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O Corinthians contou mais uma vez com um Romero inspirado para quebrar um dos poucos tabus negativos da Arena Corinthians. Triunfante pelo placar de 1 a 0, construído com uma cabeçada do paraguaio ainda no primeiro tempo, o Timão venceu a Chapecoense pela primeira vez no seu estádio após quatro duelos. De quebra, o Timão ainda leva a vantagem de poder empatar o o jogo em Chapecó para assegurar uma vaga na semifinal da Copa do Brasil.

O embate de volta está marcado para o dia 15 deste mês, daqui duas semanas, e será realizado na Arena Condá, às 21h45 (de Brasília). Antes disso, no entanto, os comandados de Osmar Loss terão pela frente a equipe do Atlético-PR, às 21h (de Brasília) do sábado, em Itaquera, enquanto a Chape segue em viagem, dessa vez para o Recife, onde, às 19h (de Brasília) do domingo, enfrenta o Sport.

Corinthians começa elétrico

Loss disse na entrevista concedida pré-jogo que os primeiros minutos de um jogo mata-mata normalmente são mais estudados, sem tantos riscos, mas o seu discurso não foi reproduzido no confronto da sua equipe com a Chape. Após uma pressão inicial, o Alvinegro saiu na frente ao mostrar uma virtude já conhecida dos últimos anos, cada vez mais característica também do trabalho do novo treinador.

Aos seis minutos, Cássio saiu bem em escanteio e ficou com a bola. O goleiro pediu alguém pela esquerda, mas não foi atendido, optando por um longo – e preciso – lançamento para Pedrinho. O canhoto dominou bem, cortou para o pé bom e cruzou na medida para Romero, que testou no canto de Jandrei para abrir o placar. Muita festa na Arena, principalmente para o arqueiro, celebrado por todo o banco de reservas.

O Timão seguiu melhor por cerca de 30 minutos, trocando passes rápidos e mantendo a Chape bem longe do seu gol. A vantagem poderia ter sido ampliada aos 25, quando Pedrinho recebeu na entrada da área e chutou forte, carimbando o travessão Pouco depois, Avelar recebeu do garoto dentro da área, mas acabou encaixotado pela marcação e não consegui dar seguimento a outro bom lance do ataque alvinegro.

Até então apenas assistindo os donos da casa, a Chape passou a se soltar aproveitando a velocidade de Eduardo pelo lado direito. Sem pensar muito nas jogadas, o lateral colocou na frente sempre que pôde e conseguiu faltas e escanteios. Em um deles, a bola foi desviada na primeira trave por Amaral, mas Wellington Paulista não alcançou para mandar ao gol. Um susto que os corintianos levaram consigo para o intervalo.

Chape melhora, mas tabu é quebrado

A volta para o segundo tempo mostrou uma Chape mais confiante na troca de passes e retendo a posse de bola. Gilson Kleina, aparentemente satisfeito com a postura da sua equipe e com a desvantagem mínima para o jogo da volta, ele ainda tirou de campo o meia Osman para colocar Márcio Araújo. O volante posicionou-se para dar mais segurança na entrada da área e liberar Elicarlos para o ataque.

Os catarinenses se soltaram para o ataque aos poucos enquanto o Timão parecia mais cansado. Com uma intensidade muito abaixo da demonstrada na primeira etapa, Loss deslocou Pedrinho para a função de centroavante, voltando Romero para a ponta direita. O paraguaio, como sempre, dobrou a marcação com Fagner e facilitou o trabalho de marcação pelos lados, grande trunfo da Chape até então.

Os visitantes, sem se exporem tanto, conseguiram alguns lances de perigo em flatas na entrada da área, ambas cometidas de forma infantil pelo volante Douglas. Bruno Pacheco, porém, não mostrou a mesma precisão do primeiro tempo e isolou os dois chutes a gol. O lance de maior perigo saiu dos pés de Eduardo, que arriscou da entrada da área e exigiu boa defesa de Cássio, espalmando para longe.

