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O São Paulo sofreu mais uma derrota no Campeonato Paulista neste sábado e desanimou ainda mais o torcedor para o jogo de volta contra o Talleres, pela Pré-Libertadores. Visitando a Ponte Preta no Moises Lucarelli, em Campinas, pela sexta rodada do Estadual, o time comandado pelo técnico André Jardine pouco criou durante os 90 minutos. Sem qualquer poderio ofensivo, o Tricolor fez um segundo tempo de se esquecer e teve de se conformar com o revés por 1 a 0 graças ao gol de Hugo Cabral, jogador bastante contestado pela torcida da Macaca.

Com o resultado, o Tricolor se manteve na liderança do Grupo D do Paulistão, com nove pontos, mas agora só leva vantagem para o vice-líder Oeste por conta dos critérios de desempate, uma vez que o time rubro-negro também foi a nove tentos com a vitória deste sábado sobre o São Caetano.

Agora, o São Paulo volta o foco completamente para a decisão da próxima quarta-feira, contra o Talleres, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi. Após perder o jogo de ida por 2 a 0, o Tricolor terá de vencer por 3 gols de diferença para avançar à próxima fase da Pré-Libertadores. Se sofrer um gol em casa, passa a ter a obrigação de superar os adversários por 4 tentos de vantagem.

O jogo – A Ponte Preta buscou se impor logo no começo do jogo. No primeiro minuto, Matheus Oliveira decidiu experimentar de fora da área, mas mandou à esquerda do goleiro Tiago Volpi, que apenas acompanhou a trajetória da bola com os olhos.

Daí para frente a disputa se concentrou entre as intermediárias, com o São Paulo tendo mais posse de bola, porém, mais uma vez, sem efetividade. Rodando para lá e para cá, o time comandado por André Jardine tinha um pouco mais de desenvoltura quando o garoto Antony, aberto pela direita, participava das jogadas.

Somente na reta final do primeiro tempo que ambas as equipes acabaram tendo suas melhores oportunidades de abrir o placar. Aos 31 minutos, Thalles aproveitou o vacilo de Araruna na defesa, roubou a bola, e Gerson Magrão ficou com a sobra, batendo cruzado. No rebote, Thalles completou para o gol, mas mandou por cima.

Já aos 38 minutos foi a vez de o São Paulo assustar. Após cruzamento de Reinaldo pela esquerda, Bruno Alves apareceu no segundo pau e completou com o pé direito, mas mandou para fora, em jogada muito semelhante à do jogo contra o Talleres, em que o zagueiro tricolor também não conseguiu mandar para o fundo das redes.

Se o primeiro tempo foi, tecnicamente, bem abaixo do esperado, na etapa complementar as equipes conseguiram ser ainda piores. Sem qualquer iniciativa mais agressiva, tanto a Ponte Preta como o São Paulo ficavam trocando passes até o momento de entregar a bola para o adversário e pareciam se recusar a chutar ao gol.

Apesar da ineficiência dos dois times, a Ponte Preta ainda assim conseguiu levar perigo à meta de Tiago Volpi no segundo tempo através dos cruzamentos. Aos 18 minutos, por exemplo, Thalles recebeu de Luis Ricardo, mas cabeceou para fora. Depois, aos 23, após nova bola alçada na área pelo lateral-direito da Macaca, Diego Renan ficou com a sobra e devolveu para o meio da área, mas ninguém completou para o gol.

De tanto insistir pela bola aérea, a Ponte Preta, enfim, abriu o placar aos 32 minutos. Após cobrança de escanteio fechada, Renan Fonseca escorou, e Hugo Cabral fez a antecipação sobre Reinaldo para completar para o gol e estufar as redes no Moisés Lucarelli, garantindo, assim, a importante vitória por 1 a 0 para a Macaca no Paulistão.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 1 X 0 SÃO PAULO

Local: estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 9 de fevereiro de 2019, sábado
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Luiz Alberto Andrini Nogueira
Público: 4652 pessoas
Renda: R$ 94.130,00
Gols: Hugo Cabral, aos 32 do 2ºT (Ponte Preta)
Cartões amarelos: Arnaldo (Ponte Preta); Hernanes e Reinaldo (São Paulo)

 

PONTE PRETA: Ivan; Arnaldo (Luis Ricardo), Renan Fonseca, Reginaldo e Diego Renan; Nathan, Igor Henrique, Matheus Oliveira, Matheus Vargas e Gerson Magrão; Thalles (Hugo Cabral)
Técnico: João Paulo Sanches

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Araruna, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Willian Farias, Hernanes (Igor Vinicius) e Nenê; Antony, Gonzalo Carneiro (Diego Souza) e Everton (Biro Biro)
Técnico: André Jardine

Ataque contra defesa: e a defesa ganhou, Comercial sai com três pontos por causa de seu goleiro milagreiro - Foto: Luiz Alberto/Correio do Estado

A vitória do Comercial sobre o Águia Negra por 1 a 0, na tarde de sábado (9), no Morenão, na abertura da sexta rodada da fase de classificação do Estadual.

