Dourados-MS,
CMD-2

Atacante Neymar participa de teste físico no primeiro dia de trabalhos em Teresópolis (Foto: Lucas Figueiredo/Divulgação)

Os convocados pelo técnico Tite para a Copa do Mundo da Rússia iniciaram o período de preparação na Granja Comary ontem com uma série de testes físicos e exames médicos. O volante Paulinho se juntará ao grupo apenas hoje.

Marquinhos, Filipe Luis, Fred, Danilo, Gabriel Jesus, Ederson, Fágner, Neymar, Thiago Silva, Renato Augusto, Douglas Costa, Taison, Fernandinho, Willian e Geromel já estão nas dependências da Granja Comary. O goleiro Cássio foi o último a chegar a Teresópolis.

A vinda de Paulinho, anunciada para segunda (21), ficou para hoje (22), mesmo dia em que Alisson, Miranda e Philippe Coutinho vêm à Granja Comary. Marcelo, Casemiro e Firmino, envolvidos na final da Copa dos Campeões, se juntarão ao grupo nacional apenas na Inglaterra.

Vitimado por uma fissura no quinto metatarso do pé direito no último dia 25 de fevereiro, Neymar realizou atividades físicas e teve fotos divulgadas pela assessoria de imprensa da CBF. O atleta deve participar do amistoso contra a Croácia, marcado para 3 de junho, em Liverpool. 

Os atletas passaram por exames de ecocardiograma e eletrocardiograma, consulta ao dentista, além de testes ortopédicos e físicos. As avaliações médicas seguirão nesta terça-feira e a expectativa é que o técnico Tite leve seus jogadores a campo apenas na quarta (23).

Nos dois últimos amistosos antes da Copa, a Seleção enfrenta Croácia (3 de junho, em Liverpool) e Áustria (10 de junho, em Viena). A estreia do Brasil no Mundial da Rússia está marcada para as 15 horas de 17 de junho, contra a Suíça, em Rostov.

 

Gazeta Esportiva

Lucca abriu o caminho para a segunda vitória do Inter no retorno à Série A (foto: Ricardo Duarte/Internacional)

O Internacional finalmente voltou a marcar gols no Campeonato Brasileiro. Após passar em branco nas quatro últimas rodadas, o time gaúcho desencantou diante da Chapecoense, derrotada por 2 a 0 na noite desta segunda-feira, no Beira-Rio. Substituto do lesionado armador D’Alessandro, o atacante Lucca anotou o primeiro gol e fez a assistência para o zagueiro Rodrigo Moledo marcar o segundo. O meia Patrick, de cabeça, fechou a contagem.

O resultado afastou o Inter, agora com 8 pontos ganhos, da zona de rebaixamento da competição nacional. No domingo, o time colorado voltará ao Beira-Rio para tentar embalar contra o Corinthians. Já a Chapecoense, mais próxima do grupo que cai à segunda divisão com os seus 6 pontos, terá o Fluminense pela frente no sábado, no Maracanã.

Lucca desencanta
O Internacional foi a campo com uma baixa de última hora – o argentino D’Alessandro sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo e precisou ser substituído pelo ex-corintiano Lucca. “Vamos suprir a qualidade de passe do D’Alessandro com uma variação”, confiou o técnico Odair Hellmann, pressionado pela ineficácia do ataque da sua equipe no Campeonato Brasileiro.

Quando a bola rolou, o Inter até se esforçou para justificar o otimismo do seu comandante. Deu trabalho à Chapecoense com uma cabeçada de Iago e com uma cobrança de falta de Lucca. A resposta veio aos 21 minutos – Arthur arriscou o chute de fora da área e acertou a trave.

Com o jogo amarrado a partir de então, o Inter conseguiu encurtar o caminho para o gol também com uma conclusão de longa distância. Aos 38 minutos, Leandro Damião foi lançado do lado esquerdo da área e ajeitou a bola para trás com uma bicicleta. Edenílson rolou para Lucca, que bateu colocado, para a rede.

O gol animou o Internacional e a sua torcida para o segundo tempo. “Momentos difíceis aparecem para os guerreiros de verdade”, bradou Lucca, no intervalo, enquanto os jogadores da Chapecoense estavam convencidos de que não mereciam a derrota parcial – até porque não haviam sido ameaçados na maior parte do tempo.

