Dourados-MS,
 Camara municipal-principal

Santos perde para o Flamengo no Maracanã

Foto: Gilvan de Souza/CRF

FICHA TÉCNICA
Flamengo 1 x 0 Santos

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 15 de novembro de 2018 (quinta-feira)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Assistentes: Luciano Roggenbaun e Luiz H Souza Santos Renesto
Público e renda: 46.067/R$ 1.136.024
Cartões amarelos: FLAMENGO: Rodinei. SANTOS: Yuri, Alison, Gabigol, Jean Mota e Gustavo Henrique

GOL
Flamengo: Henrique Dourado, aos 27 minutos do 2T;

FLAMENGO: César; Rodinei, Réver, Léo Duarte e Pará; Cuellar, Rômulo (Jean Lucas), Diego e Everton Ribeiro; Vitinho (Berrío) e Uribe (Henrique Dourado)
Técnico: Dorival Júnior

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Yuri, Gustavo Henrique e Dodô (Renato); Alison (Eduardo Sasha), Pituca e Arthur Gomes (Jean Mota); Rodrygo, Bruno Henrique e Gabigol
Técnico: Cuca

 

São Paulo conta com gol contra, mas só empata e não volta ao G4

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 1 GRÊMIO

Local: Estádio Morumbi, em São Paulo-SP
Data: 15 de novembro (Quinta-feira)
Horário: 19 horas (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Marcelino Castro de Nazare (PE)
Público: 24.757 torcedores
Renda: R$ 759.161,00
Cartão Amarelo: Nenê (São Paulo);Everton e Jael (Grêmio)
Cartão Vermelho: –
Gols:

SÃO PAULO: Michel (contra), aos 28 minutos do 2º tempo
GRÊMIO: Everton, aos 11 minutos do 2º tempo

SÃO PAULO: Jean; Bruno Peres, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Jucilei, Hudson (Liziero) e Nenê (Shaylon); Helinho (Antony), Everton e Tréllez
Técnico: André Jardine (interino)

GRÊMIO: Paulo Victor; Madson, Geromel, Paulo Miranda (Matheus Henrique) e Bruno Cortez; Michel, Maicon (Cícero), Ramiro, Jean Pyerre (Alisson) e Everton; Jael
Técnico: Renato Gaúcho

 

Botafogo vence, afunda a Chapecoense e se distancia da degola

FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 0 X 1 BOTAFOGO

Local: Arena Condá, em Chapecó (SC)
Data: 15 de novembro de 2018 (Quinta-feira)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP)
Renda: R$ 255.850,00
Público: 17.261 presentes
Cartões amarelos: Amaral (Chapecoense); Luiz Fernando (Botafogo)
GOL
BOTAFOGO: Luiz Fernando, aos 27min do segundo tempo

CHAPECOENSE: Jandrei, Eduardo, Douglas, Fabrício Bruno e Bruno Pacheco (Alan Ruschel); Amaral, Elicarlos, Héctor Canteros (Diego Torres) e Doffo (Bruno Silva); Leandro Pereira e Wellington Paulista
Técnico: Claudinei Oliveira

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Dudu Cearense (Marcelo Benevenuto), Matheus Fernandes, Luiz Fernando e Leonardo Valencia (Renatinho); Erik (Rodrigo Pimpão) e Brenner
Técnico: Zé Ricardo

 

O Palmeiras está um passo mais próximo de garantir o decacampeonato brasileiro. Nesta quarta-feira, o Verdão recebeu o Fluminense no Allianz Parque e nem o gramado prejudicado foi capaz de impedir a vitória palestrina por 3 a 0, com gols de Borja, Felipe Melo e Luan.

Com a vitória, o Alviverde subiu para os 70 pontos, oito a mais que Internacional e Flamengo, segundo e terceiro colocados e que jogam nesta quinta-feira contra contra América-MG e Santos, respectivamente. Já o Flu segue estacionado nos 41 pontos, a quatro da Chapecoense, primeiro time na zona de rebaixamento. A Chape joga amanhã, contra o Botafogo, em casa.