Caiu o último invicto da competição (até então com quatro vitórias e um empate) e dono do melhor ataque (17 gols). E caiu quando a rotina de vitórias parecia ter seu mais novo capítulo.

O Comercial, irreconhecível em campo, se fechou na defesa. Foi um primeiro tempo de bombardeios. Onde Rodolfo, o goleiro colorado, livrava o time como podia, das cabeçadas, chutes colocados, jogadas ensaiadas e todo o repertório já conhecido do rival rubro-negro de Rio Brilhante.

O cenário de batalha para o Manda Brasa não seria completo sem ares dramáticos. E assim foi quando seu capitão, zagueiro e volante Fernando Prado deixou o campo com uma suspeita de ruptura de ligamento.

Toda grande história tem o seu momento trágico. E assim foi com o combalido fernando Prado, que aguardou cerca de 20 minutos a chegada de outra ambgulância, pública, para levá-lo à Unidade de Pronto Atendimento do Jardim Lebron, na região sul de Campo Grande. Uma dura aula de realidade do futebol fora dos grandes centros.

Da maca, chorando de dor, o capitão viu Rodolfo salvar como podia o Colorado. O apito do juiz encerrando o primeiro tempo soou como uma orquestra aos ouvidos vermelhos dentro de campo.

Fora dele, os minguados 176 torcedores presentes no Morenão, que geraram uma renda pífia de R$ 1.760, oravam em busca do milagre. Quem não faz, toma, diz outro ditado conhecido do futebol. Deus dá o frio conforme o cobertor, diz outro dito popular. E os colorados ateus podem passar a crer em preces.

Aos 8, o zagueiro André Bahia tirou uma bola em cima da linha chutada por Pedro, do Águia, que saía para comemorar quando percebeu a chuteira redentora do rival. Não seria a única demonstração do dia de ouro comercialino.

Aos 18 minutos da etapa final, após mais uma sequência de salvamentos de Rodolfo, o lateral Fabinho cruzou, o goleiro Filipe, até então o menos vazado do torneio, rebateu. E Vandinho, o redentor do Manda Brasa apareceu para completar às redes.

Fim da invencibilidade rubro-negra. Caiu o gigante do Estadual deste ano. Milagre que não estaria completo se Rodolfo. Ou melhor, São Rodolfo a partir de agora. No último lance, salvou com uma mão uma bola cabeceada pelo Águia, para sair de campo santificado pelas poucas testemunhas que foram ao Morenão. Como nas grandes histórias.

Resultado ótimo para o Comercial, que com a vitória improvável chega aos dez pontos e assume a terceira colocação temporária. Depende dos resultados deste domingo (10) para se segurar nela.

Mesmo com a derrota, o Águia segue tranquilo na ponta. Tem 13 pontos e não pode ser alcançado por ninguém. 

No outro duelo da rodada, o Aquidauanense recebeu o Novo. Não teve pena, massacre por 5 a 1 para ficar em segundo na tabela, com 11 pontos. Os campo-grandenses agonizam. Não têm uma vitória em quatro jogos e tão na zona do rebaixamento com apenas um ponto ganho. 

A sexta rodada continua neste domingo com mais quatro jogos. às 10h, o União ABC enfrenta o Corumbaense em Campo Grande. Às 16h, Urso e Sete de Dourados, em Mundo Novo, Operário e Chapadão do Sul, no Morenão, e Costa Rica e Operário de Dourados.

 

Correio do Estado

Foto: MS Esporte Clube

O Corumbaense foi eliminado da Copa do Brasil na noite de quarta (06) após empatar em 0 a 0 com o Luverdense (MT) no estádio Artur Marinho em Corumbá. Por ter uma melhor posição no ranking da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), o Luverdense tinha a vantagem do empate.

O Corumbaense pressionou nos 10 minutos do primeiro tempo e chegou duas vezes com perigo.

