Dourados-MS,
Câmara_novo

O Atlético Paranaense não segurou o embalado Sport e perdeu por 1 a 0, na Ilha do Retiro, no Recife, voltando para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Leão chegou aos 18 pontos, subindo para a segunda colocação na classificação. Já o Furacão, com apenas nove pontos, é o 17º colocado.

Depois de uma primeira etapa sem bola na rede, o time pernambucano precisou de menos de um minuto no segundo tempo para abrir a contagem, com um golaço de Fellipe Bastos, acertando um chute de longe para matar Santos.

Na próxima rodada, o Sport enfrenta o Vasco da Gama, sábado, em São Januário, no Rio de Janeiro. Já o Atlético Paranaense terá pela frente o São Paulo, no mesmo dia, na Arena da Baixada.

O jogo – A partida começou equilibrada, com as duas defesas bem fechadas, impedindo o avanço dos ataques. Aos oito minutos, cruzamento rasteiro para Rafael Marques e Thiago Heleno apareceu na hora exata para travar e ceder escanteio. Após a cobrança, Ernando subiu para testar, pela linha de fundo.

O Leão chegou com perigo aos 13 minutos, com Rafael Marques servindo Fellipe Bastos, que mandou um petardo na rede, mas pelo lado de fora. O Furacão tinha mais a bola nos pés, mas não passava da intermediária adversária. Quando fez, aos 17 minutos, com Thiago Carleto, o cruzamento parou na defesa pernambucana. Camacho abriu espaço para arriscar o chute, aos 19 minutos, e deu trabalho para Magrão.

Com a dificuldade de entrar na defesa paranaense, o chute de longe virou uma boa arma, como na cobrança de falta de Marlone, aos 23 minutos, que passou com perigo após desvio de Fellipe Bastos. O troco veio em cobrança de falta de Carleto, que Wanderson testou para fora. Marcinho partiu em velocidade pela direita, aos 34 minutos, cruzou para o meio e ninguém apareceu. Rafael Marques tentou finalizar na área, aos 44 minutos, mas desequilibrado não pegou certo na bola.

Para a segunda etapa, as equipes voltaram sem mudanças. Porém, o Sport precisou de menos de um minuto para abrir a contagem, com um chute muito de longe de Fellipe Bastos, que marcou um golaço para surpreender a defesa atleticana. O gol acordou o Furacão, que foi para o ataque. Aos oito minutos, Raphael Veiga cruzou, Lucho pegou sobra e ajeitou para Bergson, que havia acabado de entrar, arrematar em cima da defesa.

O Leão voltou a assustar aos 16 minutos, depois de dividida de Rogério com Pablo e o chute que foi direto para fora. Santos apenas acompanhou a saída. Carleto tentou o cruzamento, aos 19 minutos, a bola foi fechada e quase enganou Magrão, que deu um tapa para afastar o perigo. Cobrança de escanteio na cabeça de Thiago Heleno, aos 25 minutos, e a testada passou por cima da meta.

Já bastante desgastado, Lucho conseguiu chegar à área, aos 27 minutos, e cruzou rasteiro, mas ninguém conseguiu completar o lance. Aos 35 minutos, mais um levantamento de Carleto para Thiago Heleno e Magrão deixou a meta para atirar de soco. Mais uma falta para Carleto, e desta vez que tentou a cabeçada foi Pablo, que parou em Magrão. Carleto teve ainda cobrança de falta, aos 46 minutos, e Magrão garantiu a vitória rubro-negra encaixando a bola.