Vitória elástica, mesmo sem muito brilho
Já aos 15 minutos da etapa complementar, porém, o Inter ampliou. Lucca levantou a bola em cobrança de falta da esquerda, e Rodrigo Moledo subiu sem marcação para cabecear para dentro – apesar das reclamações de impedimento de alguns atletas da Chapecoense.

Sem tempo para protestar, o técnico Gilson Kleina agiu e trocou Guilherme por Bruno Silva. Odair Hellmann rebateu imediatamente, com a substituição de Edenílson por Juan Alano. E foi a novidade da Chape que assustou em seguida, aos 21 – Bruno Silva carregou em velocidade pela direita após vacilo de Patrick, mas passou mal para Wellington Paulista.

Em desvantagem, era normal que a Chapecoense se lançasse ao ataque. O Inter, que já não tinha tanta criatividade, passou a abusar um pouco mais dos erros de passe e contribuiu com a postura do adversário, agora com Leandro Pereira na vaga de Athur. Nas arquibancadas, houve um e outro torcedores que perderam a paciência com os donos da casa, mesmo com 2 a 0 no marcador.

A Chapecoense, no entanto, jogava mal o suficiente para não tirar proveito dos erros do Inter. E, após sacar o aplaudido Leandro Damião para a entrada de Nico López, Odair Hellmann ainda festejou mais um gol. Aos 38 minutos, Patrick completou com a cabeça um cruzamento de Rossi e encobriu Jandrei para assegurar a festa dos torcedores colorados.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 3 X 0 CHAPECOENSE

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 21 de maio de 2018, segunda-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP)
Cartões amarelos: Víctor Cuesta (Internacional); Bruno Pacheco e Wellington Paulista (Chapecoense)
Gols: INTERNACIONAL: Lucca, aos 38 minutos do primeiro tempo; Rodrigo Moledo, aos 15, e Patrick, aos 38 minutos do segundo tempo

INTERNACIONAL: Danio Fernandes; Zeca, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson (Juan Alano), William Pottker (Rossi), Lucca e Patrick; Leandro Damião (Nico López)
Técnico: Odair Hellmann

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Luiz Otávio, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Márcio Araújo e Canteros (Nenén); Guilherme (Bruno Silva), Wellington Paulista e Arthur (Leandro Pereira)
Técnico: Gilson Kleina

 

 

Gazeta Esportiva

O São Paulo entrou em campo nesse domingo na 10ª colocação, mas vai terminar o fim de semana em 5º lugar, a um ponto do Palmeiras (10 e 11), primeiro membro do G4 no Campeonato Brasileiro depois de seis rodadas disputadas. Tudo por causa de uma vitória contundente, apesar do placar de 1 a 0, em cima do Santos, diante de 40.465 torcedores no Morumbi. Já são nove jogos de invencibilidade e o fim da série de quatro empates seguidos.

E os três pontos no clássico podem mais uma vez caírem na conta de Diego Souza. O camisa 9 fez as pazes de vez com a torcida tricolor ao marcar o terceiro gol pela terceira vez consecutiva na casa são-paulina.

O passe veio de Everton, da ponta de esquerda, pelo alto. Diego Souza, como digno centroavante, ganhou de David Braz e contou com tarde pouco inspirada de Vanderlei para estufar as redes. Agora são seis gols em 21 partidas do artilheiro do São Paulo na temporada. Detalhe que só um foi marcado longe do Cícero Pompeu de Toledo.

O tento dos mandantes aos 10 minutos da etapa final liquidou um jogo pragmático e de muita falta de criatividade pelo lado santista, principalmente no primeiro quando, quando os comandados de Jair Ventura limitaram-se a se defender.

O próprio Diego Souza, além de Nenê, Militão e Reinaldo tiveram chances claríssimas para abrir o placar antes do intervalo. Nenê, aliás, carimbou a trave do Peixe em chute de longe.

O Santos dependia exclusivamente dos lampejos do menino Rodrygo, que não se escondeu, mas esbarrou na marcação quase sempre dupla de seus marcados. Gabriel, Vitor Bueno e Sasha praticamente não foram vistos em campo.

Quando teve de correr atrás o prejuízo, o Alvinegro Praiano até assustou em chute de longa distância de Jean Mota, defendido por Sidão, e depois com Yuri Alberto, dessa vez por causa de falha do goleiro do São Paulo, que não encaixou uma bola fácil na saída do gol. Nem mesmo a expulsão de Anderson Martins nos minutos finais serviu para os visitantes exercerem alguma pressão em busca do empate.

