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O Vasco conseguiu um resultado muito importante na sua briga para se afastar da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na tarde deste sábado, no Maracanã, a equipe de São Januário derrotou o Fluminense por 1 a 0, gol marcado por Maxi López, de pênalti, no segundo tempo.

A vitória no clássico carioca fez a equipe de São Januário chegar aos 38 pontos ganhos e subir para a 12ª posição. O Fluminense segue com 40 pontos ganhos na décima colocação.

O jogo foi muito equilibrado e o Vasco foi muito feliz ao aproveitar a oportunidade para decidir o jogo. O time dirigido por Alberto Valentim não foi brilhante, mas soube suportar a pressão de um adversário que começou acomodado, mas que mudou de comportamento ao sofrer o gol e passou a pressionar em busca de um resultado melhor, o que acabou não conseguindo.

Na próxima rodada, o Fluminense vai receber o Sport, no Maracanã, às 19h (de Brasília), no dia 11 de novembro, domingo. Já o Vasco vai encarar o Grêmio na Arena, em Porto Alegre, no mesmo dia, às 17h (de Brasília).

O jogo

O Fluminense saiu para o ataque desde os primeiros minutos, e o lateral Ayrton Lucas era o mais acionado pelo lado esquerdo. O Vasco se mostrava mais cauteloso, deixando a iniciativa para o adversário. Mesmo assim, o time de São Januário chegou primeiro com um chute de Yago Pikachu que não levou perigo.

O Fluminense respondeu aos sete minutos com boa jogada de Ayrton Lucas que se livrou da marcação e bateu forte, mas a bola desviou em Werley e saiu para escanteio.

O jogo ficou mais aberto e o Vasco passou a se comportar de forma mais agressiva, colocando a defesa tricolor em dificuldades. Após cruzamento, Fabrício cabeceou e Júlio César fez a defesa.

Depois de um início animador, o time dirigido por Marcelo Oliveira passou a encontrar dificuldades para penetrar na defesa cruz-maltina. Já o Vasco tinha mais posse de bola, mas também não conseguia criar boas condições para Maxi López, muito isolado entre os zagueiros tricolores.

O ritmo da partida caiu porque as duas equipes se preocupavam mais em bloquear as jogadas dos adversários do que construir ações eficientes de ataque.

Aos 22 minutos, o primeiro grande momento de vibração. Matheus Alessandro foi derrubado por Luiz Gustavo na entrada da área. Luciano bateu, a bola desviou na barreira e se chocou com o travessão quando Martín Silva já estava batido. A jogada animou o Tricolor das Laranjeiras e, aos 25 minutos, Luciano voltou a concluir com perigo, mas a bola saiu.

Aos 31 minutos, o Fluminense criou nova chance para marcar. Digão fez bom lançamento para Luciano que concluiu para grande defesa de Martin Silva. O Vasco seguia encontrando dificuldades para penetrar na defesa tricolor e gastava mais energia tentando evitar que o adversário chegasse ao gol.

Aos 41 minutos, Léo recebeu bom passe na direita e cruzou para a entrada de Luciano, mas o zagueiro Luiz Gustavo conseguiu evitar que a bola chegasse ao atacante.

No final do primeiro tempo, as duas torcidas se uniram para vaiar a má atuação das suas equipes.

Os dois times voltaram sem modificações para o segundo tempo. Logo aos três minutos, Léo cruzou e Matheus Alessandro cabeceou para fora. A resposta do Vasco veio no minuto seguinte quando Andrey experimentou, da entrada da área, e obrigou Júlio César a uma defesa muito difícil.

O time comandado por Alberto Valentim voltou melhor no segundo tempo e passou a pressionar em busca do primeiro gol. E aos 14 minutos, o Vasco marcou o primeiro gol. Thiago Galhardo cruzou na área e a bola bateu no braço de Paulo Ricardo. O árbitro marcou pênalti que Maxi López converteu com categoria, chutando no canto esquerdo de Júlio César.

