Dourados-MS,
 Camara municipal-principal

Foto - Divulgação

A taça da Copa do Brasil 2018 já desembarcou em Belo Horizonte. Junto com o troféu, os campeões da competição também chegaram, na tarde de quinta-feira, no Aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte, com muita festa na recepção dos cruzeirenses.

O Cruzeiro chegou a capital mineira no início da tarde. Já no desembarque muita festa. Os atletas foram para o ônibus e seguiram de lá para uma unidade do Corpo de Bombeiros, em trajeto de cerca de 40 quilômetros. Eles foram seguidos por policiais do tático móvel que abriam o trânsito. Motociclistas também seguiram no trajeto com muita festa.

Quando os atletas já estavam na capital mineira muita festa também. Nem mesmo a leve chuva atrapalhou os cruzeirenses comemorarem a sexta taça da Copa do Brasil, conquistada pelo Cruzeiro após vencer o Corinthians por 2 a 1, nessa quarta-feira, e 1 a 0 na semana anterior.

 

Quando os atletas foram desfilar de carro aberto, a chuva deu uma trégua. A Raposa caminhou então até a sede campestre, no Barro Preto, no centro de BH. Eles antes passaram bem no centro de Belo Horizonte, onde a aglomeração de cruzeirenses era enorme. O trânsito na região ficou complicado, sobretudo, considerado o horário.

Os jogadores ficaram na sede do clube onde a festa encerra. O Cruzeiro volta suas atenções nesta sexta-feira para o duelo contra a Chapecoense, no Independência, pelo Campeonato Brasileiro.

 

Gazeta Esportiva

A vantagem conquistada no Mineirão pesou a favor do Cruzeiro nessa quarta-feira, dentro da Arena Corinthians. O time mineiro soube suportar uma tentativa alucinada dos alvinegros em busca da virada e, com um contra-ataque fatal, garantiu o hexa da Copa do Brasil (1993, 1996, 2000, 2003, 2017 e 2018) com um novo triunfo sobre os corintianos, dessa vez por 2 a 1.

O árbitro de vídeo acabou sendo protagonista na finalíssima ao auxiliar a arbitragem na hora de confirmar o pênalti que originou o gol de empate dos paulistas, mas foi ainda mais determinante ao anular o gol da virada do Corinthians pouco antes do segundo gol cruzeirense. O resultado evita o tetra da equipe do Parque São Jorge e deixa a Raposa isolada como maior vencedora da competição nacional por mata-mata, deixando o Grêmio para trás.

A necessidade da vitória e o histórico do ataque inofensivo no Mineirão levaram Jair Ventura a apostar em uma escalação inédita. Douglas, Mateus Vital, Clayson e Pedrinho começaram no banco de reservas. Gabriel, Emerson Sheik e Jonathas foram as apostas do treinador, que dessa forma também modificou o esquema tático da equipe.

Antes mesmo da bola rolar, o comandante corintiano recebeu críticas pesadas pela opção escolhida. E no campo o pessimismo se confirmou. Os donos da casa sentiram o desentrosamento e demoraram a criar alguma chance real de gol.

Para piorar, a ausência de qualidade individual voltou a pesar contra os corintianos. Os erros de passes, de domínio, nas decisões das jogadas irritavam os mais impacientes. E uma dessas falhas acabou sendo fatal.

O Cruzeiro, com a vantagem conquistada em Belo Horizonte, se postou na defesa e aguardou a hora certa. E o momento tão esperado pelos mineiros não demorou a acontecer.

Uma virada de jogo equivocada de Romero dificultou o domínio de Léo Santos. Ao tentar evitar um simples lateral, o jovem zagueiro acabou deixando a bola limpa para Rafinha. O contra-ataque chegou em Barcos, que mandou para o gol e viu Cássio e a trave evitarem o gol. No rebote, Robinho mandou para as redes.

O baque foi sentido pelos corintianos. Pouco depois, em bola levantada à área, Dedé mandou novamente balançou a trave de Cássio. A resposta e melhor oportunidade alvinegra só veio a 15 minutos do intervalo. Henrique, com total liberdade, cabeceou pela linha de fundo.

