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Atlético não conseguiu vencer o Cerro, em casa, na noite desta quarta-feira (Foto: Bruno Cantini / Atlético)

A diretoria do Atlético acreditou e levou o jogo contra o Cerro Porteño, na noite desta quarta-feira, para o Mineirão. A torcida comprou a ideia e compareceu, mesmo com toda ressaca de carnaval e uma data não muito boa – considerando feriado prolongado e pagamento das empresas. Os jogadores, porém, não conseguiram unir tudo isso para seguir com a folia. Com um jogo fraco e previsível na maior parte do jogo, o Galo perdeu por 1 a 0, na estreia das equipes pela Copa Libertadores.

O Atlético fez 15 ótimos minutos, no primeiro tempo. Depois foi uma equipe previsível, que basicamente desenhava suas ações em campo, afunilando jogadas, dando pouca profundidade. O Cerro se fechou e saiu apenas quando deu. Ou seja, no ponto de vista de tática, o grupo paraguaio cumpriu o que se propôs. Ao Atlético, resta reconhecer seus erros, entender seus problemas e buscar uma sequência melhor de competição. Vale ressaltar que o gol do Cerro, marcado por Churín, estava impedido, mas não cabe isso para justificar o fracasso.

Pela competição, o Galo volta a campo na próxima terça-feira, contra o Nacional, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Parque Central. O Cerro recebe o Zamora, na quarta-feira, às 19h15, no Paraguai.

Primeiro tempo

A partida já começou com uma grande polêmica. Logo aos oito minutos, o Atlético teve uma falta com Cazares. A bola passa por todo mundo e morre no fundo do gol. O bandeira percebeu que o gol foi legal e correu para o meio campo, mas o árbitro entrou no assunto e anulou o tento preto e branco. Após minutos de debate e nervosismo, o árbitro marcou o tiro livre para o arqueiro do Cerro.

O Atlético começou o jogo bastante pilhado. A equipe alvinegra atacava com vários jogadores e, com três volantes em campo, dava liberdade a Elias e Jair, portanto, conseguia ser agressiva e, ao mesmo tempo, rápida na recomposição.

Logo no lance seguinte ao gol anulado, Cazares chutou de fora da área e a bola parou na trave. O Galo pressionava muito o Cerro que tinha postura travada em campo, buscava o ataque em momentos isolados e, de fato, preocupava-se mais com a defesa do que com as saídas.

O Atlético, entretanto, passou a concentrar muito suas ações em dois jogadores principais: Cazares e Ricardo Oliveira. O camisa 10 sendo o centro das atenções para organização do time preto e branco. Já o centroavante era o jogador a ser servido. Portanto, ficou mais fácil marcar o ataque.

Após os 40 minutos, o Cerro passou a chegar mais ao ataque, mas a defesa atleticana teve excelente comportamento e não deixou qualquer problema acontecer.

Segundo tempo

Os primeiros minutos da etapa complementar mostraram que o Galo teria problemas. A equipe mineira tinha postura mais fraca em campo, com problemas de aproximação, erros infantis de passes. A intensidade do primeiro tempo, naturalmente diminuiu.

Aos 17 o Atlético chegou com grande perigo: Cazares recebeu no meio, driblou o zagueiro e chutou buscando o ângulo. A bola tirou tinta da trave.

A partir disso o Galo passou a buscar o ataque com mais intensidade. No lance seguinte a chegada, Patric recebeu a bola na linha de fundo e colocou na cabeça de Ricardo Oliveira. A bola passou ao lado da trave, mas arrancou o grito dos torcedores nas arquibancadas.

O Atlético passou a ter problemas graves após os 25. Além dos já citados acima, foi claro que a equipe não conseguia jogar pelos lados. Quase como um viciado, o time afunilou jogadas e, diante de uma defesa bem organizada, isso foi fatal.

Aos 32, o Cerro chegou ao gol. Com uma tranquilidade impar na esquerda, Ruiz cruza a bola e Churín aproveitou a indecisão de Rever e Victor para mandar para o fundo das redes. O lance estava impedido.

