Dourados-MS,
 Camara municipal-principal

Chegando um jejum de sete partidas sem saber o que é um resultado positivo, o Atlético Paranaense perdeu para o Cruzeiro por 2 a 1, com um gol nas acréscimos, na Arena da Baixada, e saiu atrás no duelo válido pelas oitavas de final da Copa do Brasil 2018. Com o resultado, o Rubro-Negro vai a Minas Gerais precisando de uma vitória para seguir na competição.

Depois de sofrer por quase todo o primeiro tempo, o Furacão conseguiu abrir o placar aos 41 minutos, com Carleto cobrando falta com força para acabar com a invencibilidade de cinco jogos de Fábio. Depois do intervalo, Henrique, de longe, aos 34 minutos, deixou tudo igual. Raniel, nos acréscimos, decretou a virada.

As duas equipes voltam a se encontrar para o jogo da volta, no Mineirão, em Belo Horizonte, apenas no dia 16 de julho.

O jogo – Sem contar com sua torcida, com a exceção de um grupo que conseguiu entrar no estádio com as camisas escondidas, a Raposa começou a partida pressionando os donos da casa. Aos três minutos, Robinho fez a jogada e cruzou fechado para a defesa atleticana afastar. Aos seis, Rafinha passou como quis por Rosseto e arriscou o chute por cima da meta.

O Furacão apareceu pela primeira vez com algum período aos 13 minutos, com Rosseto, que chutou forte para ótima defesa de Fábio. O Rubro-Negro tentava sair um pouco mais para o jogo para equilibrar as ações, mas se mostrava nervoso em campo. Aos 23 minutos, contra-ataque mineiro que a defesa atleticana conseguiu tirar dos pés de Arrascaeta, mas entregou para Sassá, travado na hora certa por Carleto.

Mais Cruzeiro no ataque, aos 26 minutos, com Sassá subindo na área para testar pela linha de fundo, com perigo. Arrascaeta mandou um chute venenoso, aos 33 minutos, e Santos tocou para escanteio e salvou. Na resposta, aos 38 minutos, levantamento para Thiago Heleno, que subiu pressionado e tocou para fora, com desvio no braço de Dedé que o árbitro considerou normal. Mas, aos 41 minutos, Carleto cobrou falta com força e estufou a rede para abrir o placar.

Para a etapa final, as equipes voltaram sem modificações. Aos três minutos, cobrança de escanteio na medida e Pablo desviou para fora, com algum perigo ao gol de Fábio. O Rubro-Negro voltou mais ligado após o intervalo, mas ainda tinha dificuldade para criar no campo de ataque. Aos 11 minutos, cruzamento para Sassá na pequena área e o cruzeirense conseguiu jogar para fora.

O Cruzeiro seguia com maior posse de bola, mas encontrava uma marcação forte e já não criava com a mesma facilidade. Com uma lesão no ombro, Rapahel Veiga precisou sair do jogo para a entrada do Matheus Anjos e deve ser desfalque par aos próximos jogos do Furacão. Aos 25 minutos, mais um levantamento na área atleticana e Raniel não conseguiu alcançar a bola.

Mano tentava colocar o time à frente, mas a defesa do Furacão se portava muito bem na partida. Mas, aos 34 minutos, Henrique chutou de longe, a bola desviou em Thiago Heleno e morreu no fundo da rede. Aos 41 minutos, Pablo ajeitou para Bergson na área, mas o atacante escorregou e ficou sem a bola. Mancuello ainda tentou um arremate, aos 46 minutos, nas mãos de Santos. Quando tudo parecia resolvido, Raniel apareceu no meio da defesa para tocar na saída do goleiro e dar a vitória à Raposa.