A Wtorre até tentou disfarçar as imperfeições do solo na Arena pintando o gramado de verde, mas o campo trocado após a série de shows musicais no Allianz Parque no último final de semana prejudicou demais o ritmo do duelo. Antes de a bola rolar, Cícero Souza e Fernando Prass caminharam de um gol outro, dando sinais de preocupação com as condições. E com a bola rolando, as duas equipes mostraram dificuldades para dominar passes simples que quicavam à frente de quem iria receber a bola. 

O Verdão, preocupado em propor o jogo, foi quem mais sofreu com o quesito. Apesar de chegar a quase 70% de posse de bola em alguns momentos no primeiro tempo, a equipe de Luiz Felipe Scolari mostrou muita dificuldade em criar jogadas de perigo.

Os lampejos de qualidade dos mandantes vieram quase todos de seu melhor jogador no ano: Dudu. O camisa 7, porém, foi caçado em campo e recebeu oito faltas apenas na etapa inicial, contra 9 de toda a equipe visitante.

Com Dudu marcado e sem Moisés, contundido, Lucas Lima foi o responsável pela armação de jogadas do Palestra, e Felipão fez com o camisa 20 o que sempre defende quando se se trata de seu meia: deu liberdade ao jogador. Assim, Lucas fez o que gosta em campo, caiu pelo lado esquerdo para buscar a bola no campo defensivo e forçou as subidas de Diogo Barbosa ao ataque. E foi assim que o Palmeiras abriu o placar.

Já aos 40 minutos, Diogo Barbosa recebeu pelo lado esquerdo driblou o primeiro marcador e ajeitou o corpo para fazer o cruzamento rasteiro. A bola desviou em Willian e sobrou para Borja empurrar para as redes. Ainda houve certa apreensão no estádio em meio à comemoração, já que os tricolores pediram toque de mão de Bigode e o árbitro Braulio da Silva Machado chegou a consultar seus auxiliares, mas confirmou o Palestra na frente.

Antes do intervalo os torcedores alviverdes comemoraram outro gol, mas de forma equivocada. Nos acréscimos, Bruno Henrique cobrou falta com muita categoria, a bola passou perto do ângulo e tocou a rede pelo lado de fora. Vários palmeirenses vibraram, antes de notarem o tiro de meta para o Flu.

Segundo tempo segue amarrado, mas Felipe Melo faz golaço e Palmeiras garante a vitória

Na etapa final, Felipão sacou Willian, cansado pelo segundo jogo seguido como titular após retornar de lesão, e colocou Gustavo Scarpa em campo. O Fluminense, como esperado, teve uma postura mais ofensiva e tentou assustar com levantamentos na área, mas a zaga palestrina impediu qualquer finalização com perigo.

O Palmeiras, no entanto, permitiu que o Fluminense equilibrasse a posse de bola e só assustou apenas em jogadas esporádicas. Dudu, Scarpa e Lucas Lima quase marcaram antes de o Tricolor conseguir contra-ataques em vantagem numérica, que fizeram Felipão fechar sua equipe: Lucas Lima saiu para a entrada de Felipe Melo. Ou talvez o pentacampeão mundial estivesse mesmo esperando que o Pitbull acertasse um chutaço no ângulo e resolvesse a partida.

Com apenas dois minutos em campo, aos 37, Felipe Melo pegou sobra na entrada da área e bateu de primeira, sem deixar a bola pingar, para acertar o ângulo de Julio César e anotar um golaço. Na comemoração, o volante atravessou todo o gramado vibrando e fez sua imitação de um Pitbull em frente à torcida organizada do Palmeiras.

Ainda houve tempo para, aos 44 minutos, Scarpa cruzar bola na área e Luan, sozinho no segundo poste, cabecear para as redes. O zagueiro também celebrou de forma diferente: com a bola embaixo da camisa, em homenagem à esposa grávida.