Outra boa chance do Carijó aconteceu aos 20 minutos da primeira etapa em uma falta, em uma cobrança de falta de Moisés. O Luverdense chegou a ter três boas chances no final do primeiro tempo.

O São Paulo se complicou na Copa Libertadores de 2019 durante a noite desta quarta-feira. Jogando no Estádio Mario Kempes, em Córdoba, o Tricolor não justificou sua fama de clube temido no continente e, com uma atuação apática e graves falhas defensivas, perdeu para o modesto Talleres por 2 a 0, pelo jogo de ida da segunda fase preliminar do torneio.

Com o resultado, o time dirigido por André Jardine precisa vencer o jogo de volta por três gols de diferença para avançar na Libertadores. Caso devolva o 2 a 0, a vaga será definida nos pênaltis. O duelo decisivo está marcado para a próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi.

Antes do mata-mata, porém, o São Paulo tem um compromisso pela sexta rodada do Campeonato Paulista. No próximo sábado, às 19 horas, o Tricolor enfrentará a Ponte Preta, em Campinas. A tendência, inclusive, é que Jardine mande uma equipe totalmente reserva a campo, pensando na Libertadores.

O Jogo – Apoiado maciçamente por sua torcida, o Talleres esboçou uma pressão inicial por meio de bolas alçadas na área, levando perigo em algumas delas. Mas o São Paulo, aos poucos, foi saindo para o jogo. Com duas linhas de três homens, o time paulista marcava bem na frente, obrigando o adversário a apostar nas bolas longas.

A estratégia deu certo, e o Tricolor criou a primeira boa chance do jogo. Aos 22 minutos, Nenê recebeu na área após boa jogada de Hudson, mas foi travado na hora do arremate. Pouco depois, o Talleres respondeu com chutes de fora da área através do atacante Dayro Moreno e do veterano volante Pablo Guiñazú.

Sem ser pressionado, o São Paulo tinha o controle da partida no fim do primeiro tempo. Aos 36 minutos, Reinaldo cobrou lateral na área, Hernanes desviou de cabeça e Hudson bateu de primeira, exigindo grande defesa do goleiro Guido Herrera. Ainda antes do intervalo, o Tricolor levou perigo em jogadas de bola parada, mas não tirou o zero do placar.

O São Paulo começou o segundo tempo desatento e não demorou a ser vazado. Aos 12 minutos, após Bruno Alves cortar cruzamento da direita, a bola sobrou para Ramírez na entrada da área. Sem ser incomodado pela defesa tricolor, o meia teve espaço para chutar forte de esquerda e acertar o ângulo direito de Tiago Volpi, que nada pôde fazer para evitar o gol do Talleres.

Buscando aumentar o poder ofensivo de seu time, André Jardine colocou Diego Souza no lugar de Nenê. Mas foi o Talleres quem assustou primeiro. Aos 30 minutos, Moreno aproveitou o espaço para finalizar de fora da área e só não ampliou porque Volpi espalmou.

O time brasileiro quase empatou no lance seguinte. Após Reinaldo cobrar falta na área, Pablo bateu de primeira, de direita, e tirou tinta da trave esquerda de Herrera. A situação ficou ainda mais difícil quando Hudson fez falta dura e foi expulso pelo segundo cartão amarelo, obrigando Jardine a colocar Willian Farias na vaga de Hernanes.

Aos 41 minutos, o Talleres deu números finais à partida. Em nova falha do sistema defensivo do São Paulo, o meia Tomas Pochettino tabelou na entrada da área e bateu forte, no canto direito de Volpi, que não alcançou.

FICHA TÉCNICA
TALLERES-ARG 2 X 0 SÃO PAULO

Local: Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba (Argentina)
Data: 6 de fevereiro de 2019, quarta-feira
Hora: 21h30 (de Brasília)
Arbitragem: Wilmar Rondan (COL)
Assistentes: Alexander Guzman (COL) e John Alexander Leon (COL)
Cartão Amarelo: Adrián Cubas e Enzo Díaz (Talleres);Pablo, Hernanes e Hudson (São Paulo)
Cartão Vermelho: Hudson (São Paulo)
Gols: 

TALLERES-ARG: Juan Ramírez, aos 12, e Pochettino, aos 41 minutos do 2º tempo

 