ATLÉTICO- PR 1 X 2 CRUZEIRO – MG

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 16 de maio de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Pericles Bassols Pegado Cortez (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)
Cartões amarelos :Bergson, Camacho (Atlético-PR); Egídio (Cruzeiro)

Gols
ATLÉTICO – PR: Carleto, aos 41 minutos do primeiro tempo
CRUZEIRO: Henrique, aos 34 minutos e Raniel, aos 47 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO- PR: Santos; Zé Ivaldo, Pavez e Thiago Heleno; Matheus Rossetto, Camacho, Lucho González (Bruno Guimarães) e Carleto; Rapahel Veiga (Matheus Anjos), Pablo e Bergson (Marcinho).
Técnico: Fernando Diniz

CRUZEIRO: Fábio; Lucas Romero, Léo, Dedé e Egídio; Henrique, Lucas Silva, Robinho (Macuello), Rafinha e Arrascaeta (Rafael Sóbis); Sassá (Raniel).
Técnico: Mano Menezes

 

 

Gazeta Esportiva

Griezmann comemorando o segundo gol da partida (Foto: Philippe Desmazes/AFP)

O Atlético de Madrid conquistou, pela terceira vez em sua história, a Liga Europa. A equipe espanhola foi extremamente oportunista e venceu o Olympique de Marselha por 3 a 0 na grande decisão da competição europeia, no Parc Olympique Lyonnais, em Lyon. Antoine Grizmann foi o autor dos dois primeiros gols da partida desta quarta-feira e Gabi completou o placar. Ele se tornou o segundo francês a marcar dois gols em uma final europeia, se juntando a Djibril Cissé, do Liverpool, na Supercopa da Europa em 2005 contra o CSKA.

Com o resultado, o Olympique chega ao seu terceiro vice-campeonato neste torneio e as equipes francesas seguem sem conquistar a Europa League. Este foi o sexto título na carreira de Diego Simeone – que não estava em campo porque cumpria suspensão por expulsão na semifinal – com o clube colchonero.

A Espanha venceu seis das últimas nove edições da Liga Europa, sendo três vezes o Atlético de Madrid (2009/10 e 2011/12) e três vezes o Sevilha (tricampeonato entre 2013/14 e 2015/16). Os outros campeões neste período foram Porto (2010/11), Chelsea (2012/13) e Manchester United (2016/17).

O título dá o direito à equipe colchonera de disputar a Supercopa da Europa no começo da temporada de 2018/19 contra o vencedor da Liga dos Campeões, que terá a sua final disputada entre Real Madrid e Liverpool, no dia 26 maio, às 15h45 (de Brasília).

Como a equipe de Madrid já está garantida na próxima edição da Champions League, a vaga para a fase de grupos da principal competição europeia que é dada ao campeão da Liga Europa passará para o terceiro colocado da França, que será o Lyon ou o Olympique.

O jogo O Olympique de Marselha começou bem a partida, dominou as ações nos primeiros minutos e logo de cara assustou. Aos três minutos, Payet tabelou, enfiou a bola para Germain, que entrou na área e mandou para fora, desperdiçando uma grande oportunidade. Já aos seis, Rami ficou com a bola na sobra, mas arrematou para fora. O Atlético de Madrid foi fatal. Mesmo não chegando ao ataque, conseguiu abrir o placar aos 20 minutos. O time colchonero pressionou a saída de jogo, a bola foi recuada para o goleiro e Anguissa errou o domínio. Gabi ficou com a bola e já tocou de primeira para Griezmann, que saiu na cara de Mandanda e guardou. A equipe francesa sofreu o baque ao levar o gol da equipe de Diego Simeone e as coisas ficaram ainda pior aos 32 minutos. O capitão Payet, que havia entrada no sacrifício, sentiu e deixou a partida. O final da primeira etapa foi bastante morna e sem chances de gol. O segundo tempo mal começou e os espanhóis conseguiram voltar a balançar as redes adversárias. Koke recebeu a bola na intermediária e passou para Griezmann, que passava entrando na área. O jogador francês dominou com categoria e bateu sem chances para o goleiro. Logo após o gol, a equipe de Diego Simeone voltou a assustar o goleiro adversário. Aos seis, Griezmann arricou de fora, mas a bola foi para fora. Em seguida, aos sete, Godín desviou a bola que veio do escanteio e quase fez o terceiro. Com o placar amplamente favorável, o Atlético de Madrid passou a dominar o jogo, impedindo do Olympique de Marselha de chegar ao ataque e segurando a bola. Aos 19 minutos, Germain até chutou, mas o arremate foi longe e ele estava pressionado pela defesa. A melhor oportunidade da equipe de Rudi Garcia veio aos 36 minutos. Após cruzamento da direita, Mitroglou subiu mais alto, cabeceou e a bola bateu na trave, levantando a torcida francesa, que começou a empurrar a sua equipe para uma pressão no final. Aos 38 minutos, a bola sobrou na entrada da área para Amavi após o cruzamento ser cortado e o lateral pegou de primeira. Apesar do grande arremate, Oblak fez a defesa. Os colchoneros fecharam o placar aos 43 minutos. Diego Costa foi lançado no contra-ataque, entrou na área e tocou para Koke. O meio-campista abriu a jogada com Gabi, que foi preciso e fez o 3 a 0.

