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Foi a terceira vitória consecutiva do time douradense - Foto: Franz Mendes

Em jogo atrasado válido pela terceira rodada do Campeonato Estadual, o Sete de Dourados venceu o União/ABC por 1 a 0 no Estádio Chavinha, em Itaporã, na tarde desta quarta (13).

Foi a terceira vitória consecutiva do time douradense. O gol saiu apenas nos acréscimos do segundo tempo, dos pés de Régis Wenzel.

Por sua vez, o União/ABC chega ao quinto jogo consecutivo sem vencer e continua na zona de rebaixamento do Estadual.

Os times voltam a campo no fim de semana, pela sétima rodada. O Sete recebe o Comercial no sábado (16), novamente no Chavinha, no mesmo local o  Operário de Dourados e ABC, domingo (17).

O São Paulo deu adeus à Copa Libertadores 2019 na noite desta quarta-feira. Jogando no Morumbi pela primeira vez no ano, o time tricolor voltou a jogar mal, não passou de um empate por 0 a 0 com o Talleres e saiu maciçamente vaiado do duelo de volta da segunda fase preliminar da competição. Como venceu a partida de ida por 2 a 0, a equipe argentina garantiu sua sobrevivência no torneio continental.

A eliminação precoce, além de aumentar o histórico de vexames sofridos pelo clube nos últimos anos, faz a pressão sobre o técnico André Jardine crescer a um patamar elevadíssimo. Afinal, a equipe acumula resultados negativos neste início de temporada e não apresenta sinais de evolução sob o comando do treinador de 39 anos, que pode ser demitido nas próximas horas.

Seja como for, o São Paulo tem pouco tempo para lamentar, já que tem um clássico pela frente. Neste domingo, às 19 horas (de Brasília), com ou sem Jardine, o Tricolor enfrenta o Corinthians pelo Campeonato Paulista, em Itaquera. Já o Talleres pode se preparar para medir forças com o Palestino, do Chile, na terceira fase da Pré-Libertadores. O duelos acontecerão nas próximas duas semanas.

O Jogo – Para reverter o placar adverso, André Jardine apostou em duas mudanças em relação ao duelo de ida: entraram Willian Farias e Helinho nas vagas de Jucilei e Nenê, respectivamente. Com isso, Hernanes ficou encarregado de fazer a função do suspenso Hudson e de armar as jogadas, com Diego Souza e Pablo formando a dupla de ataque.

Empurrado por quase 45 mil torcedores, o São Paulo tentou pressionar o Talleres no início da partida. Sem sucesso. Aos poucos, conforme as jogadas não fluíam, o time da casa foi apresentando sintomas de nervosismo. Tanto que Bruno Peres e Everton foram advertidos com cartão amarelo.

Com Hernanes isolado no meio e marcado de forma implacável, o Tricolor abusava da ligação direta e dos cruzamentos. Foi através de um deles que criou sua única chance de abrir o placar na primeira etapa. Aos 31 minutos, Helinho recebeu na direita e levantou na área. Livre de marcação, Diego Souza testou para fora, desperdiçando chance incrível.

Além da falta de criatividade, o São Paulo tinha de se preocupar com os contra-ataques do Talleres, que levou perigo em alguns deles. Aos 45 minutos, Hernanes fez o que a equipe pouco tentou no primeiro tempo. O chute de fora da área saiu com veneno, mas não passou de um susto para o goleiro Herrera.

A etapa complementar começou na mesma toada: o São Paulo apostando na bola aérea e nas jogadas em velocidade, e o Talleres fechado em seu campo de defesa. Aos dois minutos, após cruzamento da esquerda, Helinho aproveitou a sobra dentro da área, mas bateu em cima de Herrera, que saiu bem do gol.

Na base do abafa, o Tricolor tentava de alguma forma pressionar em busca do primeiro gol. Em dado momento, impaciente com o insucesso do time comandado por Jardine, a torcida gritou os nomes dos multicampeões Muricy Ramalho e Telê Santana, além de xingar o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.

Em reação às arquibancadas, o treinador promoveu duas alterações simultâneas: saíram Helinho e Bruno Peres para as entradas de Nenê e Araruna. As mudanças, porém, não surtiram efeito, e o  time continuou com dificuldades na criação. Para piorar, Everton foi expulso após dar uma solada no rosto do lateral Enzo Díaz.