E assim o torcedor palmeirense riscou mais uma partida de seu calendário rumo ao decacampeonato brasileiro, esbanjando confiança com gritos de: “Dá-lhe dá-lhe dá-lhe Porco, seremos campeões”.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 0 FLUMINENSE

Local: Estádio Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 14 de novembro de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Kléber Lúcio Gil (Fifa-SC) e Helton Nunes (SC)
Público: 37.430 torcedores
Renda: R$ 2.480.931,96

Cartões amarelos: Thiago Santos, Lucas Lima, Gustavo Scarpa, Luan e Borja (PALMEIRAS); Paulo Ricardo, Digão, Richard e Kayke (FLUMINENSE)
Cartão vermelho: Jadson (dois amarelos) (FLUMINENSE)

GOLS
PALMEIRAS: Borja, aos 40 minutos do primeiro tempo; Felipe Melo, aos 37, e Luan, aos 44 da etapa final

PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Thiago Santos, Bruno Henrique e Lucas Lima (Felipe Melo); Willian (Gustavo Scarpa), Dudu (Jean) e Borja
Técnico: Felipão

FLUMINENSE: Júlio César; Igor Julião, Gum, Digão e Ayrton Lucas; Richard, Jadson e Sornoza; Júnior Dutra (Kayke), Luciano (Marcos Júnior) e Cabezas (Everaldo)
Técnico: Marcelo Oliveira

No ataque, Corinthians aposta em Danilo, enquanto São Paulo confia em Diego Souza (Fotos: Gazeta Press)

Corinthians e São Paulo vão medir forças às 17h00 desse sábado, na Arena de Itaquera, a seis jogos do fim da temporada. A situação das equipes na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, o pouco tempo para qualquer reação e toda a rivalidade que envolve o clássico fazem do Majestoso uma verdadeira decisão.

“Lógico que clássico tem um peso. Sempre que a gente vai jogar um clássico, passa os clássicos antigos na TV, é um jogo a parte, sim. E tudo que é bom é muito bom e tudo que é ruim fica muito ruim, então, que a gente possa vencer para ficar tudo muito bom por aqui”, comentou o técnico Jair Ventura.

Com apenas três vitórias à frente do Timão, o treinador já convive com muitos questionamentos sobre seu trabalho. Nesse sábado, os mandantes entrarão em campo na 12ª posição, com a missão de se afastar da zona de rebaixamento, enquanto o Tricolor, apesar de não gozar de grande fase, ainda se mantém na quarta colocação, com 57 pontos.

“Se você olhar a tabela, você vê o São Paulo lá em cima, o Corinthians na parte média da tabela, mas, quando começa é equilibrado, 35 mil ingressos vendidos já, e clássico são detalhes”, avisou Jair, tentando manter o otimismo.

Para tentar encontrar um rumo promissor, o comandante corintiano decidiu sacar Danilo Avelar e manter Danilo no time. Douglas, com dores na coxa, também deve dar lugar a Araos no meio de campo, enquanto Carlos, de 19 anos, é a aposta para a lateral.

Apesar da má fase e do clima de insatisfação no clube do Parque São Jorge, o fator casa ainda é levado em consideração, afinal, em oito encontros no palco da partida desse sábado, os donos da casa conquistaram seis vitórias e empataram em duas oportunidades.

Para o Majestoso, o São Paulo aposta no mistério para quebrar o incômodo tabu na Arena Corinthians. Mesmo assim, é possível imaginar o que passa pela cabeça de Diego Aguirre para o confronto.

Devido às boas atuações, Gonzalo Carneiro deve herdar a vaga de Rojas, lesionado, pela ponta. Do outro lado do campo, a equipe do Morumbi terá a volta de Everton, após duas lesões musculares sofridas em sequência.

Se por acaso Everton não reunir condições de jogo, a tendência é que o técnico uruguaio escale Reinaldo mais avançado, com Edimar ocupando a função na lateral esquerda, como já fez no primeiro turno.

