos)
Público: 15.588 pagantes / 15.875 total
Renda: R$ 317.748,00

GOL:
Bahia: Junior Brumado, aos 49 minutos do 2T

BAHIA: Douglas, Nino Paraíba, Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Gregore e Elton; Zé Rafael (Allione), Vinícius (Régis) e Marco Antônio (Brumado); Edigar Junio.
Técnico: Guto Ferreira

SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini (Diego Pituca) e Jean Mota; Eduardo Sasha (Arthur Gomes), Rodrygo (Bruno Henrique) e Gabigol
Técnico: Jair Ventura

 

 

Gazeta Esportiva

 

A situação do Vasco na Libertadores ficou complicada nesta quinta-feira após a equipe ser goleada por 4 a 0 pelo Racing-ARG, em Avellaneda. Com o resultado, os argentinos se isolaram na liderança do grupo 5, com sete pontos. Os cruzmaltinos, com apenas um, estão na lanterna.

O Vasco até criou algumas chances de gol quando a partida estava empatada. No entanto, os vascaínos sofreram com o ataque argentino, que marcou duas vezes em cada tempo. Na etapa inicial, Centurión e Lautaro Martínez abriram vantagem para o donos da casa, que ainda desperdiçaram dois pênaltis com Lisandro López em defesas de Martín Silva. No segundo tempo, Zaracho e Lisandro López, na terceira cobrança de penalidade máxima, decretaram a vitória.

As duas equipes voltam a se encontrar na próxima quinta-feira, desta vez em São Januário. Para o Vasco, somente a vitória interessa para se manter vivo por uma vaga nas oitavas de final da Libertadores.

O jogo – A partida começou equilibrada, com o Vasco em busca do ataque, sem deixar o Racing pressionar nos primeiros minutos. No entanto, os donos da casa tiveram duas chances de abrir o placar aos seis minutos. Primeiro, Donatti aproveitou cobrança de escanteio e finalizou para grande defesa de Martín Silva. Em seguida, foi a vez de Centurión fazer boa jogada e chutar para nova defesa do goleiro cruzmaltino.

O Vasco não se intimidou com os lances e quase marcou aos oito minutos. Wagner lançou Wellington na área, mas o volante chutou pela linha de fundo. Só que a resposta do Racing veio dois minutos depois. Saravia foi derrubado por Evander na área e o árbitro marcou pênalti. No entanto, Lisandro López cobrou forte no meio e viu Martín Silva defender a penalidade.

Depois do pênalti desperdiçado, o Racing aumentou a pressão em busca do gol. O Vasco passou a se segurar na defesa e pouco avançava ao ataque. Os donos da casa tiveram nova chance aos 21 minutos. Após cobrança de escanteio ensaiada, Soto ficou com a bola fora da área, mas chutou por cima do travessão.

Aos poucos, o Vasco conseguiu melhorar a marcação e criou boa chance aos 26 minutos. Andrés Rios achou Wellington na área. O volante ficou de frente para Musso e devolveu para o atacante. Só que a zaga conseguiu desviar a bola, que foi pela linha de fundo. O lance animou os cariocas, que voltaram a assustar nos minutos seguintes. Primeiro, Wagner furou na área após cruzamento de Henrique. Depois, Evander arriscou de longe e quase acertou o gol argentino.

Quando o Vasco era melhor na partida, o Racing abriu o placar, aos 32 minutos. Lisandro López achou Centurión livre na área e o meia chutou cruzado, sem chance para Martín Silva.

O revés foi sentido pelos cruzmaltinos, que voltaram a sofrer com a pressão do Racing. Os donos da casa aproveitaram o abatimento do Vasco para chegar ao segundo gol aos 38 minutos. Centurión cruzou rasteiro para Lautaro Martínez finalizar para a rede.

Com boa vantagem, o Racing diminuiu o ritmo e permitiu ao Vasco tentar o ataque nos minutos finais. No entanto, os argentinos tiveram a chance de fazer o terceiro já nos acréscimos, quando Erazo derrubou Lautaro Martínez na área. O árbitro marcou novamente o pênalti, que Lisandro López foi para a cobrança e mais uma vez parou em defesa de Martín Silva no último lance antes do intervalo.

No segundo tempo, o Racing continuou tendo mais posse de bola. Os donos da casa quase marcaram logo aos três minutos, com Donatti, mas o zagueiro cabeceou sobre o travessão. Só que aos seis, os argentinos chegaram ao terceiro. Zaracho fez grande jogada individual, passou por Martín Silva e tocou para a rede.