Bateu o desespero. O Galo partiu para o ataque, mas de nada adiantou. O máximo que conseguiu, com toda sua previsão em campo, foi uma bola na frente para Ricardo Oliveira, mas o bandeira anulou o lance de maneira correta.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO 0 X 1 CERRO PORTEÑO-PAR

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: Quarta-feira, dia 06 de março de 2019
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Mario Vigliano-ARG
Assistentes: Hernan Maidana-ARG e Gabriel Chade-ARG

Cartões: Rever, Adilson (Atlético)
Gol: Churín, aos 32 do segundo tempo (Cerro)

 

ATLÉTICO: Victor; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; Jair (Nathan), Adílson (Vinícius), Elias (Chará), Cazares e Luan; Ricardo Oliveira
Técnico: Levir Culpi

CERRO PORTEÑO-PAR: Carrizo; Candia, Escobar e Amorebieta; Arzamendia, Aguilar, Villasanti, Oscar Ruiz, Fede Carrizo (Espínola), Nelson Valdez (Churín), Larrivey (Novick)
Técnico: Fernando Jubero

Flamengo estreou com o pé direito na Libertadores ao vencer por 1 a 0 o San Jose-BOL, nesta terça-feira, em Oruro, na Bolívia. Com o resultado, os rubro-negros chegaram aos três pontos e lideram o grupo D. Já os bolivianos, sem pontos, assumem a lanterna.

No primeiro tempo, o Flamengo foi dominado pelo San Jose, que assustava em chutes de fora da área, mas parou nas boas defesas de Diego Alves. Na etapa final, seguiu sendo o destaque da equipe carioca, que conseguiu chegar ao gol com Gabigol, após belo passe de Bruno Henrique.

Na próxima rodada, o Flamengo recebe a LDU-EQU, na próxima quarta-feira, no Maracanã. No dia seguinte, o San Jose encara o Peñarol-URU, em Montevidéu.

O jogo

O San Jose começou a partida tentando pressionar o Flamengo. Os donos da casa chegaram a finalizar em chutes de longe, mas sem perigo. os rubro-negros responderam aos nove minutos, com Diego. A bola passou próxima ao gol.

O confronto se mantinha movimentado, com o San Jose tendo mais posse de bola. Os bolivianos assustaram aos 22 minutos, quando Fernandez arriscou de longe e obrigou Diego Alves a fazer boa defesa.

Com o passar do tempo, os donos da casa aumentaram o domínio no jogo. Assim, as chances de gol se tornaram mais frequentes. Aos 38 minutos, Saucedo finalizou para boa defesa de Diego Alves. No minuto seguinte, Didi Torrico chutou para mais uma grande defesa do goleiro rubro-negro, principal nome da equipe. O Flamengo conseguiu se segurar para sair com a igualdade no intervalo.

No segundo tempo, o panorama da partida não mudou. O San Jose seguiu melhor e buscando o gol, com o Flamengo apenas se defendendo e errando muito quando tentava criar no setor ofensivo. Em duas oportunidades, Rodrigo Caio salvou os rubro-negros ao bolear chutes de Saucedo.

No entanto, na primeira boa chegada, o Flamengo abriu o placar aos 14 minutos. Bruno Henrique tocou para Gabigol, que dominou e tocou na saída de Lampe.

O San Jose seguiu em cima depois do revés e quase empatou aos 17 minutos. Marcelo Gomes chutou de longe e obrigou Diego Alves a fazer grande defesa. Só que o Flamengo respondeu com Éverton Ribeiro, que parou no goleiro Lampe.

Os donos da casa continuaram em busca do empate e criar nova chance aos 28 minutos. Saucedo aproveitou cruzamento na área e cabeceou para mais uma grande defesa de Diego Alves.

Depois de conseguiu segurar as investidas dos bolivianos, o Flamengo voltou a ter chance de marcar aos 36 minutos. Willian Arão chutou para frente e achou Gabigol no ataque. O atacante carregou a bola até a área, mas finalizou em cima de Lampe.