Na referência do ataque estará Diego Souza. O jogador terá a sua frente o goleiro Cássio, algoz pessoal na semifinal do Paulistão desse ano e nas quartas da Libertadores de 2012, quando o atacante ainda atuava pelo Vasco.

Jucilei, Hudson e Liziero são os mais cotados para compor a intermediária, enquanto a zaga verá Jean defender a meta. O goleiro volta depois de cumprir suspensão contra o Flamengo.

O São Paulo de Aguirre, que assim como o clube, nunca venceu na Arena, tem sua maior chance de conquistar uma vitória na Zona Leste. O eventual triunfo pode acabar com a escrita e manter vivo o sonho do título no Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS x SÃO PAULO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 10 de novembro de 2018, sábado
Horário: 17h00 (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Carlos Augusto; Ralf e Araos; Romero, Jadson e Pedrinho; Danilo
Técnico: Jair Ventura

SÃO PAULO: Jean; Bruno Peres, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Jucilei, Hudson e Liziero; Gonzalo Carneiro, Everton e Diego Souza
Técnico: Diego Aguirre

 

Gazeta Esportiva

 

O Atlético Paranaense fez valer sua força na Arena da Baixada e, em uma noite de grande futebol pelas semifinais da Copa Sul-americana, bateu o Fluminense por 2 a 0, conquistando uma boa vantagem no jogo de ida. Com o resultado, até mesmo uma derrota por um gol de diferença na volta garante uma vaga na final da competição ao Rubro-Negro.

Em um começo de jogo muito intenso, o Furacão abriu o placar aos 18 minutos, com Renan Lodi, que tentou duas vezes antes de estufar a rede. Depois do intervalo, aos 32 minutos, cruzamento na medida para Rony testar firme e definir a contagem.

As equipes voltam a se encontrar no dia 28 de novembro, uma quarta-feira, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro

O jogo – Com um marcação adiantada, a equipe carioca tentava surpreender o Furacão, encurralado nos primeiros movimentos. Mas a primeira boa jogada de ataque foi do time da casa, aos três minutos, com Nikão cruzando para Pablo testar firme, nas mãos de Júlio César. Aos sete minutos, Cirino foi lançado, tirou o goleiro Júlio César da jogada, mas adiantou demais e permitiu a recuperação de Gum.

A resposta do Fluminense veio aos 11 minutos, em duas cabeçadas, primeiro de Gum e, no rebote do goleiro, de Luciano, que arou em grande defesa de Santos. O jogo era aberto e, aso 13 minutos, Pablo entrou na área e chutou cruzado para Júlio Cesar salvar com a perna. Mas, aos 18 minutos, na pressão rubro-negra, Renan Lodi tentou duas vezes após pegar rebote até chutar no cantinho e abrir o placar.

Troca de passes no ataque atleticano e Cirino, aos 23 minutos, entre passar e chutar, escolheu arrematar para defesa de Júlio César. A equipe visitante tentava colocar a bola no chão para diminuir o ritmo do adversário, que era empurrado pelo torcedor sem parar. Lodi deixou a defesa para trás, aos 32 minutos, e cruzou na medida para Cirino, que cabeceou no meio do gol, facilitando para Júlio Cesar.

Mesmo com muito jogo pela frente, além do confronto da volta, os jogadores do Tricolor mostravam muita ansiedade e nervosismo em campo. Raphael Veiga cobrou falta fechada, aos 39 minutos, e Júlio Cesar afastou o perigo de soco. O troco veio com Everaldo, que aproveitou vacilo de Jonathan, entrou na área e bateu para boa intervenção de Santos. No contra-ataque, a bola ficou com Lucho que chutou a bola, que bateu no goleiro e no travessão antes de sair.