O Vasco só conseguiu criar sua primeira boa chance aos oito minutos. Desábato arriscou de longe e quase surpreendeu Musso. Enquanto os cruzmaltinos sofriam o Racing chegava com facilidade e não demorou para marcar o quatro. Wagner deixou o braço em Saravia na área e o árbitro marcou novo pênalti. Lisandro López foi para a cobrança pela terceira vez e colocou na rede. Martín Silva ainda acertou o canto.

Com a goleia consolidada, o jogo caiu em rendimento. O Vasco não tinha força para buscar diminuir a desvantagem enquanto que o Racing passou a tocar mais a bola. Mesmo assim, os donos da casa quase marcaram o quinto aos 34 minutos. Após boa troca de passes pela esquerda, Soto cruzou para Zaracho cabecear na trave.

Nos minutos finais, os cruzmaltinos tiveram mais posse de bola, mas não acomodaram Musso. O Racing apenas administrou o resultado até o fim.

FICHA TÉCNICA
RACING-ARG 4 X 0 VASCO-BRA

Local: Estádio Presidente Perón, em Avellaneda (Argentina)
Data: 19 de abril de 2018 (Quinta-feira)
Horário: 19h15(de Brasília)
Árbitro: Ulises Mereles (Paraguai)
Assistentes: Milciades Saldivar (Paraguai) e Roberto Cañete (Paraguai)
Cartões amarelos: Sigali (Racing); Fabrício, Wellington, Andrés Rios e Wagner (Vasco)
GOLS
RACING: Centurión, aos 32min do primeiro tempo; Lautaro Martínez, aos 38min do primeiro tempo; Zaracho, aos 6min do segundo tempo; Lisandro López, aos 15min do segundo tempo

RACING: Juan Musso, Renzo Saravia, Alejandro Donatti, Leonardo Sigali (Miguel Barbieri) e Alexis Soto; Nery Domínguez, Matías Zaracho, Augusto Solari, Ricardo Centurión (Marcelo Meli) e Lisandro López; Lautaro Martínez (Brian Mansilla)
Técnico: Eduardo Coudet

VASCO: Martín Silva, Yago Pikachu, Paulão, Frickson Erazo e Henrique; Bruno Silva (Caio Monteiro), Leandro Desábato, Wellington, Evander (Rildo) e Wágner; Andrés Rios
Técnico: Zé Ricardo

 

 

gazeta esportiva

O Vitória segue vivo na Copa do Brasil. Na chuvosa noite desta quinta-feira, uma semana e um dia após perder para o Internacional por 2 a 1 no Beira-Rio, o time baiano reviu o adversário no Barradão e ganhou por 1 a 0, com gol de pênalti de Neílton. Em novas cobranças da marca da cal, levou a melhor outra vez, com triunfo por 4 a 3, e assegurou presença nas oitavas de final. Nico López e Gabriel Dias desperdiçaram os seus chutes pelos visitantes.

O próximo adversário do Vitória no torneio nacional de mata-mata será definido na sexta-feira, em sorteio realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. Os times classificados na quarta fase se juntarão aos clubes que disputam a Copa Libertadores da América e aos campeões de 2017 da Copa Verde, da Copa do Nordeste e da Série B do Campeonato Brasileiro.

Antes da sequência da Copa do Brasil, o Vitória terá que se preocupar com o Campeonato Brasileiro. Enfrentará o Atlético-MG, no Independência, no domingo. No mesmo dia, o Inter tentará se reabilitar da eliminação contra o Palmeiras, no Pacaembu.

O jogo – Precisando reverter a derrota sofrida no Beira-Rio, o Vitória ficou mais tempo com a bola nos pés já nos primeiros minutos de partida, mas sem ser efetivo. Do lado do Internacional, a intenção era suportar a pressão inicial do time mandante e, quando possível, dar trabalho ao goleiro Caíque.

O ídolo D’Alessandro não conseguiu fazer a diferença para o Inter no Barradão (foto: Ricardo Duarte/Internacional)

Atrapalhado, o Vitória colaborava com a missão dos visitantes. Aos dez minutos, Yago, Uillian Correia e Rhayner protagonizaram um lance bizarro em cobrança de falta. O primeiro rolou a bola, e os outros dois hesitaram. Diante da indecisão, D’Alessandro fez o desarme para o Internacional.