De qualquer forma, foi pouco para o Peixe, que depois de perder para o Luverdense com muitos reservas, foi para o Morumbi com o que tinha de melhor e não fez frente ao São Paulo. Com seis pontos, o Santos cai para a 14ª colocação na tabela de classificação.

Na próxima rodada, o São Paulo visita o América-MG, às 19 horas de domingo. O time de Jair Ventura encara o Real Garcilaso na quinta-feira, às 19h15, na Vila Belmiro, pela última rodada da primeira fase da Copa Libertadores da América. Pelo Brasileirão, o desafio será contra o Cruzeiro, no Pacaembu, domingo, às 16h.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 0 SANTOS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 20 de maio de 2018, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Bráulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Kleber Lúcio Gil (SC) e Neuza Inês Back (SC)
Cartões amarelos: Anderson Martins (2), Militão, Reinaldo, Hudson (SPFC); Yuri Alberto, David Braz (SFC)
Cartão vermelho: Anderson Martins
Público: 40.465 pagantes
Renda: R$ 954.725,00 (bruta) R$ 635.534,09 (líquida)

GOL:
São Paulo: Diego Souza, aos 10 minutos do 2T.

SÃO PAULO: Sidão; Militão, Anderson Martins, Bruno Alves e Reinaldo (Edimar); Jucilei, Hudson, Marcos Guilherme, Everton (Liziero) e Nenê; Diego Souza (Tréllez).
Técnico: Diego Aguirre

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Alison (Jean Mota), Renato e Vitor Bueno (Yuri Alberto); Gabigol, Rodrygo e Eduardo Sasha (Copete)
Técnico: Jair Ventura

 

 

Gazeta Esportiva

Grêmio não conseguiu superar a retranca do Paraná neste domingo (FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA)

O Grêmio conquistou seu segundo empate consecutivo neste domingo, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Visitando o Paraná com força total no estádio Durival Britto, em Curitiba, o time do técnico Renato Gaúcho sofreu com a retranca adversária e não conseguiu furar o bloqueio defensivo, tendo de se contentar com o 0 a 0 no placar.

Sem Geromel, liberado para se apresentar à Seleção Brasileira na Granja Comary, o Grêmio não poupou seus principais atletas neste domingo mesmo tendo um duelo importante pela Libertadores na próxima quarta-feira, já que está classificado à próxima fase do torneio continental. Desta vez, a presença dos atletas mais tarimbados, no entanto, não intimidou o Paraná, que ao menos conseguiu conter o ímpeto do melhor time do País na atualidade.

O Paraná, por sua vez, segue sem vencer no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a equipe comandada pelo campeão olímpico Rogério Micale até tinha a chance de sair da lanterna por conta da derrota do Ceará para o Vitória, porém, não conseguiu recompensar a torcida, que compareceu em ótimo clube na Vila Capanema, com um resultado positivo.

O Grêmio volta a entrar em ação no próximo domingo, quando visita o Ceará, às 19h (de Brasília), no Castelão, em Fortaleza. Já o Paraná tentará correr atrás do prejuízo no clássico com o Atlético-PR, também no domingo, às 11h (de Brasília), novamente em casa.

O jogo – A partida começou bastante agitada no Durival Britto. Logo aos seis minutos, Silvinho deu seu cartão de visitas ao Grêmio, levando para o meio e arriscando de fora de área. O chute, no entanto, saiu forte de mais, e a bola acabou saindo por cima do gol. Como resposta, o Grêmio desceu bem com Cortez pela esquerda. O lateral fez cruzamento venenoso para a área, e o goleiro do Paraná teve de acompanhar a bola para se certificar que ela não iria surpreendê-lo indo para o gol.

Contando com força máxima, o Grêmio manteve a posse de bola durante boa parte do primeiro tempo e não foi muito ameaçado pelos donos da casa. Ainda assim, o time comandado pelo técnico Renato Gaúcho não conseguiu ser efetivo e ir para o intervalo com a vantagem no placar diante do lanterna do Campeonato Brasileiro. Sem muita inspiração, nomes como Luan, Maicon e André tinham de tirar um coelho da cartola para vencer a retranca adversária.

