Dourados-MS,
Camara- (1000x90)

Larghi gritou bastante, mas seu time não conseguiu fazer um gol (Foto: Bruno Cantini / Atlético

Um leão contra um gatinho. Assim pode resumir o empate sem gols entre Atlético e Chapecoense, na noite desta quarta-feira, no Independência, duelo válido pela partida de ida da Copa do Brasil.

O Galo lutou, atacou, forçou, tentou de todos os lados, mas parou na forte retranca armada pelo técnico Gilson Kleina. No fim das contas, o Atlético teve várias oportunidades durante todo o jogo, chances com os laterais, com os volantes, com os atacantes. A Chape apenas um chute que levou perigo.

O empate leva a decisão da Copa do Brasil para a Arena Condá, em duas semanas, no dia 16 de maio.

Primeiro tempo

O jogo começou um ataque contra defesa. O Galo se jogou em busca do primeiro gol enquanto a Chapecoense se preocupava primeiramente com sua defesa para depois tentar alguma coisa.

Com isso, os primeiros minutos ficaram chatos de serem assistidos, afinal, o Galo batia bastante e a Chape esperava no campo defensivo, fazendo barreiras difíceis de serem atravessadas.

O esquema atleticano era o mesmo dos últimos jogos. Luan fazia a saída de bola, Gustavo Blanco trabalhava como segundo volante e contribuía bastante com o momento ofensivo e Roger Guedes fazia a dupla de ataque com Ricardo Oliveira.

Diante de um jogo que um time ficou completamente fechado, sem querer se arriscar e outro que precisava fazer variações e mostrar repertório, o duelo ficou com poucas chances claras e quase sem emoção.

Segundo tempo

A volta do intervalo teve o Galo novamente com intensidade. Logo aos 2 minutos, o Atlético já tinha conseguido duas oportunidades claras: a primeira em cruzamento na área, defesa fácil de Jandrei e, logo em seguida, com Gustavo Blanco, em bom lançamento de Luan.

O Atlético não conseguia penetrar na defesa da Chape. Os papéis em campo foram invertidos: o atacante Wellington Paulista virou defensor em algum momento do jogo e o zagueiro Leonardo Silva se mandou para o ataque.

Para tentar algo diferente, o técnico Thiago Larghi mandou a campo o meia Cazares e o volante Elias, tirando Gustavo Blanco e Adilson.

No finalzinho, o técnico Thiago Larghi fez uma alteração que atrapalhou seus planos. Ele tirou Luan e colocou em campo Matheus Galdezani. Isso deixou o Galo desorganizado e com poder ofensivo menor do que poderia.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO MINEIRO 0 X 0 CHAPECOENSE

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 2 de maio de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (Brasília)
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (CBF-PR)
Assistentes: Rafael Trombeta (PR) e Pedro Martinelli Christino (PR)
Cartões: Luan, Patric (Atlético); Apodi, Jandrei (Chapecoense)

ATLÉTICO-MG: Vitor; Patric, Léo Silva, Gabriel e Fábio Santos; Adilson (Cazares), Otero, Gustavo Blanco (Elias) e Luan (Matheus Galdezani); Roger Guedes e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Elicarlos, Márcio Araújo (Vinicius Freitas) e Canteros (Guilherme); Arthur (Júnior Santos) e Wellington Paulista
Técnico: Gilson Kleina

 

 

Gazeta Esportiva

O sonho de se classificar para a segunda fase da Libertadores acabou de forma decepcionante para o Vasco. Em partida disputada na noite desta quarta-feira, em São Januário, a equipe cruz-maltina foi goleada pelo Cruzeiro por . A equipe carioca segue com dois pontos ganhos, na última colocação do Grupo 5 e tem remotas chances de ainda garantir uma vaga na Sul-Americana, destinada aos times que ficam em terceiro lugar no grupo. O Cruzeiro chegou aos oito pontos ganhos e assumiu a liderança da chave por ter maior saldo de gols. Os gols foram marcados por Sassá (2), Léo e Thiago Neves.

O resultado premiou o desempenho do Cruzeiro que soube aproveitar o desespero do adversário para construir uma vitória convincente. Foi a segunda goleada aplicada pelo time mineiro nas últimas partidas. O Vasco mostrou muita disposição, mas acabou cometendo muitas falhas na defesa e ainda foi prejudicado pela arbitragem que validou o primeiro gol marcado pelos mineiros, quando Léo estava em posição irregular. A derrota gerou muita insatisfação na torcida vascaína e o jogo chegou a ser interrompido no primeiro tempo por causa de brigas na arquibancada.