Aos 34 minutos, o Vitória assustou, de fato, o Inter. Rhayner foi acionado na direita e rolou a bola para a área. A zaga colorada não conseguiu cortar e viu Denilson aparecer, girar na frente da marcação e chutar com desvio para fora.

Já no final da primeira etapa, o jogo ficou movimentado. Neílton tentou envolver o Inter à base da velocidade, e Nico López respondeu para o Inter com uma finalização forte após um desarme de William Pottker. A bola passou perto do gol.

Logo no princípio do segundo tempo, o Inter colocou um sorriso nos rostos dos seus torcedores com um chapéu de Víctor Cuesta, que ainda tentou o segundo, mas não deu sequência à jogada. As maiores preocupações do argentino, contudo, eram defensivas.

Jogando a sua sobrevivência na Copa do Brasil, o Vitória partiu para cima do Inter. Aos seis minutos, Rhayner parou em uma boa defesa de Marcelo Lomba. Aos 20, Denilson desviou um cruzamento da esquerda de Yago e acertou a trave, na melhor chance de gol da partida até então.

Vagner Mancini decidiu mexer novamente na sua equipe – já havia trocado Rodrigo Andrade por José Welison na etapa inicial. Primeiro, colocou Nickson na vaga de Willian Farias. Depois, substituiu Yago por Guilherme Costa. No Inter, que voltara do intervalo com Rodrigo Moledo no lugar de Klaus, Marcinho ocupou o posto de William Pottker.

O Vitória levou a melhor depois das mudanças. Aos 34 minutos, Denilson se chocou com Iago dentro da área, e o árbitro Rafael Traci assinalou o pênalti. Sem dar importância à indignação dos jogadores do Inter, Neílton se apresentou para a cobrança, deslocou Marcelo Lomba e converteu.

Caíque deixou o campo como herói após defender os pênaltis de Nico López e Gabriel Dias (foto: Maurícia da Matta/Vitória)

Antes de novos pênaltis, o Vitória quase sofreu uma baixa. Denilson se encontrou com Marcinho e, com dores na cabeça, deixou o gramado chorando. Ainda assim, retornou a partida para ajudar a equipe baiana nos acréscimos e na decisão que viria.

Nas penalidades, o Internacional colocou a bola na rede com Camilo, Fabiano e Patrick, mas lamentou os erros de Nico López e Gabriel Dias. Para o Vitória, que só desperdiçou com Nickson, o triunfo veio com gols de Denilson, Uillian Correira, José Welison e Neílton.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 (4) X (3) 0 INTERNACIONAL

Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 19 de abril de 2018, quinta-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Pedro Martinelli Christino (PR)
Público: 5.878 pagantes (total de 5.986)
Renda: R$ 58.939,00
Cartões amarelos: Uillian Correia e Rhayner (Vitória); Patrick, William Pottker, D’Alessandro e Iago (Internacional)
Gol: VITÓRIA: Neílton, aos 35 minutos do segundo tempo

VITÓRIA: Caíque; Rodrigo Andrade (José Welison), Kanu, Ramon e Juninho; Willian Farias (Nickson), Uillian Correia, Yago (Guilherme Costa), Neílton e Rhayner; Denilson
Técnico: Vagner Mancini

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Fabiano, Rodrigo Moledo (Klaus), Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Gabriel Dias, Nico López, D’Alessandro (Camilo) e Patrick; William Pottker (Marcinho)
Técnico: Odair Hellmann

 

gazeta esportiva

A campanha do Cruzeiro na Libertadores até o momento não é boa: apenas dois pontos em nove disputados. A vitória na noite desta quinta-feira, contra a Universidad de Chile, em Santiago, era fundamental, mas o zero insistiu em ficar no placar e complicar a vida celeste.

O Cruzeiro fica na terceira colocação do grupo 5, com dois pontos conquistados. O líder isolado é o Racing, com sete pontos, e a La U está na vice-liderança, com cinco tentos.

A Raposa enfrenta a La U na próxima semana, no Mineirão, pela 4ª rodada e precisará melhorar muito sua campanha para conseguir sonhar em uma classificação sem riscos.

Primeiro tempo

A etapa inicial se mostrou bastante pragmática, sobretudo, analisando a necessidade do clube brasileiro. Ao Cruzeiro, com apenas um ponto anotado até este momento, apenas a vitória interessava. O empate ou derrota eram resultados ruins, que atrapalhariam as possibilidades no futebol.