Apesar dos dois volantes amarelados e de um centroavante ineficiente, Jair Ventura não perdeu sua convicção e manteve os mesmos jogadores para o segundo tempo. Certo ou errado, tudo que Jair queria e os cruzeirenses temiam aconteceu. Com apenas cinco minutos, Thiago Neves cometeu pênalti em Ralf. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães precisou rever a jogada após ouvir o árbitro de vídeo, Wilton Pereira Sampaio, para assinalar a cal. Jadson, então, chamou a responsabilidade e não vacilou.

O clima favorável e a explosão nas arquibancadas levaram o Corinthians à pressão. O tempo, porém, jogava contra os paulistas. Por isso, Pedrinho foi chamado para substituir Jonathas.

E assim como na semifinal contra o Flamengo, pouco depois de pisar no gramado, a estrela do menino da base corintiana brilhou. Um arremate improvável, de longe, entrou no ângulo de Fábio. Um verdadeiro golaço, mas que acabou anulado após o árbitro novamente consultar o VAR. Um toque de Jadson, com o braço, em Dedé, na origem da jogada, na interpretação de Wagner do Nascimento Magalhães foi suficiente para que a virada do Corinthians fosse anulada.

A sensação de frustração na Arena foi inevitável. Pedrinho parecia não acreditar. Clayson e Vital ainda entraram nas vagas de Emerson e Gabriel, mas correr atrás de mais um gol não seria fácil para o Corinthians.

Os espaços foram deixados. E o cenário ficou propício para o Cruzeiro. Que de novo foi fatal na única oportunidade que teve. Arrascaeta ficou cara a cara com Cássio e mostrou por que a diretoria celeste se esforçou tanto para lhe trazer a tempo de jogar a final. Um leve toque por cobertura praticamente decretou o título dos visitantes.

Restou ao Corinthians lutar e se empenhar até o fim em busca do improvável. O milagre, no entanto, não apareceu em Itaquera. O consolo do elenco se deu pelos aplausos e gritos de incentivo da Fiel mesmo com o vice-campeonato confirmado.

A temporada agora continua para as duas equipes com o Campeonato Brasileiro. A missão de ambos é a mesma: se afastar da zona de rebaixamento e tentar, quem sabe, chegar ao G6. O Corinthians, 11º, com 35 pontos, visita o Vitória, no Barradão, domingo, às 17h. No mesmo dia, mas às 19h, o Cruzeiro, de ressaca pelo título, receberá a Chapecoense em BH.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 2 CRUZEIRO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 17 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Bruno Boschilia (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Ralf, Gabriel, Emerson Sheik, Fagner, Jadson e Clayson (COR); Rafinha, Thiago Neves, Robinho (CRU)
Público: 45.978 pagantes
Renda: R$ 5.108.151,00

GOLS:
Corinthians: Jadson, de pênalti, aos nove minutos do segundo tempo
Cruzeiro: Robinho, aos 29 minutos do primeiro, e De Arrascaeta, aos 37 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Gabriel (Mateus Vital) e Jadson; Romero, Emerson Sheik (Clayson) e Jonathas (Pedrinho)
Técnico: Jair Ventura

CRUZEIRO: Fábio, Edílson, Léo, Dedé e Lucas Romero; Henrique, Ariel Cabral, Robinho, Thiago Neves (Lucas Silva) e Rafinha (Arrascaeta) ; Barcos (Raniel)
Técnico: Mano Menezes

 

Gazeta Esportiva

O Corinthians vive mais uma temporada de metamorfose. A equipe já trocou de treinador duas vezes, perdeu jogadores importante e não teve condições de repor com a mesma qualidade. Mesmo assim, esbarrando em dificuldades técnicas e de planejamento, o clube tem a chance de salvar o ano, antes desacreditado, com o título da Copa do Brasil depois de ter vencido o Paulistão em cima do arquirrival Palmeiras. Nessa quarta-feira, a partir das 21h45 (horário de Brasília), o Timão novamente entrará em campo com a missão de surpreender e derrubar um favorito. O adversário da vez é o Cruzeiro de Mano Menezes.

Jair Ventura, apesar do pouco tempo de casa, já sente a pressão do que é trabalhar no Corinthians. O jovem treinador vai para sua primeira final na carreira com o moral de quem desbancou o afortunado Flamengo na semifinal. A péssima campanha no Campeonato Brasileiro preocupa e gera desconfiança sobre o trabalho do ex-treinador do Santos. O título da Copa do Brasil pode evitar o ‘inferno’ e dar a Jair o respaldo para a sequência dos objetivos.