Sem espaços para infiltrar, coube ao Grêmio apostar suas fichas nas bolas aéreas antes do fim do primeiro tempo. Depois de algumas tentativas de Cortez e Léo Moura, Ramiro decidiu levantar na área, encontrando André. O atacante tricolor, no entanto, cabeceou por cima do gol, tendo de ir para o vestiário com o 0 a 0 no placar.

A conversa do técnico Renato Gaúcho com o elenco pareceu ter surtido efeito. No segundo tempo, o Grêmio voltou com uma postura diferente e, inclusive, conseguiu balançar as redes aos cinco minutos, mas o gol foi anulado. Ramiro lançou para André dentro da área, como na última jogada de perigo da etapa inicial, e desta vez o atacante mandou para dentro, em vão, já que estava à frente da linha da defesa.

Em desvantagem, o Paraná voltou a ameaçar os gremistas novamente com Silvinho. O jogador mais afiado do time da casa primeiro tentou um chute de fora da área, que saiu mascado e não ofereceu qualquer problema para o goleiro Marcelo Grohe. Depois, o atacante puxou contra-ataque pela esquerda e tocou na medida para Caio Henrique, que dominou na entrada da área e bateu forte, por cima do gol.

Nos minutos finais, o Grêmio ainda teve novas investidas com as bolas na área saindo do pé de Ramiro. O volante lançou para Lima e Cícero, porém, em ambas oportunidades o Tricolor não teve muita sorte. Na primeira, os comandados de Renato Gaúcho viram o goleiro Thiago Rodrigues se esticar todo e fazer grande defesa. Na segunda, Cícero se jogou na bola e tirou tinta da trave rival. Assim, coube ao atual campeão da Libertadores se contentar com um mísero ponto contra o lanterna do Brasileirão.

FICHA TÉCNICA
PARANÁ 0 X 0 GRÊMIO

Local: Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba (PR)
Data: 20 de maio de 2018, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Luciano Benevides de Sousa (DF)

Cartões amarelos: Jhonny Lucas e Carlos (Paraná); Pepê (Grêmio)

PARANÁ: Thiago Rodrigues; Júnior (Alemão), Neris, Cleber Reis e Mansur; Leandro Vilela (Léo Itaperuna), Jhonny Lucas, González e Caio Henrique (Alex Santana); Silvinho e Carlos.
Técnico: Rogério Micale

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura (Lima), Bressan, Kannemann e Cortez; Maicon, Jailson (Cícero), Ramiro, Maicosuel (Pepê) e Luan; André
Técnico: Renato Gaúcho

Despachante Mato Grosso não deu chances ao Amambai Futsal e com boa apresentação de suas estrelas goleou por 5 a 1

A rodada de sábado da Copa Morena de Futsal garantiu quatro times douradenses nas quartas de final da competição. Os jogos desta próxima fase acontecem já no sábado e a sede Dourados está garantida, restando a organização definir a outra.

Depois da classificação na sexta-feira de Paranaíba, Audax, Coxim e Dois Irmãos, o sábado teve jogos em Dourados e Nova Andradina.

Em Dourados, o Latinos eliminou Douradina com placar de 3 a 1. Renatinho, Gugu e Pavão fizeram para os douradenses enquanto Goga fez o de honra dos visitantes.

Na sequência, o Despachante Mato Grosso não deu chances ao Amambai Futsal e com boa apresentação de suas estrelas goleou por 5 a 1. Chicão, duas vezes, Fernandinho, duas vezes, e Paulinho Japonês deram a vitória ao time anfitrião. Cardenas diminuiu.

Já em Nova Andradina, o Juventude AG precisou das penalidades para se garantir contra o Vó Maria de Campo Grande. No tempo normal, houve empate de 4 a 4. Nos pênaltis os douradenses venceram por 3 a 2. Na sequência, o Inter Flórida eliminou Nova Andradina com vitória por 3 a 1.

Quartas de final

Na sede em Dourados, no sábado, haverá os duelos entre os times douradenses: Despachante Mato Grosso x Juventude AG e Latinos x Inter Flórida.

No mesmo dia, em sede ainda a definir, entram em quadra Paranaíba x Audax e Coxim e Dois Irmãos. A organização deve definir até quarta-feira os horários e a ordem dos jogos.

 

 

 

Gazeta MS

O Corinthians desperdiçou a oportunidade de se tornar líder do Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o técnico Fábio Carille recorreu a sete jogadores considerados reservas para escalar a sua equipe, desgastada após a goleada por 7 a 2 sobre o Deportivo Lara na Venezuela, e assistiu a um empate por 1 a 1 com o Sport, na Arena de Pernambuco.