No entanto, diante de seus homens de frente no departamento médico, o técnico Mano Menezes precisou optar por uma escalação sem atacantes. O falso 9 seria utilizado no jogo, mas não era possível perceber exatamente como funcionaria.

Após a bola rolar foi possível entender que a escalação com três volantes seria para Mancuello ficar mais livre como terceiro homem de meio campo, responsável por ligar a defesa ao ataque e Thiago Neves mais Arrascaeta como os atacantes. Desta forma, mesmo sem um atacante de ofício, a formação foi o 4-4-2, com suas variações.

O Cruzeiro encontrou bastante dificuldades no meio campo. A equipe não conseguia triangular e achar boas jogadas. Com isso, apenas uma chance clara foi conquistada na etapa inicial, com um chute de fora da área do volante Lucas Silva. No entanto, o Universidad de Chile também tinha problemas para agredir a Raposa e também não criou tanto, mas, também, uma chance.

O destaque negativo do clube mineiro no primeiro tempo foi o meia Thiago Neves. Tudo que tentou errou.

Segundo tempo

O Cruzeiro voltou do intervalo com outra postura. No entanto, a escalação era a mesma. Era claro que o técnico Mano Menezes precisava de alterações no comando de frente para conseguir outros resultados.

O jogo ficava bastante travado no meio campo. O reflexo exato do que foi o primeiro tempo. O jogo com muita postura física e pouca técnica, sem grandes chances.

Após os 20 minutos o Cruzeiro conseguiu ficar mais intenso. O time azul chegou em duas oportunidades com muito perigo, uma com Rafinha e outra com Arrascaeta. A bola do uruguaio chegou a pegar no pé da trave.

O técnico Mano Menezes fez alterações na equipe. Mandou Cabral, Robinho e Sassá para o campo, em busca de seguir com intensidade.

No caso do ataque, a expectativa era aproveitar as chances dadas pela La U, que não se comportava bem defensivamente e, por buscar muito o ataque, sofria nos contra-ataques.

Aos 41 a Raposa quase conseguiu o primeiro gol. Em uma chegada muito rápida, Sassá deixa para Robinho e o meia coloca Thiago Neves em boas condições. A finalização tirou tinta da trave.

FICHA TÉCNICA
UNIVERSIDAD DE CHILE X CRUZEIRO

Local: Estádio Nacional Júlio Martínez, Santiago
Data: 19 de abril de 2018 (Quinta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Victor Carrillo (Peru)

Cartões: Lucas Silva, Dedé (Cruzeiro); Reyes, Vilches (La U)

UNIVERSIDAD DE CHILE – Herrera; Vilchez, Echeverría, Contreras (Guerra), Matías Rodríguez (Schultz), Reyes, Pizarro, Monzón, Araos, Soteldo, Pinilla.
Técnico: Guillermo Hoyos

CRUZEIRO: Fábio; Edílson, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Lucas Silva (Ariel Cabral), Mancuello (Robinho), Rafinha e Thiago Neves; Arrascaeta (Sassá).
Técnico: Mano Menezes

 

 

gazeta esportiva

 

O São Paulo, vice-campeão em 2000, viu o sonho de conquistar o inédito título da Copa do Brasil em 2018 acabar durante a noite desta quinta-feira, deixando o Morumbi vaiado. Após abrir 2 a 0 ainda no primeiro tempo, o Tricolor cedeu o empate ao Atlético-PR por 2 a 2 e deixou a classificação escapar de suas mãos, sendo eliminado pelo segundo ano consecutivo na quarta fase da Copa do Brasil.

Com o resultado, o placar agregado do confronto terminou em 3 a 2 para o Furacão, que venceu o jogo de ida por 2 a 1, na Arena da Baixada. Agora, São Paulo agora foca no Campeonato Brasileiro e na Copa Sul-Americana, competições que lhe restam na temporada. O seu próximo compromisso será o duelo com o Ceará, neste domingo, às 16 horas (de Brasília), pela segunda rodada da Série A.

Já o Furacão conhecerá seu adversário nas oitavas de final da Copa do Brasil em sorteio a ser realizado na manhã desta sexta-feira, na sede da CBF, no Rio de Janeiro. Entre seus possíveis rivais estão todos os clubes que disputam a Libertadores – Palmeiras, Corinthians, Santos, Grêmio, Vasco, Cruzeiro e Flamengo. Pelo Brasileirão, o clube paranaense volta a campo no domingo, às 19 horas, para enfrentar o Grêmio, em Porto Alegre.