Na próxima rodada, o Vasco vai visitar a Universidad do Chile, em Santiago; o Cruzeiro vai receber o Racing, no Mineirão.

O jogo – Empurrado por uma torcida entusiasmada, o Vasco partiu para cima do Cruzeiro e logo no primeiro minuto, Thiago Galhardo exigiu boa defesa de Fábio com um chute forte. O Cruzeiro tentava esfriar o jogo, mas o time da casa seguia pressionando em busca do primeiro gol. Aos quatro minutos, novamente Thiago Galhardo chutou, a bola desviou na zaga, mas Fábio fez outra defesa segura. Aos oito minutos, após falha de Wellington na intermediária, Rafinha cruzou fechado e Martín Silva saiu de soco para aliviar o perigo.

Um minuto depois, o Cruzeiro marcou o primeiro gol. Após levantamento de Egídio, o zagueiro Léo se aproveitou da hesitação dos zagueiros para empurrar a bola para as redes. Os jogadores cruz-maltinos reclamaram muito da posição impedimento do zagueiro mineiro que estava adiantado, mas a arbitragem confirmou o gol.

Sem outra alternativa, o Vasco partiu para buscar o empate e quase alcançou o objetivo aos 16 minutos. Após cruzamento na área, Fábio saiu mal, Werlei cabeceou fraco e Dedé salvou em cima da linha. Para manter a vantagem, o Cruzeiro tocava a bola com tranquilidade e mantinha apenas Sassá isolado entre os zagueiros.

Aos 24 minutos, o Cruzeiro ampliou. Egídio arrancou pela esquerda, invadiu a área e cruzou para Thiago Neves bater de primeira e colocar no canto direito de Martín Silva. A torcida carioca desanimou, mas a equipe ainda tentou buscar forças para tentar reverter o resultado. E aos 26 minutos, o meia Evander sentiu um problema muscular e foi substituido por Riascos. Vaiado pela torcida, Evander foi consolado por todos os companheiros no banco de reservas.

Aos 32 minutos, o Cruzeiro marcou o terceiro gol. Sassá recebeu na entrada da área e arriscou o chute. A bola raspou na cabeça de Paulão e encobriu Martín Silva que estava adiantado. Depois do terceiro gol, os torcedores cruz-maltinos passaram a xingar o time e o presidente Alexandre Campelo. Alguns torcedores se desentenderam e a policia militar utilizou gás de pimenta para tentar controlar a situação .O árbitro Anderson Daronco interrompeu a partida durante sete minutos até que a situação fosse normalizada.

Quando o jogo foi reiniciado, a partida perdeu muito da intensidade que marcou seu início. O Vasco tentava se aproximar da área cruzeirense, enquanto a equipe visitante apenas tocava a bola para gastar o tempo. Aos 50 minutos, Rildo arrancou pela esquerda, ultrapassou Lucas Romero e cruzou na pequena área, mas Fábio saiu bem e ficou com a bola. Dois minutos depois, Riascos chegou a passar pelo goleiro Fábio, mas perdeu o ângulo e tentou recuar para um companheiro, mas a zaga afastou.

O segundo tempo começou com o Vasco no ataque e, aos dois minutos, Andrés Rios fez boa jogada e bateu rasteiro, mas Fábio fez grande defesa, evitando o primeiro gol da equipe carioca. Dois minutos, Henrique bateu falta e Fábio fez outra boa defesa, espalmando para escanteio. Aos cinco minutos, Riascos investiu pela direita e cruzou fechado. A bola bateu na trave direita e quase surpreendeu o goleiro Fábio.

Aos nove minutos, no primeiro ataque do segundo tempo, Sassá ganhou na dividida com Werley e bateu rasteiro para marcar o quarto gol. Os jogadores do Vasco voltaram a reclamar muito da arbitragem por não ter marcado falta do atacante.

Com grande desvantagem, o Vasco seguiu tentando diminuir o prejuízo e o meia Thiago Galhardo era o melhor jogador do time, mas não encontrava apoio dos seus companheiros que mostravam muito nervosismo.
Aos 26 minutos, Andrés Rios foi derrubado na entrada da área. O argentino bateu no canto direito e Fábio desviou para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para o mesmo Rios que isolou a bola.
Aos 32 minutos, Thiago Galhardo evitou que o Vasco sofresse o quinto gol, ao desarmar Rafinha que estava livre na grande área.

