Dourados-MS,
 Camara municipal-principal

Foto - Divulgação

Vaga na Libertadores de 2019, grande prêmio em dinheiro, a chance de conquista de um título nacional. Muito está em jogo para Cruzeiro e Corinthians, que iniciam, nesta quarta-feira, os primeiros 90 minutos da grande decisão da Copa do Brasil. O confronto está marcado para às 21h45 (horário de Brasília), no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Após eliminar o favorito Palmeiras, a equipe celeste fará a partida de ida da final do torneio mata-mata em seus domínios, e quer aproveitar tal fato para construir uma vantagem importante antes do duelo em Itaquera. Os alvinegros, por sua vez, apostam justamente no fator casa para compensar a inferioridade técnica na disputa. Para isso, precisam ao menos segurar um empate no estádio adversário e levar a decisão para São Paulo.

No Corinthians de Jair Ventura, a escalação para a primeira final já não é mais mistério. Na reta final do processo de recuperação de uma fibrose na coxa esquerda, o lateral direito Fagner treinou com os companheiros de equipe e deve ser o titular para o confronto no Mineirão.

 

Por outro lado, o comandante do Timão não poderá contar com o suspenso Douglas, habitual titular. No lugar do meia, Jair Ventura deve promover o retorno de Gabriel em sua posição de origem – a de volante, ao lado de Ralf. Com a lesão de Fagner, o jogador “tapava o buraco” na lateral direita, já que o treinador corintiano não enxerga Mantuan como membro do setor defensivo, diferentemente de Fábio Carille. 

Já o técnico Mano Menezes, do Cruzeiro, tem um grande problema para disputar a final da Copa do Brasil diante do Timão. O meia Arrascaeta foi convocado para os amistosos da seleção uruguaia e não vai para a partida.

A diretoria do Cruzeiro tentou a liberação do jogador, no entanto, o atleta não ficou livre. O jogador fez contato com a comissão técnica e companheiros para explicar que se trata de uma final de torneio nacional, mas nem isso aliviou a situação. A justificativa para a convocação é que o Uruguai está formando o elenco para os próximos anos e contar com Arrascaeta neste momento é fundamental. 

“Ficamos tristes por não ter a oportunidade de contar com o Arrascaeta, mas cientes de que o clube tem jogadores para a posição. Estamos bem tranquilos. O Mano tem total confiança em todos os jogadores, e o grupo também. A situação do Arrascaeta não foi favorável ao Cruzeiro. O clube sempre sai prejudicado dentro dessa situação, por não ter a possibilidade de ter o jogador. A coerência seria a melhor forma da seleção uruguaia. Analisar o quanto o clube precisa”, destacou o goleiro Fábio.

Sem Arrascaeta, Mano Menezes deve optar por colocar em campo o velocista Rafinha. Ele não se saiu bem nos duelos contra o Boca Juniors, pela Copa Libertadores, porém ainda tem a preferência do treinador azul. Rafael Sóbis e David são outras opções.

O restante da equipe não deve sofrer alterações em relação ao time que entrou em campo na decisão contra a equipe argentina, na última semana, pela competição internacional. No entanto, não é possível ter certeza, pois Mano Menezes fechou totalmente os treinamentos. A tendência, contudo, é de que o time celeste vá para cima dos adversários em seus domínios.

Por sua vez, a abordagem do clube do Parque São Jorge no confronto deve ser a mesma da primeira partida das semifinais contra o Flamengo, como Ralf apontou antes da decisão no Mineirão. À ocasião, o Corinthians mal atacou e buscou apenas se defender, segurar o empate e levar a decisão para a Arena de Itaquera. 

A estratégia é justificada por uma declaração de um dos principais líderes do elenco alvinegro. Em entrevista coletiva concedida antes do jogo, o goleiro Cássio reconheceu que a equipe do Cruzeiro tem maior qualidade técnica, sem deixar de apostar também na famosa raça corintiana.