Loss procurou dar pernas mais descansadas ao seu ataque trocando todos menos Romero da linha de quatro atletas à frente. Foi do paraguaio, porém, quem continuou a ditar as ações na frente. Único que segurou a posse na frente, criou bom lance ao dar lindo passe para Sheik, que invadiu a área e bateu cruzado, mas para fora. Depois, nos acréscimos, Araos arrancou bem e exigiu boa defesa de Jandrei.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 0 CHAPECOENSE

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 1º de agosto de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Alessandro Alvaro Rocha de Matos
VAR: Pericles Bassols (principal), Bruno Boschilia e Dewson Freitas (apoio)
Público: 23.624 pagantes
Renda: R$ 931.506,17
Cartões amarelos: Douglas, Jadson e Marquinhos Gabriel (Corinthians); Amaral (Chapecoense)
Gols:
CORINTHIANS: Romero, aos seis minutos do primeiro tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel e Douglas; Romero, Pedrinho (Emerson Sheik), Jadson (Araos) e Mateus Vital (Marquinhos Gabriel)
Técnico: Osmar Loss

CHAPECOENSE: Jandrei; Eduardo, Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Elicarlos e Yann Rolim (Canteros); Wellington Paulista, Osman (Márcio Araújo) e Bruno Silva (Guilherme)
Técnico: Gilson Kleina  

 

 

Gazeta Esportiva

O Cruzeiro venceu o Santos por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Com o resultado fora de casa, a Raposa pode avançar à semifinal com um empate no dia 15, no Mineirão.

Na reestreia do técnico Cuca no Peixe, Mano Menezes mostrou que comanda uma equipe letal. O Cruzeiro não foi vistoso, mas ofereceu poucos espaços ao alvinegro e fez o gol da vitória no melhor momento dos donos da casa no segundo tempo, aos 35 minutos.

Dois minutos depois de Gabigol desperdiçar boa chance, Raniel recebeu na meia-lua, balançou para cima de David Braz e encontrou um espaço pelo meio das pernas do zagueiro. A bola foi no cantinho e venceu o goleiro Vanderlei. Nos instantes finais, não houve tempo de reação.

A decisão marcou o primeiro uso do VAR em competição de âmbito nacional no Brasil. Aos 21 minutos, o árbitro Wilton Pereira Sampaio consultou o vídeo e, 27 segundos depois, soube por meio do ponto eletrônico que Dedé não cometeu pênalti em Gabigol.

Cruzeiro, de Mano, vence o Santos na reestreia de Cuca (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O JOGO

As estratégias das duas equipes ficaram claras nos primeiros minutos: o Santos tentando manter a posse de bola e controlar o jogo até encontrar espaços para marcar. O Cruzeiro bem postado na defesa em busca de contra-ataques.

O Peixe teve bom início e acuou a Raposa, mas pecou, como de costume na temporada, no último passe. As jogadas começavam bem, porém, terminavam mal. E no melhor momento na partida, quando as brechas começaram a aparecer por volta dos 30 minutos, os visitantes foram inteligentes e esfriaram o jogo, fazendo cera e chamando atendimento médico.

Na sequência, o Cruzeiro teve as melhores chances do primeiro tempo: um chute de fora de Lucas Silva aos 34 minutos, espalmado por Vanderlei, e segundos depois, quando Arrascaeta recebeu quase na pequena área, mas o goleiro saiu bem nos pés do uruguaio.

Gabigol perdeu boa chance para o Santos (Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

VISITANTE LETAL

A tônica da partida se manteve na segunda etapa, mas o Cruzeiro passou a dividir a posse de bola e ter maior controle do jogo. Rodrygo, válvula de escape no primeiro tempo, sumiu. Bruno Henrique teve um ou outro lampejo, mas seguiu distante daquele de 2017.

Aos 21 minutos, o VAR foi acionado pela primeira vez em uma competição continental. Pelo ponto, o árbitro ouviu que Gabigol caiu na área, mas o zagueiro Dedé não cometeu pênalti. O intervalo foi de 27 segundos. 