FICHA TÉCNICA
OLYMPIQUE DE MARSELHA-FRA 0 X 3 ATLÉTICO DE MADRID-ESP

Local: Parc Olympique Lyonnais, em Lyon (França)
Data: 16 de maio de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Björn Kuipers (Holanda)
Cartões amarelos: Amavi, Luiz Gustavo e N’Jie (Olympique de Marselha) Sime Vrsaljko e Lucas Hernández (Atlético de Madrid)
Cartão vermelho: não teve
GOLS: ATLÉTICO DE MADRID: Griezmann, aos 20 minutos do primeiro tempo e aos três da segunda etapa, e Gabi, aos 43 do segundo tempo

OLYMPIQUE DE MARSELHA: Steve Mandanda; Bouna Sarr, Adil Rami, Luiz Gustavo e Jordan Amavi; Anguissa, Maxime Sanson, Florian Thauvin, Dimitri Payet (Maxime López) e Lucas Ocampos (N’Jie); Germain Germain (Mitroglou)
Técnico: Rudi Garcia

ATLÉTICO DE MADRID: Jan Oblak; Sime Vrsaljko (Juanfran), José Gimenez, Diego Godín e Lucas Hernández; Koke, Saúl Ñíguez, Gabi, Ángel Correa (Thomas Partey); Antoine Griezmann (Fernando Torres) e Diego Costa
Técnico: Diego Simeone

 

 

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O Flamengo tenta ter uma noite especial nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro, onde enfrenta o Emelec, do Equador, no complemento da penúltima rodada do Grupo D da Copa Libertadores. O time brasileiro, vice-líder com seis pontos, cinco a menos que o River Plate da Argentina, vai garantir a vaga nas oitavas de final em caso de triunfo, acabando com o trauma de eliminações recentes.

O confronto ainda guarda uma novidade para o Rubro-Negro nesta edição da competição continental. O duelo marcará o reencontro com os torcedores, afastado das duas primeiras partidas em casa por conta das cenas de vandalismo na final da Copa Sul-Americana do ano passado.

Flamengo pode garantir uma vaga na próxima fase da Libertadores com uma vitória (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)

Maurício Barbieri, treinador do Flamengo, procurou trabalhar justamente estes aspectos com o elenco para manter a motivação em alta. “É sem dúvida nenhuma uma partida especial, pois temos a oportunidade de reencontrarmos a nossa torcida. A minha expectativa é a de apoio em massa, com o Maracanã lotado. Sabemos que temos a decisão do ano. Precisamos da vitória para conseguir essa classificação na Libertadores”, disse Barbieri.

Os jogadores não cogitam deixar a definição da vaga para a última rodada, quando o time visita o River Plate na Argentina. “Vamos jogar a nossa vaga em casa e não podemos adiar a classificação. Temos que ganhar e fazer aquilo que se espera de nós”, disse o zagueiro e capitão Réver.