SPORT 1 X 0 ATLÉTICO-PR

Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 06 de junho de 2018, quarta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG) e Ricardo Junio de Souza (MG)
Cartões amarelos : Deivid e Ronaldo Alves (Sport); Nikão, Thiago Heleno, Bergson e Zé Ivaldo (Atlético-PR)

Gols
SPORT: Fellipe Bastos, a 1 minuto do segundo tempo

SPORT: Magrão; Raul Prata, Ronaldo Alves, Ernando e Evandro (Durval); Deivid, Fellipe Bastos, Marlone, Gabriel (Neto Moura) e Rogério (Michel Bastos); Rafael Marques
Técnico: Claudinei Oliveira

ATLÉTICO-PR: Santos; Wanderson, Thiago Heleno e Zé Ivaldo (Bruno Guimarães); Marcinho, Camacho (Bill), Lucho González e Carleto; Rapahael Veiga, Nikão (Bergson) e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

 

Gazeta Esportiva

Conmebol divulgou nesta terça-feira datas e horários das partidas de oitavas de final da Taça Libertadores. Os jogos serão disputados entre os dias 7 e 30 de agosto.

O primeiro brasileiro a entrar em campo será o Grêmio: no dia 7, enfrenta o Estudiantes em La Plata, Argentina, às 21h45 (de Brasília). No dia 8, Flamengo e Cruzeiro se cruzam no Rio de Janeiro, e o Corinthians vai ao Chile enfrentar o Colo-Colo. Dia 9, é a vez de o Palmeiras enfrentar o Cerro Porteño, no Paraguai.

O último brasileiro a jogar será o Santos: o jogo de ida contra o Independiente, em Avellaneda, está marcado apenas para o dia 21 de agosto, às 21h45.

Jogos de ida (horário de Brasília)

 

  • 7/8 - 21h45 - Estudiantes x Grêmio
  • 8/8 - 19h30 - Boca Juniors x Libertad
  • 8/8 - 21h45 - Colo-Colo x Corinthians
  • 8/8 - 21h45 - Flamengo x Cruzeiro
  • 9/8 - 19h30 - Racing x River Plate
  • 9/8 - 21h45 - Cerro Porteño x Palmeiras
  • 9/8 - 21h45 - Tucumán x Atlético Nacional de Medellín
  • 21/8 - 21h45 - Independiente x Santos

 

Jogos de volta (horário de Brasília)

 

  • 28/8 - 19h30 - Santos x Independiente
  • 28/8 - 21h45 - Atlético Nacional de Medellín x Tucumán
  • 28/8 - 21h45 - Grêmio x Estudiantes
  • 29/8 - 19h30 - River Plate x Racing
  • 29/8 - 21h45 - Cruzeiro x Flamengo
  • 29/8 - 21h45 - Corinthians x Colo-Colo
  • 30/8 - 19h30 - Libertad x Boca Juniors
  • 30/8 - 21h45 - Palmeiras x Cerro Porteño

O Corinthians poderia encostar na liderança do Campeonato Brasileiro com o confronto direto diante do Flamengo, mas vai acabar o fim de semana fora até mesmo do G4, mais precisamente na sétima colocação, com 14 pontos, podendo cair ainda mais na tabela de classificação no caso de o Fluminense não perder nessa segunda, no encerramento da nona rodada. Nesse domingo, um gol de Felipe Vizeu no rebote de Walter garantiu a vitória do Flamengo por 1 a 0 no Maracanã, onde a equipe rubro-negra não vencia os corintianos desde 2014, e deixou os cariocas ainda mais isolados na liderança, com 20 pontos, temporariamente quatro pontos acima do segundo colocado.

Apesar da disponibilidade de Roger, Osmar Loss novamente preferiu armar seu time sem um centroavante de origem. O plano certamente não previa uma dificuldade tão grande na transição entre a defesa e o ataque. Os excessivos erros na saída de bola dos corintianos colaboraram para a pressão flamenguista na primeira metade do primeiro tempo.

O time rubro-negro tentava encontrar os espaços pelas laterais. Mantuan teve muito trabalho contra o abusado Vinicius Júnior, mas sobreviveu bem ao teste de fogo. Sem conseguir infiltrar, os cariocas forçaram além da conta as jogadas de bola aérea, e nesse quesito a defesa alvinegra também se comportou bem.

O panorama do clássico se alterou depois dos 33 minutos, e não por ação pensada de nenhum dos técnicos. Uma lesão na coxa direita de Jadson culminou com a entrada de Roger e forçou o Corinthians a mudar sua postura em campo. Sorte de Loss, que passou a assistir seu time com mais posse de bola e perigoso nas ações ofensivas.