O resultado deixou o Corinthians com os mesmos 11 pontos ganhos por Flamengo e Palmeiras, atrás dos 13 do Atlético-MG, e ainda em jejum na Arena de Pernambuco. No estádio construído para a Copa do Mundo de 2014, o clube paulista já havia perdido por 1 a 0 para o Náutico em 2013 e por 2 a 0 para o próprio Sport (que foi a 8 pontos) em 2015.

Neste fim de semana, o Corinthians até deu esperanças à sua torcida, presente em bom número nas arquibancadas. O centroavante Roger, de cabeça após cobrança de escanteio, marcou o seu primeiro gol pelo clube no princípio do segundo tempo. Pouco depois, contudo, Carlos Henrique deixou o banco de reservas e igualou para o Sport.

Superada a sexta rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians voltará a se preocupar com a Copa Libertadores da América na noite de quinta-feira, quando receberá o colombiano Millonarios em Itaquera. Pela competição nacional, visitará o Internacional no próximo domingo. Um dia antes, o Sport visitará outro clube paulista, o Palmeiras.

Timão desentrosado
Mesmo bastante desfalcado, o Corinthians tentou ocupar o campo ofensivo já nos primeiros minutos de partida contra o Sport. A intenção parecia ser aproveitar a velocidade e a habilidade de Pedrinho, um dos quatro titulares que não ganharam descanso, para acuar os mandantes, principalmente pela direita.

Foi outro titular – ao menos enquanto Fagner se recupera de lesão e defende a Seleção Brasileira – quem mais incomodou o Sport por ali. Aos sete minutos, Mantuan carregou até dentro da área, fazendo com que a defesa adversária se abrisse, e arriscou o chute rasteiro. A bola saiu pela linha de fundo.

O Sport não demorou a reagir. Dois minutos mais tarde, Everton Felipe levantou a bola na pequena área da direita, e ninguém conseguiu concluir na direção da meta. Gabriel chegou a desviar, porém sem precisão suficiente para marcar o primeiro gol do jogo.

A oportunidade desperdiçada animou o Sport, que passou a dominar as ações a partir de então. O time da casa era beneficiado pelos vários passes errados pelo Corinthians – alguns, fáceis –, que começava a acusar o desentrosamento. Para piorar, a equipe visitante, sem Maycon e com Paulo Roberto no meio-campo, tinha dificuldades para fazer a transição entre a defesa e o ataque.

Aos 21 minutos, o Sport voltou a levantar a sua torcida. Everton Felipe ergueu a bola na área para a passagem de Rogério, que superou a zaga rival e apareceu diante de Walter. O substituto de Cássio, outro corintiano que estará na Copa do Mundo da Rússia, fechou bem o ângulo e fez a defesa.

Um gol para cada lado
O Corinthians retornou para o segundo tempo sem alterações em sua formação, mas disposto a mudar a sua postura em campo. O técnico Fábio Carille queria que o time investisse mais pela esquerda, onde a dupla formada por Juninho Capixaba e Júnior Dutra não chamava a atenção. Roger precisava ser mais acionado.

Aos nove minutos, o centroavante fez a diferença em uma jogada de bola parada. Mateus Vital cobrou um escanteio da direita, e Roger subiu no meio dos seus marcadores para cabecear com firmeza e estufar a rede. Foi o primeiro gol do ex-jogador do Sport pelo Corinthians.

O técnico Claudinei Oliveira resolveu agir. Trocou Everton Felipe por Carlos Henrique e logo foi recompensado. Aos 18 minutos, Rogério passou por Juninho Capixaba e tocou para o atacante, que girou dentro da área e bateu cruzado para empatar o jogo na Arena de Pernambuco.

Com o placar novamente igualado, foi a vez de Carille entrar em ação, com a substituição de Paulo Roberto por Maycon. Depois de o prata da casa finalizar a sua primeira jogada, o técnico mexeu no Corinthians outra vez, recorrendo ao contestado Marquinhos Gabriel na vaga do xodó Pedrinho.

O Corinthians ficou mais exposto com as mudanças, e o Sport procurou tirar proveito. Com Michel Bastos e Deivid nos lugares de Rogério e Neto Moura, os anfitriões começaram a explorar as deficiências defensivas de Juninho Capixaba e a dar bastante trabalho ao goleiro Walter, que conseguiu deixar o campo sem ser vazado pela segunda vez.