TALLERES-ARG: Guido Herrera, Leonardo Godoy, Nahuel Tenaglia, Juan Komar e Enzo Díaz; Pablo Guiñazú, Adrián Cubas, Tomas Pochettino (Soñora) e Juan Ramírez (Fernando Bersano); Sebastián Palacios e Dayro Moreno (Junior Arias)
Técnico: Juan Pablo Vojvoda

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Bruno Peres, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Hernanes (Willian Farias); Nenê, Pablo e Everton
Técnico: André Jardine

O Corinthians mais uma vez jogou mal e foi por vezes dominado pelo Ferroviário. A sorte (e competência) do Alvinegro foi ter em seu quadro o centroavante Gustagol, autor dos dois gols dos paulistas na partida, ambas as vezes tirando a vantagem dos cearenses. O placar final foi 2 a 2, com gols de Edson Cariús para o Ferrão, em partida disputada na cidade de Londrina, com mando vendido pelo clube de Fortaleza, na noite desta quinta-feira.

A igualdade deu a vaga ao Timão devido ao regulamento da primeira fase da Copa do Brasil, que dá ao time visitante, mais bem ranqueado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a vantagem de empatar para seguir ao duelo seguinte.

O clube do Parque São Jorge agora espera o vencedor do duelo entre Avenida-RS e Guarani, marcado para a quarta-feira da semana que vem, dia 13 de fevereiro, em Santa Cruz do Sul. Os paulistas têm a vantagem do empate. Não há data marcada para o embate.

Ferroviário dá trabalho ao Corinthians

O jogo começou com o Alvinegro trabalhando a bola na defesa e empurrando o time cearense para o seu campo, apostando em um duelo de maior criatividade do que o apresentado contra o Palmeiras. A estratégia quase deu resultado quando Henrique aproveitou que o rival ignorou sua capacidade de criar, ficou livre e lançou para Gustagol. O centroavante ajeitou para Love, que pegou de primeira e mandou por cima do gol.

A chance pareceu assustar o Ferrão, que não conseguiu sair da retaguarda até os 15 minutos, quando uma sucessão de erros corintianos possibilitou isso. Manoel dominou mal a bola no ataque, perdeu na corrida e não evitou o cruzamento. Henrique não afastou e Cariús recolocou a redonda na área.

Fagner tirou parcialmente, mas Janeudo e mandou na cabeça de Enercino, que subiu mais alto que Manoel e acertou a trave de Cássio. A bola correu em cima da linha e Cariús dividiu com Henrique para abrir o placar. O esforço dos cearenses, porém, se esvaiu quando Gleibson parou cabeçada de Manoel e, impressionantemente, não conseguiu controlar a bola, deixando a viva para Gustagol empatar o duelo.

O 1 a 1 não tranquilizou o Timão, que quase foi vazado em mais um vacilo da zaga, deixando Cariús livre para chutar de primeira e mandar para fora. Insegura, a dupla Henrique e Manoel sofreu com as investidas até o intervalo, ainda que os “mandantes” não tenham criado mais lances de perigo. Na frente, o Corinthians sofreu com a má atuação do trio Ramiro, Sornoza e Jadson, sem oportunidades.

RELEMBRE COMO FOI O JOGO MINUTO A MINUTO

Gustagol ao resgate, mais uma vez

Mesmo com a atuação abaixo da crítica na etapa inicial, o técnico Fábio Carille confiou nos mesmos atletas para retornar aos 45 minutos finais, pensando em um ajuste tático. O problema, no entanto, voltou a ficar grande aos nove, quando a zaga manteve seu nível de erros, Manoel deixou Cariús livre de marcação para finalizar e viu o centroavante mandar no canto de Cássio, sem chances de defesa.

Carille rapidamente acionou Mateus Vital para mexer na disposição da sua equipe, mas contou com o excelente momento de Gustagol para evitar o desespero. Depois de bola mal afastada pela defesa, Sornoza tocou de cabeça e achou o centroavante na área. Mesmo com o pé esquerdo, o camisa 19 acertou lindo chute, no ângulo de Gleibson, e deixou tudo igual.

O treinador corintiano rapidamente utilizou suas outras alterações, mandando a campo Pedrinho e Boselli nos lugares de Vagner Love e Gustagol, visivelmente cansados. Os lances de perigo, no entanto, seguiram saindo para o Ferroviário, que só não fez 3 a 2 aos 25 minutos porque Cássio praticou um milagre em chute cruzado de Enercino, dentro da área.