Apesar das estratégias bem definidas e do clima favorável no Maracanã, o duelo das duas maiores torcidas do Brasil foi para o intervalo sem gols e sem ações efetivas dos dois goleiros.

O ritmo se manteve na etapa final. Lucas Paquetá, como de costume, se doava no gramado molhado, Diego chamava a responsabilidade, enquanto Éverton Ribeiro e e Henrique Dourado pouco faziam.

Do outro lado, Rodriguinho, talvez a maior esperança dos visitantes, vivia péssima tarde, errando praticamente tudo que tentava. Mateus Vital, de volta ao Rio desde sua saída do Vasco, não mostrava algo tão diferente. Pedrinho é quem carregava o ataque alvinegro, mas novamente acabou substituído por Marquinhos Gabriel.

Sem muito brilho, com mais luta do que futebol, mais erros do que acertos, o jogo seguiu arrastado. O Flamengo ao menos continuou na luta por um gol, insistiu, se lançou contra um Corinthians que aparentemente se satisfazia com o empate fora de casa.

O castigo pela falta de ousadia dos alvinegros se coincidiu com o prêmio pela coragem rubro-negra. Perto do fim, Lucas Paquetá obrigou Walter a executar grande defesa. O goleiro, no entanto, não conseguiu espalmar para fora, e a bola sobrou limpa para Felipe Vizeu estufar as redes pouco depois de entrar no lugar do vaiado Henrique Dourado.

Osmar Loss, na base do desespero, tentou o empate até com Kazim, mas era tarde demais e o Corinthians não tinha criatividade nesse domingo para chegar ao gol. Quando esteve mais perto de balançar as redes, o árbitro Anderson Daronco resolveu encerrar o jogo, apesar da bola dentro da área, nos pés de Roger, de frente para Diego Alves.  Assim, o clássico terminou com muita reclamação dos paulistas, enquanto os flamenguistas não se poupavam na comemoração da vitória.

Na próxima rodada, as duas equipes têm clássicos regionais pela frente. Enquanto o Timão recebe o Santos às 21h da quarta-feira, em Itaquera, o Mengão visita o Fluminense, às 20h de quinta, no Mané Garrincha.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 X 0 CORINTHIANS

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS)
Cartões amarelos: Jonas, Diego, Renê (Fla); Balbuena (Cor)
Público: 44.075 pagantes / 49.222 total
Renda: R$ 2.033.277,00

GOL
Flamengo:
 Felipe Vizeu, aos 34 minutos do 2T.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Rhodolfo e Renê; Jonas, Lucas Paquetá, Diego, Everton Ribeiro (Jean Lucas) e Vinícius Júnior (Marlos Moreno); Henrique Dourado (Felipe Vizeu)
Técnico: Maurício Barbieri

CORINTHIANS: Walter; Mantuan, Balbuena, Henrique e Sidcley; Gabriel (Kazim) e Maycon; Pedrinho (Marquinhos Gabriel), Jadson (Roger), Rodriguinho e Mateus Vital
Técnico: Osmar Loss

Maicon abriu o placar para o Grêmio (Foto: Lucas Uebel/GFPA)

Neste domingo, o Grêmio subiu sete posições e chegou à terceira colocação do Campeonato Brasileiro. Em partida na Arena Fonte Nova, a equipe de Rento Gaúcho venceu o Bahia por 2 a 0, com um gol no início marcado por Maicon, no rebote de um pênalti perdido pelo próprio meio-campista, e outro de Thaciano, no último minuto de jogo, .

O triunfo em Salvador encerrou a sequência de empates do Grêmio. Junto a São Paulo e Chapecoense, o Tricolor é o time que mais empatou neste Brasileirão, com quatro igualdades, sendo que três dos últimos quatro jogos haviam terminado desta maneira.

Se o duelo na Arena Fonte Nova prometia ser aberto, tudo mudou com poucos minutos do primeiro tempo. Logo aos sete, Lucas Fonseca derrubou Ramiro na área e o árbitro Péricles Bassols marcou a penalidade. Na cobrança, Maicon foi para a bola e Douglas Friedrich fez a defesa, mas a bola voltou para o meio-campista abrir o marcador.