Depois de sofrer o gol, o técnico Marcelo Oliveira decidiu alterar o esquema tático do Fluminense. Ele tirou o zagueiro Paulo Ricardo e colocou o atacante Luciano.

Atuando com três atacantes, o Fluminense passou a pressionar em busca do gol de empate. Alberto Valentim decidiu renovar o setor ofensivo e colocou Rildo na vaga de Marrony. Foi a primeira aparição de Rildo depois de se recuperar da lesão sofrida no início da temporada e que o tirou da equipe por vários meses.

Aos 32 minutos, o Tricolor das Laranjeiras esteve muito perto de chegar ao empate. Everaldo fez ótima jogada individual e rolou para a conclusão de Sornoza, mas o chute do equatoriano acabou sendo desviado para escanteio.

O Tricolor das Laranjeiras seguia pressionando em busca do gol de empate e,aos 39 minutos, após confusão na área, a bola sobrou para Digão que bateu com muita força, mas a bola saiu bem perto da trave defendida por Martín Silva.

O Vasco só voltou a incomodar aos 41 minutos quando Rildo foi lançado pela esquerda e fez bom passe para Thiago Galhardo que teve o seu chute bloqueado pela zaga.

Nos minutos finais, o Fluminense aumentou a pressão em busca do gol de empate e após cruzamento de Ayrton Lucas, aos 43 minutos, Everaldo chutou, mas a zaga do Vasco salvou outra vez.

Aos 47 minutos, Ayrton Lucas recebeu de Jadson e mandou a bomba, mas Martín Silva fez grande defesa, evitando o gol do empate.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE-RJ 0 X 1 VASCO-RJ

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 3 de novembro de 2018 (Sábado)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa-SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Cartão Amarelo:Luciano, Ibañez (Flu); Ramon, Willian Maranhão, Martín Silva, Leandro Castán (Vas);

Gols:
VASCO: Maxi López, aos 14 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Júlio César, Paulo Ricardo (Luciano), Ibañez e Digão: Léo(Igor Julião), Richard, Jadson, Sornoza e Ayrton Lucas; Matheus Alessandro (Júnior Dutra) e Luciano
Técnico: Marcelo Oliveira

VASCO: Martín Silva, Luiz Gustavo, Werley, Leandro Castán e Ramon; Andrey (Raul), Willian Maranhão, Yago Pikachu e Fabrício (Thiago Galhardo); Marrony (Rildo) e Maxi López
Técnico: Alberto Valentim

Ambos pressionados. Por motivos diferentes, é certo, mas, ainda assim, dois apertados. Atlético e Grêmio duelam na tarde deste sábado, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro, com o Tricolor tenso após deixar escapar a classificação para a final da Copa Libertadores, já o Galo convive com a grande ausência de resultados.

O mês de outubro foi desastroso para o Atlético. O clube não venceu e queimou a gordurinha conquistada com vantagem na sexta colocação. Com isso, viu Santos e Atlético-PR se aproximarem e isso preocupa pelos lados da Cidade do Galo.

O mês 10 do calendário foi tão ruim que levou com ele dois profissionais. Primeiro o técnico Thiago Larghi perdeu sua vaga para o mais experiente Levir Culpi. Depois o diretor de futebol Alexandre Gallo, por motivos parecidos, sem efeitos, foi demitido nessa semana.

Levir assumiu dentro das quatro linhas e o ex-atacante Marques fora. Ambos pegaram o barco andando e o circo pegando fogo. O grande conhecimento de Atlético-MG das duas partes pode ser um fator preponderante para algum sucesso. A maior preocupação do momento é assegurar a ameaçada vaga para a Libertadores. A esperança de algum brasileiro conquistar o torneio em 2018 se foi com as eliminações de Palmeiras e Grêmio e, diante disso, o G7 ficou em um sonho distante.