Renan Lodi foi um dos destaques do Furacão(Foto: Heuler Andrey / AFP)

Para a etapa final, as equipes retornaram sem alterações. O Fluminense novamente apertou a marcação e foi para cima, deixando espaço para os contra-ataques do Atlético, que se fechou mais na defesa. O número de finalizações caiu bastante depois do intervalo. Aos 12 minutos, Sornoza abriu espaço e mandou o petardo para defesa de Santos, que cedeu escanteio. Nikão recebeu no meio da área, aos 15 minutos, tentou um voleio e não pegou em cheio na bola.

Apesar de menos aberta, a partida seguia muito boa na Baixada. Aos 19 minutos, Bruno Guimarães arriscou o chute de longe e a bola passou por cima da meta. Boa jogada de Ibañez, aos 21 minutos, recebendo na entrada da área e chutando pela linha de fundo, raspando no ângulo do gol de Santos. Aos 27 minutos, Sornoza recebeu de frente para a meta e isolou a bola.

O jogo voltou a ganhar em emoção e, aos 28 minutos, Pablo entrou na área e soltou o pé no travessão. A bola ainda bateu próximo à linha e saiu. Rony recebeu no meio da defesa e chutou para boa defesa de Júlio César. Mas, aos 32 minutos, o cruzamento na cabeça de Rony foi fatal e o segundo gol atleticano saiu. Com uma boa vantagem nas mãos, o Furacão administrava, enquanto o Tricolor errava muitos passes e facilitava o trabalho.

ATLÉTICO PARANAENSE 2 X 0 FLUMINENSE

Local: Estádio Joaquim Américo, em Curitiba (PR)
Data: 07 de novembro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (Equador)
Assistentes: Christian Lescano (Equador) e Byron Romero (Equador)
Árbitro de vídeo: Mauro Vigliano (Argentina)
Árbitros de vídeo assistentes: Patricio Loustau (Argentina) e Hernan Maidana (Argentina)
Cartões amarelos: Marcelo Cirino, Lucho, Renan Lodi (Atlético-PR); Ayrton Lucas, Everaldo (Fluminense)

Gols
ATLÉTICO-PR: Renan Lodi, aos 18 minutos do primeiro tempo e Rony, aos 32 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Thiago Heleno, Léo Pereira, Renan Lodi; Bruno Guimarães, Lucho Gonzalez (Wellington), Raphael Veiga; Marcelo Cirino (Rony), Nikão e Pablo (Bergson).
Técnico: Tiago Nunes

FLUMINENSE: Júlio César, Gum, Digão e Ibañez; Igor Julião, Jadson, Richard, Júnior Sornoza (Júnior Dutra) e Ayrton Lucas (Leo); Everaldo (Marcos Júnior) e Luciano
Técnico: Marcelo Oliveira

O Vasco perdeu a chance de se afastar da zona de rebaixamento do Brasileirão ao empatar com o Atlético-PR, nesta quarta-feira, em São Januário, em 1 a 1. Com o resultado, o Cruzmaltino chegou a 39 pontos e segue próximo do grupo dos quatro últimos colocados. Já o Furacão, com 47, continua na briga por uma vaga, ao menos, na pré-Libertadores.

No primeiro tempo, o Vasco foi melhor no início, perdeu algumas boas chances e viu o Atlético-PR crescer no fim. O técnico Alberto Valentim teve que fazer duas substituições após Ramon e Rildo sofrerem lesões. Na etapa final, os donos da casa voltaram com mais disposição e chegaram ao gol com Thiago Galhardo, de pênalti. Só que nos acréscimos, praticamente no último lance da partida, Léo Pereira empatou para os visitantes e decretou a igualdade.

Na próxima rodada, o Vasco vai até São Paulo para enfrentar o Corinthians, no sábado, em confronto direto contra o rebaixamento. No mesmo dia, o Atlético-PR encara o Vitória, em Salvador.

