Dourados-MS,
Câmara_novo

O Grêmio recebe o Internacional neste sábado, às 16h (de Brasília), na Arena. Embalado pelo ótimo desempenho mostrado neste primeiro semestre, a exemplo do que já vinha rendendo na última temporada, o Tricolor gaúcho busca mais um triunfo para se aproximar dos primeiros colocados do campeonato e se fortalecer na busca pelo título nacional, que não é conquistado pelo clube desde 1996.

Depois de poupar seus titulares no duelo do meio de semana com o Goiás, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil, o técnico Renato Gaúcho deve ir a campo neste sábado com força máxima. O Gre-Nal 416 é ainda mais importante por conta da má fase do Inter, que não vence há quatro jogos e foi eliminado pelo maior rival no Gauchão.

Ao contrário do rival, Grêmio ostenta um clima leve neste primeiro semestre (Foto: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA)

Os únicos desfalques do Grêmio são o atacante Jael, que trata de um desconforto muscular na coxa direita, e o volante Ramiro, suspenso. Leo Moura não participou do treinamento desta sexta até onde a imprensa pôde acompanhar, porém, está relacionado, assim como André, que deverá comandar o ataque tricolor no clássico.

“É especial poder jogar esse clássico. É um clássico que é um dos maiores não só no Brasil, mas no mundo inteiro. É um clássico que para a cidade. Poder participar com a camisa do Grêmio é uma honra para mim. A gente vem fazendo grandes jogos, isso aumenta ainda mais a responsabilidade, porque começamos a ficar visados. É fazer o que a gente vinha fazendo, não fazer nada de diferente, porque a nossa ideia de jogo vem dando certo”, afirmou André.

Se o ambiente do Grêmio é completamente leve e estável, o Internacional não pode desfrutar da mesma situação. Em péssima fase, o time comandado por Odair Hellmann precisa mais do que nunca de uma vitória para amenizar o clima e, inclusive, acabou encerrando sua preparação para o Gre-Nal longe do CT Parque Gigante na tentativa de fugir das críticas da torcida.

Zeca deve fazer sua estreia com a camisa do Inter justamente no Gre-Nal 416 (Foto: Ricardo Duarte/S.C. Internacional)

Desta forma, o elenco colorado acabou se hospedando no hotel Vila Ventura, em Viamão, para dois dias de atividades no local. O treinador do Inter não deu qualquer pista à imprensa, adotando o mistério em relação aos onze jogadores que começarão jogando.

Sem poder contar com Denílson e William Pottker, suspensos, o técnico colorado ainda esconde os substitutos da dupla. Na vaga do atacante, no entanto, é bem provável que Lucca seja acionado. Já o reforço Zeca, ex-Santos, deve fazer sua estreia pelo Inter como volante, ao lado de Rodrigo Dourado.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO X INTERNACIONAL

Local: Arena do Grêmio, em Porto Algre (RS)
Data: 12 de maio de 2018, sábado
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO – FIFA)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires (ambos GO – FIFA)

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon, Arthur, Alisson, Luan e Everton; André
Técnico: Renato Gaúcho

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Fabiano, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Zeca, Patrick, D’Alessandro e Lucca; Leandro Damião
Técnico: Odair Hellmann

 

 

O Corinthians fez uma boa partida na noite desta quinta-feira e, impulsionado pelos paraguaios Balbuena e Romero, superou o Vitória por 3 a 1 na sua Arena e passou para as quartas de final da Copa do Brasil. Os gols do triunfo corintiano, encerrando uma série de quatro partidas sem vitória, foram marcados pelo volante Maycon, na etapa inicial, e pelo atacante Romero, duas vezes, no segundo tempo. André Lima descontou para os baianos.

Com o resultado, o Timão agora espera a definição dos classificados e o posterior sorteio para saber seu adversário, o qual só enfrentará depois da disputa da Copa do Mundo. Mais do que isso, porém, os corintianos ganham fôlego para o aguardado Derby do domingo e a partida decisiva contra o Deportivo Lara-VEN, pela Copa Libertadores da América, na quinta-feira da semana que vem, dia 17.

Na próxima partida que têm pela frente, os comandados de Carille “viram a chave” para o Campeonato Brasileiro, competição pela qual enfrentam o Palmeiras, no domingo, mais uma vez em Itaquera, às 16h (de Brasília). Do outro lado, Vagner Mancini e sua trupe seguem longe de Salvador, dessa vez para encarar a equipe do Vasco, no mesmo horário, mas no estádio de São Januário, no Rio de Janeiro.