Dentro de campo, Levir tenta mudar a realidade atleticana. Grita com jogadores no gramado. Mesmo assumindo não conhecer o elenco que tem em mãos – algo que se mostrou muito mais estratégico do que realidade – promove mudanças no elenco. A principal aconteceu nos treinamentos desta semana: colocou David Terans no meio, na vaga do suspenso Luan, ao lado de Cazares. Com alguns pensamentos, fez alterações, tirou o equatoriano e colocou o volante Matheus Galdezani, deixando a equipe com três volantes. A permanência de Terans pode ser interpretada nas entrelinhas que Levir quer mais participação de Cazares.

Na busca fora do campo por uma vaga na final da Libertadores, o Grêmio encara o Galo com desfalques no duelo de amanhã. Com duas fraturas nas costelas, o goleiro Marcelo Grohe não atua mais nessa temporada na meta gremista. No seu lugar entra Paulo Victor.

Lesionados, o zagueiro Kannemann e o volante Maicon também ficam de fora da partida. Paulo Miranda e Alisson ocupam as suas vagas. Em compensação o atacante Everton que havia entrado no segundo tempo da semifinal da Libertadores diante do River Plate começa o jogo ao lado de Jael.

Atualmente no Brasileirão o Grêmio ocupa o quinto lugar, com 52 pontos e luta para retornar ao G4. No primeiro turno os gaúchos derrotaram os mineiros por 2 a 0 na Arena.

Ficha Técnica
Atlético-MG X Grêmio

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte – MG
Data: 03 de novembro (Sábado)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (Fifa-RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa (Fifa-RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ)

Atlético–MG: Victor; Emerson, Leonardo Silva, Maidana e Fábio Santos; Adilson, Elias, Cazares ( Matheus Galdezani) David Terans e Chará; Ricardo Oliveira
Técnico: Levir Culpi

Grêmio: Paulo Victor, Leonardo Gomes, Paulo Miranda, Geromel e Cortez, Michel, Cícero, Ramiro e Alisson, Everton e Jael.
Técnico: Renato Portaluppi

O Bahia venceu o Atlético Paranaense por 1 a 0, no tempo normal do jogo de volta das quartas de final da Copa Sul-americana, na Arena da Baixada, mas nas cobranças de pênaltis o Furacão venceu por 4 a 1 e garantiu a vaga nas semifinais. No jogo de ida, vitória do Furacão por 1 a 0, na Arena Fonte Nova.

O Esquadrão de Aço abriu a contagem já nos acréscimos do primeiro tempo, com Grolli, que apareceu no meio da área para desviar de ponta de chuteira para a rede.

Na próxima fase, o adversário do Atlético Paranaense será o Fluminense, que eliminou o Nacional, do Uruguai.

 

O jogo – Principal esperança de gol pelo lado rubro-negro, Pablo arriscou o primeiro chute logo no primeiro minuto, por cima da meta. A resposta veio com Léo, os cinco minutos, pegando sobra de bola e isolando. O jogo era pegado, com algumas entradas mais fortes e muita reclamação das equipes. Aos nove minutos, Pablo cobrou falta com força e Douglas defendeu em dois tempos.

Com uma formação diferente, o Esquadrão de Aço marcava forte e pressionava no ataque. O trauma dos gols anulados voltou a atingir o Tricolor. Aos 17 minutos, Júnior Brumado recebeu com liberdade e mandou para o fundo das redes, mas o árbitro anotou falta anterior de Zé Rafael. Cobrança de escanteio na medida para Pablo, aos 22 minutos, mas a testada foi pela linha de fundo.

O Bahia precisava vencer, mas os jogadores estavam pilhados, nervosos em campo. Aos 34 minutos, Veiga cobrou falta rasteira e a bola passou por todo mundo, com perigo. Lodi levantou para Veiga, aso 37 minutos, mas o meia não pegou em cheio na bola, desperdiçando o lance. Contra-ataque atleticano, aos 41 minutos, e Lucas Fonseca salvou o tiro de Marcelo Cirino, que tinha destino certo. Mas, aos 46 minutos, Léo cobrou lateral na área e a bola sobrou para Grolli desviar para o fundo da rede.