O jogo ficou morno até uma boa substituição do técnico Cuca, aos 27 minutos, quando Daniel Guedes entrou no lugar de Renato, mal em campo, e Victor Ferraz foi para o meio-campo. O lado direito voltou a ficar forte e, pela esquerda, o Peixe teve sua melhor chance.

Dodô aproveitou rebote e levantou na área para Gabriel vir de trás e, sozinho, chutar de primeira para ótima defesa de Fabio aos 33 minutos. O Santos foi para cima, a torcida se levantou… E aí veio o castigo. Dois minutos depois, Raniel recebeu na meia-lua, deslocou David Braz e acertou o canto de Vanderlei.

Nos minutos finais, o alvinegro se lançou ao ataque, mas não teve forças para reagir. O Cruzeiro venceu e obteve ótima vantagem nas quartas de final da Copa do Brasil. A Raposa jogará por um empate para avançar à semifinal no dia 15, no Mineirão.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 0 X 1 CRUZEIRO

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 1º de agosto de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires
VAR: Bráulio Machado (principal), Helton Nunes e Marcelo de Lima Henrique (apoio)
Público e renda: 7.134/R$ 147.429,00
Cartões amarelos: SANTOS: Gabigol. CRUZEIRO: Henrique, Rafinha e Rafael Sóbis

GOL:
CRUZEIRO: Raniel, aos 35 do 2T.

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Renato (Daniel Guedes) e Diego Pituca (Copete); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Cuca

CRUZEIRO: Fábio, Romero, Léo, Dedé, Egídio, Henrique, Lucas Silva, Thiago Neves (Rafinha), Robinho (Rafael Sóbis), Arrascaeta e Barcos (Raniel)
Técnico: Mano Menezes

 

Gazeta Esportiva

O Corinthians abre nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na sua arena, as quartas de final da Copa do Brasil, caminho mais curto da equipe na busca por um título neste segundo semestre. Distante apenas seis jogos de uma conquista nacional, o Alvinegro recebe a Chapecoense para tentar abrir uma vantagem na luta por uma vaga na semifinal, que será concluída no dia 15 deste mês, na Arena Condá.

Embalado por duas vitórias consecutivas no Campeonato Brasileiro, o Timão também vai dar início a um mês decisivo para as suas pretensões em 2018. Além do embate pela copa nacional, o clube fechará o primeiro turno do torneio de pontos corridos e abrirá o mata-mata da Copa Libertadores da América, contra o Colo-Colo. Maratona que, de acordo com os atletas, não fará o clube modificar seu foco ou priorizar uma das competições.

“É o momento de virar a chave, né. Desligar a do Brasileiro e ligar a da Copa do Brasil, uma competição diferente, com menos jogos, precisa estar sempre atento. Qualquer partida abaixo pode prejudicar a gente”, explicou o meia Pedrinho, que deve ser mantido entre os titulares devido à ausência de Jonathas, machucado. Roger, o outro centroavante, não pode atuar no torneio por já ter defendido o Internacional nas fases anteriores.

Além da busca pelo título com um caminho mais curto neste segundo semestre, o Timão vai experimentar pela primeira vez um duelo apitado com auxílio do VAR (árbitro assistente de vídeo, em inglês). Com bastante repercussão na Copa do Mundo, a ferramenta foi elogiada pelo goleiro Cássio, que presenciou sua utilização durante o Mundial e acredita em um benefício grande pela implantação do auxílio aos árbitros.

“Vai ter menos erros, a gente vê infelizmente no futebol brasileiro ainda muitos erros. Vai ajudar os árbitros, na Copa foi positivo, vai ter momentos de interpretação, que nem o VAR vai resolver. Mas a gente não quer que ajude nem prejudique, queremos o correto. E acredito que o VAR vai ser para o bem”, projetou o arqueiro.