À frente no placar, o Grêmio pôde fazer o que mais gota: controlar a partida. Obstinado pela bola, o Tricolor passou a trocar passes rápidos e manter a posse a ponto de fazer ‘rodas de bobinho’ com o Bahia em alguns momentos.

O Bahia não conseguiu assustar e o Grêmio sentiu muito a falta de um meia mais criativo em campo. O garoto Thonny Anderson não conseguiu dar o ritmo que os gaúchos precisavam, pouco tocou na bola e passou apenas nove vezes. Renato enxergou o problema e, ainda no intervalo, sacou Ramiro para a entrada de Lima.

Na etapa final, porém, o Grêmio passou a se comportar como os visitantes na Arena. O Bahia chegou a 52% de posse de bola, mas marcando forte, bem fechado na defesa, e com cinco cartões amarelos recebidos, o Tricolor não deu chances ao adversário.

No fim, os visitantes ainda foram premiados com o segundo gol. Everton disparou pela esquerda, tocou para o meio e Pepê errou a bola. O goleiro Douglas tentou afastar com um tapa no rebote, mas Thaciano apareceu para completar para as redes.

Com o triunfo, o Grêmio deu um salto e chegou ao terceiro lugar da Série A, com 16 pontos, enquanto o Tricolor baiano permanece na zona do rebaixamento, com oito. Na próxima rodada, os gaúchos recebem o Palmeiras; o Bahia enfrenta o Paraná fora de casa.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 x 2 GRÊMIO

Local: Arena Fonte Nova, Salvador, (BA)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)

Cartões amarelos: Douglas Friedrich e Zé Rafael (BAHIA); Bressan, Bruno Cortez, Jailson, Maicon e Everton (GRÊMIO)

GOL:
GRÊMIO: Maicon, aos nove minutos do primeiro tempo; Thaciano, aos 47 da etapa final

BAHIA:  Douglas Friedrich; Nino Paraíba, Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Edson (Flávio), Elton, Allione (Vinícius) Zé Rafael e Régis; Júnior Brumado (Fernandinho)
Técnico: Guto Ferreira

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Leonardo, Bressan, Kannemann e Bruno Cortez; Jailson, Maicon (Lima) e Ramiro; Everton e Thonny Anderson (Pepê); André (Thaciano)
Técnico: Renato Gaúcho

Tricolor da Vila segue na ZR, mas deve ter um pouco de paz para trabalhar (Divulgação/PRC)

 Paraná Clube finalmente desencanou e venceu o Fluminense por 2 a 1, na Vila Capanema, o primeiro triunfo desde que retornou para a Série A do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe paranista chegou aos seis pontos, na penúltima colocação, ainda em posição complicada na zona de rebaixamento. Já o Tricolor Carioca perdeu a chance de encostar nos líderes e segue com 14 pontos, na nona colocação.

O time da casa saiu na frente no placar, pela primeira vez na competição, com um gol de pênalti, anotado por Thiago Santos, aos sete minutos da etapa final. Aos 43 minutos, Guilherme Biteco fechou a contagem para encerrar um jejum de mais de 10 anos e seis meses.Pablo Dyego descontou, nos acréscimos, mas não evitou a festa tricolor.

Na próxima rodada, o Paraná Clube enfrenta o Bahia, quinta-feira, novamente na Vila Capanema. Já o Fluminense terá o clássico diante do Flamengo, no mesmo dia, em partida que será disputada no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

O jogo – Bastante modificado, com seis peças novas em relação à última partida, o Tricolor da Vila precisou fazer mais uma mudança logo aos cinco minutos, com Carlos deixando o gramado machucado para a entrada de Caio Henrique. A partida era de muita marcação no meio-campo, com as equipes tentando manter a posse de bola, mas sem chegar ao ataque. Aos nove minutos, Léo Itaperuna tentou o primeiro arremate, e foi travado na hora exata pela zaga.