Para a segunda etapa, as equipes retornaram sem alterações. Contra-ataque em velocidade do Bahia, com Élber, que deixou a bola correr um pouco e facilitou a defesa atleticana. Aos seis minutos, Nikão recebeu na área e cruzou para Douglas deixar a meta e interceptar. De voleio, Nikão tentou aproveitar cruzamento de Jonathan, aos nove minutos, mas não pegou bem na bola.

Quem passou a mostrar nervosismo foi o time do Atlético, que aos poucos colocava a bola no chão para respirar. Aos 18 minutos, Rafael Veiga chutou cruzado, de fora da área, para fora. Aos 21 minutos, Cirino ajeitou para Pablo, que chegou batendo por cima da meta. O Furacão cresceu. Com o jogo totalmente aberto, os treinadores trabalhavam, tentando definir a vaga no tempo normal.

Tirando todas no miolo de saga tricolor, Grolli salvou mais uma aos 32 minutos, interceptando cruzamento de Nikão. Na resposta, Edigar Junio invadiu a área, aos 34 minutos, e chutou à direita da meta. Aos 41 minutos, Pablo cobrou falta na entrada da grande área, por cima do gol. A partida foi para a cobrança de penalidades.

Jonathan abriu as cobranças para o Furacão, convertendo. Vinícius parou no goleiro Santos. Raphael Veiga bateu forte e estufou a rede. Zé Rafael isolou a cobrança para o Tricolor. Lucho marcou o terceiro do Rubro-Negro. Edigar Junior bateu bem para manter o Bahia vivo. Pablo, entretanto, fechou as cobranças.

ATLÉTICO PARANAENSE 0 (4) X (1) 1 BAHIA

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 31 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Diego Haro (Peru)
Assistentes: Jonny Bossio (Peru) e Coty Carrera (Peru)
Árbitro de vídeo: Jesús Valenzuela (Venezuela)
Árbitros de vídeo auxiliares: Alexis Herrera e Juan P. Belatti (Venezuela)
Cartões amarelos: Renan Lodi, Bruno Guimarães (Atlético-PR); Leo, Vinícius, Elber e Zé Rafael (Bahia)

Gols
BAHIA: Grolli, aos 46 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Paulo André, Léo Pereira, Renan Lodi; Wellington (Bruno Guimarães), Lucho Gonzalez, Raphael Veiga; Marcelo Cirino (Rony), Nikão (Bergson) e Pablo.
Técnico: Tiago Nunes

BAHIA: Douglas, Nino Paraíba, Grolli, Lucas Fonseca e Léo; Nilton, Elton (Gregore), Flávio, Élber (Vinícius) e Zé Rafael; Junior Brumado (Edigar Junio)
Técnico: Enderson Moreira

O Palmeiras chegou à sua primeira semifinal de Copa Libertadores desde 2001, mas parou por aí. Nesta quarta-feira, o Verdão precisava reverter derrota por 2 a 0 na Bombonera, saiu atrás no placar no Allianz Parque, virou, mas viu Benedetto definir o empate por 2 a 2, que classificou o Boca Juniors para enfrentar o River Plate na decisão do torneio sul-americano.

Desde o primeiro minuto, o árbitro Wilmar Roldán mostrou seu estilo de jogo ao deixar de apitar faltas pedidas pelas duas equipes. A impressão era de que o colombiano queria aparecer o menos possível na semifinal, mas já no primeiro tempo, sua participação foi inevitável.

Aos 10 minutos, Deyverson recebeu longo lançamento de Lucas Lima, dominou bem e esperou a passagem de Dudu pela direita. O camisa 7 recebeu na linha de fundo e cruzou rasteiro para Bruno Henrique mandar para as redes.