Para este jogo o Flamengo não poderá contar com o atacante peruano Paolo Guerrero, que cumpre punição de 14 meses imposta por doping. Assim, Henrique Dourado segue como comandante do ataque, sendo municiado pelo trio ofensivo composto por Diego, Everton Ribeiro e Vinicius Júnior.

Pelo lado do Emelec, o técnico Alfredo Arias vai se despedir do time nesta partida. Ele pediu demissão, mesmo com os jogadores tentando demovê-lo da ideia. O futuro do clube é incerto, mas o treinador garante que os equatorianos não viajaram ao Rio de Janeiro a passeio.

“Nós não estamos eliminados na Copa Libertadores. Temos que lembrar que, além de lutarmos pela segunda vaga, podemos disputar a Copa Sul-Americana se terminarmos na terceira colocação. Portanto, vamos a campo com o pensamento de ganhar”, disse Arias.

No fim de semana o Emelec venceu o Delfín por 2 a 1 e aparece na quarta colocação do Campeonato Equatoriano com 22 pontos. A base será mantida para este duelo no Rio de Janeiro.

Pelo regulamento na fase de grupos os times se enfrentam em turno e returno dentro de suas respectivas chaves. Ao fim, os dois melhores colocados garantem vaga nas oitavas de final, enquanto que o terceiro ganha como “prêmio de consolação” o direito de jogar a segunda fase da Copa Sul-Americana.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-BRA X EMELEC-EQU

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 16 de maio de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21h45(de Brasília)
Árbitro: Diego Haro (Peru)
Assistentes: Raúl López Cruz (Peru) e Víctor Raez (Peru)

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Juan, Réver e Renê; Gustavo Cuéllar, Lucas Paquetá, Diego, Everton Ribeiro e Vinicius Júnior; Henrique Dourado
Técnico: Maurício Barbieri

EMELEC: Esteban Dreer, Juan Carlos Paredes, Fernando Pinillo, Marlon Mejía e Jorge Guaguá; Oscar Baguí, Dixon Arroyo, Robert Burbano e Fernando Luna; Jeferson Montero e Ayrton Preciado
Técnico: Alfredo Arias

 

 

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Em clássico disputado nesta segunda-feira, o Botafogo venceu por 2 a 1 o Fluminense, no estádio Nilton Santos, o Engenhão, pelo Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os alvinegros chegaram a oito pontos e vão terminar a rodada na sexta posição. Os tricolores permanecem com sete, em nono.

No primeiro tempo, o Fluminense foi melhor, mas viu o Botafogo abrir o placar com Rodrigo Lindoso. No entanto, os tricolores chegaram ao empate com Pedro, antes do intervalo. Na etapa final, a equipe das Laranjeiras foi melhor até sofrer o segundo gol alvinegro, de Kieza, que decretou o triunfo botafoguense.

Na próxima rodada, o Botafogo vai até Belo Horizonte para enfrentar o América-MG, no domingo. No mesmo dia, o Fluminense recebe o Atlético-PR, no Maracanã.

O jogo – O clássico com muita correria por parte das duas equipes, mas sem muita criatividade. O Fluminense tinha mais posse de bola e teve a primeira chance de gol, aos 12 minutos. Sornoza recebeu passe na entrada da área e chutou pela linha de fundo. O equatoriano teve nova chance de abrir o placar três minutos, mas desta vez em boa defesa de Jefferson.

A partir dai, o Fluminense passou a dominar o clássico. Tanto que aos 19 minutos, Marcos Júnior foi lançado na área e chutou para mais uma boa defesa de Jefferson. Depois, foi a vez de Jadson aproveitar bate e rebate, mas finalizar pela linha de fundo.

Só que aos 25 minutos, o Botafogo, em sua primeira boa chegada ao ataque, abriu o placar no Nilton Santos. Marcinho cruzou para Rodrigo Lindoso cabecear cruzado, sem chance para Julio Cesar.