Em desvantagem numérica, o São Paulo passou a ameaçar ainda menos. Aos 38 minutos, Nenê chegou a balançar as redes, mas o árbitro assinalou impedimento do meia e invalidou o gol acertadamente. Assim, o único barulho que se fez ouvir ao apito final foi o das vaias da torcida são-paulina, além da festa dos 3 mil argentinos que foram até o Morumbi.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 TALLERES-ARG

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 13 de fevereiro de 2019, quarta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Roddy Zambrano (EQU)
Assistentes: Christian Lescano (EQU) e Byron Romero (EQU)
Público: 44.737 torcedores
Renda: R$ 3.032.195,00
Cartões Amarelos: Bruno Peres, Everton e Hernanes (São Paulo); Herrera e Enzo Díaz (Talleres)
Cartões Vermelhos: Everton (São Paulo)
Gol: –

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Bruno Peres (Araruna), Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Willian Farias (Antony), Hernanes e Diego Souza; Helinho (Nenê), Pablo e Everton
Técnico: André Jardine

 

TALLERES-ARG: Herrera; Godoy, Tenaglia, Komar e Díaz; Guiñazú, Cubas, Pochettino  (Gandolfi) e Ramírez; Palacios (Arias) e Moreno (Valoyes)
Técnico: Juan Pablo Vojvoda

O Palmeiras retomou a liderança do Grupo B do Campeonato Paulista na noite desta segunda-feira. No último jogo pela sexta rodada do torneio estadual, com o atacante Dudu inspirado no primeiro tempo, o time alviverde conseguiu se impor e ganhou do Bragantino por 2 a 0.

Com 13 pontos, o Palmeiras volta ao primeiro lugar de sua chave. A equipe palestrina havia sido temporariamente ultrapassada pelo Novorizontino, agora segundo colocado com 11 pontos. Já o Bragantino é o vice-líder do Grupo C e tem oito pontos, um a mais do que o Corinthians.

Pela sétima rodada do Campeonato Paulista, o Bragantino volta a campo para enfrentar o São Caetano às 16h30 (de Brasília) deste sábado, no Estádio Anacleto Campanella. Já o Palmeiras pega a Ferroviária às 17 horas de domingo, na Fonte Luminosa.

O Jogo – Superior ao Bragantino desde o início, o Palmeiras conseguiu sair na frente logo aos sete minutos do primeiro tempo. Em bela jogada de contra-ataque, Moisés recebeu pelo meio e passou para Dudu na esquerda finalizar com categoria na saída do goleiro Alex Alves.

O Palmeiras ampliou sua vantagem no Pacaembu aos 28 minutos do primeiro tempo. Após jogada individual iniciada pela esquerda, Dudu deixou Borja em condições de marcar. Ao tentar driblar o arqueiro adversário, o colombiano sofreu pênalti. Na cobrança, Gustavo Scarpa converteu.

O Bragantino chegou a levar algum perigo um minuto antes do fim do tempo regulamentar. Matheus Peixoto aproveitou sobra na entrada da área e bateu forte. O veterano Fernando Prass, bem posicionado, espalmou a bola pela linha de fundo e cedeu escanteio.

O Palmeiras voltou aceso para a etapa complementar e teve três boas chances para marcar. Ao pegar rebote de chute de Dudu, mesmo com o gol vazio, Borja mandou por cima. Pouco depois, Marcos Rocha recebeu de Felipe Pires e bateu cruzado, muito perto. Em seguida, Moisés arriscou de longe e deu trabalho a Alex Alves.

Em uma rara chegada do Bragantino, Adriano Paulista cobrou falta pela esquerda e exigiu boa defesa de Fernando Prass. Com o domínio das ações, o Palmeiras quase aumentou em chute de Felipe Pires, que pegou a sobra de jogada equivocada de Gustavo Scarpa e bateu para fora.