Do outro lado, a Chape chega para o duelo sem ter vencido nenhum dos jogos realizados após a parada da Copa do Mundo, com três empates e uma derrota, mas confiante na possibilidade de avançar no mata-mata. “Momento de superação. A equipe estava bem na partida contra o Grêmio. Levamos o gol cedo, mas tivemos uma atenção maior depois para empatar e tentar virar. A vitória não veio, mas o empate está de bom tamanho”, disse o volante Elicarlos.

O elenco chega um pouco desfalcado devido ao amistoso contra o Torino, a ser realizado também nesta quarta-feira, às 16h30 (de Brasília), na Itália. Ainda que tenha levado apenas alguns juvenis e poucos representantes do time de cima, o time catarinense perdeu opções como Alan Ruschel e Leandro Pereira para o embate. Por outro lado, o atacante Victor Andrade, regularizado na segunda-feira, é a novidade entre os relacionados.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS X CHAPECOENSE

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 1º de agosto de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Alessandro Alvaro Rocha de Matos
VAR: Pericles Bassols (principal), Bruno Boschilia e Dewson Freitas (apoio)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Pedro Henrique, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel (Léo Santos) e Douglas; Romero, Pedrinho, Jadson e Mateus Vital
Técnico: Osmar Loss

CHAPECOENSE: Jandrei; Eduardo, Nery Bareiro, Douglas e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Elicarlos e Yann Rolim; Wellington Paulista, Osman e Bruno Silva
Técnico: Gilson Kleina

 

Gazeta Esportiva

Começa nesta quarta-feira a "era VAR" no Brasil. O recurso do auxílio do árbitro de vídeo, que fez sucesso na Copa do Mundo, estará disponível nas quatro partidas das quartas de final da Copa do Brasil. O primeiro a contar com essa tecnologia será o jogo entre Santos e Cruzeiro, que começa mais cedo: às 19h30, na Vila Belmiro. Corinthians x Chapecoense (em SP) e Grêmio x Flamengo (no RS), ambos às 21h45, completam a rodada desta quarta. Bahia e Palmeiras se enfrentam quinta, às 19h15, em Salvador.

Vale lembrar que o VAR também estará disponível na Libertadores e na Sul-Americana, a partir das quartas de final. As oitavas, ainda sem esse recurso, começam na semana que vem (clique aqui para ver a tabela da Libertadores e aqui para a da Sul-Americana). As finais da Recopa, no ano que vem, também terão a tecnologia.

A participação do VAR se resume em quatro situações: 

  • Gols
  • Pênaltis
  • Cartão vermelho direto
  • Erro de identificação de jogadores na aplicação de cartões

 

 
 

O VAR foi testado em jogos como Corinthians x Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro, na semana passada, mas sem que o recurso fosse aplicado na prática. A ideia era testar a tecnologia de vídeo dentro de um estádio. 

 

 

Por GloboEsporte.com, São Paulo

 

 

Foto - Divulgação

Um clássico que colocará frente a frente duas das melhores equipes do futebol brasileiro na atualidade. Assim pode ser definido o confronto entre Grêmio e Flamengo, que se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS), pelo choque de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

Embalado pela vitória de 4 a 1 sobre o Sport, o Rubro-Negro segue na liderança do Campeonato Brasileiro. Já o Tricolor gaúcho, que também faz boa campanha apesar doempate por 1 a 1 com a Chapecoense fora de casa, é o atual campeão da Copa Libertadores e muito forte no quesito “time copeiro”.

Renato Gaúcho terá o retorno de Léo Moura, Cortez e Everton (Foto: Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Renato Gaúcho, treinador do Grêmio, entende que o desgaste dos times é um fator importante e que pode pesar nesta Copa do Brasil. “Existe realmente o desgaste, pois são muitas decisões pela frente, principalmente dos times envolvidos na Copa do Brasil, na Libertadores e no Brasileiro. Mas temos que olhar para a frente e lutar por um grande resultado em casa contra o Flamengo, o que é muito importante neste tipo de disputa”, destacou.