O Fluminense não se intimidou com o revés e quase empatou aos 28 minutos. Pedro finalizou para o gol e viu Jefferson quase falhar ao tentar a defesa. Para sorte do goleiro, a bola foi para fora. Só que aos 32, os tricolores chegaram ao empate. Após cruzamento de Marcos Júnior, Pedro mandou para a rede de peito.

Ap[os a igualdade, o Fluminense voltou a dominar o confronto. Nos minutos finais, os tricolores pressionaram em busca da virada e quase conseguiram aos 46 minutos. Primeiro, Sornoza chutou para defesa de Jefferson, que deu rebote. A bola ficou com Marcos Júnior, que finalizou para mais uma defesa do goleiro alvinegro, responsável pela permanência do empate no intervalo.

No segundo tempo, o Fluminense manteve o domínio e quase marcou logo aos quatro minutos. Jadson cruzou para Pedro, que finalizou para fora. Aos dez, Sornoza arriscou de fora da área e obrigou Jefferson a boa defesa.

O Botafogo só conseguiu chegar com perigo aos 12 minutos. Luiz Fernando roubou a bola de Marlon e cruzou para Brenner. O atacante tentou a finalização de letra, mas sem sucesso para a sorte dos tricolores. Só que aos 18, os alvinegros marcaram o segundo. Após cobrança de escanteio, Kieza subiu no meio da zaga e cabeceou para a rede.

Assim como na etapa inicial, o Fluminense não sentiu o revés e seguiu em busca do gol. Tanto que aos 20 minutos, Sornoza chutou de fora da área e parou em defesa segura do Jefferson. Só que os tricolores passaram a dar mais espaço para o Botafogo, que respondeu com Marcinho. O lateral finalizou de longe, mas Julio Cesar defendeu com facilidade.

O Botafogo voltou a assustar aos 27 minutos. Brenner recebeu passe na área e chutou para o gol.A bola desviou, mas Julio Cesar ainda conseguiu espalmar para escanteio para salvar os tricolores.

Após um período de equilíbrio, o Fluminense passou a pressionar novamente. Aos 37 minutos, Marcos Júnior foi lançado na área, mas finalizou sobre o travessão. Nos minutos finais, os tricolores tentaram o empate de todas as formas. Na melhor chance, aos 42, Sornoza chutou cruzado, mas viu Jefferson fazer grande defesa para garantir a vitória do Botafogo.

FICHA TÉCNICA:
BOTAFOGO 2 X 1 FLUMINENSE

Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 14 de maio de 2018, segunda-feira
Hora: 20h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP)
Cartões amarelos: Renatinho e Joel Carli (Botafogo); Richard e Luan Peres (Fluminense)
GOLS
BOTAFOGO: Rodrigo Lindoso, aos 25min do primeiro tempo; Kieza, aos 18min do segundo tempo
FLUMINENSE: Pedro, aos 32min do primeiro tempo

BOTAFOGO: Jéfferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Rodrigo Lindoso (Jean), Matheus Fernandes, Renatinho (Gustavo Bochecha) e Luiz Fernando; Kieza e Brenner (Aguirre)
Técnico: Alberto Valentim

FLUMINENSE: Julio Cesar, Gum, Renato Chaves (Pablo Dyego) e Luan Peres; Gilberto, Richard (Robinho), Jadson, Junior Sornoza e Ayrton Lucas (Marlon); Marcos Júnior e Pedro
Técnico: Abel Braga

 

 

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Apesar de o Palmeiras ter o melhor desempenho do país como visitante no ano e já estar classificado às oitavas da Copa Libertadores das América o clima é de pressão no Palestra. Parte da torcida alviverde protestou contra a equipe no último domingo, após a terceira derrota para o maior rival no ano. A Mancha Verde, principal organizada do clube, pede a saída do técnico Roger Machado.

Sob o clima tenso, o Palmeiras entra em campo nesta quarta-feira para tentar confirmar-se como melhor time da fase de grupos da Liberta. No duelo contra o Junior Barranquilla, às 21h45 (de Brasília), no Allianz Parque, o Verdão precisa de uma vitória simples para garantir a melhor campanha geral do torneio.