O gol no início parecia o roteiro perfeito para o Verdão e a festa foi tanta nas arquibancadas que parte dos torcedores nem perceberam a demora para o recomeço do jogo, enquanto Wilmar Roldán recebeia a informação do VAR de que Deyverson estava impedido no início da jogada. Resultado: tento anulado e placar inalterado no Allianz Parque. Mas por pouco tempo.

Depois do VAR, cochilo da zaga joga novo balde de água fria no Verdão

No ataque seguinte, os argentinos pediram nova intervenção do Vídeo, desta vez para marcar um gol, reclamando que Weverton teria defendido chute de Ábila dentro da meta – o que não ocorreu. Com 17 jogados, porém, o Boca chegou de novo ao ataque e, desta vez, abriu o marcador.

Lucas Lima perdeu bola no meio-campo e ficou reclamando de falta. Jara acionou Villa na direita e Gustavo Gómez foi para a marcação, cobrindo o avanço de Diogo Barbosa. Na zaga, Felipe Melo fez a função do paraguaio. Até aí, tudo perfeito, mas quando a bola foi cruzada na área, Luan cochilou, foi antecipado por Ábila e viu o argentino mandar para o gol.

Com a vantagem no marcador, o Boca ficou confortável em campo e administrou o jogo até o final da etapa inicial. O Alviverde, já sem o entusiasmo dos mais de 40 mil presentes, chegou a quase 60% de posse de bola, e teve duas oportunidades para empatar, mas Mayke pecou na finalização e Rossi impediu um gol contra xeneize.

Wilmar Roldán assinalou apenas três minutos de acréscimo, apesar das diversas paralisações, o que causou a maior manifestação da torcida desde a metade do primeiro tempo. O pensamento de atletas e torcedores já parecia mais no clássico de sábado, contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro, do que em marcar os quatro gols necessários para ir à final.

Mesmo assim, Felipão sacou Bruno Henrique e colocou Moisés em campo. A alteração, mantendo Felipe Melo e tirando o camisa 19 melhorou o rendimento do Verdão, mas viria a cobrar seu preço no futuro.

Palmeiras volta para o jogo, pressiona, mas sofre novo castigo

Aos dois minutos, Dudu cruzou e Lucas Lima bateu firme, mas Rossi defendeu. Aos sete, após falta cruzada pelo camisa 20, a zaga do Boca afastou, Deyverson desviou, Felipe Melo ajeitou para a área e Luan, sozinho na direita, encheu o pé para empatar pelo meio das pernas do goleiro argentino.

Mesmo o primeiro dos quatro gols que o Maior Campeão do Brasil precisava marcar não animou o time. A torcida comemorou de forma contida e os atletas apenas correram em direção ao meio-campo. Mas o clima mudou com 13 jogados, quando Dudu sofreu pênalti de Isquierdoz e Gustavo Gómez converteu.

O Allianz Parque voltou a explodir em festa e apoio. Até mesmo o amplificador de sons, iniciativa inédita que na primeira etapa captou gritos de “Vai, Mayke”, “Pra cima, Dudu”, entre outros, voltou a reproduzir as músicas cantadas pelos torcedores.

Em meio ao otimismo, Willian sentiu um problema muscular, fruto do desgaste, e precisou ser substituído por Borja, mas foi do outro lado que, mais uma vez, uma substituição mudou o jogo. Ábila saiu para a entrada de Benedetto, que marcou os dois gols argentinos na Bombonera e, mais uma vez, calou o Verdão.