A equipe carioca também perdeu um jogar por lesão, aos 11 minutos. Marcos Junior sentiu a coxa esquerda e saiu para a entrada da Robinho. O jogo era morno e os goleiros simplesmente não trabalhavam em campo. O primeiro momento de emoção aconteceu aos 25 minutos, com Thiago Santos recebendo na área e mandando um petardo que carimbou a trave. O Paraná seguiu no ataque e, após cobrança de escanteio, Léo Itaperuna tentou o voleio e parou em grande defesa de Julio César.

O Fluminense respondeu aos 29 minutos, com Sornoza cruzando, Thiago Rodrigues saindo errado e, na sobra, Richard parando na recuperação da zaga, que impediu o arremate. Cobrança de falta para a equipe paranista, aos 34 minutos, e Carlos Eduardo isolou a bola. Sem conseguir penetrar na defesa carioca, Leandro Vilela bateu de muito longe, aos 40 minutos, pela linha de fundo.

Para a segunda etapa, nenhuma nova mudança nas equipes. Na partida, porém algo começou a mudar quando, aos cinco minutos, Léo Itaperuna foi derrubado por Léo na área e o árbitro marcou a penalidade. Na cobraça, Thaigo Santos balançou a rede e colocou o Tricolor da Vila pela primeira vez na frente no placar após nove rodadas.

Depois de tomar o gol, o Fluminense tentou sair mais para o jogo, mas encontrava do outro lado um adversário bem fechado, impedindo seus avanços. Aos 19 minutos, Marlon fez o cruzamento, Renato Chaves dominou e bateu rasteiro, para fora, sem ninguém conseguir tocar no meio do caminho. O goleiro Thiago Rodrigues trabalhou bem, aos 25 minutos, agarrando cabeçada perigosa de Luan Peres.

Thiago Santos chegou a marcar o segundo, aos 26 minutos, com direito a drible no goleiro, mas o árbitro parou o lance para anotar impedimento. Caio Henrique partiu para a jogada individual, aos 34 minutos, soltou o pé e Julio César salvou. Mas, aos 43 minutos, Guilherme Biteco, que havia entrado pouco tempo antes, apareceu para completar cruzamento para a rede e sair para comemorar com o torcedor a primeira vitória paranista. Pablo Dyego descontou com um bonito gol, já nos acréscimos.

PARANÁ 2 X 1 FLUMINENSE

Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba (PR)
Data: 4 de junho de 2018, segunda-feira
Hora: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (SP)
Cartões amarelos: Thiago Santos, Torito González, Rayan, Wesley Dias e Jesiel (Paraná); João Carlos, Léo e Marlon (Fluminense)

Gol

PARANÁ: Thiago Santos, aos 07 minutos e Biteco, aos 43 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Pablo Dyego, aos 47 minutos do segundo tempo

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Júnior, Jesiel, Rayan e Igor; Leandro Vilela, Torito Gonzalez e Carlos Eduardo (Wesley Dias); Leo Itaperuna, Thaigo Santos (Guilherme Biteco), Silvinho e Carlos (Caio Henrique).
Técnico: Rogério Micale

FLUMINENSE: Julio Cesar, Gum, Renato Chaves, Luan Peres e Léo (Matheus Alessandro); Richard, Jadson (Pablo Dyego), Junior Sornoza e Marlon; Marcos Júnior (Robinho) e João Carlos
Técnico: Abel Braga

 

Gazeta Esportiva

Sassá fez o gol da vitória cruzeirense (foto: Cruzeiro)

Com foco apenas no Campeonato Brasileiro, considerando que Libertadores e Copa do Brasil retornam as disputas somente após a Copa do Mundo, o Cruzeiro alcançou o topo do torneio nacional. Após a vitória sobre o Ceará, na noite deste domingo, no Castelão, a equipe de Mano Menezes chegou a segunda colocação da competição. O alvinegro, por sua vez, segue na última posição com três pontos.

Ainda é necessário esperar o restante da rodada para comemorar. O Cruzeiro está na vice-liderança, com 16 pontos. O Fluminense que joga contra o Paraná, nesta segunda-feira, tem 14 tentos e pode superar a Raposa.