Autor do gol vascaíno, Galhardo não conseguiu evitar o empate nesta quarta (Foto: Rafael Ribeiro/Vasco da Gama)

O jogo – O Atlético-PR tentou impedir a pressão inicial do Vasco com muita troca de passes. No entanto, quando tinha a bola, os donos da casa era objetivos e rondavam a área paranaense. Sö que a primeira boa chance de partida aconteceu somente aos 13 minutos. Rildo cruzou na área e Kelvin cabeceou em cima de Santos, que fez grande defesa.

O Vasco voltou a criar boa chance aos 19 minutos depois. Rildo foi lançado na área tocou na saída de Santos. Só que a bola foi pela linha de fundo para desespero da torcida em São Januário. A resposta do Atlético-PR veio em seguida. Marcelo Cirino recebeu passe na área, mas tocou errado quando estava de frente para Fernando Miguel.

O lance animou os visitantes, que melhoraram no confronto e tiveram boa chance aos 29 minutos. Wellington arriscou de longe e obrigou Fernando Miguel a fazer boa defesa.

Na parte final, o Vasco perdeu seu segundo jogador por lesão. Após Ramon sofreu um problema no joelho, Rildo sentiu a coxa e também precisou ser substituído. Com isso, os donos da casa viram o Atlético-PR dominar nos minutos finais. No entanto, os visitantes não incomodaram o goleiro Fernando Miguel, mas seguraram a igualdade até o intervalo.

No segundo tempo, os cruzmaltinos voltaram mais organizados e pressionaram em busca do gol. Após alguns chutes na zaga, Andrés Rios aproveitou indecisão entre Thiago Heleno e Santos e que abriu o placar aos cinco minutos.

Só que na primeira vez que chegou ataque, o Atlético-PR teve sua melhor chance na partida, aos oito minutos. Pablo acertou belo chute de virada e acertou a trave.

A partir dai, o confronto ficou aberto, com as duas equipes voltadas ao ataque. Primeiro Léo Pereira levou perigo a Fernando Miguel. Só que depois disso, o Vasco passou a pressionar e desperdiçou chances com Giovanni Augusto, Kelvin e Thiago Galhardo.

De tanto insistir, os cruzmaltinos chegaram ao gol aos 21 minutos. Andrés Rios foi derrubado por Pablo na área e o árbitro marcou pênalti. Thiago Galhardo cobrou rasteiro no meio para abrir o placar em São Januário.

O revés fez o Atlético-PR se lançar ao ataque. Com isso, o Vasco recuou, mas ainda impedia os lances de perigo ao adversário. Os donos da casa ainda tiveram grande chance de marcar o segundo aos 30 minutos. Em contra-ataque rápido, Thiago Galhardo entrou na área, mas chutou em cima de Santos.

O Atlético-PR não se abalou com o lance e seguiu com mais posse de bola. No entanto, os paranaenses ameaçavam mais pelas bolas aéreas, principalmente com Pablo. O Vasco ainda nova chance de marcar já nos acréscimos com Andrés Rios. Só que o atacante chutou na trave. Para piorar para os mandantes, os visitantes empataram quase no último lance do jogo, com Léo Pereira, para dar números finais em São Januário.

FICHA TÉCNICA
VASCO-RJ 1 x 1 ATLÉTICO-PR

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 14 de novembro de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Jorge Eduardo Bernardi (RS)
Renda: R$ 306.340,00
Público: 20.212 pagantes
Cartão amarelo: Willian Maranhão
GOLS
VASCO: Thiago Galhardo, aos 21min do segundo tempo
ATLÉTICO-PR: Léo Pereira, aos 49min do segundo tempo

VASCO: Fernando Miguel; Raul, Leandro Castán, Oswaldo Henríquez e Ramon (Henrique); Andrey, Willian Maranhão e Thiago Galhardo; Rido (Giovanni Augusto), Kelvin (Leandro Desábato) e Andrés Rios
TÉCNICO: Alberto Valentim

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan (Marcinho), Thiago Heleno, Léo Pereira e Renan Lodi; Wellington, Lucho González (Bruno Guimarães) e Raphael Veiga; Marcelo Cirino (Rony), Nikão e Pablo
TÉCNICO: Tiago Nunes

Para o Paraná, o confronto contra o América, neste sábado, no Independência, é mais pela honra. Já para o Coelho, o duelo vale a luta pela permanência na série A do futebol nacional.