Maurício Barbieri, comandante do Flamengo, segue a mesma linha de raciocínio. “Vai ser mais uma decisão e o fator físico logicamente que é uma preocupação. A sequência é difícil, o próprio Renato frisou que os jogadores não são robôs. Pensamos do mesmo jeito. Temos que conseguir o equilíbrio neste jogo para superarmos isso”.

Os jogadores gremistas entendem que será preciso pressionar. “Jogando em casa precisamos de um resultado positivo contra o Flamengo, pois a partida de volta será no Rio de Janeiro e ainda mais complicado jogar lá”, disse o zagueiro Pedro Geromel.

Mas a pressão gremista parece não assustar tanto os flamenguistas. “Respeitamos o Grêmio, que é muito forte neste tipo de competição e sabemos que serão dois jogos muito complicados. Vamos ter que segurar o Grêmio no Sul. Mas, eles também têm que segurar o Flamengo. São duas grandes equipes. Há muito trabalho dos dois lados. Vai ser um grande jogo, não tenho dúvidas disso, uma disputa sadia”, pontuou Barbieri.

Maurício Barbieri ganhou novo reforço: Vitinho, que já treinou com a equipe (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Em termos de escalação o Grêmio terá força máxima. Isso porque os laterais Léo Moura e Cortez, poupados contra a Chapecoense por conta de desgaste muscular, estão à disposição, assim como Everton, recuperado de uma conjuntivite. A única dúvida de Renato Gaúcho está no ataque, onde André e Jael disputam posição.

Já o Flamengo não terá o atacante Paolo Guerrero, vetado com dores na parte posterior da coxa esquerda. Assim, o colombiano Fernando Uribe segue no posto. A grande atração é o atacante Vitinho, contratado junto ao CSKA e que vai ser relacionado, ficando no banco de reservas.

Na fase anterior o Flamengo eliminou a Ponte Preta ganhando fora de casa por 1 a 0 e depois administrando um sonolento empate sem gols. Já os gremistas foram mais eficientes contra o Goiás, fazendo 2 a 0 no Centro-Oeste e ganhando por 3 a 1 no Rio Grande do Sul. O duelo de volta entre Flamengo e Grêmio está programado para o dia 15 de agosto e será realizado no Maracanã, no Rio de Janeiro.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO X FLAMENGO

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 1 de agosto de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro de Campo: Raphael Claus – FIFA/SP – Cursos CBF 2017/18
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho – FIFA/TA e Marcelo Carvalho Van Gasse – FIFA/TA
VAR: Rafael Traci – Cursos CBF 2017/18,  Alex Ang Ribeiro – Cursos CBF 2017/18 e Luiz Flavio de Oliveira – FIFA/TA

GRÊMIO: Marcelo Grohe, Léo Moura, Pedro Geromel, Walter Kannemann e Cortez; Maicon, Cícero, Ramiro, Luan e Everton; André (Jael)
Técnico: Renato Gaúcho

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Léo Duarte, Réver e Renê; Gustavo Cuéllar, Lucas Paquetá, Diego, Everton Ribeiro e Marlos Moreno; Fernando Uribe
Técnico: Maurício Barbieri

 

Gazeta Esportiva

Na reestreia de Cuca, o Santos enfrentará o Cruzeiro nesta quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. O técnico teve rápida passagem pelo Peixe em 2008.

Cuca foi anunciado na segunda-feira e só teve um treino para ajustar a equipe, na terça. Apenas o aquecimento ficou aberto para a imprensa e há algumas dúvidas na escalação. Os desfalques certos são Lucas Veríssimo (lombalgia) e Eduardo Sasha (lesão muscular na coxa esquerda).

Na defesa, Gustavo Henrique e David Braz devem ser mantidos. No lugar de Sasha, que atuou como meia sob o comando do interino Serginho Chulapa diante de Flamengo e América-MG, há algumas opções: escalar Renato e adiantar Diego Pituca ou dar chance para um meia de origem: Léo Cittadini ou Jean Mota.