“Acho que em uma final, se você for ver o peso das duas camisas, são duas grandes equipes, os times que mais vêm ganhando títulos nos últimos anos. Se for ver por qualificação, a equipe do Cruzeiro é mais qualificada tecnicamente, pode ser melhor que o Corinthians, mas quando fomos campeões, teve outro espírito. Se for ver o histórico, tem muitos títulos na vontade, na dedicação”, afirmou o arqueiro.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO x CORINTHIANS 

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 10 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (horário de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS)
Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa-GO)

CRUZEIRO: Fábio; Edilson, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Lucas Silva, Rafinha, Thiago Neves e Robinho; Barcos
Técnico: Mano Menezes

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Gabriel, Mateus Vital e Jadson; Clayson e Romero
Técnico: Jair Ventura

No clássico carioca que encerrou a 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, Botafogo e Vascoempataram por 1 a 1, em jogo disputado na noite desta terça-feira, no estádio Nilton Santos. O resultado frustrou as duas torcidas, mas serviu para tirar o Vasco da zona de rebaixamento. O time de São Januário chegou a 31 pontos ganhos e subiu para a 15ª colocação, enquanto o Botafogo agora 34 pontos ganhos e ocupa a 12ª posição com 34 pontos ganhos. Os gols foram marcados no primeiro tempo. Luiz Fernando anotou para o Botafogo e Maxi López empatou para o Vasco.

A partida foi mais interessante no primeiro tempo quando o Botafogo partiu para o ataque, enquanto o Vasco tentava aproveitar os espaços para chegar no gol defendido por Saulo. Na segunda etapa, os dois times caíram de rendimento e a o jogo ficou monótono e seu final foi saudado com vaias por parte das duas torcidas presentes ao Engenhão.

Na próxima rodada, o Botafogo vai enfrentar o Ceará, no Castelão; o Vasco vai receber o Cruzeiro, em São Januário.

Primeiro tempo

O Botafogo começou a partida com maior disposição ofensiva e antes do primeiro minuto, Gustavo Bochecha já tinha chutado para o gol, mas a bola encobriu o travessão defendido por Fernando Miguel. O Vasco encontrava dificuldades para sair da defesa porque a marcação botafoguense impedia uma saída tranquila de bola do adversário. Aos seis minutos, após cruzamento de Moisés, o zagueiro Carli toca de cabeça, mas a bola saiu sem levar perigo.

Só aos nove minutos é que o Vasco chegou na área da equipe da casa. Um chute de Fabrício desviou na zaga e saiu para escanteio. Aos 16 minutos, o Botafogo marcou o primeiro gol. Rodrigo Lindoso levantou para Kieza que, de peito, ajeitou para a conclusão certeira de Luiz Fernando que não deu qualquer chance de defesa para Fernando Miguel.

Em desvantagem, o Vasco partiu para o ataque e quase consegue a igualdade aos 19 minutos. Após cruzamento de Fabricio, Henrique cabeceou e Saulo fez grande defesa, espalmando para escanteio. A equipe dirigida por Zé Ricardo seguia controlando as ações e quase ampliou aos 29 minutos em bomba de Luiz Fernando que assustou Fernando Miguel. O Botafogo se aproveitava das falhas de marcação do lado direito, onde Pikachu encontrava dificuldade para conter as investidas de Moisés e Luiz Fernando pelo seu setor.

Aos 30 minutos, um cruzamento de Luiz Fernando desviou em Luiz Gustavo e quase enganou o goleiro Fernando Miguel. O Vasco mostrou que estava vivo aos 34 minutos quando Andrei recebeu bom passe de Maxi López e bateu forte para ótima defesa de Saulo que desviou para escanteio. Um minuto depois, a equipe de São Januário chegou ao empate. O volante Willian Maranhão arriscou o chute, Máxi Lopez dominou e chutou para colocar nas redes de Saulo.

O Botafogo não se abalou e aos 38 minutos, Marcinho levantou na área e Igor Rabello cabeceou forte, mas Fernando Miguel fez grande defesa.Aos 42 minutos, o volante Gustavo Bochecha sentiu dores no joelho direito e João Pedro chegou a ser chamado por Zé Ricardo, mas Bochecha se recuperou e continuou em campo. No último lance importante da primeira etapa, Andrey invadiu a área do Botafogo e caiu pedindo a marcação de pênalti, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Segundo tempo

O Botafogo começou o segundo tempo com a mesma disposição mostrada no início do jogo, forçando o Vasco a recuar para segurar a pressão. Aos seis minutos, Luiz Fernando fez ótimo lançamento para a penetração de Moisés, mas o lateral-esquerdo se atrapalhou e acabou desperdiçando a jogada. Aos sete minutos, após cruzamento na área, Kieza é puxado por Ramon, mas consegue cabecear. Os jogadores do Botafogo pedem a marcação de pênalti, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Preocupado com o baixo rendimento da sua equipe, o técnico Alberto Valentim trocou Fabricio por Giovanni Augusto. Logo depois, Zé Ricardo também mexeu no Botafogo. Saiu o volante Gustavo Bochecha e entrou o meia João Pedro.