Todo esse cenário fez com que o comandante alvinegro voltasse a apostar no mistério. Douglas volta depois de cumprir suspensão, provavelmente na vaga de Gabriel. As duas maiores dúvidas estão em cima da escalação ou não de Pedrinho e da possibilidade de Jonathas entrar no time, o que mudaria o sistema com uma referência dentro da área. Dessa forma, Mateus Vital poderia a titularidade.

A grande arma corintiana, no entanto, talvez esteja fora das quatro linhas. A Fiel Torcida repetiu a nova tradição de lotar o treino aberto na véspera da final para passar todo apoio possível aos jogadores. O clima em Itaquera certamente estará efervescente, com arquibancadas lotadas e torcedores dispostos a ignorar qualquer ausência de técnica e habilidade pela luta e glória após o apito final.

A tarefa está longe de ser simples. A derrota por 1 a 0 no Mineirão não definiu muita coisa, mas deu ao Cruzeiro a vantagem do empate. Para erguer a taça sem a necessidade de pênaltis, o Corinthians precisa de uma vitória por, no mínimo, dois gols de diferença. Um triunfo magro levará tudo para marca da cal.

Do outro lado, o técnico Mano Menezes não deve mudar sua equipe para o segundo jogo da final da Copa do Brasil. As expectativas ficam para os retornos de Arrascaeta e sobre quem será o substituto de Egídio.

Arrascaeta estava com a seleção do Uruguai, em amistosos do outro lado do mundo. No entanto, a Raposa preparou um esquema para que o jogador chegue a tempo da decisão. O treinador já informou que o uruguaio não será titular, sobretudo, considerando o desgaste do atleta no retorno ao Brasil. Na vaga, Rafinha – que não deixou cair de rendimento o setor – seguirá.

Há ainda a preocupação com a vaga de Egídio, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Com os treinos fechados, ficou mais difícil saber quem será a opção. A Gazeta Esportiva apurou que Edilson pode ser deslocado para a esquerda e Lucas Romero improvisado na direita. A certeza, no entanto, só será possível ter momentos antes da partida.

O restante do time deve seguir o mesmo. Inclusive, no meio campo, com a alteração que chamou a atenção no Mineirão. A saída de Lucas Silva e a entrada de Ariel Cabral deve permanecer. O jovem, inclusive, atuou no time reserva no fim de semana, na derrota sofrida para o Vasco.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS X CRUZEIRO

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 17 de outubro de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (Brasília)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Bruno Boschilia (ambos do RJ)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf, Douglas, Mateus Vital (Jonathas) e Jadson; Romero e Clayson (Pedrinho)
Técnico: Jair Ventura

CRUZEIRO: Fábio, Lucas Romero, Léo, Dedé, Edílson, Henrique, Ariel Cabral, Robinho, Thiago Neves, Rafinha e Barcos
Técnico: Mano Menezes

 

Gazeta Esportiva

Foto - Divulgação

As seleções de futebol do Brasil e da Argentina se enfrentam hoje (16), às 15h, em jogo amistoso no Estádio King Abdullah, em Jidá, na Arábia Saudita. A ausência de Messi, no entanto, não diminuirá a importância do jogo, já que o time argentino terá em campo as presenças de craques como os atacantes Dybala e Di Maria. Assim, os sauditas poderão apreciar o melhor do principal clássico do futebol sul-americano.

Para o camisa 10 do Brasil, o craque Neymar, mesmo sendo um jogo amistoso, Brasil e Argentina sempre fazem grandes jogos em função da forte rivalidade em campo.

“O que você espera é que seja um jogão. Da nossa parte, a gente vai entrar para vencer. A gente gosta de vencer. Mas, quando se fala de Brasil e Argentina, é um clássico, eles vão querer vencer também. A gente quer fazer nosso papel e está trabalhando”, disse.

Para Neymar, mesmo sendo um jogo amistoso, Brasil e Argentina sempre fazer grandes jogos
Para Neymar, mesmo sendo um jogo amistoso, Brasil e Argentina sempre fazem grandes jogos - Direitos reservados/Lucas Figueiredo - CBF

A ausência de Messi, na partida desta terça-feira, foi lamentada pelo atacante brasileiro. “Para quem é amante de futebol, ter Messi fora de um jogo como esse é ruim, mas para nós, é bom".