Corinthians tanto bate…

O primeiro tempo mostrou exatamente o que Fábio Carille havia pensado para a partida frente aos rubro-negros: os visitantes se postaram com todo o time atrás da linha da bola, marcaram firme e tentaram roubadas na intermediária para puxar contra-ataques com o rápido quarteto Rhayner, Neilton, Yago e Denilson. Nessa ideia, porém, sobraram divididas e faltaram passes precisos para os dois lados.

Melhor na partida, o Alvinegro rodou bastante a bola e teve uma chance logo antes de um minuto de bola rolando, quando Pedrinho achou Rodriguinho no meio da área e o meia bateu forte, cruzado, mas parou em boa defesa de Caíque. Após um hiato de 20 minutos, outro lance perigoso para os corintianos: Jadson acionou Rodriguinho na entrada da área e ele ajeitou para Maycon, que bateu forte para nova boa defesa de Caíque.

Aplicado na ideia desenhada por Mancini, o Vitória claramente incomodava os corintianos, que não conseguiam fazer seu jogo fluir. Pedrinho, sempre cercado por dois, não conseguiu se desvencilhar da marcação e demonstrou certa frustração. Até que, aos 39 minutos, Gabriel protagonizou rara subida ao ataque, ganhou bem de Neilton após lateral e cruzou rasteiro. Caíque rebateu mal e Maycon, da marca do pênalti, abriu o placar para os donos da casa.

O tento foi a senha para que os baianos se soltassem e tentasse um empate para frustrar a empolgação corintiana. Em cinco minutos, o Vitória cruzou quatro bolas na área e viu Uilian Correia ser bem travado por Henrique na melhor tentativa, mas não foi capaz de deixar tudo igual na descida para o intervalo.

Vitória dá mais espaço e é punido

A etapa final se desenhou também como já era previsto em Itaquera, com Mancini acionando o centroavante André Lima para substituir o volante Willian Farias. A iniciativa, no entanto, serviu apenas para dar mais espaço ao time da casa do que para dar mais poderio aos baianos. Com liberdade para os seus nomes de criação, o Timão não demorou a achar os gols necessários para definir sua classificação.

Balbuena escapou rapidamente pela direita após tentativa de pressão ofensiva do Vitória e apareceu como ponta direita. Ele tabelou com Pedrinho e acionou Jadson pela meia esquerda. O armador demorou um pouco e, quando tocou, Romero estava impedido. O bandeira, no entanto, deixou o lance seguir e deu a chance para o paraguaio bater mal com a direita. Caíque deu rebote e ele, de canhota, mandou para a rede.

O ritmo corintiano seguiu forte e o terceiro gol não demorou a sair. Após nova triangulação do ataque, Romero recebeu na entrada da área, girou e bateu cruzado. Caíque espalmou e a bola ficou com Sidcley. O lateral cruzou, Rodriguinho raspou na primeira trave e o próprio Romero apareceu na segunda para tocar de cabeça. A finalização saiu sem força, mas no canto o bastante para evitar a chegada de Caíque.

A vantagem fez com que Carille se sentisse confortável até para poupar alguns visando ao Derby, sacando Jadson e Pedrinho para colocar Emerson Sheik e Mateus Vital. O plano foi abortado por alguns instantes quando André Lima aproveitou uma desatenção da zaga após escanteio batido rapidamente por Yago e desviou para diminuir. Nada, porém, que assustasse os mandantes, vencedores novamente.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 3 X 1 VITÓRIA

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 10 de maio de 2018, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Sandro Meira Ricci (PR)
Assistentes: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR)
Público: 29.625 pagantes
Renda: 1.280.969,60
Cartões amarelos: Rhayner e José Welison (Vitória)
Cartão vermelho: José Welison (Vitória)
Gols:
CORINTHIANS: Maycon, aos 39 primeiro, e Romero, aos 13 e aos 21 minutos do segundo tempo
VITÓRIA: André Lima, aos 32 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Mantuan, Balbuena, Henrique e Sidcley; Gabriel e Maycon (Paulo Roberto); Pedrinho, Jadson (Emerson Sheik), Rodriguinho e Romero (Mateus Vital)
Técnico: Fábio Carille

VITÓRIA: Caíque; José Welison, Kanu, Ramon e Pedro Botelho; Uillian Correia, Willian Farias (André Lima), Rhayner, Neilton (Luan) e Yago; Denílson (Guilherme)
Técnico: Vagner Mancini

 

 

gazeta esportiva

Larghi vai mandar time reserva para o duelo contra o San Lorenzo (Foto: Bruno Cantini/Atlético)

O Atlético volta a campo, na noite desta terça-feira, às 21h45 (de Brasília), contra o San Lorenzo, no Independência, pela partida de volta da Copa Sul-Americana. O Galo vai com sua equipe reserva.