Sem correr grandes riscos no campo de defesa, o Palmeiras encurralou o Bragantino durante boa parte da etapa complementar. O técnico Luiz Felipe Scolari usou Bruno Henrique (Moisés), Carlos Eduardo (Dudu) e Lucas Lima (Gustavo Scarpa), mas o placar permaneceu inalterado.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 x 0 BRAGANTINO

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data: 11 de fevereiro de 2019, segunda-feira
Horário: 20h (Brasília)
Árbitro: Vinicius Furlan
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Vitor Carmona Metestaine (SP)
Público: 20.144 pagantes
Renda: R$ 554.857,50
Cartões amarelos: Antônio Carlos (PAL); Itaqui, Lázaro, Klauber e Magno (BRA)
Gols:
PALMEIRAS: Dudu, aos 7 minutos do 1º Tempo, Gustavo Scarpa, aos 28 minutos do 1º Tempo 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis; Thiago Santos, Moisés (Bruno Henrique) e Gustavo Scarpa (Lucas Lima); Felipe Pires, Dudu (Carlos Eduardo) e Borja
Técnico: Luiz Felipe Scolari

BRAGANTINO: Alex Alves; Itaqui (Buiú), Lázaro, Júnior Goiano e Léo Rigo; Klauber (Renan), Magno, Adriano Paulista (Jefferson Galego), Rafael Chorão, Wesley; Matheus Peixoto
Técnico: Marcelo Veiga

O Corinthians rodou seu elenco, entrou em campo com seis alterações, mas repetiu os velhos problemas de boal aérea defensiva e falta de criatividade no ataque. Assim, a equipe de Fábio Carille conheceu sua terceira derrota no Campeonato Paulista. O algoz da vez foi o Novorizontino, que no estádio Jorge Ismael de Biasi, arrancou o 1 a 0 graças a um gol polêmico de Murilo Henrique, já aos 40 minutos do segundo tempo.

O trinfo levou o Tigre à liderança no Grupo B, com 11 pontos, um à frente do Palmeiras depois de seis rodadas. Por outro lado, o Timão estaciona nos sete pontos, apenas na terceira posição do Grupo C.

Apesar das seis trocas na equipe titular, a pressão por uma evolução no desempenho do Corinthians, principalmente nessa condição de favorito de véspera, era grande. E o início da partida até que foi promissor. Em pouco tempo de bola rolando, Boselli ficou livre, de frente para o gol, mas acabou barrado pelo erro do auxiliar Anderson de Moraes. Em seguida, Marllon venceu disputa no alto e mandou rente ao travessão.

Aos poucos, porém, o ritmo corintiano foi caindo. Ao perceber que o adversário não era nenhum ‘bicho papão’, o Novorizontino se encorajou e passou a apostar na velocidade para chegar com perigo ao gol de Cássio.

O intervalo chegou sem alteração no placar, mas, os corintianos foram para o vestiário no lucro. Uma saída do gol fora de hora e Cássio e uma furada monumental de Jean Parick gelaram as espinhas alvinegras.

A etapa final não teve um panorama muito diferente. O Novorizontino passou a explorar o principal problema da defesa do Timão: a bola aérea. A estratégia quase deu certo. Marllon, Cássio e a trave evitaram oportunidades claras de gol do Tigre.

Ao perceber a falta de criatividade e a lentidão de sua equipe, Fábio Carille resolveu mexer. Saíram Araos e Vital para as entradas de Clayson e Pedrinho. Por fim, Gustagol substituiu Mauro Boselli, mais uma vez apático e sem receber muitas bolas, é verdade.

Era o Corinthians indo para o famoso tudo ou nada. Mas, abriu o placar quem fez mais por merecer: os donos da casa. Uma defesa espetacular de Cássio, a trave e a reclamação de impedimento por parte dos corintianos foram inúteis. Murilo Henrique aproveitou sora dentro da área e estufou as redes.

O apito final veio acompanhado de vaias dos milhares de corintianos que compareceram no Jorge Ismael de Biasi. Mais alto ainda foi a festa dos torcedores do Tigre.

Pressionado, o Corinthians agora terá pela frente seu principal desafio no mês: o Racing, quinta-feira, em Itaquera, pela primeira fase da Copa Sul-Americana. No fim de semana será a vez de receber o São Paulo na Arena. O sábado, o Novorizontino receberá a Ponte Preta.