Apesar da ausência do craque do Barcelona, Neymar ressaltou que a Argentina dispõe de excelentes jogadores o que torna a partida entre as duas equipes cheia de expectativa de um bom jogo.

“Sempre ressaltamos a qualidade da Argentina, dos jogadores que existem na Seleção Argentina. Hoje, a Argentina está com Dybala, que é um jogador que gosto muito. É um jogo muito difícil, mas temos de fazer nosso papel”, disse Neymar.

 

Agencia Brasil

 

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Ontem (16) foi dia de reunião para os presidentes de Palmeiras, Grêmio, Boca Juniors e River Plate. Representantes dos quatro semifinalistas da Taça Libertadores estiveram na sede da Conmebol, onde firmaram um compromisso de fair play nas partidas finais da competição sul-americana.

Participaram do encontro Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, Romildo Bolzan Júnior, presidente do Grêmio, Maurício Galiotte, presidente do Palmeiras, Daniel Angelici, presidente do Boca, e Rodolfo D'Onofrio, presidente do River Plate, além de Rogério Caboclo, presidente eleito da CBF, Hector Lostri, Embaixador da Argentina no Paraguai, e Carlos Sima Magalhães, Embaixador do Brasil no Paraguai.

 

Os quatro clubes se comprometeram em quatro itens propostos pela Confederação Sul-Americana: 

  • Competir de forma limpa;
  • Cumprir as regras do jogo;
  • Respeitar o adversário, companheiros de equipes, árbitros, auxiliares, oficiais e torcedores;
  • Rejeitar a corrupção, as drogas, o racismo, a violência, os jogos de azar e outros perigos do esporte. 
Daniel Angelici, presidente do Boca Juniors, conversa com Maurício Galiotte, do Palmeiras — Foto: Divulgação
Daniel Angelici, presidente do Boca Juniors, conversa com Maurício Galiotte, do Palmeiras — Foto: Divulgação

– Quero agradecer o tempo que tiveram para estarem presentes aqui neste momento tão importante para o futebol sul-americano. Esta não é uma reunião só de presidentes, é de amigos, onde podemos falar sobre futebol com seriedade como vocês sabem fazer – disse o presidente da Conmebol.

Outro assunto foi o preço dos ingressos, e ficou estabelecido que as entradas para torcedores de equipes visitantes custarão no máximo US$ 65, convertidos na moeda local (cerca de R$ 240 no caso do Brasil).

– Como presidentes de futebol, queremos agregar valor. Tudo está sendo feito hoje com profissionalismo, um trabalho com transparência, sério e competente. É um momento para todos nós contribuirmos, e o Palmeiras está disponível para colaborar com tudo o que for necessário – afirmou Maurício Galiotte. 

O presidente do Grêmio citou o encontro como muito importante, "pela tradição dos clubes participantes e pela história que têm no futebol sul-americano".

As semifinais da Taça Libertadores começam na próxima terça-feira, dia 23, com River Plate x Grêmio, às 19h30 (de Brasília), no Monumental de Nuñez. Na quarta, dia 24, o Boca Juniors recebe o Palmeiras na Bombonera, às 21h45.

 
Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, e Rodolfo D'Onofrio, presidente do River Plate — Foto: Divulgação
Romildo Bolzan, presidente do Grêmio, e Rodolfo D'Onofrio, presidente do River Plate — Foto: Divulgação

 

 GloboEsporte

A raça brasileira prevaleceu em relação à argentina nesta terça-feira. No Estádio King Abdullah, na Arábia Saudita, a Seleção arrancou uma vitória contra os albicelestes por 1 a 0, no apagar das luzes, em partida válida pela decisão do torneio amistoso Superclássico.

No período regulamentar, o primeiro tempo viu uma alternância entre momentos de maior chances ao gol e outros de jogo truncado, enquanto a etapa final contou com mais movimentação ofensiva das duas equipes e maior nervosismo com o empate no placar, o que resultou em trabalho para o juiz Felix Brych.

Quando tudo apontava para um 0 a 0 no marcador, brilhou a estrela de Neymar e Miranda. Em cobrança de escanteio do camisa 10, o zagueiro brasileiro subiu sozinho para fazer o tento que garantiu o triunfo dos comandados de Tite.