Três minutos depois, foi a vez de Léo evitar o gol, desviando a conclusão de Rios. O técnico Zé Ricardo decidiu promover a entrada do atacante Kelvin que não jogava há 11 meses por causa de uma grave lesão. Ele entrou na vaga de Thiago Galhardo que saiu muito aplaudido pela torcida.
Nos minutos finais, o time mineiro apenas procurou gastar o tempo, enquanto o Vasco tentava a marcação de, pelo menos, um gol, mas não obteve sucesso. Aos 42 minutos, lançado por Kelvin, Riascos bateu para nova defesa de Fábio, no último lance importante do jogo.

FICHA TÉCNICA
VASCO 0 X 4 CRUZEIRO

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 2 de maio de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Danilo Manis e Bruno Pires (ambos do RS)
Cartão Amarelo: Henrique(Cruz); Henrique(Vas)
Gols:
CRUZEIRO: Léo, aos nove minutos e Thiago Neves, aos 24 e Sassá, aos 32 minutos do primeiro tempo e nove minutos do segundo tempo

VASCO: Martín Silva, Yago Pikachu, Paulão, Werley e Henrique; Bruno Silva, Wellington, Thiago Galhardo(Kelvin) e Evander(Riascos); Rildo(Paulo Vítor) e Andrés Rios.
Técnico: Zé Ricardo

CRUZEIRO: Fábio, Lucas Romero, Dedé, Léo e Egídio; Henrique(Bruno Silva), Lucas Silva, Thiago Neves(Mancuello), Rafinha e Arrascaeta; Sassá(Raniel)
Técnico: Mano Menezes

 
 
 
Gazeta Esportiva

O Tricolor, sem dificuldades, derrotou o Cerro Porteño na noite desta terça-feira (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)

O Grêmio assumiu a liderança do Grupo 1 da Copa Libertadores durante a noite desta terça-feira. Empurrado por mais de 44 mil torcedores, o time dirigido por Renato Gaúcho goleou o paraguaio Cerro Porteño por 5 a 0, na Arena, com gols de Everton (2), Ramiro, Jael e Cícero, em duelo válido pela quarta rodada da fase de grupos do torneio continental.

Com o resultado, o Tricolor gaúcho chegou a oito pontos, um a mais que o clube de Assunção, que agora ocupa o segundo lugar. Defensor-URU (4) e Monagas-VEN (3), segundo e terceiro colocados, respectivamente, complementam a classificação da chave.

O próximo compromisso do Grêmio é o duelo com o Santos, domingo, às 19 horas (de Brasília), em casa, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Pela Libertadores, os gaúchos voltam a campo no dia 15, às 21h30, para enfrentar o Monagas, na Venezuela. No mesmo dia, mas às 19h15, o Defensor recebe o Cerro, em Montevidéu.

O Jogo – A primeira chance de gol da partida foi do time paraguaio. Logo aos três minutos, Rodrigo Rojas cobrou falta fechada, a bola quicou na área do Grêmio, e o goleiro Marcelo Grohe teve de se esticar todo para mandar pela linha de fundo.

Após o susto, o Grêmio tentou pressionar o Cerro, mas tinha muitas dificuldades de sair da marcação dos visitantes. Até Jael receber no meio, fazer o pivô e tocar na medida para Everton, que chutou forte no canto esquerdo, sem chances para o goleiro Antony Silva, abrindo o placar aos 27 minutos.

Embalados por sua torcida, os mandantes ampliaram a vantagem logo em seguida, quando Bruno Cortez foi até a linha de fundo e cruzou pela esquerda. Ramiro, aproveitando a marcação mal feita pelos zagueiros, subiu na segunda trave para testar no canto direito de Silva, deixando o Tricolor em ótima situação antes do intervalo.

A situação gremista ficaria ainda melhor no início da etapa complementar. Aos quatro minutos, Luan bateu escanteio por baixo na primeira trave. Com o desvio de Geromel, a bola cruzou a pequena área e se ofereceu para Jael, que só empurrou para a rede.