“Roger chegou aqui e fizemos um bom Campeonato Paulista, que infelizmente não conquistamos. Ele faz um bom trabalho e para que a equipe possa jogar bem e vencer acho que tem que ter sequência. Só isso. Estamos na frente na Libertadores, peleando na Copa do Brasil, na parte de cima da tabela no Brasileiro. Lógico que a torcida fica brava, mas a verdadeira torcida acredita no trabalho do Roger”, disse o venezuelano Guerra.

A escalação palestrina para este duelo é uma incógnita. O único treino da equipe com a presença dos titulares foi fechado na véspera da partida e, por conta do momento instável e de pressão, uma possível ideia de Roger Machado de poupar seus titulares pode não acontecer.

Quem tem presença quase certa é o volante Felipe Melo, suspenso no Derby, e Dudu, fora do jogo de sábado, contra o Bahia. Uma das possibilidades é que o Alviverde entre em campo com Jailson (Weverton); Mayke, Antônio Carlos, Luan e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Tchê Tchê e Guerra; Keno (Hyoran), Dudu e Willian.

“Aqueles que entrarem contra o Junior vão fazer o melhor. Jogaremos em casa, com nossa torcida e queremos vencer para ficar em primeiro lugar geral. Independentemente de reservas, temos que vencer. Aqui não tem suplentes, são 30 jogadores de nível”, afirmou Guerra.

A última partida do Palmeiras na fase de grupos da Copa Libertadores marca o início de uma sequência da equipe no Allianz Parque. O Alviverde, que teve uma série de quatro confrontos como visitante (Alianza Lima, Atlético-PR, América-MG e Corinthians) agora vai encarar Junior Barranquilla, Bahia, América-MG e Sport em sua casa.

O jogo será atentamente acompanhado pela torcida do Boca Juniors. Terceiros colocados na chave com seis pontos, os xeneizes precisam vencer o Alianza Lima na Bombonera e torcer para que o Verdão não seja derrotado pelos colombianos para avançar às oitavas de final.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS X JUNIOR BARRANQUILLA 

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 16 de maio de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo e Juan Zorilla (PAR)

PALMEIRAS: Jailson (Weverton); Mayke, Antônio Carlos, Luan e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Tchê Tchê e Guerra; Keno (Hyoran), Dudu e Willian (Borja)
Técnico: Roger Machado

JUNIOR BARRANQUILLA: Sebastian Viera; Marlon Piedrahìta, Jorge Arias, Jhonatan Ávila e Gabriel Fuentes; Leonardo Pico e Victor Cantillo; Yimmi Chará e Yonny González; Teófilo Gutiérrez e Luis Carlos Ruíz
Técnico: Julio Comesaña

 

 

Gazeta Esportiva

 

Atual campeão da Copa Libertadores da América, o Grêmio já está assegurado nas oitavas de final da edição deste ano do torneio continental. Na noite desta terça-feira, o time gaúcho preservou alguns titulares e, ainda assim, derrotou o Monagas por 2 a 1 na Venezuela. Ramiro marcou o primeiro gol do jogo já no segundo tempo, com um chute de fora da área. Nos acréscimos, Kannemann anotou contra e Jailson converteu pênalti para fechar a contagem.

O resultado deixou o Grêmio com 11 pontos, na liderança do grupo 1 da Libertadores e sem possibilidades de cair para a terceira posição. O segundo colocado é o Cerro Porteño, do Paraguai, que ganhou por 1 a 0 do uruguaio Defensor Sporting (4) mais cedo. O argentino Diego Churín foi o autor do gol da vitória em Montevidéu, nos acréscimos.

Tranquilo na Libertadores, o Grêmio voltará as suas atenções ao Campeonato Brasileiro no domingo, quando enfrentará o lanterna Paraná na Vila Capanema. Pelo torneio continental, receberá o Defensor Sporting na quarta-feira de 23 de maio, com a intenção de ratificar o primeiro lugar do grupo 1.