O domínio físico e tático dos cearenses foi tamanho que o Timão passou a ganhar tempo sempre que pôde, fosse nos laterais ou nos tiros de meta cobrados por Cássio. O alento do ataque foi que Boselli conseguiu segurar uma ou outra bola na frente, gastando alguns minutos e deixando a defesa respirar. A torcida chiou e até vaiou, mas a vaga ficou com os paulistas.

FICHA TÉCNICA
FERROVIÁRIO-CE 2 X 2 CORINTHIANS

Local: Estádio do Café, em Londrina (PR)
Data: 7 de fevereiro de 2019, quinta-feira
Horário: 21h00 (horário de Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Assistentes: Luciano Roggenbaum e Luiz H Souza Santos Renesto (PR)
Público: 19.316 pagantes
Renda: R$ 894.340,00
Cartões amarelos: Mazinho, Luis Fernando e Da Silva (Ferroviário)
Gols:
FERROVIÁRIO: Edson Cariús, aos 15 minutos do primeiro e aos nove minutos do segundo tempo
CORINTHIANS: Gustagol, aos 20 minutos primeiro e aos 11 minutos do segundo tempo

 

FERROVIÁRIO-CE: Gleibson; Gustavo, Da Silva, Luis Fernando e Fernandes (Jean); Mazinho, Leanderson (Emerson Catarina), Janeudo e Enercino (Isaac Prado); Edson Cariús e Klenisson
Técnico: Marcelo Vilar

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Manoel, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Ramiro (Mateus Vital), Sornoza e Jadson; Love (Pedrinho) e Gustagol (Boselli)
Técnico: Fábio Carille

 

Gazeta Esportiva

O Vasco sofreu e contou com gol marcado por Maxi Lopez para avançar (Foto: Rafael Ribeiro/Divulgação)

O Vasco sofreu, mas se classificou para a segunda fase da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, os cruzmaltinos empataram por 2 a 2 com o Juazeirense-BA, no interior baiano.

O Vasco foi melhor no primeiro tempo e foi para o intervalo a frente no placar após gol de Yan Sasse. Só que na etapa final, o Juazeirense melhorou e conseguiu o empate com Balotelli. A partida ficou interrompida por conta de uma queda de luz e após o retorno, os donos da casa viraram com Nino Guerreiro. Quando parecia que os cruzmaltinos seriam eliminados, Maxi López empatou e classificou a equipe.

Na próxima fase, o Vasco espera o vencedor do duelo entre Serra-ES e Remo-PA, que se enfrentam na próxima semana, no Espírito Santo.

O jogo – O Juazeirense quis aproveitar o fator casa e criou a primeira boa chance da partida logo aos quatro minutos. Hugo foi lançado na área e finaliozu para boa defesa de Fernando Miguel.O lance animou os donos da casa, que assustou em seguida, em chute de Patrik.

Os sustos fizeram o Vasco acordar e equilibrar logo o confronto. Tanto que aos nove minutos, Marrony quase marcou para os cariocas. Só que aos 13, os cruzmaltinos abriram o placar. Após bate e rebate, Maxi López tocou para Yan Sasse mandar para a rede.

O gol deu tranquilidade aos vascaínos, que passaram a tocar mais a bola. Com isso, além de ter a posse de bola, impedia o Juazeirense de buscar o empate. No entanto, o jogo caiu em rendimento e ficou muito concentrado entre as intermediárias.

Somente na parte final, o jogo voltou a ficar movimentado. O Vasco quase marcou o segundo aos 39 minutos. Yan Sasse chutou da antrada da área e obrigou Douglas a fazer grande defesa. O Juazeirense respondeu com Balotelli, mas Fernando Miguel estava atento para imoedir o empate. Com isso, os cariocas foram para o intervalo a frente no placar em Juazeiro.

O segundo tempo começou moviemntado. O Vasco teve boa chance de ampliar com LUcas Mineiro, mas o volnate chutou sobre o travessão. O Juazeirense respondeu com Rogerinho, mas Fernando Miguel fez grande defesa. Só que aos cinco minutos, os donos da casa chegaram ao empate. Balotelli fez grande jogada e chutou colocado, sem chance para o goleiro cruzmaltino.

O revés fez os cruzmaltinos buscarem mais o ataque, mas a equipe tinha dificuldade em criar boas jogadas. Aos 16 minutos, a partida foi paralisada por conta de falta de energia e parte dos postes de iluminação do estádio.