FICHA TÉCNICA
NOVORIZONTINO 1 X 0 CORINTHIANS

Local: estádio Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte (SP)
Data: 10 de fevereiro de 2019, domingo
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: José Cláudio Rocha Filho
Assistentes: Anderson de Moraes e Daniel Ziolli
Cartão amarelo: Mateus Vital

GOL
Novorizontino: Murilo Henrique, aos 40 minutos do 2T 

NOVORIZONTINO: Vagner; Lucas Ramon, Everton Sena, Flávio Boaventura (Edson Silva) e Paulinho; Adilson Goiano, Cléo Silva, Jean Parick (Matheus Sales) e Murilo Henrique; Pedro Carmona e Felipe Marques (Elvinho)
Técnico: Roberto Fonseca

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Marllon, Pedro Henrique e Danilo Avelar; Gabriel; Ramiro, Mateus Vital (Pedrinho), Vagner Love e Araos (Clayson); Boselli (Gustagol)
Técnico: Fábio Carille

O Santos empatou em 0 a 0 com o River Plate-URU nesta terça-feira, em Montevidéu, pelo jogo de ida da primeira fase da Copa Sul-Americana.

O Peixe dominava o jogo sem sofrer sustos e com várias oportunidades criadas, mas teve a atuação comprometida em erro infantil de Orinho.

O lateral-esquerdo errou o recuou parou o adversário com um pontapé e foi expulso aos 21 minutos do segundo tempo. Com um a menos, o Alvinegro recompôs a defesa e administrou o empate.

A partida de volta será no dia 26, no Pacaembu. Novo 0 a 0 levaria a decisão para os pênaltis, empate com os gols classificaria o River. Quem vencer, avança.

O JOGO

O Santos teve mais de 70% da posse de bola no primeiro tempo, mas só criou uma chance realmente clara, com Derlis González e Copete, aos 13 minutos.

Jean Mota lançou o paraguaio, que tentou por cobertura e parou em Gastón. No rebote, Copete bateu forte e Silva tirou de cabeça, debaixo do gol.

Com muitos erros de passe e menor intensidade que o normal no Campeonato Paulista, o Peixe ficou com a bola, não sofreu e também foi para o intervalo sem criar muitas oportunidades.

MELHORA E DUCHA D’ÁGUA FRIA

Na segunda etapa, o jogo ficou mais animado. Aos quatro minutos, Derlis cruzou e a arbitragem marcou impedimento duvidoso em gol de cabeça de Copete. Aos oito, Da Luz acertou a trave de fora da área.

O Peixe começou a empilhar chances e parecia perto de abrir o placar. Aos 12, Derlis, Sánchez e Pituca tiveram boas oportunidades de marcar no mesmo lance, mas pararam no goleiro uruguaio. No minuto 17, Pituca teve duas chances na pequena área e desperdiçou.

E aos 21, veio a notícia ruim. Em lance simples, Orinho errou o recuou, parou Da Luz com um pontapé e foi expulso. Com um a menos, Sampaoli recompôs a defesa e viu o River crescer. Ao 24, Vanderlei salvou o Santos em nova finalização de Da Luz.

Depois do susto, o Peixe se fechou na defesa e administrou o empate para decidir no Pacaembu, dia 26, no jogo de volta.

FICHA TÉCNICA
RIVER PLATE-URU 0 X 0 SANTOS

Local: Estadio Luiz Franzini, em Montevidéu (URU)
Data: 12 de fevereiro de 2019, terça-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Germán Delfino (ARG)
Assistentes: Gabriel Chade e Lucas Germanotta (ARG)
Cartões amarelos: RIVER PLATE: Leyes. SANTOS: Derlis González
Cartões vermelhos: SANTOS: Orinho

 

RIVER PLATE-URU: Gastón; Herrera, Augustín Ale, Ivan Silva e Luis Oliveira; Maximiliano Calzada, Sebastián Piriz, Mauro Da Luz e Facundo Ospitaleche; Juan Oliveira (Leyes) e Juan Plada
Técnico: Jorge Giordano

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Aguilar, Gustavo Henrique e Orinho; Alison, Diego Pituca (Yuri), Carlos Sánchez e Jean Mota (Matheus Ribeiro); Copete (Soteldo) e Derlis González.
Técnico: Jorge Sampaoli

Foto: Arquibancada/MS

O Sete de Setembro levou a melhor no embate contra o Urso, na tarde de domingo (10) em Mundo Novo.

O time saiu de campo vitorioso, graças ao gol de Otacílio Neto aos 20 minutos do primeiro tempo.

Esta foi a segunda vitória seguida do Sete que agora, deixou a zona de rebaixamento e entrou no G8. Enquanto isso o Urso decaiu para o Z4.