O que era uma boa vitória tornou-se goleada aos 27 minutos. Aproveitando os espaços deixados pelo Cerro, que àquela altura partiu para o ataque a fim de diminuir o prejuízo, Luan avançou pelo meio e deixou Everton na cara do gol. O atacante tocou bem na saída do goleiro e balançou as redes pela segunda vez na noite.

O Grêmio fechou a conta aos 37 minutos. Cícero, que havia entrado há pouco, subiu mais alto que a marcação após cobrança de escanteio de Luan e tocou de cabeça para dar números finais à partida e fazer a festa da torcida na arena.

FICHA TÉCNICA 
GRÊMIO 5 x 0 CERRO PORTEÑO

Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 01 de maio de 2018, terça-feira
Horário: 19h15 (Brasília)
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Assistentes: Ezequiel Brailovsky (ARG) e Maximiliano del Yesso (ARG)
Público: 44.673 torcedores
Renda: R$ 2.336.311,00
Cartão Amarelo: Palau e Marcos Cáceres (Cerro Porteño)
Cartão Vermelho: –
Gols:
GRÊMIO: Everton, aos 27, e Ramiro, aos 30 minutos do primeiro tempo; Jael, aos quatro, Everton, aos 27, e Cícero aos 37 minutos do segundo tempo

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Maicon (Cícero), Arthur, Ramiro (Alisson), Luan e Everton; Jael (Thonny Anderson)
Técnico: Renato Gaúcho

CERRO PORTEÑO: Antony Silva; Raúl Cáceres, Marcos Cáceres, Escobar e Santiago Arzamendia; Jorge Rojas (Aguilar), Rodrigo Rojas, Marcelo Palau (Acosta), Willian Candia e Hernán Novick (Valdez); Diego Churín
Técnico: Luis Zubeldía

Vinicius Junior foi o destaque da partida, com dois gols marcados (Foto: Staff Images/Flamengo)

Com ótima atuação de Vinicius Júnior, autor de dois gols, Flamengo derrotou o Ceará por 3 a 0 , em partida disputada na tarde deste domingo, no Castelão, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O resultado fez o time rubro-negro chegar aos sete pontos ganhos e assumir a liderança do torneio. O Ceará, com apenas um ponto, é o 18º colocado. Os gols da equipe carioca foram marcados por Vinicius Júnior, dois, e Diego.

O resultado fez justiça ao melhor desempenho da equipe comandada por Mauricio Barbieri que tem enfrentado dias tumultuados por causa de protestos de torcedores. O Flamengo adotou um estilo de jogo ofensivo, com marcação na saída de bola e dificultou as tentativas do Ceará de partir para o ataque. O time nordestino chegou ao terceiro jogo sem vitória e mostrou que vai precisar melhorar muito para escapar das últimas posições.

Na próxima rodada, o Ceará enfrentará o Corinthians, em São Paulo; o Flamengo vai receber o Internacional, no Maracanã.

O jogo – Os times começaram a partida de forma cautelosa, trocando passes curtos e estudando a forma de jogar do adversário. Nos primeiros cinco minutos, nenhuma das equipes sequer construiu uma jogada que ameaçasse o gol adversário. No primeiro lance de perigo, Vinicius Júnior foi lançado na corrida, mas o goleiro Everson chegou antes e mandou a bola para a lateral, aliviando o perigo.

Com uma formação mais ofensiva, com apenas um volante, o Flamengo tenta controlar as ações, segurando a bola no campo do adversário, enquanto o Ceará apenas busca se defender das investidas da equipe carioca.
Aos sete minutos, Renê cruzou para Henrique Dourado,o goleiro Everson afastou e Renê apanhou o rebote, mas chutou para fora, no primeiro grande momento de emoção.

O Ceará tentou responder com um chute de Richardson que passou longe do gol defendido por Diego Alves.

Aos 13 minutos, Henrique Dourado recebeu na área, não conseguiu se livrar da marcação de Tiago Alves e chutou para fora.

O time da casa seguia mais preocupado com a marcação do que em construir jogadas ofensivas. Seus atacantes quase não participavam do jogo.

O Flamengo voltou a aparecer aos 18 minutos quando Diego se projetou na área e chutou sem perigo para o gol de Everson.

Aos 25 minutos, o Flamengo criou a sua melhor chance. Após cruzamento na área, o goleiro Everton afastou e a bola caiu nos pés de Lucas Paquetá. O atacante mandou a bomba que Everson espalmou e a bola ainda tocou na trave antes de sair. A pressão do time rubro-negro aumentou e, logo depois, Henrique Dourado foi bloqueado na área, mas a bola sobrou para Diego que chutou, mas a zaga cearense bloqueou.