O técnico Thiago Larghi quer dar descanso ao seu time titular. A rotina de jogos tem sido intensa e, diante disso, o grupo principal será todo poupado.

Conforme mostrou no último treino antes do jogo, o treinador deixou os titulares na academia e mandou o grupo reserva para o gramado. Até o goleiro Victor será preservado. A equipe que vai para o jogo terá jogadores renomados, como Elias e Otero.

Arouca seria relacionado para a partida, no entanto, o clube informou que ele apresentou um quadro de gastroenterite. Ele interessa ao Vasco que negocia sua ida ao Rio de Janeiro para a sequência do Campeonato Brasileiro.

O San Lorenzo, por sua vez, viajou com força total para Belo Horizonte. A equipe não terá o meia Caruzzo que tem dores no ombro esquerdo. Belluschi e Valentín Viola, também estão fora por contusão.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG X SAN LORENZO

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 08 de maio de 2018, Terça-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Não informados
Assistentes: Não informados

ATLÉTICO – Cleiton; Samuel Xavier, Bremer, Maidana e Lucas Cândido; Yago e Elias; Otero, Tomás Andrade e Erik; Alerrandro.
Técnico: Thiago Larghi.

SAN LORENZO: Navarro, Angeleri, Coloccini, Senesi, Rojas, Castro, Pires da Motta, Moyano, Botta, Reniero, Blandi, Barrios, Gudino, Romagnoli.
Técnico: Biaggio

Com gols marcados por Lucas Paquetá e Éverton Ribeiro, ambos no segundo tempo, o Flamengo derrotou o Internacional por 2 a 0, em partida disputada na tarde deste domingo, no Maracanã. O resultado manteve a equipe rubro-negra na liderança do Campeonato Brasileiro, agora com dez pontos ganhos. O Inter segue com quatro pontos, na 12ª posição. O jogo marcou o retorno do atacante Paolo Guerrero, que voltou a disputar uma partida depois de cumprir uma suspensão de seis meses por ter sido flagrado pelo exame antidoping, quando defendia a seleção peruana.

Diante de um público superior a 60 mil pessoas, o Flamengo dominou completamente durante os 90 minutos e poderia ter alcançado um resultado bem mais expressivo. O time da Gávea se aproveitou da falta de ousadia do Internacional para impor seu ritmo de jogo. A equipe gaúcha entrou em campo com o objetivo de apenas se defender e pouco apareceu na área adversário. Ainda perdeu Pottker expulso, o que tirou qualquer chance de reação por parte da equipe do Rio Grande do Sul.

Na próxima rodada, o Flamengo vai enfrentar a Chapecoense, na Arena Condá, enquanto o Internacional duelará contra o Grêmio, na Arena Grêmio.

O jogo

Como era de se esperar, o Flamengo partiu para o ataque assim que o jogo começou. Apoiado pela grande torcida, o time rubro-negro pressionava a saída de bola e criava complicações para os zagueiros do Inter, que se atrapalhavam. Foi assim com Vitor Cuesta e Yago aos dois e quatro minutos, mas o Flamengo não conseguiu aproveitar.
O Internacional não conseguia trocar passes e seguia dando chutões em direção aos atacantes, facilmente neutralizados pela zaga rubro-negra.

Aos dez minutos, Renê fez ótimo lançamento para Vinicius Júnior que, de cabeça, tentou encobrir Danilo Fernandes, mas o goleiro colorado fez a defesa sem dificuldades. Dois minutos depois, a equipe gaúcha criou a primeira chance real de gol na partida. Fabiano cruzou da direita e Leandro Damião cabeceou para baixo, mas Diego Alves fez grande defesa, desviando para escanteio. Na cobrança, Rodrigo Moledo cabeceou para fora.