Foram oito minutos em campo, aos 24, quando os donos da casa pressionavam pelo terceiro gol, que o centroavante foi decisivo. O Boca puxou contra-ataque e Felipe Melo, mantido por Felipão apesar do cartão amarelo, não pôde fazer a falta para evitar uma expulsão. Após troca de passes no ataque, em que Lucas Lima demorou na recomposição, Benedetto recebeu na entrada da área e acertou um chutaço parecido ao que definiu o placar na Bombonera e, nesta quarta, fechou o caixão no Allianz Parque.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 x 2 BOCA JUNIORS

Data: 31 de outubro de 2018, quarta-feira
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldan (Colômbia)
Assistentes: Alexander Guzman (Colômbia) e John Alexander Leon (Colômbia)
VAR: Julio Bascuñan (Chile)
Público: 40.299 pagantes
Renda: R$ 3.829.551,24
Cartões amarelos: Luan, Felipe Melo, Deyverson, Gomez (PAL); Ábila, Perez (BOC)
Gols:
PALMEIRAS: Luan, aos 7 minutos do 2º Tempo, Gomez, aos 15 minutos do 2º Tempo
BOCA JUNIORS: Ábila, aos 17 minutos do 1º Tempo, Benedetto, aos 24 minutos do 2º Tempo

PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Gustavo Scarpa), Bruno Henrique e Lucas Lima (Moisés); Dudu, Willian (Borja) e Deyverson
Técnico: Felipão

BOCA JUNIORS: Rossi; Jara, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nandez, Barrios e Pablo Perez (Gago); Pavon (Zarate), Villa e Abila (Benedetto)
Técnico: Guillermo Schelotto

Um clássico carioca entre dois times que encaram a partida com interesses distintos. Esta é a realidade de Fluminense e Vasco, que se enfrentam neste sábado, às 17h(de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), na abertura da 32ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Cruz-Maltino, que vem de um empate por 1 a 1 com o Internacional em casa, tenta se distanciar da zona de rebaixamento, aberta pela Chapecoense, com apenas um ponto a menos. Já o Tricolor tem 40 pontos e vive uma situação mais tranquila, o que lhe afasta o interesse no jogo.

O Fluminense, no meio de semana, derrotou o Nacional por 1 a 0 no Uruguai e se classificou para as semifinais da Copa Sul-Americana. Como já joga por esta competição no meio de semana, com o Atlético-PR, no Paraná, o técnico Marcelo Oliveira vai repetir a estratégia utilizada no fim de semana passado e escalar os reservas, porém, sonham com um desempenho melhor do que o da derrota por 3 a 0 na Vila Belmiro.

“Tenho que lamentar que no futebol brasileiro a gente tenha que jogar tanto em tão pouco tempo. Estamos falando de um jogo desgastante no Uruguai, com uma viagem muito desgastante também e no sábado já teremos um clássico contra uma equipe que passou a semana inteira esperando o jogo contra a gente. Este jogo poderia ser no domingo. Um pouco de coerência seria bom para que os jogadores descansassem um pouco. Mas nosso elenco permite escalar um time competitivo”, disse Marcelo Oliveira.

Ciente de pouco interesse do Fluminense no jogo, Alberto Valentim, comandante do Vasco, prefere manter foco no seu time. “Estamos nos preparando para disputarmos um clássico, que sempre apresenta um cenário de dificuldade. Temos proposta de ataque, de jogar no campo ofensivo. Com marcação forte. Independentemente do que esteja acontecendo do outro lado do campo”, disse o treinador.

Já sobre a pressão contra o rebaixamento, os vascaínos preferem pensar no jogo a jogo. “O clássico contra o Fluminense é importante e temos que buscar os três pontos, porém, sem a pressão da pontuação, pois não podemos fazer contas. Temos que ir a campo e tentar ganhar. Se trata de um clássico e as coisas se igualam. Além disso, quem estiver em campo vai querer vencer”, afirmou o lateral-esquerdo Ramon, que no ano passado fez o gol decisivo de um triunfo de 1 a 0 sobre o Fluminense no Campeonato Brasileiro.

Em termos de escalação, Alberto Valentim faz mistério, porém, vem comemorando o fato de poder repetir o time e por isso mesmo não deve fazer alterações em relação ao empate com o Internacional. Assim, o meia Giovanni Augusto, que cumpriu suspensão contra o Colorado, volta a ficar à disposição, mas deve ficar no banco de reservas. Quem vai ser relacionado é o atacante Rildo, que não joga desde o primeiro semestre por causa de uma cirurgia no ombro esquerdo.