Depois de 25 minutos, o jogo recomeçou, com o Vasco ainda em cima do Juazeirense. No entanto, os donos da casa melhoraram e chegaram ao gol aos 32 minutos. Leandro Castán fez pênalti em Balotelli, que Nino Guerreiro cobrou com categoria.

A partir dai, os cruzmaltinos foram com tudo em busca do empate. O Vasco quase marcou em chute cruzado de Yago Pikachu. Só que o nervosismo passou a ser nítido e impedia os visitantes de levar perigo.

Nos minutos finais, o Juazeirense apenas administrava o resultado, mas conseguia manter a posse de bola. Só que aos 45 minutos, Marrony foi derrubado na área por Maicon e o árbitro marcou pênalti. Maxi López cobrou com categoria para empatar para o Vasco e decretar a classificação na Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
JUAZEIRENSE-BA 2 X 2 VASCO-RJ

Local: estádio Adauto Moraes, em Juazeiro (BA)
Data: 6 de fevereiro de 2019, quarta-feira
Hora: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci (SP)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (SP) e Jefferson Piva da SIlva (SP)
Cartões amarelos: Emílio, Douglas, Maicon e Balotelli (Juazeirense); Bruno César (Vasco)
GOLS
JUAZEIRENSE: Balotelli, aos 5min do segundo tempo; Nino Guerreiro, aos 32min do segundo tempo
VASCO: Yan Sasse. aos 13min do primeiro tempo; Maxi López, aos 45min do segundo tempo 

JUAZEREINSE: Douglas, Ewerton (Maicon), Emilio, Emerson e Wallace; Waguinho, Patrick e Rogerinho (Kattê); Hugo (Jacó), Nino Guerreiro e Baloteli
Técnico: Aroldo Moreira

VASCO: Fernando Miguel, Cáceres, Leandro Castán, Werley e Danilo Barcelos; Andrey (Ribamar), Lucas Mineiro, Yan Sasse (Yago Pikachu) e Bruno César (Thiago Galhardo); Marrony e Maxi López

Técnico: Alberto Valentim

Santos se reabilitou depois de perder para o Ituano por 5 a 1, pelo Campeonato Paulista, e goleou o Altos por 7 a 1 nesta quarta-feira, no Estádio Albertão, no Piauí. Com o resultado, o Peixe avançou para a segunda fase da Copa do Brasil.

Os gols foram marcados por Carlos Sánchez (2), Luiz Felipe, Derlis González, Alison, Soteldo e Diego Pituca. Luizão descontou para o Altos.

Na próxima fase da Copa do Brasil, o Peixe enfrentará o América-RN. A eliminatória será, mais uma vez, com jogo único, com mando do Alvinegro e decisão nos pênaltis em caso de empate.

O JOGO

O Santos sofreu um susto logo aos cinco minutos, quando Ancelmo cobrou falta na área, Sánchez furou e Luizão marcou na pequena área. O Peixe, porém, não se abalou.

O Alvinegro reagiu rápido, logo aos 11, com Luiz Felipe, e depois passeou. Ainda na primeira etapa, Derlis, Alison e Carlos Sánchez, duas vezes, marcaram.

Na segunda etapa, os visitantes mantiveram o ritmo, mas pecaram na pontaria e, em ritmo de treino, “só” fizeram mais dois, com Soteldo e Diego Pituca. No fim do jogo, o Santos administrou a goleada e o Altos torceu para o jogo acabar.

FICHA TÉCNICA
Altos 1 x 7 Santos

Data: 6 de fevereiro de 2019 (quarta-feira)
Local: Estádio Albertão, em Teresina (Piauí)
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Público e renda: 4.407/R$ 84.940,00
Cartões amarelos: ALTOS: Renato Santos

GOLS: 
SANTOS: Carlos Sánchez (2), Luiz Felipe, Derlis González, Alison, Soteldo e Diego Pituca
ALTOS: Luizão

 

ALTOS: Andrade; Caíque, Renato Santos (Netinho), Ramon Baiano e Tiaguinho; Dos Santos, Jorginho, Júnior Paraíba, Ancelmo (Wesley) e Eder Guerreiro; Luizão (Raphael Freitas).
Técnico: Leandro Campos

SANTOS: Vanderlei; Luiz Felipe, Aguilar e Gustavo Henrique; Victor Ferraz, Alison, Diego Pituca, Jean Mota (Soteldo), Carlos Sánchez (Eduardo Sasha) e Copete; Derlis González (Sandry)
Técnico: Jorge Sampaoli

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