O Flamengo passou a encontrar dificuldades para criar jogadas de ataque e a torcida começou a mostrar sinais de impaciência. Aos 19 minutos, após cobrança de falta, a bola sobrou para o volante Cuéllar, que bateu para defesa fácil de Danilo Fernandes. Dois minutos depois, foi a vez de Rodinei aproveitar a sobra na entrada da área e mandar a bomba, mas mais uma vez o goleiro defendeu.

O Inter não conseguia organizar jogadas ofensivas e se limitava a tentar bloquear as investidas da equipe da casa. Só aos 35 minutos é que a equipe gaúcha chegou na área carioca em chute de Gabriel Dias, que desviou em Réver e facilitou a defesa de Diego Alves. Aos 37 minutos, Henrique Dourado perdeu grande chance de abrir o marcador. Rodinei deixou o Ceifador livre na área, mas o chute passou rente à trave esquerda do gol defendido. O último lance importante da etapa inicial pertenceu ao Internacional. Aos 45 minutos, Potker cruzou, Leandro Damião cabeceou e Diego Alves fez uma boa defesa.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com a mesma disposição ofensiva e, aos sete minutos, Geuvânio recebeu de Éverton Ribeiro e bateu forte, mas Danilo Fernandes fez grande defesa. Maurício Barbieri chamou Paolo Guerrero para vibração da torcida rubro-negra. O atacante peruano entrou no lugar de Henrique Dourado. Ele não entrava em campo para disputar uma partida desde o dia 19 de outubro do ano passado.

Aos 12 minutos, Geuvânio recebeu na direita e bateu cruzado, mas a bola saiu. O Internacional voltou ainda mais recuado e não conseguia organizar uma jogada de ataque sequer, sendo sufocado pelo rubro-negro carioca. Guerrero teve a primeira chance de gol numa cobrança de falta aos 22 minutos, com a bola passando muito perto da trave direita de Danilo Fernandes.

Aos 25 minutos, o Flamengo marcou o primeiro gol. Lucas Paquetá cobrou falta, a bola bateu na barreira e voltou para ele mesmo, que mandou a bomba no ângulo, sem chances para Danilo Fernandes. Depois de sofrer o gol, o técnico do Inter decidiu tornar o time mais ofensivo e trocou o volante Gabriel Dias pelo atacante Brenner. Aos 33 minutos, o colorado passou a atuar com dez jogadores porque William Potker recebeu cartão vermelho por desferir uma cabeçada em Vinicius Júnior. Aos 41 minutos, o Flamengo ampliou. Guerrero fez lançamento para Éverton Ribeiro que se livrou do marcador e chutou para marcar um belo gol. Com a vitória assegurada, o rubro-negro apenas fez a bola circular para delírio da sua torcida.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 2 X 0 INTERNACIONAL-RS

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 6 de maio de 2018 (Domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP) e Fabio Rogerio Baesteiro (SP)
Público: 60.182 (55.283 pagantes)
Cartão Amarelo: Henrique Dourado, Renê, Lucas Paquetá, Geuvânio(Fla); Rodrigo Dourado, Fabiano, Victor Cuesta, Brenner(Inter)
Cartão Vermelho: William Potker(Inter)
Gols:
FLAMENGO: Lucas Paquetá aos 25 minutos e Éverton Ribeiro aos 41 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Réver, Léo Duarte e Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá e Éverton Ribeiro; Geuvânio(Jean Lucas), Vinícius Júnior e Henrique Dourado(Paolo Guerrero)
Técnico: Maurício Barbieri

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Fabiano, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Gabriel Dias(Brenner), Patrick e D´Alessandro; William Pottker e Leandro Damião(Lucca)
Técnico: Odair Hellmann

Nem mesmo a ousadia de Vinicius Júnior levou o Flamengo à vitória no Maracanã com mais de 50 mil torcedores (Foto: Gilvan de Souza/CRF)

O Flamengo fez valer o resultado no confronto de ida e se classificou para as quartas de final da Copa do Brasil ao empatar por 0 a 0 com a Ponte Preta, nesta quarta-feira, no Maracanã. Como venceu no Moisés Lucarelli por 1 a 0, os rubro-negros avançam na competição de mata mata.

Os donos da casa dominaram a partida, mas não criaram muitas chances de gol. Já os campineiros tiveram oportunidade de marcar no segundo tempo, mas Fellipe Cardoso acertou a trave de Diego Alves.