Os dois times não repetiam o desempenho do primeiro tempo e tornavam a partida muito truncada com erros de passes e excesso de faltas. Só aos 22 minutos é que a torcida cruz-maltina se agitou quando Andrey mandou a bomba e Saulo fez grande defesa, espalmando para escanteio.

O ritmo lento do jogo irritava a torcida que arriscava algumas vaias. Aos 36 minutos,  Rodrigo Pimpão cruzou e Luiz Fernando desviou para fora, sem levar perigo para Fernando Miguel. Três minutos depois, o goleiro do Vasco voltou a aparecer bem para desviar um chute forte de Marcinho.

Aos 43 minutos, Giovanni Augusto arrancou pelo meio, tentou driblar Joel Carli e perdeu, causando irritação em Maxi López que entrava livre e esperava receber o passe. Um minuto depois, o Botafogo desperdiçou mais uma oportunidade para desempatar. Após cruzamento na área, Pimpão toca de cabeça e Igor Rabello chutou forte, mas a bola bateu na zaga e saiu para escanteio. Após a cobrança, os jogadores do time da casa pediram a marcação de pênalti, quando a bola tocou no cotovelo de Yago Pikachu.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-RJ 1 X 1 VASCO-RJ

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 9 de outubro de 2018 (Terça-feira)
Horário: 21h(de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (Fifa-MG)
Cartão Amarelo: Marcinho, Rodrigo Lindoso, Joel Carli (Bota);Willian Maranhão, Luiz Gustavo(Vas)
Gols:
BOTAFOGO: Luiz Fernando,aos 16 minutos do primeiro tempo
VASCO: Maxi López, aos 35 minutos do primeiro tempo

BOTAFOGO: Saulo, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Matheus Fernandes, Rodrigo Lindoso, Gustavo Bochecha(João Pedro) e Luiz Fernando; Erik (Rodrigo Pimpão)e Kieza(Brenner)
Técnico: Zé Ricardo

VASCO: Fernando Miguel, Yago Pikachu, Luiz Gustavo, Oswaldo Henríquez e Ramon(Marrony); Willian Maranhão(Bruno Cosendey), Andrey, Fabrício(Giovanni Augusto) e Henrique; Andrés Ríos e Maxi López
Técnico: Alberto Valentim

O Fluminense fez valer o mando de campo e goleou por 4 a 0 o Paraná, nesta segunda-feira, no Maracanã. Com o resultado, aos cariocas chegaram a 37 pontos, na oitava posição, mais distante da zona de rebaixamento. Já os paranaenses seguem com 17, na lanterna do Campeonato Brasileiro.

Os donos da casa dominaram o confronto desde o início e abriram vantagem ainda no primeiro tempo, com glose Jadson e Richard. Na etapa final, o Fluminense decretou a vitória com mais um gol de Jadson e outro de Luciano.

Na próxima rodada, o Fluminense terá pela frente o clássico contra o Flamengo, no sábado, no Maracanã. No mesmo dia, o Paraná viaja até Salvador, onde encara o Bahia.

O jogo – O Paraná surpreendeu logo no primeiro minuto em chute de longe de Deivid. No entanto, depois disso, o Fluminense dominou o confronto. Os cariocas responderam ao sete, em finalização de Ibañez que foi defendida em dois tempo pelo goleiro Richard.

Os dois da casa tinham a posse de bola, mas não conseguiam passar pela retranca paranaense. Com isso, o duelo ficou sem emoção, o que irritou a torcida presente no Maracanã.

Somente aos 34 minutos, o Fluminense chegou com perigo e abriu o placar. Marcos Júnior aproveitou corte errado de Renê Santos e tocou para Jadson finalizar com categoria para a rede.

O gol fez o Paraná buscar o ataque em busca do empate, mas viu o Fluminense quase ampliar aos 39 minutos. Richard arriscou da entrada da área, só que a bola passou sobre o travessão. Só que no minuto seguinte não teve jeito. Novamente Richard arriscou de longe, a bola desviou na zaga e foi para a rede, sem chance para o goleiro paranaense.

Nos minutos finais, o panorama do jogo seguiu o mesmo. O Fluminense continuava a criar boas chances e quase chegou ao terceiro aos 45 minutos. Após cruzamento, Luciano cabeceou para grande defesa de Richard. No lance seguinte, foi a vez de Digão obrigar o goleiro paranaense a salvar os visitantes. Mesmo assim, os donos da casa saíram para o intervalo com boa vantagem no Maracanã.