Só depois da parada técnica é que o Ceará apareceu mais um pouco no ataque, com chutes de Felipe Azevedo e Arthur que não levaram perigo para Diego Alves.

Aos 34 minutos, Everson voltou a aparecer bem quando Lucas Paquetá bateu falta e o goleiro cearense espalmou para escanteio.

O Flamengo marcou aos 41 minutos. Cuellar fez ótimo passe para Vinicius Júnior que penetrou na corrida e encobriu o goleiro Everson que saiu para tentar fechar o ângulo.

O Ceará tentou responder, mas o chute de Reina desviou na zaga e facilitou a defesa de Diego Alves.

O time da casa voltou para o segundo tempo no ataque e, antes do primeiro minuto, deu um susto na torcida rubro-negra.Felipe Azevedo fez ótimo passe para Arhur na área. O atacante se livrou da marcação e chutou forte.A bola saiu perto do gol defendido por Diego Alves.

O Flamengo não se abalou e, aos sete minutos, ampliou com outro gol marcado por Vinicius Júnior. O jovem atacante chutou forte, o goleiro Everson defendeu parcialmente e o lateral Rodinei apanhou o rebote e fez um passe perfeito para Vinicius apenas empurrar para as redes de Everson.

Logo depois de sofrer o segundo gol,o técnico Marcelo Chamusca decidiu modificar a equipe e colocou Wescley no lugar de Reina, enquanto Rafael Carioca ocupou a vaga de Romário.

O time nordestino não conseguiu melhorar e o treinador decidiu mexer no esquema. Ele tirou o zagueiro Tiago Alves e colocou o atacante Roberto, numa tentativa de tornar sua equipe mais agressiva.

Aos 25 minutos, o meia Diego foi lançado na área e chegou a passar pelo goleiro Everson, mas o jogador cearense se recuperou e conseguiu tocar para escanteio. Na cobrança, a bola desviou em Paquetá e sobrou para Diego que cabeceou e marcou o terceiro gol. Muito perseguido nos últimos dias pela torcida, o meia aproveitou para sair de campo e festejar com a galera que estava no Castelão para torcer pela equipe da Gávea. Pelo excesso de empolgação, o veterano meia acabou sendo advertido com um cartão amarelo.
Inteiramente batido, o Ceará ainda viu Diego perder grande oportunidade aos 39 minutos, após jogada de Lincoln.

FICHA TÉCNICA:
CEARÁ 0 X 3 FLAMENGO

Local: Arena Castelão, em Fortaleza (CE)
Data: 29 de abril de 2018, domingo
Hora: 16h (de Brasília)
Público: 51.952 pagantes
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS)
Cartão Amarelo: Luiz Otávio(Ce); Diego, Henrique Dourado(Fla)

GOLS:
FLAMENGO: Vinicius Júnior, aos 41 minutos do primeiro tempo e sete minutos do segundo tempo;Diego, aos 25 minutos do segundo tempo

CEARÁ: Everson, Luiz Otávio, Valdo e Tiago Alves(Roberto); Arnaldo, Juninho, Richardson, Reina(Wescley) e Romário(Rafael Carioca); Felipe Azevedo e Arthur
Técnico: Marcelo Chamusca

FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Réver, Juan e Renê; Cuéllar(Jonas), Diego, Éverton Ribeiro e Lucas Paquetá(Jean Lucas); Vinícius Júnior e Henrique Dourado(Lincoln)
Técnico: Maurício Barbieri

 

 

Gazeta Esportiva

 

O Santos perdeu por 1 a 0 para o Nacional na noite desta testa terça-feira, no Uruguai, mas se classificou para as oitavas de final da Libertadores da América com uma rodada de antecedência. Antes de entrar em campo, o Peixe viu Real Garcilaso e Estudiantes empatarem. No fim da quinta rodada, o alvinegro continuou na liderança, a um ponto dos uruguaios e desperdiçou a chance de garantir o primeiro lugar.

A notícia da classificação antecipada não fez bem ao Santos. Apático, o time da Baixada Santista foi dominado pelo Nacional desde a segunda metade do primeiro tempo e não criou uma chance clara de gol em mais de 90 minutos no Estádio Parque Central.