Nos minutos finais, os rubro-negros souberam segurar a pressão dos donos da casa e saíram de campo com o triunfo na altitude.

FICHA TÉCNICA
SAN JOSE-BOL 0 X 1 FLAMENGO-BRA

Local: Estádio Jesús Bermúdez, em Oruro (Bolívia)
Data: 5 de março de 2019, terça-feira
Hora: 19h15 (horário de brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfa (Argentina) e Maximiliano Del Yesso (Argentina)
Cartões amarelos: Alessandrini e Segovia (San Jose); Diego, Bruno Henrique, Diego Alves e Léo Duarte (Flamengo)
GOL
FLAMENGO: Gabigol, aos 14min do segundo tempo

 

SAN JOSE: Lampe; Segovia, Juárez Toco, Rodríguez e Jair Torrico; Fernández (Gutiérrez), Didi Torrico, Ramalho e Sanguinetti (Marcelo Gomes); Hernández (Alessandrini) e Saucedo
Técnico: Néstor Clausen

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar, Willian Arão, Diego (Ronaldo) e Arrascaeta (Éverton Ribeiro); Bruno Henrique (Vitinho) e Gabigol
Técnico: Abel Braga

Foto - Divulgação

O Flamengo inicia sua caminhada nesta edição da Libertadores nesta terça-feira, contra o San Jose-BOL, em Oruro. Os rubro-negros terão que encarar a altitude para estrear bem na competição sul-americana.

Os flamenguistas vão a campo com o intuito de pontuar, mesmo fora de casa. A altitude é um fator que é temido, mas o lateral direito Pará ressaltou que a equipe está pronta para fazer uma boa apresentação.

 Flamengo estreia na Copa Libertadores nesta terça-feira (Foto: Alexandre Vidal/CRF)

“Já tive a oportunidade de atuar na altitude algumas vezes. Tive a felicidade de conquistar a Libertadores em 2011 com o Santos e jogamos duas vezes com o The Strongest-BOL em La Paz. É complicado, mas estamos focados em estrear com o pé direito”, disse.

Pará revelou que o técnico Abel Braga treinou muito toque de bola para impedir a pressão dos bolivianos. “A gente sabe que a bola corre mais na altitude. Temos que tocar mais rápido e ter a posse de bola para surpreender o San Jose, que joga aqui nestas condições”, declarou.

Em relação a escalação, Abel Braga deve repetir a formação que venceu a Portuguesa pelo Campeonato Carioca. Arrascaeta segue como titular, com Éverton Ribeiro no banco de reservas. Os desfalques continuam sendo o zagueiro Rhodolfo e o atacante Uribe, que se recuperam de problemas físicos.

O San Jose quer fazer valer o mando de campo para poder sonhar com a classificação para as oitavas de final. Os donos da casa sabem que foram da altitude dificilmente vão conquistar bons resultados.

FICHA TÉCNICA
SAN JOSE-BOL X FLAMENGO-BRA

Local: Estádio Jesús Bermúdez, em Oruro (Bolívia)
Data: 5 de março de 2019, terça-feira
Hora: 19h15 (horário de brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfa (Argentina) e Maximiliano Del Yesso (Argentina)

 

SAN JOSE: Banegas; Juárez Toco, Equino e Vidaurre; Rojas Hermoza, Fernández, Gutiérrez e Jorge Añez; Alessandrini e Duk
Técnico: Néstor Clausen

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Cuéllar, Willian Arão, Diego e Arrascaeta; Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Abel Braga

O São Paulo findou um jejum de cinco partidas sem vitórias na tarde deste domingo. Jogando no Estádio Nabi Abi Chedid, o Tricolor passou longe de realizar uma grande apresentação, mas conseguiu derrotar o Bragantino por 2 a 0, graças aos gols de Pablo e Arboleda, ambos feitos no segundo tempo do duelo válido pela nona rodada do Campeonato Paulista.

O resultado, além de abafar a crise que se instaurou no Morumbi neste início de temporada, recoloca o time dirigido interinamente por Vagner Mancini na liderança do Grupo D, com 13 pontos, superando Oeste (12) e Ituano (11). O Bragantino, por sua vez, segue estacionado com 10 pontos, na terceira posição do Grupo C.