No segundo tempo, os cariocas não deram tempo dos visitantes pensarem em reagir e ampliaram o marcador aos dois minutos. Jadson aproveitou cruzamento de Everaldo e chutou para a rede.

O novo revés abateu o Paraná, que passou a ver o Fluminense aumentar o domínio do jogo. Os visitantes só conseguiram assustar aos 20 minutos. Silvinho arriscou de fora da área, mas viu a bola ir pela linha de fundo.

Enquanto os donos da casa continuavam tendo mais posse de bola, o Paraná voltou a criar boa chance aos 32 minutos, em chute de Alex Santana que passou pelo do gol de Julio Cesar. Só que aos 40, o Fluminense chegou ao quarto gol. Luciano recebeu passe na área, girou sobre a marcação e chutou sem chance para Richard para dar números finais na partida.

FICHA TÉCNICA:
FLUMINENSE 4 X 0 PARANÁ

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 8 de outubro de 2018, segunda-feira
Horário: 20h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Renda: R$ 128.405,00
Público: 6.715 pagantes
Cartões amarelos: Léo (Fluminense); Mansur e Jhony (Paraná)
GOLS
FLUMINENSE: Jadson, aos 34min do primeiro tempo e 2min do segundo tempo; Richard, aos 40min do primeiro tempo; Luciano, aos 40min do segundo tempo

FLUMINENSE: Julio Cesar, Ibañez (Paulo Ricardo), Gum e Digão; Léo, Richard, Jadson e Ayrton Lucas; Marcos Júnior (Danielzinho), Everaldo (Marquinhos Calazans) e Luciano
Técnico: Marcelo Oliveira

PARANÁ: Richard, Leandro Vilela, Jesiel, Renê Santos e Mansur; Turito González (Jhony), Alex Santana, Juninho (Caio Henrique) e Deivid (Andrey); Ortigoza e Silvinho
Técnico: Claudinei Oliveira

O Palmeiras segue a passos largos rumo ao título do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o time do técnico Luiz Felipe Scolari fez mais uma vítima na competição nacional ao derrotar o São Paulo em pleno Morumbi por 2 a 0, resultado construído ainda no primeiro tempo graças aos gols do zagueiro paraguaio Gustavo Gómez e Deyverson. Com a vitória, o Verdão derrubou um tabu de 16 anos e voltou a superar o Tricolor, o que não acontecia desde 2002.

Apostando em Rodrigo Caio como lateral-direito novamente, Diego Aguirre preferiu deixar Everton no banco, ao contrário do que todos imaginavam, e improvisar equivocadamente Bruno Peres na ponta. Arboleda, unanimidade entre os torcedores e que também era reforço após cumprir suspensão na última rodada, também ficou na reserva. Já o Palmeiras entrou em campo com apenas quatro titulares (Weverton, Moisés, Felipe Melo e Dudu), mas mostrou que seu elenco é, de fato, muito melhor que o dos demais concorrentes.

O resultado deixou o Verdão com 56 pontos, três a mais que o vice-líder, o Internacional, que também tropeçou nesta rodada ao ser derrotado pelo Sport por 2 a 1. O São Paulo, por sua vez, estagnou com 52 pontos, se estabeleceu como quarto colocado do Campeonato Brasileiro e passou a ver o tão sonhado título nacional como algo mais distante.

Agora, o Tricolor terá de correr atrás do prejuízo contra o Internacional, no Beira-Rio, no próximo domingo, às 16h (de Brasília), outra parada duríssima para o time de Diego Aguirre. Já o Palmeiras encara o Grêmio, no mesmo dia e horário, no Pacaembu.

O jogo – O primeiro tempo do São Paulo foi para se esquecer. Aos nove minutos, Sidão já deu um indício do que seria a defesa de Diego Aguirre nos 45 minutos inicias. Aos nove, o goleiro foi repor a bola em campo, mas a soltou, e Deyverson aproveitou o vacilo para finalizar. O camisa 1 tricolor ainda chegou a fazer a defesa fora da área, fato que o árbitro Wilton Pereira Sampaio não viu, e Bruno Alves acabou ficando com a sobra e afastando o perigo.