“Conversei com o Serginho (Chulapa), falei para ele tocar amanhã e ele disse para eu ir (risos). Conheço ele, vai estar junto me ajudando. É de extrema confiança e conhecedor também. Trocamos algumas ideias da equipe e o que vamos fazer. Não adianta eu ficar em cima vendo jogo, tem que ir. Se eu estou aqui, é para trabalhar. Estarei na beira do campo e já peço apoio. Não para mim, mas para os jogadores. É uma competição muito importante”, disse Cuca, na apresentação.

O Cruzeiro, em compensação, vai com força total para o duelo. As principais novidades estão no meio campo. Os meias Thiago Neves e Robinho estão de volta ao time azul. O técnico Mano Menezes, inclusive, confirmou os retornos, após a derrota por 2 a 0 para o São Paulo. Lucas Silva retorna após suspensão pelo terceiro cartão amarelo no Campeonato Brasileiro.

Robinho ficou fora diante do Tricolor devido ao desgaste muscular, com a sequência de jogos. Para evitar algo pior, Mano preferiu tirar o jogador que vem fazendo bons jogos nos últimos tempos. Thiago Neves também foi preservado. Mano Menezes esclareceu que vai fazer um rodízio para evitar problemas com seus atletas. Segundo o treinador, ele precisará de todo o time em algum momento da temporada e não quer correr riscos.

A decisão pela Copa do Brasil terá a estreia do árbitro de vídeo (VAR). Os equipamentos foram testados na Vila Belmiro no empate em 1 a 1 com o América-MG, no último domingo.

FICHA TÉCNICA
SANTOS X CRUZEIRO

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 1º de agosto de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires
VAR: Bráulio Machado (principal), Helton Nunes e Marcelo de Lima Henrique (apoio)

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Dodô; Alison, Renato (Jean Mota ou Léo Cittadini) e Diego Pituca; Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Cuca

CRUZEIRO: Fábio, Edilson, Léo, Dedé, Egídio, Henrique, Lucas Silva, Thiago Neves, Robinho, Rafinha e Barcos
Técnico: Mano Menezes

 

Gazeta Esportiva

Quando duas equipes de raça, que acreditam até o fim entram em campo, tudo pode acontecer. O empate por 2 a 2 entre Bahia e Atlético, na noite desta segunda-feira, na Arena Fonte Nova, mostrou muito bem isso.

Em duelo válido pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o jogo estava 1 a 0 para o Galo até os 35 minutos do segundo tempo. O Bahia, porém, teve raça e empatou. O Atlético, no entanto, briga até o fim. Foi para cima, mesmo jogando longe de Belo Horizonte, e, com Ricardo Oliveira, conseguiu desempatar, isso aos 46 da etapa complementar. Quando os alvinegros comemoravam, o Tricolor Baiano buscou novamente o empate, aos 48.

Quem vê os últimos minutos do duelo animados, com chances e emoção, porém, pode até pensar que foi assim o jogo inteiro. Não foi. O Atlético abriu o marcador no início do jogo, com Matheus Galdezani. Após o tento, o clube mineiro teve ainda mais uma chance e nada mais. O Bahia lutou, mas a grande posse de bola era figurativa: chances reais pouco aconteceram. O segundo tempo foi, até os 35, basicamente como na etapa inicial. Um Galo se defendendo e criando pouco, apostando nos contra-ataques, mas muito limitado. O Tricolor agredia, mas batia e assoprava.

O resultado é bom para o Atlético que ganha uma posição, mas fica na quarta colocação, com 27 pontos conquistados. O Bahia, por sua vez, escapa momentaneamente do Z4, fica na 15ª colocação, com 17 tentos. O resultado manda o Santos para a zona de rebaixamento, com 16 pontos.

Na próxima rodada, o Bahia vai ao Rio de Janeiro e enfrenta o Fluminense, no domingo, às 19h (de Brasília). Já o Galo recebe o Internacional, na próxima segunda-feira.