O América está na 18ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 34 pontos anotados. É preciso vencer e contar com os tropeços de Vitória e Sport, o clube baiano tem a mesma pontuação, mas melhor posicionado pelos critérios de desempate, enquanto o Leão tem 36 tentos. O Paraná já caiu, tem 18 tentos, na última colocação.

Para o jogo contra o Paraná, o técnico Adilson Batista perdeu o meia Ruy. Ele sentiu um incomodo na coxa esquerda e será observado, mas a tendência é que não tenha mesmo condições de atuar. Além dele, o atacante Marquinhos e o volante David estão fora em tratamento médico. O jovem Matheusinho deve ocupar uma vaga entre os titulares.

 

Rebaixado com grande antecedência, com uma campanha pífia, que não empolgou o torcedor paranista em nenhum momento da competição, o Tricolor da Vila joga apenas por sua dignidade. O grupo deve ser totalmente modificado para a próxima temporada, mas quem tiver a responsabilidade de vestir a camisa do clube nas últimas rodadas precisa deixar uma impressão melhor em busca de seguir bem na própria carreira.

O técnico Dado Cavalcanti destacou que o confronto tem sim sua importância e esse é o discurso para motivar os atletas. “Vale muito para o Paraná e para os jogadores de forma individual. Um jogo pode mudar a vida de um jogador. Já vi muitos perderem um contrato por conta de um jogo, como vi muita gente mudar de patamar. Vamos jogar com onze e enfrentar o adversário com o que temos de melhor. Minha expectativa é vencer, sabe-se lá quando, mas interromper de vez esse espaço sem ganhar”, avaliou.

Para a partida, o treinador não contará com o lateral-esquerdo Igor, que recebeu o terceiro cartão amarelo, o zagueiro René Santos, com dores na panturrilha, além de Rayan, que sofreu uma lesão no adutor da coxa e se junta ao lateral Júnior, vetados pelo departamento médico. Mansur, Charles e Wesey Dias devem ser as novidades entre os titulares.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA X PARANÁ

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte-MG.
Data: 10/11/2018, sábado
Horário: 17 horas (de Brasília).
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios (SE) e Eduardo Gonçalves da Cruz (MS)

AMÉRICA – João Ricardo; Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos; Juninho, Zé Ricardo e Zé Ricardo, Aderlan, Matheusinho, Giovanni e Rafael Moura.

Técnico: Adilson Batista

PARANÁ: Richard; Wesley Dias, Charles, Jesiel e Mansur; Leandro Vilela, Jhonny Lucas e Alex Santana; Andrey, Juninho e Rafael Grampola.

Técnico: Dado Cavalcanti

Foto - Divulgação

Confronto brasileiro nas semifinais da Copa Sul-Americana começa nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), quando Atlético-PR e Fluminense se enfrentam na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Os dois times lutam para chegarem à final e enfrentarem um colombiano, Independiente Santa Fe ou Junior de Barranqüilla, que jogam na outra semifinal. O Tricolor carioca nunca conquistou um título continental do porte deste torneio ou da Libertadores. O mesmo vale para os paranaenses.

Vice-campeão em 2008, quando foi derrotado na final pela Liga Deportiva Universitaria, a LDU do Equador, o Fluminense está em um romance com a sua torcida por conta da possibilidade de dar uma volta olímpica continental.

“Estamos trabalhando voltados para a conquista do título e por isso mesmo estamos confiantes de que podemos fazer mais uma grande partida no torneio fora de casa, a exemplo do que aconteceu na semana passada contra o Nacional do Uruguai”, disse Marcelo Oliveira, comandante do Fluminense.