Passado o susto, o São Paulo conseguiu levar perigo ao gol de Weverton pela primeira vez aos 11 minutos, quando Hudson aproveitou o cruzamento para desviar de calcanhar no primeiro pau e mandar por cima do travessão. Depois, aos 27, foi a vez de Rodrigo Caio lamentar após cobrança de falta de Reinaldo. O lateral-esquerdo mandou para a área, a bola foi escorada na marca do pênalti e sobrou no segundo pau, mas o zagueiro não conseguiu alcançá-la de carrinho.

Já na reta final do primeiro tempo o Palmeiras não teve piedade da falta de eficiência do Tricolor e tratou de calar o Morumbi. Aos 33 minutos, Gustavo Gómez subiu sozinho para completar a cobrança de escanteio de Dudu, de cabeça, e abrir o placar. Antes de as equipes irem para o intervalo ainda deu tempo de o Verdão fazer o segundo. Mayke puxou contra-ataque, tocou para Dudu dentro da área, mas o camisa 7 bateu na trave. Na sobra, o próprio Mayke cruzou e achou Deyverson, que, assim como Gustavo Gómez, estava livre para cabecear e estufar as redes.

Segundo tempo

O São Paulo voltou a campo para a etapa complementar com duas mudanças: Nenê saiu para a entrada de Gonzalo Carneiro, enquanto Rodrigo Caio deu lugar a Everton. Desta forma, o Tricolor foi com tudo para cima do Palmeiras nos primeiros minutos, contudo, esbarrava na falta de jogadas trabalhadas e criatividade. As ações dos donos da casa eram muito mais na base da vontade do que na técnica e todas elas não deram qualquer resultado.

Desta forma, o Palmeiras se segurou firme na defesa e não deu brechas para que o rival pudesse reagir. Ciente da estratégia são-paulina, o técnico Luiz Felipe Scolari armou sua equipe para sair em contra-ataque e matar o jogo. Faltou, porém, mais eficiência na hora de concluir, principalmente com Deyverson.

Na reta final da partida, ainda deu tempo de Willian, que entrou na vaga de Hyoran, matar o jogo ao ficar com a sobra dentro da área, porém, ao bater de primeira, viu o goleiro Sidão fazer excelente defesa. Rojas também teve a oportunidade de ao menos descontar para o São Paulo após cobrança lateral de Reinaldo, mas parou em Weverton, que estava ligado para cair no canto direito, fazer a defesa, sem dar rebote, e garantir a vitória irretocável do Palmeiras no Morumbi.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 2 PALMEIRAS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 06 de outubro de 2018, sábado
Horário: 18 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
Público: 56.694 torcedores
Renda: R$ 2.959.044,00

Cartões amarelos: Rodrigo Caio e Joao Rojas (SÃO PAULO); Victor Luis, Felipe Melo e Dudu (PALMEIRAS)

GOLS
PALMEIRAS: Gustavo Gómez, aos 33, e Deyverson, aos 37 minutos do primeiro tempo

SÃO PAULO: Sidão; Rodrigo Caio (Everton), Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Nenê (Carneiro); Joao Rojas, Diego Souza (Tréllez) e Bruno Peres
Técnico: Diego Aguirre

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha (Mayke), Luan, Gustavo Gomez e Victor Luis; Felipe Melo, Moisés e Lucas Lima (Bruno Henrique); Dudu, Hyoran (Willian) e Deyverson
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Um clássico onde os dois times entrarão em campo pressionados. Esta é a realidade que move Botafogo e Vasco no confronto desta terça-feira, às 21h(de Brasília), no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ), pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os vascaínos vivem um momento político conturbado e a delegação foi hostilizada no retorno para a casa após o empate por 1 a 1 com o Paraná Clube no Sul. O Glorioso sofreu com a eliminação para o Bahia nas oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Apesar de todos esses fatores, a maior preocupação dos dois times está com a zona de rebaixamento, onde o Vasco aparece com 30 pontos, três a menos que o Botafogo, 12º colocado e também próximo da pior parte da tabela de classificação.

“Sabemos que temos que ganhar este jogo para não ficarmos perto da zona de rebaixamento. É um confronto direto e agora estamos focados apenas no Campeonato Brasileiro. Para isso é importante colocarmos em prática tudo o que foi trabalhado”, disse o volante Rodrigo Lindoso.

Zé Ricardo terá a opção do atacante Erik, que volta de suspensão (Foto: Vitor Silva/SSPress/Botafogo)

O clássico é tratado como decisivo também pelos vascaínos.

“Ninguém tem dúvidas de que estamos em uma semana muito importante para a sequência do Campeonato Brasileiro. Temos que fazer uma boa partida, conseguir os três pontos e ganhar um moral a mais na continuidade do campeonato”, disse o zagueiro Luiz Gustavo.