Pela 10ª rodada do Paulistão, o São Paulo enfrenta a Ferroviária no próximo sábado, às 21 horas (de Brasília), no Pacaembu, uma vez que o Morumbi sofreu danos causados pelas fortes chuvas deste final de semana. Um dia antes, às 18h45, o Bragantino visita o Botafogo-SP, em Ribeirão Preto.

O Jogo – O primeiro tempo foi truncado e com poucas chances de gol para ambos os times, mas São Paulo começou ligeiramente superior. Aos quatro minutos, Arboleda cruzou da direita, e Pablo testou com perigo. O Bragantino respondeu aos 12, quando Wesley arriscou de fora da área, assustando o goleiro Tiago Volpi.

Com Hernanes bem marcado e ainda mostrando estar longe da forma física ideal, coube a Antony articular as principais ações ofensivas do Tricolor. Mas, embora tenha sido o jogador mais lúcido do time na primeira etapa, o jovem meia não conseguiu ajudar a furar a retranca alvinegra.

Tanto que as melhores oportunidades do São Paulo foram na bola parada. Casos das cobranças de falta de Pablo e Hernanes, que obrigaram o goleiro Alex Alves a trabalhar. Já a equipe da casa levou algum perigo em contra-ataques e na bola aérea, mas também passou longe de abrir o placar antes do intervalo.

Para deixar o time mais ofensivo, Vagner Mancini voltou para a etapa complementar com Diego Souza no lugar do pendurado Bruno Alves. Já Marcelo Veiga teve que tirar o volante Adenilson, que saiu machucado, para colocar o atacante Adriano Paulista.

Com mais espaços, o Bragantino quase inaugurou o marcador aos quatro minutos. Em rápido contra-ataque, Matheus Peixoto cruzou na medida para Wesley, que finalizou em cima de Arboleda. No rebote, Magno soltou a bomba da entrada da área, e tirou tinta do travessão. Vendo que o Tricolor não melhorou, Mancini sacou o apagado Helinho para a entrada de Nenê.

Pouco depois, em um dos momentos mais críticos do jogo, a equipe visitante abriu o placar. Aos 17 minutos, após lançamento de Volpi e desvio de Diego Souza, a bola bateu nas costas do zagueiro e sobrou para Pablo na entrada da pequena área. O atacante não perdoou e, com um chute forte, estufou as redes de Alex Alves.

Atrás no placar, o Massa Bruta partiu para o tudo ou nada. Aos 25, o meia Vitinho driblou Hernanes e arriscou de longe, exigindo grande defesa de Volpi. O São Paulo respondeu em seguida e confirmou seu triunfo. Aos 30 minutos, após Nenê cobrar escanteio pela esquerda, Arboleda saltou mais que todo mundo para testar firme e dar números finais à partida.

FICHA TÉCNICA
BRAGANTINO 0 X 2 SÃO PAULO 

Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP)
Data: 3 de março de 2019, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Tatiane dos Santos Camargo
Público: 5.379 pagantes
Renda: R$ 216.425,00
Cartão Amarelo: Buiú, Juliano, Renan Paulino e Magno (Bragantino); Bruno Alves (São Paulo)
Cartão Vermelho: –
Gols:

SÃO PAULO: Pablo, aos 17, e Arboleda, aos 30 minutos do 2T

 

BRAGANTINO:Alex Alves; Buiú (Itaqui), Lazaro, Juliano e Acácio; Adenilson (Adriano Paulista), Magno, Renan Paulino e Vitinho; Wesley e Matheus Peixoto (Jardel).
Técnico: Marcelo Veiga

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Bruno Alves (Diego Souza), Arboleda e Anderson Martins; Igor Vinicius, Luan (Willian Farias), Hernanes e Léo; Antony, Pablo (Jonatan Gomez) e Helinho (Nenê).
Técnico: Vagner Mancini (interino)

A caminhada do Athletico Paranaense no Grupo G da Libertadores da América 2019 começou com gosto amargo ao perder por 1 a 0 para o Tolima, no Estádio Manuel Murillo Toro, em Ibagué, na Colômbia.Foi a primeira partida oficial da equipe rubro-negra na temporada, já que prioriza a competição internacional.