No primeiro turno do Campeonato Carioca as duas equipes se enfrentaram em São Januário, no Rio de Janeiro, e o confronto terminou empatado por 1 a 1. Naquela ocasião o argentino Andrés Ríos fez o gol do Cruz-Maltino, mas Pedro garantiu a igualdade para o Tricolor.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE-RJ X VASCO-RJ

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 3 de novembro de 2018 (Sábado)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa-SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

FLUMINENSE: Rodolfo, Igor Julião, Frazan, Paulo Ricardo e Marlon; Aírton, Dodi, Fernando Neto e Daniel; Marcos Júnior e Júnior Dutra
Técnico: Marcelo Oliveira
VASCO: Martín Silva, Luiz Gustavo, Werley, Leandro Castán e Ramon; Andrey, Willian Maranhão, Yago Pikachu e Fabrício; Marrony e Maxi López
Técnico: Alberto Valentim

 

Gazeta Esportiva

O Fluminense mostrou força nesta quarta-feira e venceu por 1 a 0 o Nacional-URU, em Montevidéu. Com o resultado, os tricolores conquistaram a classificação para a semifinal da Copa Sul-Americana para enfrentar o Atlético-PR, que eliminou o Bahia nos pênaltis.

Os cariocas tiveram boa atuação desde os primeiros minutos, mas só conseguiram, chegar ao gol no início do segundo tempo. Luciano aproveitou passe de Sornoza para marcar e dar a classificação para o Fluminense dentro do Parque Central.

O jogo – O Fluminense não ficou recuado nos primeiros minutos e buscou o ataque no início da partida. Os tricolores chegaram a assustar em bolas levantadas na área, mas nenhuma finalização foi em direção ao gol. O Nacional também não ficou atrás pela vantagem, só que parava na defesa brasileira.

 

Os cariocas eram melhores em campo e chegaram a balançar as redes aos 15 minutos, com Digão. No entanto, o gol foi anulado pela arbitragem, que marcou falta de Gum no lance. O susto foi sentido pelos uruguaios, que só avançavam com segurança.

O Nacional só voltou a levar perigo aos 33 minutos, quando Fucile cruzou, mas Gum se antecipou aos atacantes para impedir a abertura do placar. O Fluminense respondeu em dois lances. Primeiro, Everaldo cruzou rasteiro, mas Luciano escorregou e permitiu a recuperação da zaga. Depois, Ayrton Lucas foi lançado na área, chutou cruzado, só que viu a zaga salvar os donos da casa.

Nos minutos finais, o Fluminense esboçou uma pressão e quase marcou aos 46 minutos. Luciano aproveitou cruzamento pela direita e cabeceou no meio do gol. Conde estava atento para fazer a defesa e deixar o placar em branco no intervalo.

No segundo tempo, os cariocas voltaram com mais vontade e abriram o placar aos três minutos. O goleiro Conde saiu mal a bola e deu nos pés de Sornoza. O meia tocou para Luciano na área, que tirou do marcador e chutou para a rede.

O revés foi sentido pelo Nacional, que viu o Fluminense crescer na partida. Tanto que aos oito minutos, os tricolores quase chegaram ao segundo. Ibañez aproveitou escanteio, mas cabeceou pela linha de fundo.

Aos poucos, os uruguaios conseguiram equilibrar o confronto. No entanto, o Nacional pouco incomodava o goleiro Julio Cesar. O Fluminense avançava com qualidade, mas a zaga adversária parava as jogadas com falta.

Nos minutos finais, os donos da casa tentaram impor uma pressão, só que pararam na boa atuação da zaga tricolor. O Fluminense soube administrar e ainda desperdiçou chance cara com Matheus Alessandro já nos acréscimos. Para melhorar a situação dos visitantes, Espino foi expulso após fazer falta violenta em Sornoza. Assim, os cariocas puderam comemorar a classificação após o apito final.