Para ganhar este compromisso, o Vasco aposta no poder de concentração ao longo dos noventa minutos. O time tem sofrido com gols no começo. Tentando corrigir esses erros, o técnico Alberto Valentim cobra evolução do plantel.

“É importante que a gente siga trabalhando com a mesma seriedade e empenho, pois estamos conseguindo evoluir e com certeza vamos atingir os nossos objetivos. Temos que ter ainda mais atenção ao longo dos noventa minutos, pois o adversário pode ser perigoso em qualquer momento da partida”, disse Valentim.

Por falar em técnicos, eles estão de lados opostos em relação ao primeiro turno, quando os dois times se enfrentaram em São Januário e o Botafogo ganhou por 2 a 1 com gols de Kieza e Igor Rabello. Andrey descontou. Aquele jogo fez o técnico Zé Ricardo, hoje no Glorioso, pedir demissão do Vasco. O Alvinegro era dirigido justamente por Alberto Valentim, que assinou com o Cruz-Maltino após uma experiência frustrada no mundo árabe. Valentim também levou a melhor na final do Campeonato Carioca, levando os botafoguenses ao título diante dos vascaínos dirigidos por Zé Ricardo.

“Conhecemos os elencos, a forma de trabalhar de um ou outro, mas uma ou outra situação pode ser colocada. Em um passado recente nos enfrentamos algumas vezes e por isso nos conhecemos, mas sempre é possível mudar algo. Tanto Botafogo e Vasco precisam vencer e isso torna o jogo importante e atraente”, disse Zé Ricardo.

O Vasco, de Alberto Valentim, não terá Martín Silva e Leandro Castán (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco)

Em termos de escalação, o Botafogo vai contar com o retorno do atacante Erik, que não enfrentou o Bahia por não estar inscrito pelo clube na Sul-Americana. Ele reaparece no lugar de Rodrigo Pimpão, que fica como opção no banco.

O Vasco não terá o goleiro Martín Silva, servindo à seleção uruguaia em amistosos internacionais, e nem o zagueiro Leandro Castán, que cumpre suspensão por ter sido expulso contra o Paraná. Fernando Miguel entra no gol e o colombiano Oswaldo Henríquez ganha uma oportunidade na zaga. No meio-de-campo uma dúvida de ordem tática, com Thiago Galhardo e Andrey disputando posição.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-RJ X VASCO-RJ

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 9 de outubro de 2018 (Terça-feira)
Horário: 21h(de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (Fifa-MG)

BOTAFOGO: Saulo, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Matheus Fernandes, Rodrigo Lindoso, Gustavo Bochecha e Luiz Fernando; Erik e Kieza
Técnico: Zé Ricardo

VASCO: Fernando Miguel, Rafael Galhardo, Luiz Gustavo, Oswaldo Henríquez e Ramon; Willian Maranhão, Thiago Galhardo (Andrey), Giovanni Augusto e Yago Pikachu; Andrés Ríos e Maxi López
Técnico: Alberto Valentim

O Grêmio foi guerreiro na noite deste sábado. Jogando em casa, na Arena Grêmio, a equipe gaúcha viu o Bahia abrir 2 a 0 e segurar o resultado, mesmo com um jogador a menos, até os 38 minutos do segundo tempo. No entanto, com dois gols relâmpagos, o Tricolor Gaúcho buscou o resultado nos minutos finais e conseguiu o empate por 2 a 2, em duelo válido pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Bahia marcou logo aos três minutos de partida com Élber aproveitando a bola dentro da área. Numa jogada parecida, o mesmo Élber ampliou a vantagem aos 21 minutos do segundo tempo. Aos 38 Juninho Capixaba descontou para o Grêmio, que chegou ao empate com Jael cobrando pênalti aos 40 minutos.

Apesar do empate nos minutos finais, o torcedor gremista teve duas más notícias durante a partida. Principal jogador do clube nesta temporada, Everton precisou ser substituídoainda no primeiro tempo devido a uma lesão, assim como o goleiro Marcelo Grohe.

Com o empate, o Grêmio chega aos 51 pontos conquistados, porém permanece na quinta colocação. Já o Bahia, chega aos 31, permanecendo na 14ª posição e somo agora um ponto de vantagem em relação a zona do rebaixamento.