Primeiro tempo

O Atlético entrou em campo com alguns problemas para o duelo contra o Bahia. Na defesa, o zagueiro Leonardo Silva, titular e mais experiente, não viajou com o restante do elenco reclamando um desgaste físico. Ficou em Belo Horizonte para fazer trabalho específico. Na esquerda, Fábio Santos se lesionou e ficará fora por um período maior. Nas vagas, Maidana seguiu no time e Gabriel retornou. Na esquerda, o zagueiro Juninho foi improvisado na posição. Porém, dois importantes retornos aconteceram: Luan e Matheus Galdezani, ambos titulares.

Antes de fazer qualquer analise do jogo, o reforço Galdezani já fez a diferença. Logo aos 4 minutos de jogo, em contra-ataque rápido, Chará escorou para o volante que chutou com a perna direita e colocou no fundo das redes.

O Bahia se irritou com o gol sofrido de maneira rápida. O time da casa, como era esperado, buscou o ataque com velocidade. Com isso, os espaços ficaram abertos. Minutos após o primeiro tento, o Galo conseguiu outro contra-ataque e, por pouco, Ricardo Oliveira não conseguiu alcançar a bola para ampliar.

Aos 8 minutos, Léo aproveitou o rebote após a cobrança de escanteio e chutou forte. O goleiro Victor conseguiu ótima defesa.

Com a luta para empatar, o Bahia passou a dominar o jogo completamente. Porém, não conseguiu converter seu maior volume em jogadas realmente claras de gol. Diante disso, o time da casa tentava criar pelas pontas, jogava bolas na área, mas não fazia nada além.

Segundo tempo

A volta do intervalo, o jogo voltou bastante parecido. O Galo procurando se fechar e valorizar a pouca posse de bola que tinha e o Bahia atacando em busca de, pelo menos, o empate.

Aos 15 minutos o Bahia teve uma grande oportunidade. Em cobrança de escanteio, Tiago subiu sozinho e desviou de cabeça com muita força. O goleiro Victor foi pego de surpresa e nada podia fazer, mas a redonda foi para fora.

No lance seguinte o Galo quase amplia. Em cruzamento de Patric, o zagueiro Tiago, que antes quase marcou um gol favor, desta vez jogou contra o patrimônio e, por pouco, não faz para o Atlético.

O Atlético mandou Cazares a campo para ter uma melhora na saída de campo. O Bahia, porém, seguiu melhor em campo, tentando o gol. O Galo em dois contra-ataques teve oportunidades para conseguir ampliar a vantagem.

O empate do Bahia nasceu em um erro do volante Elias. O camisa 7 atleticano não tocou a bola para sair jogando e ficou reclamando uma falta. O time baiano saiu jogando rápido e, aos 38, Gilberto chutou forte e colocou no fundo das redes.

Em ótima jogada de Chará, aos 46, ele encontrou Ricardo Oliveira em ótima posição e o camisa 9 do Galo colocou para dentro. Quando a torcida do Atlético comemorava a vitória, aos 48, Regis chutou de dentro da área e conseguiu o empate.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 2 X 2 ATLÉTICO-MG

Local: Arena Fonte Nova, Bahia
Data: Segunda-feira, 30 de julho de 2018
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (GO) e Bruno Raphael Pires (GO)

Gols: Matheus Galdezani, aos 4 minutos do primeiro tempo, Ricardo Oliveira, aos 47 do segundo tempo (Atlético); Gilberto, aos 38 minutos do segundo tempo, Regis, aos 48 minutos do segundo tempo (Bahia)
Cartões: Bruno, Douglas Grolli, Vinicius, Régis (Bahia); Victor, Patric (Atlético)

BAHIA: Anderson; Bruno, Tiago, Douglas Grolli, Léo, Gregore, Elton, Vinicius (Regis), Marco Antônio, Edigar Junio, Gilberto
Técnico: Enderson Moreira

ATLÉTICOMG: Victor, Patric, Gabriel, Maidana, Juninho, José Welison, Elias, Matheus Galdezani (Cazares), Luan (David Terans), Chará, Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

 

Gazeta Esportiva

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