FICHA TÉCNICA
NACIONAL-URU 0 x 1 FLUMINENSE-BRA

Local: Estádio Parque Central, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 31 de outubro de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: Christian Schiemann (Chile) e Claudio Rios (Chile)

Cartões amarelos: De Pena, Fernández, Castro e Rolín (Nacional); Digão e Gum (Fluminense)
Cartões vermelhos: Espino (Nacional)
GOL
FLUMINENSE: Luciano, aos 3min do segundo tempo

NACIONAL: Esteban Conde, Jorge Fucile (Tabaré Viudes), Rafael García, Alexis Rolín e Luis Espiño; Matías Zunino, Santiago Romero, Christian Oliva (Luis Aguiar) e Carlos De Peña (Sebastián Fernández); Gonzalo Castro e Gonzalo Bergessio
Técnico: Alexander Medina

FLUMINENSE: Júlio César, Gum, Digão e Ibañez; Jadson, Airton (Paulo Ricardo), Richard, Júnior Sornoza e Ayrton Lucas; Everaldo (Junior Dutra) e Luciano (Matheus Alessandro)
Técnico: Marcelo Oliveira

O Palmeiras busca classificar para sua primeira final de Copa Libertadores neste século. Nesta quarta-feira, o Verdão encara o Boca Juniors às 21h45 (de Brasília), no Allianz Parque, pela partida de volta da semifinal do torneio sul-americano.

No primeiro duelo, na Bombonera, o Palmeiras não correu grandes riscos até a entrada do inspirado atacante Dario Benedetto, autor dos dois gols argentinos. Para avançar sem decisão por pênaltis, o time alviverde precisa ganhar por três tentos de diferença em sua casa nesta quarta-feira.

A tarefa está longe de ser simples. Em 17 confrontos da fase mata-mata da Libertadores contra equipes brasileiras, os xeneizes foram derrotados apenas em três oportunidades: 1963 (Santos), 2008 (Fluminense) e 2012 (Corinthians). Em todos os outros duelos, incluindo encontros com Palmeiras na final de 2000, deu Boca Juniors.

“Com calma e tranquilidade, a gente pode conseguir os dois gols ou, quem sabe, até fazer o terceiro. Mas sabemos que vai ser muito difícil. Com a confiança e os jogadores que temos, esperamos passar por essa dificuldade e classificar”, disse o atacante Dudu.

O Palmeiras deve ter como única novidade em relação ao time que foi derrotado em Buenos Aires o meia Lucas Lima. Moisés, que não teve boa atuação na Bombonera, atuou no segundo tempo contra o Flamengo, quando disse ter entrado em campo no sacrifício. O descanso de Lucas Lima diante do Rubro-Negro, portanto, deve garantir sua titularidade.

No Boca Juniors, a única baixa será seu treinador. A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) suspendeu Guillermo Barros Schelotto por ser reincidente em atrasos da equipe para retornar do vestiário após o intervalo em jogos da Libertadores.

Com 15 pontos ganhos, oito a menos do que o líder Racing, o Boca Juniors aposta todas as suas fichas na Copa Libertadores, sendo o atual nono colocado do Campeonato Argentino. Na última rodada do torneio nacional, com alguns atletas poupados para o duelo com o Palmeiras, o time de Schelotto perdeu do Gimnasia por 2 a 1.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS X BOCA JUNIORS

Data: 31 de outubro de 2018, quarta-feira
Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldan (Colômbia)
Assistentes: Alexander Guzman (Colômbia) e John Alexander Leon (Colômbia)
VAR: Julio Bascuñan (Chile)

PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima (Moisés); Dudu, Willian e Borja
Técnico: Felipão

BOCA JUNIORS: Rossi; Jara, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Barrios e Pablo Pérez; Pavón, Villa e Ábila
Técnico: Guillermo Schelotto

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