O jogo – Jogando diante de sua torcida, o Grêmio entrou em campo claramente com a estratégia de pressionar o adversário nos primeiros minutos. No entanto, a equipe da casa foi surpreendida e logo aos três minutos, o volante Nilton subiu mais que todo mundo numa cobrança de lateral jogada na área e desviou a bola para Élber, sozinho na segunda trave, apenas empurrar para a rede e abrir o placar para o Bahia.

Com o gol nos primeiros minutos, a estratégia de pressão gremista foi intensificada. No entanto, a maior posse de bola não conseguia ser traduzida em chances de gol em favor da equipe mandante. Nas poucas chances criadas, o jogador sempre aparecia em posição irregular no momento da finalização.

Foi o que aconteceu aos 23 minutos, quando Geromel desviou a cobrança de falta feita por Luan e encontrou Cícero dentro da área, que desviou para o fundo do gol. No entanto, a arbitragem viu, acertadamente, a posição irregular do meio-campista gremista.

Para piorar a situação do Tricolor Gaúcho, que encontrava muitas dificuldades para criar chances claras de gol, a equipe viu um de seus principais destaques, o atacante Everton, sentir um desconforto na coxa direita e pedir para ser substituído nos minutos finais do primeiro tempo. No intervalo foi a vez de Marcelo Grohe pedir para ser substituído e deu lugar para o goleiro Paulo Victor.

Na segunda etapa o Grêmio buscou pressionar ainda mais o Bahia em busca do gol de empate. Aos três minutos, Luan cobrou uma falta com perigo e por pouco não igualou a partida. Quatro minutos mais tarde, novamente Luan finalizou de fora da área, porém novamente Douglas fez a defesa.

Aos 10 minutos do segundo tempo o Grêmio recebeu a primeira boa notícia da noite. Isso porque o zagueiro Jackson acabou cometendo uma falta dura no ala Juninho Capixaba e recebeu o seu segundo cartão amarelo, sendo expulso do jogo.

No entanto, as boas notícias para o Grêmio duraram pouco já que aos 21 minutos Zé Rafael tentou um raro ataque para o Bahia pelo esquerdo e encontrou Élber livre dentro da área. O atacante novamente só teve o trabalho de empurrar para a rede e ampliou a vantagem para o Bahia com o seu segundo gol na partida.

Após o segundo gol do Tricolor Baiano a pressão gremista se intensificou ainda mais. No entanto, o Bahia vinha conseguindo se defender bem e administrar a vantagem. Porém aos 38 minutos, Alisson lançou Juninho Capixaba livre dentro da área. O ala conseguiu o domínio e apenas tirou do goleiro para diminuir a vantagem.

O Grêmio foi pra cima e conseguiu um pênalti dois minutos depois de ter marcado o seu primeiro gol. Marinho passou bem pela defesa pela ponta direita e foi derrubado dentro da área. O centroavante Jael cobrou com categoria e empatou o duelo aos 40 minutos.

A equipe gaúcha por pouco não chegou a virada com Jael, que subiu mais que todo mundo e cabeceou firme, porém Douglas fez a defesa. No último lance, foi a vez do Bahia ter a última chance de alterar o placar com Zé Rafael cobrando falta, porém Paulo Victor fez a defesa.

FICHA TÉCNICA
GRÊMIO X BAHIA

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Data: 06 de Outubro (Sábado)
Horário: 21h00 (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
Cartões amarelos: Kannemann (Grêmio); Ramires, Jackson, Gilberto e Nino Paraíba (Bahia)
Cartão vermelho: Jackson (Bahia)
Gols: GRÊMIO: Juninho Capixaba, aos 38 minutos e Jael, de pênalti, aos 40, do segundo tempo; BAHIA: Élber, aos 3 minutos do primeiro tempo e aos 21 do segundo tempo

Grêmio: Marcelo Grohe (Paulo Victor), Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Juninho Capixaba, Maicon (André), Cícero, Luan e Alisson, Everton (Marinho) e Jael
Técnico: Renato Gaúcho

Bahia: Douglas; Nino Paraíba, Lucas Fonseca, Jackson e Léo; Gregore, Nilton (Elton), Ramires (Ignácio) e Zé Rafael; Élber e Gilberto (Edigar Junio)
Técnico: Enderson Moreira

O duelo já estava nos acréscimos quando o meia Doffo tentou cruzar, mas a bola foi direto para o gol, encobriu o goleiro Victor e terminou dentro da meta do arqueiro alvinegro. A vitória da Chapecoense sobre o Galo, no finalzinho do jogo, por 1 a 0, na Arena Condá, atrapalha os planos atleticanos e dá um sossego para o técnico Guto Ferreira.