Ao eliminado Monagas, que permaneceu com 3 pontos ganhos, resta ainda um confronto com o Cerro Porteño, fora de casa, também no dia 23.

O jogo – Mesmo atuando com uma equipe alternativa, o Grêmio não abdicou do ataque na Venezuela. O time de Renato Gaúcho pecava pela falta de velocidade e sofria com as más condições do gramado, porém conseguia incomodar a defesa do Monagas vez ou outra.

Aos seis minutos, contudo, o Grêmio sofreu uma baixa. Alisson, que havia desperdiçado grande oportunidade de abrir o placar ao pegar mal na bola quase na pequena área, lesionou a coxa esquerda e precisou ser substituído por Maicosuel.

A melhor chance de gol do Grêmio no primeiro tempo ainda estava por vir, em uma jogada de bola parada. Cícero encobriu a barreira na cobrança de falta, buscando o ângulo, e acertou a trave. No rebote, Maicosuel chutou para fora.

O Monagas, sem grande nível técnico, só foi responder aos 44 minutos. Romero ficou com uma sobra de bola dentro da área, limpou a marcação de Kannemann e finalizou. Marcelo Grohe espalmou para salvar o Grêmio com uma bela defesa.

O panorama da partida não mudou muito no segundo tempo. Esperando mais efetividade da sua equipe, Renato Gaúcho resolveu entrar em ação aos 20 minutos, quando trocou Madson por Lima.

Pouco depois, aos 23, o Grêmio foi premiado com um gol. Ramiro tentou encurtar o caminho para a meta com um chute despretensioso de fora da área, rasteiro. A bola passou por todo o mundo, inclusive pelo goleiro Baroja, e entrou.

O Monagas não se deu por vencido. Aos 35 minutos, os donos da casa criaram ótima chance para devolver o empate ao marcador. Quem desperdiçou foi Cádiz, que ficou diante de Grohe, além da marca do pênalti, após um cruzamento da esquerda de Reyes e parou na intervenção do goleiro.

Nos minutos finais, o jogo esquentou. Kannemann teve um lance de infelicidade ao cortar a bola contra a própria rede em um cruzamento da esquerda de Luís Gonzalez, aos 46 minutos.

Ainda havia tempo para o Grêmio vencer. Aos 47, Cícero foi derrubado por Trejo dentro da área. Pênalti, que Jailson se apresentou para cobrar e conferiu, deslocando Baroja e devolvendo a alegria aos gremistas.

FICHA TÉCNICA
MONAGAS 1 X 2 GRÊMIO

Local: Estádio Monumental de Maturín, em Maturín (VEN)
Data: 15 de maio de 2018, terça-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Fernando Rapallini (ARG)
Assistentes: Hernán Maidana (ARG) e Juan Pablo Belatti (ARG)
Cartões amarelos: Javier García, Christian Flores e Óscar González (Monagas); Mason (Grêmio)
Gols: MONAGAS: Kannemann (contra), aos 46 minutos do segundo tempo; GRÊMIO: Ramiro, aos 23, e Jailson, aos 51 minutos do segundo tempo

MONAGAS: Baroja; Romero, Chacón (Dager Palacios), Trejo, Óscar González; Agnel Flores, Carlos Suárez e Javier García; Luís González, Cádiz e Christián Flores (Reyes)
Técnico: Johnny Ferreira

GRÊMIO: Marcelo Grohe: Madson (Lima), Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Jailson, Ramiro, Cícero e Alisson (Maicosuel); Thonny Anderson (Thaciano)
Técnico: Renato Gaúcho

 

 

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Em um confronto bastante movimentado, Ceará e América ficaram no empate por 2 a 2, na noite desta segunda-feira, no Castelão, em duelo válido pela 5ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O América abriu o jogo com dois gols, mas sofreu um gol ainda na etapa inicial e o segundo aos 47 do segundo tempo. O Ceará ainda não venceu no Brasileirão. Nos cinco jogos, os melhores resultados foram dois empates, seguidos de três derrotas. Com isso, o clube cearense só é melhor que o Paraná. Já o América faz um início de Campeonato Brasileiro surpreendente. O time de Enderson Moreira chegou aos sete pontos, na 10ª colocação.