Agora, os flamenguistas voltam a focar no Campeonato Brasileiro, onde enfrentam a Chapecoense, neste domingo, na Arena Condá. Já pela Série B, a Ponte Preta terá pela frente o Vila Nova, em Goiânia, também no domingo.

O jogo 
O Flamengo começou a partida tendo mais posse de bola, mas foi a Ponte Preta que criou a primeira boa chance, aos dez minutos. Após boa troca de passes, a bola chegou em Felipe Saraiva. No entanto, o atacante demorou a chutar e foi travado por Renê. Na cobrança de escanteio, Paulinho ficou com o rebote e finalizou próximo ao gol de Diego Alves.

Os rubro-negros continuavam com maior posse de bola, mas só conseguiu assustar aos 22 minutos, em chute de longe de Lucas Paquetá. Quatro minutos depois, Rodinei fez bela jogada individual e tocou para Vinícius Júnior na área. O atacante chutou para o gol, mas a bola bateu na zaga e foi pela linha de fundo.

A partir dai, o Flamengo passou a chegar com mais facilidade ao ataque. Tanto que aos 28 minutos, Lucas Paquetá chutou de fora da área e viu Ivan espalmar. Renê pegou a sobra e cruzou, mas a bola passou por todo mundo e chegou em Réver, que cruzou novamente, só que Renan Fonseca apareceu para afastar o perigo.

Os donos da casa seguiam em busca do gol e quase abriram o placar aos 37 minutos. Vinícius Júnior recebeu passe na área e chutou com perigo. No entanto, nos minutos finais, a Ponte Preta equilibrou a partida e manteve a igualdade no marcador até o intervalo.

No segundo tempo, o Flamengo viu a Ponte Preta não se limitar a marcar no início. Mesmo assim, tanto cariocas quanto paulistas pecavam no último passe. Somente aos 20 minutos, os visitantes finalizaram com perigo, em cobrança de falta de Marciel.

Aos poucos, os flamenguistas aumentaram a posse de bola, mas continuavam tendo problema em criar boas jogadas. A Ponte Preta começava a buscar o ataque e a dar espaços para os avanços dos donos da casa no Maracanã. Em sua primeira aparição no jogo, aos 25 minutos, Guerrero finalizou cruzado, mas para fora.

O panorama da partida seguia o mesmo, com o Flamengo tendo total controle do confronto. Os rubro-negros voltaram a chegar com perigo aos 37 minutos. Éverton Ribeiro fez boa jogada individual e chutou para boa defesa de Ivan. Só que a resposta da Ponte Preta veio dois minutos depois. Em avanço rápido, Fellipe Cardoso recebeu passe na área e finalizou cruzado na trave.

Nos minutos finais, a Ponte Preta esboçou uma pressão em busca do gol que levaria o confronto para os pênaltis. Só que o Flamengo soube se defender para segurar o resultado até o fim e garantir a classificação na Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 0 X 0 PONTE PRETA

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 10 de maio de 2018 (Quinta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (MG)
Renda: R$ 1.316.955,00
Público: 52.497 pagantes
Cartões amarelos: Réver (Flamengo); Paulinho e Marciel (Ponte Preta)

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Réver, Léo Duarte e Renê; Gustavo Cuéllar, Lucas Paquetá e Éverton Ribeiro; Geuvânio (Jean Lucas), Henrique Dourado (Paolo Guerrero) e Vinícius Junior (Marlos Moreno)
Técnico: Maurício Barbieri

PONTE PRETA: Ivan, Igor, Renan Fonseca, Reynaldo e Marciel; Nathan, Paulinho (Tiago Real) e Lucas Mineiro (João Vitor); Felipe Saraiva (Aaron), Fellipe Cardoso e Junior Santos
Técnico: Doriva

 

 

gazeta esportiva

O Grêmio goleou o Santos por 5 a 1 na noite deste domingo, em sua arena, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor superou a retranca do Peixe com tranquilidade e marcou com Maicon (2), Everton, André e Arthur. O de honra foi de Jean Mota.

Os gaúchos dominaram o jogo desde o início e viram um alvinegro de certa forma covarde, tentando se defender e se desfazendo da bola com rapidez. No primeiro tempo, o Santos perdeu “apenas” por 2 a 1. Na segunda etapa, com a mesma postura, os visitantes sucumbiram à pressão.