O treinador entrou para o duelo sabendo que a ausência da vitória dificultaria sua vida em Santa Catarina. O time vive momentos de tensão, circulando entre os clubes que flertam com o rebaixamento. O clima tenso agora mudou de lado. Já o lado preto e branco, a expectativa era de vitória para aproximar do grupo dos cinco primeiros colocados.

O resultado não muda a situação do Atlético na tabela. O Atlético segue em sexto, com 45 pontos. Já a Chapecoense sai do Z4, com 31 pontos conquistados.

O Atlético foi melhor no primeiro tempo. A equipe sofreu com a saída de jogo nos primeiros minutos de jogo, no entanto, conseguiu corrigir a situação e foi superior na etapa inicial. No segundo, o Galo também teve maior tempo de superioridade, porém, a Chape conseguiu o tento no finalzinho.

O Atlético volta a Belo Horizonte agora e prepara para o clássico mineiro contra o América, no domingo, às 19h (de Brasília). Já a Chape recebe o Vitória, no domingo (14), às 11h.

Primeiro tempo

A Chape vive momento complicado na temporada. O técnico Guto Ferreira está pressionado, dentro do Z4, e uma derrota pode resultar em sua demissão.

Diante disso, a equipe da casa iniciou o duelo pressionando a saída de bola do Atlético. A tática era tentar pegara defesa desprevenida, sobretudo considerando que Gabriel, atleta reserva hoje do grupo preto e branco, estava em campo na vaga de Iago Maidana.

O Atlético, porém, conseguiu igualar a situação. A equipe mineira conseguia trocar passes, dominou o meio campo e fez disso mais volume de jogo. Com isso, o Galo passou a ficar mais frequente no ataque e criar oportunidades.

Puxado por Luan, José Welison e Elias, o Galo conseguia ser mais agressivo. Vale considerar que Denilson, que ganhou uma chance na vaga de Ricardo Oliveira que sentiu dores na coxa direita, não mostrava bom aproveitamento. O jogador batalhava, mas a parte técnica deixava a desejar.

Aos 14 minutos o Galo teve grande oportunidade. Em cruzamento na área, a bola ficou pipocando na área e o goleiro Jandrei tirou na última hora. Gabriel já estava chegando para fazer a finalização.

O Galo seguiu pressionando até os 30 minutos. Neste momento o Atlético chegou em cruzamento de Fábio Santos e Denílson tentou aproveitar, mas a defesa tirou.

Após esse lance, o duelo ficou travado no meio campo, com poucas chances claras para os dois lados. A primeira finalização da Chape aconteceu apenas nos 40 minutos do primeiro tempo, em um chute de fora da área.

Segundo tempo

A etapa complementar não foi agradável. Se a primeira metade do confronto. O técnico Guto Ferreira fez duas substituições, pensando em conseguir segurar mais a bola no ataque.

A expectativa até aconteceu: a Chape chegava trocando passes, mas não conseguia fazer disso oportunidades. A defesa alvinegra trabalhava bem e não tinha grandes problemas.

A nova postura da Chape criava ao Galo oportunidades de contra-ataques. Sempre puxados por Elias e Luan, o Galo tinha a possibilidade de criar problemas ao time da casa. No entanto, isso não acontecia, pois o Atlético falhava no último passe.

A Chape cresceu na partida nos minutos finais. O time catarinense chegou com perigo em, pelo menos, duas oportunidades, e assustou o grupo alvinegro.

No finalzinho, a Chape conseguiu o primeiro gol. Em jogada rápida, a bola sobrou para Doffo que manda por cima do goleiro Victor e faz o gol salvador.

FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE-SC 1 X 0 ATLÉTICO-MG

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 06 de setembro de 2018 (Sábado)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)

Gols: Doffo, aos 47 do segundo tempo (Chapecoense)
Cartões: Eduardo, Bruno Pacheco, Doffo (Chapecoense); Elias, Terans (Atlético)

CHAPECOENSE – Jandrei; Eduardo, Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Elicarlos (Amaral), Barreto, Diego Torres (Rolim) e Doffo; Leandro Pereira e Vinicius (Bruno Silva)
Técnico: Guto Ferreira.

ATLÉTICO – Victor, Emerson, Léo Silva, Gabriel, Fábio Santos, José Welison, Matheus Galdezani (Terans), Elias, Luan (Tomás Andrade), Chará (Leandrinho), Denilson.
Técnico: Thiago Larghi.

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