O Fluminense conquistou a vaga na fase semifinal vencendo o Nacional no Uruguai (Foto: Lucas Merçon/FFC)

O treinador do Tricolor se refere à classificação conquistada no Uruguai, onde o time derrotou o Nacional por 1 a 0, após empate por 1 a 1 na ida. O Furacão despachou o Bahia nos pênaltis, após ambos os times ganharem por 1 a 0 como visitantes.

Tiago Nunes, treinador do Furacão, espera que sua equipe sofra menos em casa diante do Fluminense, pois tem a exata noção de tudo o que pode representar para o Atlético-PR a conquista deste título.

“A conquista da Copa Sul-Americana é algo muito importante para o Atlético Paranaense, como clube, e para a nossa equipe, o nosso elenco, que sabe tudo o que está tendo que enfrentar em termos de dificuldades para conquistar bons resultados. A torcida com certeza está muito feliz e vai nos apoiar muito. Precisamos ser eficientes em casa”, disse o treinador do Furacão.

Os tricolores também entendem que o resultado de ida é importante, mas lembram que o fundamental é tentar levar a decisão para o Rio de Janeiro, onde ambos se reencontrarão no dia 28 de novembro.

“Trata-se de uma decisão, mas em cento e oitenta minutos, e a partida de volta será na nossa casa. Temos que ter equilíbrio e inteligência para lidarmos com esta situação”, alertou o volante Richard.

Em termos de escalação o Furacão, que poupou quase todo o time no final de semana na polêmica derrota diante do Internacional, contará com força máxima e tem apenas uma dúvida de ordem técnica no meio-de-campo, onde os volantes Wellington e Bruno Guimarães disputam posição. O técnico Tiago Nunes contará com retornos importantes, como o goleiro Santos, o meia Lucho González, o lateral Jonathan e o principal nome na arrancada iniciada após a Copa do Mundo, o atacante Pablo.

O treinador atleticano, irritado com as arbitragens brasileiras, confirma que aposta todas suas fichas na Sul-americana, competição pela qual, aliás, o time conseguiu equilibrar um bom aproveitamento tanto em casa como fora, como visitante.

O Atlético Paranaense chegou às semifinais vencendo o Bahia nos pênaltis (Foto: Miguel Locatelli/CAP)

“A única chance que temos de conquistar uma vaga na Libertadores será via Conmebol. Pelo Campeonato Brasileiro é muito difícil porque estamos perdendo pontos não só fora de casa para os adversários, mas também para as arbitragens”, avaliou.

Para este jogo o Fluminense tem uma dúvida na lateral direita. Recuperado de estiramento muscular na coxa direita, Léo pode reaparecer na equipe. Se ele for vetado, Igor Julião, inscrito para esta fase, assume o posto. O certo é que o volante Aírton, improvisado no setor na semana passada, contra o Nacional, fica como opção no banco de reservas. 20

As duas equipes duelaram duas vezes este ano pelo Campeonato Brasileiro. No primeiro turno o Fluminense fez 2 a 0 no Maracanã, com gols de Marcos Júnior e Thiago Heleno, contra. O Furacão deu o troco na Arena da Baixada e venceu por 3 a 1. Léo Pereira, Raphael Veiga e Pablo anotaram para os paranaenses, com Luciano descontando.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO PARANAENSE-BRA x FLUMINENSE-BRA

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 7 de novembro de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21h45(de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (Equador)
Assistentes: Christian Lescano (Equador) e Byron Romero (Equador)

ATLÉTICO-PR: Santos, Jonathan, Paulo André, Léo Pereira e Renan Lodi; Wellington (Bruno Guimarães), Lucho González e Raphael Veiga; Nikão, Marcelo Cirino e Pablo
Técnico: Tiago Nunes

FLUMINENSE: Júlio César, Gum, Digão e Ibañez; Léo (Igor Julião), Jadson, Richard, Júnior Sornoza e Ayrton Lucas; Everaldo e Luciano
Técnico: Marcelo Oliveira

 

Gazeta Esportiva

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