O Grêmio, insaciável, tentou aumentar a goleada a todo tempo. O Santos, nocauteado, tentou não ser humilhado. A derrota teve gritos de olé desde cedo e até uma discussão calorosa entre os companheiros Vanderlei e Alison.

Em fases distintas, as equipes voltarão a jogar pela Copa do Brasil, nas oitavas de final. O Tricolor enfrentará o Goiás. O Peixe receberá o Luverdense.

O jogo

O Grêmio teve domínio total nos primeiros 48 minutos de jogo. A postura do Santos, desde o pontapé inicial, ficou clara: defender e tentar se contra-atacar. O problema foi uma retranca incompetente e a dificuldade para trocar três passes consecutivos quando a bola, poucas vezes, ficou nos pés dos alvinegros.

Com o Peixe quase todo na defesa, o Tricolor teve calma para rodar a bola e tentar encontrar espaços. Em boa parte da etapa inicial, a saída foi finalizar de fora da área. Com o tempo, porém, os atalhos foram encontrados, principalmente depois do primeiro gol. E um golaço. Aos 30 minutos, Maicon recebeu na intermediária ofensiva. O capitão teve tempo para dominar, olhar pensar e… brilhar. Um chute indefensável, no ângulo de Vanderlei.

Ao tomar o gol, o alvinegro teve que abdicar de sua postura conservadora. Mas durou pouco. Dois minutos depois, Rodrygo acelerou e Léo Cittadini tocou para Jean Mota achar um gol. O meia chutou fraco, com a perna direita (ruim) e contou com o desvio em Kannemann para pegar Marcelo Grohe no contrapé.

Com a igualdade no placar, o Santos poderia ter tentado incomodar mais o Grêmio, mas voltou para a estratégia inicial: se defender. E não deu certo: O Grêmio empilhou chances, viu Luan acertar o travessão, e aos 46 minutos, a justiça foi feita, quando Everton recebeu de Léo Moura na área e deslocou Vanderlei. Alison e Lucas Veríssimo não foram bem na jogada.

Goleada no placar

Depois de perder por pouco no primeiro tempo, o Santos sucumbiu na segunda etapa. A conversa no vestiário deve ter sido a mesma da preleção e, mesmo com a desvantagem, a postura foi a mesma: tentar se defender e atacar quando der.

O Grêmio, insaciável, ampliou novamente com Maicon, em cobrança de falta perfeita aos 9 minutos. Sem qualquer indício de reação, o Peixe tinha um novo objetivo: não ser goleado. E a missão não foi alcançada. Depois de várias chances criadas, André fez valer a ‘Lei do Ex’ e empurrou após passe de Luan aos 24 minutos. E aos 34′, Arthur, com todo o espaço do mundo, deslocou Vanderlei em mais uma tentativa de fora da área.

Em todo esse tempo relatado acima, o Santos foi incapaz de criar uma chance clara de gol. E a jogada do quarto do Grêmio resume o que foi a partida, com gritos de olé desde cedo: Daniel Guedes invadiu a área e chutou o chão. Na sequência, contra-ataque concluído por André.

Nos minutos finais, o Peixe, nocauteado, correu o risco de uma goleada histórica. O Grêmio, melhor time do futebol brasileiro, teve o luxo de preservar Léo Moura, Bruno Cortez e André. O alvinegro tentou melhorar com as entradas de Copete, Arthur Gomes e Vitor Bueno, mas não melhorou. Nem perto disso.

FICHA TÉCNICA
Grêmio 5 x 1 Santos

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre
Data: 6 de maio de 2018
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)
Assistentes: Cleberson do Nascimento Leite e Marcelino Castro de Nazare (PE)
Público: 27.844
Cartões amarelos: Santos: Lucas Veríssimo, Dodô e Alison.