Usando a bola parada, os donos da casa abriram a contagem, aos 29 minutos, com Banguero aproveitando rebote na pequena área após cobrança de falta para estufar a rede, marcando o gol da vitória.

Na próxima rodada da competição, o Tolima enfrenta o Boca Juniors, da Argentina, terça-feira, em La Bombonera. Já o Atheltico terá pela frente o Jorge Wilstermann, quinta-feira, iniciando uma sequência de três partidas na Arena da Baixada.

O jogo – O Furacão começou a partida marcando forte no meio-campo, apostando nas roubas de bola e no contra-ataque. Aos dois minutos, Rubén trombou com o goleiro Montero, a bola ficou no meio da confusão e a defesa colombiana conseguiu afastar. A partida era truncada, concentrada entre as intermediárias. Aos dez minutos, Tiago Nunes precisou queimar sua primeira mudança, com Madson, que jogada improvisado na direita, saindo lesionado para a entrada de Zé Ivaldo.

Cobrança de escanteio fechada para Thiago Heleno, aos 15 minutos, e o zagueiro deu um peixinho pela linha de fundo. Aos 17 minutos, lançamento para Rony, que cruzou para o meio, nos pés de Marco Rúben, que finalizou para fora. A resposta veio em cruzamento de Mostacilla para González, que tocou em cima de Santos, que cedeu escanteio. O Tolima cresceu na partida e pressionava.

Os donos da casa foram para cima e, aos 29 minutos, após cobrança de escanteio, Santos parou toque de cabeça mas, no rebote, não parou o chute de Banguero, que mandou para o fundo da rede e abriu o placar. Albornoz aproveitava a avenida pelo lado esquerdo do ataque para chegar e, aos 37 minutos, serviu Pérez, que abriu a perna e desperdiçou a chance de dominar na área.

Para a segunda etapa, nenhuma nova modificação nas equipes. Aos dois minutos, cruzamento na área colombiana feito por Rony, a bola desviou a zaga após corte do goleiro e acertou a trave. O troco veio em levantamento para Mostacilla, aos seis minutos, com uma cabeçada certeira que passou à direita da meta. O Furacão tentava tomar a iniciativa, mas a marcação do time da casa era forte.

Renan Lodi testou o Montero, aos 12 minutos, com um chute cruzado, de longe, que obrigou o goleiro a ceder escanteio. Levantamento para Pérez, aos 16 minutos, e o atacante subiu com liberdade para cabecear para fora. O técnico Tiago Nunes apostou na entrada de Marcelo Cirino no lugar de Camacho.Thiago Heleno balançou as rede, aos 20 minutos, mas o árbitro marcou impedimento no lance.

O jogo era mais aberto e, aos 24 minutos, Vásques encontrou espaço para chutar e parar nas mãos de Santos. O Rubro-Negro dominava as ações, mas o relógio era cruel com o time brasileiro. Aos 31 minutos, González limpou a jogada no contra-ataque e praticamente recuou para Santos. Confusão na área colombiana, Rony dividiu com a zaga na pequena área e ficou com o escanteio. Na sequência, nova chance para Rony, que parou em Montero. Aos 48 minutos, Balanta ainda perdeu o contra-ataque que seria o segundo gol do Tolima.