O jogo – O primeiro tempo de partida alternou entre momentos de maiores chances ao gol e outros de toque de bola sem pretensão ofensiva. Com os lances iniciais de muito estudo e análise entre as duas equipes, a Argentina assustou com chute rasteiro de Lo Celso aos sete minutos.

Entretanto, até a marca dos 20 da etapa inicial, esta havia sido a única ação relevante no confronto. A partir daí, os comandados de Tite passaram a pressionar mais a zaga albiceleste, movimentando-se mais no último terço do gramado de King Abdullah.

A grande chance brasileira veio aos 27. Depois de cobrança de falta para a área de Neymar, Casemiro aproveitou a sobra na lateral oposta do campo e voltou a lançar. A bola encontrou Miranda, livre, que teve tempo de ajeitar o corpo e bater firme na finalização. Entretanto, o zagueiro Otamendi fez o corte de cabeça e evitou aquele que seria o tento inaugural do embate.

No lance seguinte, a Argentina devolveu o susto. Também em cobrança de falta na entrada da área, Dybala bateu com categoria, assustando Alisson na finalização que passou à esquerda do gol brasileiro.

No último lance do período inicial de jogo, o árbitro Felix Brych assinalou falta perigosa para a Seleção Brasileira, alegando toque com a mão de Pezzella, que estava com o braço colado ao corpo. Entretanto, o juiz demonstrou convicção, já que sequer recorreu ao VAR. Na batida, porém, Neymar decepcionou e parou na barreira, dando fim ao primeiro tempo de duelo.

A etapa final viu novas boas oportunidades logo em seu começo. Antes dos cinco, Lo Celso, em cabeceio, e Icardi, após chute na grande área, levaram perigo ao gol. Com as oportunidades, a Argentina passou a gostar do jogo e atacar com mais contundência.

Após o sistema intermediário do Brasil abrir espaço no meio de campo, Paredes arriscou chute de fora da área e assustou os defensores canarinhos. No lance seguinte, os comandados de Scaloni tocaram a bola com categoria na entrada da área e a bola sobrou para Lo Celso na ponta, que tentou o passe para o meio e viu Marquinhos cortar.

Com a pressão argentina, foi a vez da Seleção responder. Neymar arrancou em velocidade pela esquerda e serviu Richarlison em cruzamento para a área. O camisa 7 não aproveitou a chance e finalizou mal, mas contou com a “sorte”, já que Saravia já havia cometido falta no número 10 anteriormente. 

Na cobrança, Neymar enxergou Arthur sozinho dentro da grande área e levantou para o meia do Barcelona, que sequer esperou a bola cair ao chão para tentar chute acrobático. Firme no lance, o arqueiro Romero espalmou e afastou o perigo.

Já perto do final de jogo, o Brasil mais uma vez levou perigo em cobrança de falta. Dessa vez, Casemiro encheu o pé e a bola desviou na barreira argentina, matando Romero da jogada. O goleiro argentino só olhou a bola passar à esquerda de sua meta e ir para a linha de fundo.

Com o 0 a 0 próximo, a vitória brasileira só saiu aos 47 minutos do segundo tempo. Em cobrança de escanteio, Neymar fez o levantamento para a área, Miranda subiu sozinho e livre de marcação para escorar para o fundo das redes e garantir o Superclássico para os comandados de Tite.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 1 x 0 ARGENTINA

Local: Estádio King Abdullah, em Jedá (Arábia Saudita)
Data: 16 de outubro, terça-feira
Hora: 15h00 (de Brasília)
Árbitro: Felix Brych (ALE)
Assistentes: Mark Borsch (ALE) e Stefan Lupp (ALE)

Cartões amarelos: Neymar e Miranda (Brasil)Paredes, Correa, Lo Celso, Saravia e Battaglia (Argentina)
Gol: BRASIL: Miranda, aos 47 minutos do segundo tempo.

BRASIL: Alisson; Danilo (Fabinho), Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Casemiro; Arthur e Coutinho; Roberto Firmino, Neymar e Gabriel Jesus (Richarlison)
Técnico: Tite

ARGENTINA: Romero; Saravia, Pezzella, Otamendi e Tagliafico (Acuña); Paredes, Battaglia e Lo Celso (Salvio); Dybala (Lautaro Martínez), Icardi (Simeone) e Angel Correa (Pereyra)
Técnico: Lionel Scaloni (interino)

 

Gazeta Esportiva

O Botafogo visita o Ceará nesta segunda-feira, às 20h00 (de Brasília), na Arena Castelão, em Fortaleza, em um verdadeiro confronto direto pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os dois times precisam de pontos para afastar o risco de rebaixamento.