A vitória da Raposa foi sem dificuldades. Nos primeiros minutos da etapa inicial, o clube mineiro abriu o placar e conseguiu se manter com ele. O Ceará pouco agrediu e quase não assustou a Raposa.

O Cruzeiro volta a campo na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Mineirão contra o Vasco. Já o Ceará vai ao Engenhão duelar com o Botafogo, no mesmo dia, mas às 19h30.

Primeiro tempo

O Cruzeiro dominou os primeiros minutos. O Ceará, mesmo jogando em casa, tinha uma postura defensiva e, com seu torcedor nas arquibancadas, jogava claramente por uma bola.

A Raposa era o time mais forte em campo e fazia do seu domínio de jogo mais tempo com a bola nos pés. Aos 8 minutos, Thiago Neves levou perigo contra a meta de Éverson. O arqueiro conseguiu, no entanto, fazer bela defesa.

O goleiro do Cruzeiro tocou na bola pela primeira vez aos 18 minutos para cobrar um tiro de meta. Na sequência do lance o primeiro gol da Raposa. Em lançamento de Rafael Sóbis, Bruno Silva apareceu na ponta direita – lembrando os tempos de Botafogo – e cruzou para a área. Sassá, se enrolou com a bola, mas a redonda parou no fundo das redes.

O gol fez o Cruzeiro reduzir a intensidade. Ao Ceará restava apenas tentativas. Fábio não era acionado em momento algum, os chutes da equipe da casa sempre eram de fora da área sem qualquer risco.

Segundo tempo

A etapa complementar perdeu em qualidade. O Cruzeiro tinha o resultado a seu favor e o Ceará não tinha capacidade técnica para agredir a Raposa.

Aos 3 minutos, Mancuello recebeu na frente, tentou o chute, mas o goleiro fez a defesa. O Ceará tentou responder, mas não conseguia entrar na defesa celeste.

Vendo a situação crítica que vive, o Ceará foi para o ataque. No entanto, isso abria espaços para o Cruzeiro tentar outro gol. A Raposa, no entanto, não conseguia aproveitar os espaços, algo que deixou o técnico Mano Menezes irritado.

O treinador então mudou a frente, colocando Raniel no lugar de Sassá. O objetivo era colocar sangue novo na frente para dar mais fôlego ao time.

O Ceará conseguiu sua melhor chance aos 32 minutos. Em chute de Romário, de fora da área, o goleiro Fábio mandou para escanteio com certa dificuldade.

FICHA TÉCNICA
CEARÁ 0 X 1 CRUZEIRO

Local: Castelão, Ceará
Data: 03 de junho de 2018, domingo
Horário: 19 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Carvalhães de Miranda (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ)

Gols: Sassá, aos 18 minutos do primeiro tempo (Cruzeiro)
Cartões: Bruno Silva, Rafael Sóbis, Sassá (Cruzeiro); Arthur, Juninho (Ceará)

CEARÁ: Everson; Patrick, Rafael Pereira, Valdo e Romário; Richardson, Fabinho, Ricardinho (Juninho) e Wescley (Eder Luis); Douglas Coutinho (Reina) e Artur
Técnico: Jorginho

CRUZEIRO – Fábio, Edilson, Dedé, Léo, Egídio, Lucas Silva, Lucas Romero, Thiago Neves, Rafael Sóbis (Marcelo), Bruno Silva (Mancuello), Sassá (Raniel).
Técnico: Mano Menezes.

Em tarde de Serginho, América bateu o Atlético-PR (Foto: América/Divulgação)

O Coelho chegou ao duelo contra o Furacão, na tarde deste domingo, no Independência, pressionado pela sequência de resultados ruins. A vitória por 2 a 1, de virada, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, no entanto, aliviou o momento e devolveu ao time de Enderson Moreira a possibilidade de comemorar três pontos.

O resultado deixa o clube alviverde na 11ª colocação, com 13 pontos somados. Já o Atlético-PR está na 16ª, com nove tentos anotados.