O Jogo – Empurrado por mais de 27 mil pessoas, o São Paulo começou pressionando e criou a sua primeira grande chance de gol logo aos cinco minutos do primeiro tempo. Régis cruzou da direita e encontrou Valdívia livre na segunda trave. O meia-atacante ajeitou de cabeça para Petros que, da entrada da pequena área, pegou mal na bola e mandou para fora.

Apesar de ter mais posse, como é de praxe nos times de Fernando Diniz, os visitantes não conseguiam ameaçar a meta de Sidão. O Tricolor, por sua vez, aproveitou para abrir o placar com um golaço. Aos 25 minutos, Nenê recebeu na área e, pressionado pelo zagueiro, tocou para trás, de calcanhar. A bola foi para Valdívia, que girou sobre o marcador e bateu forte no ângulo, sem chances para o goleiro Santos.

Melhor na partida, o time da casa não diminuiu o ímpeto e ampliou a sua vantagem aos 34 minutos, quando Nenê arriscou chute da intermediária e contou com desvio de Thiago Heleno, deixando o arqueiro rival ‘vendido’ no lance.

Com esse resultado, o São Paulo já eliminava a necessidade da disputa por pênaltis. O Furacão, contudo, diminuiu o prejuízo ainda antes do intervalo, graças ao pênalti cometido por Liziero, que encostou a mão na bola ao dar um carrinho dentro da área. Na cobrança, Guilherme deslocou Sidão e recolocou os paranaenses na disputa.

O gol animou o Atlético-PR, que voltou com uma postura mais agressiva para a etapa complementar. Tanto que, aos cinco minutos, empatou a partida após Pablo tabela pela esquerda e cruzar rasteiro para Matheus Rossetto só empurrar para a rede, recuperando a vantagem do Furacão.

Em mais uma falha de posicionamento da zaga tricolor, a equipe rubro-negra quase conseguiu a virada pouco depois. Após cruzamento de Rossetto pela direita, Carleto apareceu livre do outro lado. O meia bateu de primeira e carimbou a trave direita de Sidão, deixando a torcida ainda mais apreensiva no Morumbi.

Diego Aguirre, então, sacou o apagado Tréllez para a entrada de Diego Souza. E o São Paulo melhorou. Em sua primeira ação no jogo, o camisa 9 partiu em velocidade pelo meio e acionou Nenê na direita. O meia cortou para o meia e bateu com efeito, exigindo grande defesa de Santos, que mandou para escanteio com a ponta dos dedos.

Em sua última cartada, o treinador uruguaio colocou Cueva e Lucas Fernandes nas vagas de Valdívia e Petros. O São Paulo tentou pressionar na base do abafa, mas os visitantes se seguraram bem, garantiram o empate e se classificaram às oitavas de final da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 2 ATLÉTICO-PR

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 19 de abril de 2018, quinta-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Correa e Thiago Henrique Neto (ambos do RJ)
Público: 27.812 torcedores
Renda: R$ 850.813,00
Cartão Amarelo: Lucho González, Pavez e Guilherme (Atlético-PR)
Cartão Vermelho: –
Gols:
SÃO PAULO: Valdívia, aos 25, e Nenê, aos 34 minutos do primeiro tempo
ATLÉTICO-PR: Guilherme, aos 40 minutos do primeiro tempo, e Matheus Rossetto, aos cinco minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Sidão; Éder Militão, Arboleda e Rodrigo Caio; Régis, Jucilei, Petros (Lucas Fernandes), Valdívia (Cueva) e Liziero; Nenê e Tréllez (Diego Souza)
Técnico: Diego Aguirre

ATLÉTICO-PR: Santos; Pavez (Zé Ivaldo), Paulo André e Thiago Heleno; Matheus Rossetto (Deivid), Camacho, Lucho González e Carleto; Nikão, Guilherme e Pablo
Técnico: Fernando Diniz

 

 

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Apesar de ter sido um duelo contra um time da quarta divisão do futebol brasileiro, além de ter vencido o primeiro jogo por 4 a 0, o Atlético sofreu para se classificar para as oitavas de final da Copa do Brasil. Em duelo na noite desta quarta-feira, no Castelão, o Galo empatou por 2 a 2 com o Ferroviário, e precisou usar o placar do primeiro jogo para avançar.