TOLIMA-COL 1 X 0 ATHLETICO PARANAENSE-BRA

Local: Estádio Manuel Murillo Toro, em Ibagué (Colômbia)
Data: 05 de março de 2019, terça-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Piero Maza (Chile)
Assistentes: Raul Orellan (Chile) e Edson Cisternas (Chile)
Cartões amarelos: Robbles e Arboleda (Tolima); Léo Pereira e Thiago Heleno (Athletico)

Gols
TOLIMA: : Banguero, aos 29 minutos do primeiro tempo

 

TOLIMA: Álvaro Montero; Arboleda, Julián Quiñónes, Mostacilla e Danovis Banguero; Robles, Carrascal (Gordillo), Larry Vásquez e Luis González (Balanta); Omar Albornoz (Castro) e Marco Pérez.
Técnico: Alberto Gamero

ATHLETICO: Santos; Madson (Zé Ivaldo), Thiago Heleno, Léo Pereira e Renan Lodi; Camacho (Marcelo Cirino), Bruno Guimarães e Tomás Andradef; Rony, Nikão (Braian Romero) e Marco Ruben.
Técnico: Tiago Nunes

Foto - Divulgação

A caminhada do Athletico Paranaense na Libertadores da América 2019 finalmente terá inicio nesta terça-feira, diante do Tolima, às 21h30 (de Brasília),Estádio Manuel Murillo Toro, em Ibagué, na Colômbia. Será a abertura do Grupo G da competição, que conta ainda com os argentinos do Boca Juniores e os bolivianos do Jorge Wilstermann, que se enfrentam no outro jogo da rodada.

Embalado pelo título da Copa Sul-americana e com quase dois meses de pré-temporada para acertar o time principal, o Furacão do técnico Tiago Nunes apostará na manutenção da base de 2018, reforçada pro alguns nomes, para superar a falta de ritmo nesta primeira partida do ano. O primeiro título internacional colocou o time em outro patamar no futebol brasileiro, mas também aumentou a responsabilidade e administrar essa pressão será um dos desafios.

A equipe que entrará em campo ainda é um mistério, mas os jogos-treino e amistosos realizados deram algumas pistas e as principais dúvidas estão no meio campo, como a definição de Camacho ou Wellington e Léo Cittadini ou Tomas Andrade como titulares. Certa mesmo apenas as ausências. O meia argentino Lucho González e o lateral Jonathan, dois nomes experientes do elenco, ainda não estão em condições físicas ideias e estão fora da partida.

Quem também disputa uma vaga, mas no ataque, é Marcelo Cirino, que briga com Rony por um lugar. O atacante já declarou que gosta se atuar em confrontos internacionais e vive a expectativa de entrar em campo para mostrar que a longa preparação dará frutos. “Esses jogos da Libertadores são muito bons de disputar. E como estamos esse bom tempo sem atuar oficialmente, ficamos ansiosos. Mas é uma ansiedade boa, porque estamos fazendo uma boa preparação, para ter um belo ano”, avaliou.

Atual campeã colombiana, a equipe do Tolima ficou conhecida do torcedor brasileiro ao eliminar o Corinthians em 2011, em partida que marcou o fim da carreira do atacante Ronaldo. O time que entra em campo para sua sétima participação, entretanto, agora é outro, não vive uma boa fase e tenta encaixar ainda os reforços trazidos no começo do ano. O destaque do Vinotinto y Oro comandado pelo técnico Alberto Gamero segue sendo o atacante Marco Pérez.

FICHA TÉCNICA
TOLIMA-COL X ATHLETICO PARANAENSE-BRA

Local: Estádio Manuel Murillo Toro, em Ibagué (Colômbia)
Data: 05 de março de 2019, terça-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Piero Maza (Chile)
Assistentes: Raul Orellan (Chile) e Edson Cisternas (Chile)

 

TOLIMA: Álvaro Montero; Nilson Castrillón, Julián Quiñónes, Pablo Meza e Danovis Banguero; Robles, Gordillo, Larry Vásquez e Luis González; Omar Albornoz e Marco Pérez.
Técnico: Alberto Gamero

ATHLETICO: Santos; Madson, Thiago Heleno, Léo Pereira e Renan Lodi; Camacho (Wellington), Bruno Guimarães e Léo Cittadini (Tomás Andrade); Marcelo Cirino, Nikão e Marco Ruben.
Técnico: Tiago Nunes

O Santos é o primeiro clube classificado às quartas de final do Campeonato Paulista. Na noite deste sábado, após sair em desvantagem diante do Oeste, o time dirigido pelo técnico Jorge Sampaoli venceu por 3 a 2 com um gol de Victor Ferraz nos acréscimos e assegurou a vaga.