No duelo desta tarde, o Atlético-PR saiu vencendo, com gol de Carleto, de falta. O América virou com dois tentos de Serginho. Aos 44 da etapa final, Ademir, que saiu do banco de reservas, deu números finais ao jogo e jogou a pressão para o lado do Furacão.

O próximo desafio do Coelho será o clássico contra o Atlético, na quinta-feira, no Independência, às 21h (de Brasília). Já o Furacão vai até a Ilha do Retiro, na quarta, às 21h.

Primeiro tempo

O duelo começou bastante agradável. As equipes não agarravam com o duelo no meio de campo e criavam. O Coelho, até por jogar dentro de casa e precisar recuperar na competição, era mais agudo e tinha mais profundidade. Já o Atlético-PR seguia ao seu estilo estudioso, com troca de passes.

A primeira grande chance foi com o Coelho. Aos 12 minutos, Serginho recebeu na entrada da área e chutou. O goleiro Felipe Alves, no entanto, apareceu muito bem para evitar o gol do América.

No lance seguinte a resposta. Em lançamento na área, Pablo não dominou a bola e chutou. A redonda tirou tinta da trave e foi para fora.

O América seguia tentando buscar o jogo. O Atlético-PR, entretanto, por valorizar a posse de bola evitou que a pressão do Coelho funcionasse.

Mas nem todo controle que o Furacão queria ter era capaz de conseguir segurar um Coelho que se colocava com força em campo. O time verde teve uma sequência de oportunidades, uma com Norberto, outra com Juninho.

Aos 36, em lançamento para área, Matheus Ferraz para Nikão com falta, em direção a área. O árbitro marcou falta e deu cartão amarelo para o defensor mineiro. E falta para o clube paranaense tem sido uma boa arma com Thiago Carleto.

Aos 37, em cobrança muito forte, a bola passou no meio da barreira e vendeu o goleiro Jori que, mesmo na bola, não conseguiu segurar a redonda que chegou forte e efeito.

Dois minutos depois, porém, o América conseguiu empatar. Em jogada confusa na área, Judivan conseguiu girar e cruzar. Serginho apareceu entre os zagueiros para empurrar para o fundo das redes.

Segundo tempo

O América voltou para a etapa complementar perdido. O time da casa se comportava de maneira estranha para sair jogando e isso gerava chances claras para o Atlético-PR.

Aos 10 minutos, Thiago Heleno quase desempatou. Ele recebeu um lançamento da defesa, conseguiu dominar, mas finalizou mal e acertou a trave. É possível dizer que foi um domínio de camisa 10, um posicionamento de atacante, mas a finalização realmente de zagueiro.

Na medida que o tempo avançou, o América buscou o ataque com mais intensidade, as vezes, na maioria delas, de forma desorganizada. Isso fez com que o Atlético-PR conseguisse chegar a frente com mais qualidade e quantidade.

Aos 30, o América conseguiu seu gol. Em uma jogada de sorte, a bola sobrou para Aylon. Ele cruzou e Serginho, de cabeça, mandou para dentro das redes.

No finalzinho, Ademir recebeu a bola na área e mandou para o fundo das redes, dando números finais ao confronto.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 3 X 1 ATLÉTICO-PR

Local: Arena Independência, Belo Horizonte (MG)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 18 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF)

Gols: Thiago Carleto, aos 37 minutos do primeiro tempo (Atlético-PR); Serginho, aos 39 minutos do primeiro tempo e aos 30 do segundo tempo, Ademir, aos 44 minutos do segundo tempo (América)
Cartões: Matheus Ferraz (América); Lucho, Guilherme (Atlético-PR)

AMÉRICAMG: Jori; Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos (Giovanni); Christian, Juninho, Gerson Magrão (Ademir), Serginho e Aylon; Judivan (Aderlan)
Técnico: Enderson Moreira

ATLÉTICOPR: Santos; Zé Ivaldo, Thiago Heleno e Wanderson (Raphael Veiga); Matheus Rossetto, Camacho, Lucho González e Thiago Carleto (Renan Lodi); Nikão, Guilherme e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

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