O Atlético entrou com o time reserva em campo. O técnico Thiago Larghi decidiu que seus titulares precisavam descansar. No entanto, a tranquilidade que a partida parecia ter não aconteceu. O Ferroviário buscou o ataque e, jogando melhor, marcou 2 a 0 no primeiro tempo. O Galo que fez uma etapa inicial abaixo da crítica, porém, voltou melhor e conseguiu um tento com Roger Guedes e Gustavo Blanco.

O Galo agora se prepara para enfrentar o Vitória, no domingo, às 16h (de Brasília)

Primeiro tempo

Aproveitando a vantagem conquistada no primeiro jogo, com a vitória por 4 a 0 no Independência, o técnico Thiago Larghi decidiu descansar seus jogadores para o Campeonato Brasileiro. Escalou a equipe inteira reserva.

E não funcionou. Os primeiros minutos mostraram que a equipe reserva teria momentos complicados pela frente. Parte dos jogadores estavam completamente sem ritmo de jogo outros tinha deficiências técnicas que impediam o bom andamento da partida.

O Atlético não conseguia sair para o ataque. O meio campo era desorganizado e o armador, Thomás Andrade, estava muito desligado do jogo, dando apenas passes para trás.

Se a armação de jogadas do Galo estava péssima, a defesa também não era boa. Na esquerda, Lucas Cândido jogava improvisado após mais de um ano afastado dos gramados. Na defesa, Felipe Santana seguia com os erros antigos.

Aos 24 minutos, após cruzamento da direitar, Esquerdinha apareceu na área para colocar dentro das redes do goleiro Victor.

Após os 27 minutos, o Atlético conseguiu passar a ser mais agressivo. Um dos responsáveis por isso foi justamente o atacante Roger Guedes. Ele passou a puxar os contra-ataques pelas pontas e tentar jogo pelo meio. Diante da fraca noite atleticana, era o bastante.

Duas oportunidades foram criadas, ambas com Alerrandro, as duas saíram por cima do gol.

Se o Galo não queria, o Ferroviário queria. Aos 37, em cruzamento na área, a defesa tirou, mas no rebote um novo cruzamento. Este segundo pegou a defesa preto e branca sem reação e Mazinho, de cabeça, colocou dentro das redes.

Segundo tempo

O técnico Thiago Larghi observou os erros da etapa inicial e fez alterações. Na frente, tirou Thomas Andrade para colocar Luan e na defesa mandou para o banco Felipe Santana e Gabriel entrou para a partida.

Com uma consistência defensiva maior, o Galo passou a ficar mais no ataque. A equipe já conseguia trocar mais passes, sobretudo aproveitando a entrada de Luan.

Aos 5 minutos o Galo empatou. Alerrandro deixou a bola para Roger Guedes e o atacante chutou forte para diminuir a diferença.

Aos 15, o Galo conseguiu novamente chegar com bastante perigo. Após ótima jogada de Gustavo Blanco, Erik cruzou e Alerrandro finalizou. A zaga tirou em cima da linha.

O Galo seguia com a bola no ataque. Trocava passes, fazia o tempo passar, tentava criar, mas não levava tantos sustos como na etapa inicial.

Aos 28, o Galo conseguiu o empate. Em boa jogada trabalhada, Gustavo Blanco apareceu como elemento surpresa e colocou para dentro, dando números finais ao confronto.

FICHA TÉCNICA
FERROVIÁRIO 2 X 2 ATLÉTICO

Local: Estádio Castelão, Fortaleza (CE)
Data: 18de Abril de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Pathirce Wallace Corrêa Maia (RJ)
Auxiliar: Michel Correia (RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ)

Gols: Esquerdinha, aos 24 minutos do primeiro tempo, Mazinho, aos 37 minutos do primeiro tempo (Ferroviário); Roger Guedes, aos 5 minutos do segundo tempo, Gustavo Blanco, aos 28 minutos (Atlético)
Cartões: Lucas Leanderson, Esquerdinha (Ferroviário); Samuel Xavier, Lucas Cândido

FERROVIÁRIO – Léo; André Lima, Eradir, Luis Fernando, Lucas, Mazinho, Leanderson, Janeudo, Esquerdinha, Sábio (Rafal Guedes), Luis Soares (Valdeci)
Técnico: Ademir Fonseca.

ATLÉTICO–MG: Victor; Samuel Xavier, Bremer, Felipe Sanrtana (Gabriel), Lucas Cândido, Gustavo Blanco (Yago); Arouca, Thomas Andrade, Alerrandro.
Técnico: Thiago Larghi

 

 

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