GOLS:
Grêmio: Maicon e Everton, aos 30 e 46 do 1T; Maicon, André e Arthur, aos 9, 24 e 34 do 2T
Santos: Jean Mota, aos 32 do 1T

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura (Madson), Pedro Geromel, Kannemann e Bruno Cortez (Marcelo Oliveira); Maicon, Arthur, Ramiro, Luan e Everton; André (Jael)
Técnico: Renato Gaúcho

SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini (Copete) e Jean Mota; Eduardo Sasha, Rodrygo (Vitor Bueno) e Gabigol (Arthur Gomes)
Técnico: Jair Ventura

Palmeiras teve ótima atuação contra o AtléticoPR (Foto: Ernani Ogata/Codigo19)

O Palmeiras deu ‘olé’ no time que mais troca passes no Brasil. Neste domingo, o Verdão teve ótima atuação, colocou na roda o Atlético-PR na Arena da Baixada e venceu por 3 a 1. Bruno Henrique, Marcos Rocha e Willian fizeram os tentos antes de Pablo descontar.

No primeiro tempo, em certas características, o duelo de estilos entre Roger Machado e Fernando Diniz foi invertido. Individualmente, com exceção de Jailson e Bruno Henrique, o Verdão não teve uma boa atuação, mas coletivamente a equipe foi bem, como ocorre com o Furacão normalmente.

Fora esta inversão de panoramas, os dois times mantiveram suas características, mas a etapa inicial não teve o futebol vistoso que era esperado, muito por conta dos erros de passes dos dois times. No Palestra, a saída de Moisés, com apenas sete minutos, prejudicou a equipe, que viu Lucas Lima entrar na função, mas jogar pelo lado direito em quase todos os momentos.

A partir dos 20 minutos da primeira metade do jogo, o Atlético-PR passou a controlar bem a partida. Trocando muitos passes no ataque, forçava o Palmeiras a se defender com seus 11 jogadores e, quando os visitantes recuperavam a bola, não tinham forças para chegar ao campo ofensivo com qualidade.

Na reta final antes do intervalo, porém, Roger pediu mais movimentação de seus atacantes, que passaram a trocar de posição. A estratégia fez com que, novamente, o Palmeiras adquirisse uma característica do adversário e, após uma sequência de toques no campo ofensivo, o Alviverde abriu o marcador com Bruno Henrique.

Na etapa final, o Palmeiras pôde vivenciar o melhor cenário para enfrentar o Atlético-PR. Roger Machado demonstrou que estudou muito a equipe de Fernando Diniz, manteve sua equipe no ataque, mas passou a marcar apenas a partir do meio-campo quando não tinha a bola.

Assim, o Verdão levava perigo nos contra-ataques, especialmente com Keno e Dudu. Willian, brigando muito no ataque, também colaborou para a estratégia palestrina, e os visitantes ampliaram a vantagem aos 14 minutos. Em cobrança de escanteio ensaiada, Marcos Rocha tocou para Dudu, que bateu firme. O goleiro Santos espalmou nos pés do lateral alviverde, que mandou de primeira para as redes.

Com a vantagem no marcador, o Palmeiras soube controlar o duelo e não passou sustos com exceção de uma defesaça de Jailson em cabeceio de Pablo. Após a entrada de Hyoran, em novo contra-ataque, matou o jogo em passe do meio-campista para Willian, que teve frieza para marcar.

Por fim, o Atlético-PR ainda descontou com Pablo, mas nada mais pôde fazer. Assim, o melhor visitante do Brasil na temporada, agora com 11 vitórias, um empate e apenas uma derrota, derrubou uma invencibilidade de 17 partidas do Atlético-PR na Arena da Baixada, e causou o primeiro revés de Fernando Diniz no Furacão.

FICHA TÉCNICA 
ATLÉTICO-PR 1 x 3 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 06 de maio de 2018, domingo
Horário: 16h (Brasília)
Árbitro: Claudio Francisco Lima E Silva – SE (CBF)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios – SE (CBF) e Ailton Farias da Silva – SE (CBF)
Público: 20.417 pessoas

Cartões amarelos: Thiago Carleto (Atlético-PR); Felipe Melo (PALMEIRAS)

GOLS
ATLÉTICO-PR:
 Pablo, aos 44 minutos da etapa inicial
PALMEIRAS: Bruno Henrique, aos 43 minutos do primeiro tempo; Marcos Rocha, aos 14, e Willian, aos 39 da etapa final

ATLÉTICO-PR: Santos; Zé Ivaldo, Pavez e Thiago Heleno; Matheus Rossetto (Renan Lodi), Camacho, Lucho González (Jonathan) e Carleto (Bergson); Nikão, Guilherme e Pablo
Técnico: Fernando Diniz

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Moisés (Lucas Lima); Keno (Hyoran), Dudu e Willian
Técnico: Roger Machado

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