O duelo desta noite foi bastante movimentado. O Coelho abriu o placar logo no segundo minuto de jogo. Minutos depois chegou ao segundo tento, ambos marcados por Giovanni. Ainda na etapa inicial, o Ceará diminuiu. No segundo tempo, o time da casa foi com tudo para buscar o resultado. Após muita pressão, o time cearense conseguiu um pênalti, aos 47 do segundo tempo.

O América volta a campo no domingo, às 16h (de Brasília), contra o Botafogo. Já o Ceará vai até o Barradão, enfrentar o Vitória, no mesmo dia, mas às 11h.

Primeiro tempo

O América entrou em campo disposto a buscar a primeira vitória longe de Belo Horizonte. Até agora, os seis pontos conquistados foram dentro do Independência e, vale destacar, a dura derrota por 4 a 1, de virada, para o Vasco, na última semana.

E rapidamente o Coelho tentou alcançar logo seu desejo. Aos 2 minutos, em cruzamento na área, Giovanni, de peixinho, colocou para o fundo das redes.

Após o tento inicial, as equipes se equilibraram em campo. O Ceará conseguiu boas chegadas com Elton e levava algum perigo contra a meta americana.

Aos 29, o Coelho conseguiu ampliar a contagem. Em jogada de velocidade, a bola sobrou para Marquinhos na direita. O camisa 7 correu e conseguiu evitar a saída da bola. Ele cruzou novamente e encontrou Giovanni dentro da área.

O segundo tento americano – o segundo de Giovanni – deixou clara as falhas na marcação do Ceará.

Aos 37, o Ceará conseguiu diminuir. Em cobrança de escanteio, Elton subiu mais que todo mundo e colocou a bola para dentro. O tento só foi confirmado cerca de três minutos depois, com muita polêmica. Os americanos reclamavam que Wescley, que estava impedido, atrapalhou o goleiro João Ricardo no lance. Já a equipe da casa garantia que não.

Segundo tempo

A etapa complementar iniciou com muita pressão do Ceará. A equipe da casa precisava de mais um gol para conquistar, pelo menos, o empate. Para conseguir melhorar no ataque, Eder Luis entrou na vaga de Felipe Azevedo.

O Ceará era muito agressivo. O time da casa passou a espremer o América em seu campo defensivo e a defesa mineira tinha dificuldades.

O técnico Enderson Moreira tirou Luan para colocar Gerson Magrão, dando uma boa opção na saída de bola e garantindo uma estabilidade defensiva maior.

Pouco melhorou. O América não conseguia chegar ao ataque para agredir e ainda sofria na defesa.

Aos 47 minutos, em lance questionável, o árbitro marcou um pênalti. Na cobrança, Pio afundou as redes e empatou.

FICHA TÉCNICA
CEARÁ 2 X 2 AMÉRICA-MG

Local: Estádio Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 14 de maio de 2018, segunda-feira
Horário: 20 horas (Brasília)
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao (CBF-GO)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)

Gols: Giovanni, aos 2 e aos 29 minutos do primeiro tempo (América); Elton, aos 37 minutos do primeiro tempo, Pio, aos 47 minutos do segundo tempo (Ceará)
Cartões: Aderlan, Luan (América)

CEARÁ: Everson; Pio, Luiz Otávio, Valdo e Rafael Carioca; Juninho (Artur), Richardson e Ricardinho; Wescley (Juninho), Elton e Felipe Azevedo (Eder Luis)
Técnico: Marcelo Chamusca

AMÉRICA–MG: João Ricardo; Aderlan, Messias, Matheus Ferraz e Giovanni; Leandro Donizete, Christian, Marquinhos (Renan Oliveira), Serginho e Luan (Gerson Magrão); Aylon (Wesley)
Técnico: Enderson Moreira

 

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