FICHA TÉCNICA
SPORT 1 X 1 CORINTHIANS

Local: Arena de Pernambuco, no Recife (PE)
Data: 20 de maio de 2018
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho (GO) e Bruno Pires (GO)
Público: 28.942 pessoas
Renda: R$ 593.910,00
Cartões amarelos: Ernando e Carlos Henrique (Sport); Paulo Roberto, Juninho Capixaba e Gabriel (Corinthians)
Gols: SPORT: Carlos Henrique, aos 18 minutos do segundo tempo; CORINTHIANS: Roger, aos 9 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Walter; Mantuan, Pedro Henrique, Henrique e Juninho Capixaba; Gabriel, Paulo Roberto (Maycon), Pedrinho (Marquinhos Gabriel), Mateus Vital (Emerson Sheik) e Júnior Dutra; Roger
Técnico: Fábio Carille

SPORT: Magrão; Cláudio Winck, Ronaldo Alves, Ernando e Sander; Anselmo, Neto Moura (Deivid), Gabriel, Everton Felipe (Carlos Henrique) e Rogério (Michel Bastos); Rafael Marques
Técnico: Claudinei Oliveira

 

 

Gazeta Esportiva

Em duelo bastante truncado, na tarde deste domingo, no Independência, o América venceu o Botafogo, por 1 a 0. O resultado deixa o Coelho na quinta colocação do Campeonato Brasileiro, com 10 pontos. O Botafogo está na nona posição, com oito tentos.

O jogo foi muito travado no meio campo. O time da casa, contudo, teve mais o controle do jogo e criou mais. O Botafogo esperava mais e tinha dificuldades para chegar ao ataque.

O Botafogo volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, às 16h (de Brasília), no Engenhão. O América recebe o São Paulo, no mesmo dia, no Independência, às 19h.

Primeiro tempo

O América começou mandando no jogo. A equipe mineira controlava a partida e criava as oportunidades. Até os 15 minutos, porém, o Coelho, embora fosse melhor, não teve chances claras. O clube alviverde tinha em suas principais escapadas com Norberto, pela direita.

O Botafogo adotava uma postura mais defensiva e não encontrava facilidade para descer ao ataque. Isso porque o Coelho fazia uma boa barreira.

O Coelho chegava bastante com apoio de Judivan e Serginho. As chances não eram claras, mas a equipe avançava nas linhas. O último passe, porém, era problemático.

Aos 34, o Botafogo jogou fora sua principal oportunidade no jogo. Em rápida descida, o clube carioca fez jogada individual. Brenner chutou e João Ricardo defendeu. A sobra, com Renatinho, a bola parou em Messias.

Na jogada seguinte, o Coelho conseguiu responder. Judivan lançou para Norberto que fez o cruzamento. A zaga tirou na marca do pênalti.

Segundo tempo

A volta para o segundo tempo foi um retrato do primeiro. As equipes voltaram exatamente da mesma maneira. O América controlava mais o jogo enquanto o Botafogo buscava se defender primeiramente.

O técnico Enderson Moreira lançou a campo o atacante Rafael Moura, na vaga de Judivan. E resolveu.

O jogo estava muito travado, poucas oportunidades para os dois lados. Isso aconteceu até os 31 minutos. Isso porque Rafael Moura recebeu na entrada da área e deixou para Juninho. O volante chutou no cantinho e abriu o marcador.

Após o gol, o América seguiu mais firme em campo e não deu chances ao Botafogo.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 1 X 0 BOTAFOGO

Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 20 de maio de 2018 (Domingo)
Horário: 16h(de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)

Gols: Juninho, aos 31 minutos do segundo tempo (América)
Cartões: Norberto, Juninho (América); Joel Carli, Luiz Fernando (Botafogo)

AMÉRICA: João Ricardo, Norberto, Matheus Ferraz, Messis e Giovanni; Leandro Donizete, Zé Ricardo (Juninho) e Serginho; Luan, Aderlan e Judivan (Rafael Moura).
Técnico: Enderson Moreira

BOTAFOGO: Jéfferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Gustavo Bochecha, Matheus Fernandes, Rodrigo Lindoso, Renatinho (Aguirre), Luiz Fernando, Brenner (Kieza).
Técnico: Alberto Valentim

 

 

Gazeta Esportiva

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