RESULTADOS DA 6ª RODADA
Comercial 1 x 0 Águia Negra
Aquidauanense 5 x 1 Novo
União/ABC 0 x 0 Corumbaense
Operário 3 x 0 Serc
Urso 0 x 1 Sete
Costa Rica 1 x 1 Operário de Dourados

CLASSIFICAÇÃO APÓS 6ª RODADA
1º Águia Negra - 13 pontos
2º Aquidauanense - 11 pontos
3º Comercial - 10 pontos
4º Costa Rica - 10 pontos
5º Operário - 9 pontos
6º Corumbaense - 7 pontos
7º Serc - 7 pontos
8º Sete - 6 pontos
9º União/ABC - 6 pontos
10º Urso - 5 pontos
11º Novo - 1 ponto
12º Operário-DD - 1 ponto

O Santos de apenas quatro titulares – Luiz Felipe (o zagueiro sentiu problema na coxa e foi substituído por Gustavo Henrique), Aguilar, Diego Pituca e Jean Mota -, sofreu, mas venceu o Mirassol por 1 a 0 neste sábado, no Pacaembu, pela sexta rodada do Campeonato Paulista. O gol foi marcado por Jean Mota, no último minuto – o artilheiro do Estadual com cinco gols.

O estreante Cueva foi bem, mas os laterais Orinho e Matheus Ribeiro foram discretos e Yuri, Eduardo Sasha e Soteldo irritaram a torcida presente em São Paulo.

No segundo tempo, o Peixe superou o desentrosamento e criou chances, porém, esbarrava na falta de pontaria e boas defesas do goleiro Tiago. No fim, o bom volume de jogo foi recompensado depois de jogada de Derlis e raça de Jean Mota na pequena área.

O Alvinegro, líder disparado grupo no Paulistão, voltará a campo para enfrentar o River Plate-URU na próxima terça-feira, em Montevidéu, pela ida da primeira fase da Sul-Americana. O Mirassol, lanterna, visitará o Ituano na sexta-feira.

O JOGO

O Santos, sem entrosamento e com as estreias de Everson e Cueva, conseguiu controlar o jogo desde os primeiros minutos, mas teve muita dificuldade para encontrar espaços na etapa inicial.

Os primeiros 47 minutos foram do Peixe sem sustos na defesa, com a bola no pé, só que sem oportunidades claras. Na melhor delas, Jean Mota cruzou na pequena área e não teve quem empurrasse para o gol.

No segundo tempo, o Alvinegro passou a empilhar chances. Jean Mota, Eduardo Sasha, Cueva, Soteldo…. Todos tiveram finalizações de frente para o gol. Com o goleiro Tiago seguro e a pontaria em baixa, porém, a bola teimava em não entrar.

Nos minutos finais, até o zagueiro Gustavo Henrique foi para o ataque, mas Tiago seguia firme, assim como o zero no placar. E aí apareceu a estrela de Jean Mota, artilheiro do Campeonato Paulista. No último minuto, Derlis González bateu cruzado e o meia, na raça, empurrou para o fundo das redes na pequena área. 1 a 0 e mais uma vitória santista.

 
Soteldo perdeu chance clara e Cueva teve boa estreia (Foto: Djalma Vassao/Gazeta Press)

FICHA TÉCNICA
SANTOS 1 X 0 MIRASSOL

Data: 9 de fevereiro de 2019
Local: Estádio do Pacaembu (SP)
Horário: 17h (de Brasília)
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Assistentes: Alex Ang Ribeiro e Marco Antonio de Andrade
Público e renda: 19.261/R$ 522.527,00
Cartões amarelos: SANTOS: Aguilar. MIRASSOL: Riccieli e Lelê

GOL: 
SANTOS: Jean Mota, aos 49 minutos do 2T.

 

SANTOS: Everson, Matheus Ribeiro, Aguilar, Luiz Felipe (Gustavo Henrique) e Orinho; Yuri, Diego Pituca, Jean Mota e Cueva (Carlos Sánchez); Soteldo e Eduardo Sasha (Derlis González)
Técnico: Jorge Sampaoli

MIRASSOL: Tiago Cardoso, Daniel Borges, William Alves, Leandro Amaro e Carlos Renato; Riccieli, Léo Baiano, Wellington Simião e Jean Carlos (Mailton); Lelê (Carlão) e Rodolfo (Zé Roberto)
Técnico: Moisés Egert

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