Vindo de um empate por 1 a 1 com o Vasco em clássico carioca, o Glorioso soma 34 pontos, quatro a mais que o Vozão, que entrou na zona da degola por folgar na rodada passada, quando seu jogo com o Cruzeiro foi adiado por conta do time mineiro estar envolvido na final da Copa do Brasil. Em seu último compromisso pelo Brasileirão, os cearenses, que somam 30 pontos, derrotaram a Chapecoense por 3 a 1. A partida desta segunda-feira vem sendo encarada pelos dois times como uma verdadeira decisão.

“Sempre bato na mesma tecla em todas as coletivas que eu venho e todo jogo para nós é um jogo de final, agora mais do que nunca que estamos próximos de uma zona desconfortável. Queremos chegar lá em cima e precisamos vencer, jogar bem e buscar as vitórias. Esse jogo será muito importante e agora vai começar a definir a galera que vai ficar na parte debaixo e a galera que vai brigar na parte de cima, quem sabe até buscando uma vaga para a Libertadores. Será um jogo muito importante e temos que entrar mesmo como se fosse uma final. Um divisor de águas para nós dentro do campeonato mesmo”, disse o volante botafoguense Matheus Fernandes.

Lisca, treinador do Ceará, segue a mesma linha de raciocínio. “Precisamos de quatro vitórias e dois empates nesta reta final, quando teremos todos os jogos como verdadeiras decisões. Portanto, vamos trabalhar muito para ganhar os jogos em casa e o Botafogo será o próximo”, afirmou o técnico.

Na visão dos alvinegros cariocas, é preciso ter inteligência em campo. “Vai ser mais um jogo decidido nos detalhes e por isso mesmo precisamos estar atentos ao longo dos noventa minutos. O Campeonato Brasileiro tem exigido muita concentração dos times nesta reta final. Contra o Ceará não vai ser diferente. A equipe deles vai jogar com o intuito de nos pressionar e por isso mesmo a nossa equipe tem que neutralizar essas jogadas”, analisou Zé Ricardo, técnico do Fogão.

Para o duelo contra os cearenses, o treinador perdeu o lateral-direito Marcinho, que vai cumprir suspensão por conta do terceiro cartão amarelo recebido contra o Vasco. Luís Ricardo assume a vaga. Recuperado de dores na coxa esquerda, o volante Jean deve ficar à disposição. Ele disputa o posto com Gustavo Bochecha. Já o meia chileno Leonardo Valencia, com lesão na panturrilha direita, e o goleiro paraguaio Gatito Fernández, se recuperando de cirurgia no punho direito, seguem de fora.

O Ceará tem problemas para este compromisso. O zagueiro Eduardo Brock vai formar a dupla com Tiago Alves, pois Luiz Otávio, considerado titular, vai precisar cumprir suspensão por acúmulo de cartões amarelos. Considerado o destaque do time, o atacante Leandro Carvalho fica de fora pois tem os direitos federativos ligados ao Botafogo e o empréstimo prevê que ele não pode enfrentar o Glorioso. Eder Luis deve herdar a vaga. O restante da equipe deverá manter a base que derrotou a Chapecoense no último compromisso do Vozão neste Campeonato Brasileiro, já que Lisca tem visto o entrosamento como uma das armas para o crescimento do Ceará.

No primeiro turno do Brasileirão as duas equipes se enfrentaram no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Em uma partida sonolenta e com poucas emoções as duas equipes empataram sem gols.

FICHA TÉCNICA
CEARÁ X BOTAFOGO

Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 15 de outubro de 2018 (Segunda-feira)
Horário: 20h(de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa-SP) e Rogério Pablos Zanardo (SP)

CEARÁ: Éverson, Samuel Xavier, Tiago Alves, Eduardo Brock e Felipe Jonatan; Edinho, Richardson e Juninho Quixadá; Arthur, Calyson e Eder Luis
Técnico: Lisca

BOTAFOGO: Saulo, Luís Ricardo, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Jean (Gustavo Bochecha), Rodrigo Lindoso, Matheus Fernandes e Luiz Fernando; Erik (Rodrigo Pimpão) e Kieza
Técnico: Zé Ricardo

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