Com 22 pontos e sete vitórias, o Santos permanece na primeira colocação do Grupo A e não pode mais ser alcançado pela Ponte Preta, que tem 10 pontos e duas vitórias. O Oeste, por sua vez, figura na liderança do Grupo D com 12 pontos e corre risco de ser ultrapassado pelo São Paulo (10), que ainda visita o Bragantino no domingo.

Pela 10ª rodada do Campeonato Paulista, o Oeste enfrenta o Red Bull às 19 horas (de Brasília) de sexta-feira, na Arena Barueri. Já o Santos pega o Corinthians às 16 horas de domingo, em Itaquera. Antes, às 21h30 de quinta, o time alvinegro duela com o América-RN, pela segunda fase da Copa do Brasil, no Pacaembu.

O Jogo – Atrapalhada pela chuva, a partida começou com 1h25min de atraso e, depois de tomar um susto em chute de Derlis Gonzalez, o Oeste saiu na frente. Aos 14 minutos do primeiro tempo, Bruno Lopes acertou belo chute de fora da área e encobriu Vanderlei.

O Santos tentou pressionar em busca do empate, mas teve dificuldades para criar boas chances de gol. O time praiano igualou o marcador apenas aos 41 minutos do primeiro tempo, quando Jean Mota levantou na área em cobrança de falta e Betinho desviou contra a própria meta.

Os santistas nem tiveram tempo de comemorar o empate, já que o Oeste retomou a vantagem no marcador no minuto seguinte. Roberto subiu com liberdade pela direita e cruzou para uma cabeçada certeira de Matheus Jesus diante de Vanderlei.

O técnico Jorge Sampaoli voltou para o segundo tempo com Carlos Sanchez e Rodrygo nas vagas de Yuri e Soteldo. Encorpado pelas alterações, o Santos chegou ao empate aos 16 minutos. Victor Ferraz recebeu de Jean Mota pela direita e cruzou para Derlis Gonzalez completar de primeira.

O Oeste quase marcou o terceiro logo depois. Após cobrança de escanteio pelo lado esquerdo, Kanu cabeceou firme e Vanderlei fez boa defesa. No rebote, o próprio Kanu bateu por cima. O goleiro voltou a salvar o Santos ao sair diante de Jheimy e teve seu nome gritado pela torcida.

Empurrado pelos quase 10 mil torcedores que foram ao Pacaembu, o Santos buscou a virada de forma franca e conseguiu aos 50 minutos da etapa complementar. Após corte do goleiro Matheus, Rodrygo tocou para Victor Ferraz, que definiu a partida com um chute forte e cruzado.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 x 2 OESTE

Data: 2 de março de 2019 (sábado)
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Horário: 19h (de Brasília)
Arbitragem: Thiago Duarte Peixoto
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho e Gustavo Rodrigues de Oliveira
Público: 8.123 pagantes
Renda: R$ 249.544,00
Cartões amarelos: Aguilar e Rodrygo (SAN); Bruno Lopes, Matheus Jesus, Alyson e Lídio (OES)
Gols:
SANTOS: Betinho (contra), aos 41 minutos do 1º Tempo, Derlis Gonzalez, aos 16 minutos do 2º Tempo, e Victor Ferraz, aos 50 minutos do 2º Tempo
OESTE: Bruno Lopes, aos 14 minutos do 1º Tempo, Matheus Jesus, aos 42 minutos do 1º Tempo

 

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Aguilar, Gustavo Henrique e Felipe Jonatan; Yuri (Carlos Sanchez), Jean Lucas, Jean Mota e Cueva (Felipe Cardoso); Soteldo (Rodrygo) e Derlis González
Técnico: Jorge Sampaoli

OESTE: Matheus Cavichioli; Tony, Maracás, Kanu e Alyson; Matheus Jesus (Lídio), Betinho, Elvis, Mazinho (Jheimy) e Roberto; Bruno Lopes (Bruno Xavier)
Técnico: Renan Freitas

 

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