O gol do Decano veio aos 12 minutos do segundo tempo, em falha coletiva da defesa santista. Copete perdeu bola no ataque, Daniel Guedes, Luiz Felipe e Léo Cittadini deixaram Espino sozinho, e o cruzamento encontrou Barcia, livre, no segundo pau, após cochilo de Dodô e Vanderlei estático na pequena área. Em vantagem, o Nacional administrou o resultado com tranquilidade.

Na última rodada da primeira fase da Libertadores, o Santos enfrentará o Real Garcilaso, em casa, no dia 24 de maio. A vitória garante o primeiro lugar do Grupo 6. O Nacional visitará o Estudiantes na briga pela outra vaga, na mesma data.

Santos perde para o Nacional no Uruguai (Foto: MIGUEL ROJO/AFP)

O JOGO

Já classificado para as oitavas de final, o Santos entrou em campo disposto a marcar forte e explorar os espaços para contra-atacar. Nos minutos iniciais, a estratégia deu certo e o Nacional pouco criou. Na segunda metade do primeiro tempo, porém, os uruguaios cresceram e estiveram muito perto de abrir o placar.

O Peixe sofria para sair jogando e tinha um buraco no meio-campo entre a defesa e o ataque. Na melhor chance do Nacional, Espino chutou de longe, o goleiro Vanderlei errou no rebote e Romero, na pequena área, chutou na trave.

O alvinegro finalizou apenas duas vezes em 47 minutos, uma bola isolada por Gabigol e uma falta cobrada de forma direta por Daniel Guedes, acima do travessão. Rodrygo foi o destaque solitário. A joia deu duas canetas em Fucile e foi o desafogo santista pela esquerda.

PRESSÃO SURTE EFEITO

Na segunda etapa, o Santos sucumbiu. O Nacional voltou ainda mais ofensivo e o Peixe, dominado, não soube se defender. Aos 12 minutos, o castigo veio em falha coletiva da defesa.

Copete perdeu a bola no ataque, caiu e pediu falta. O juiz mandou seguir, De Pena encontrou Espino entre Daniel Guedes e Luiz Felipe, e o cruzamento foi para Barcia, sozinho, só empurrar. Dodô cochilou na marcação e o goleiro Vanderlei não saiu na pequena área.

Com a vantagem, o Nacional recuou as linhas e passou a administrar o jogo. O Santos, passivo, seguiu sem criar oportunidades claras de gol. As entradas de Vecchio, Arthur Gomes e Vitor Bueno não surtiram efeito. Rodrygo, substituído após pancada de Fucile, foi substituído e preocupa. O camisa 9 se contorcia de dor em campo. A noite só pode ser pior se a joia tiver se lesionado.

FICHA TÉCNICA
Nacional-URU 1 x 0 Santos

Local: Parque Central, em Montevidéu
Data: 1 de maio de 2018
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldan (COL)
Assistentes: Alexander Guzman e Cristian de la Cruz (COL)
Cartões amarelos: Santos: Léo Cittadini e Alison. Nacional: De Pena, Romero e Barcia
Cartão vermelho: Léo Cittadini

GOL:
Nacional: Barcia, aos 12 do 2T

NACIONAL: Conde, Fucile, Corujo, Polenta e Espino; Romero, Oliva, Zunino (Rodríguez) e Viúdez (Barcia); De Pena (Bueno) e Bergessio.
Técnico: Alexander Medina

SANTOS: Vanderlei, Daniel Guedes, Luiz Felipe, David Braz e Dodô; Alison, Léo Cittadini e Jean Mota (Vecchio); Copete (Arthur Gomes), Rodrygo (Vitor Bueno) e Gabigol
Técnico: Jair Ventura

 

 

Gazeta Esportiva

O Real Madrid se tornou o primeiro finalista da Liga dos Campeões da Europa 2017/2018 durante a tarde desta terça-feira. Jogando em um apinhado Santiago Bernabéu, o time merengue se complicou diante do Bayern de Munique, mas contou com dois gols de Benzema após erros crassos da zaga alemã para empatar por 2 a 2 e se garantir na decisão do torneio pela terceira temporada consecutiva.

Com o resultado, o placar agregado do confronto semifinal terminou em 4 a 3 para o clube espanhol, que havia vencido o jogo de ida na Alemanha por 2 a 1. Em busca do tricampeonato seguido, o Real enfrentará na final quem avançar do duelo entre Roma e Liverpool, que se encaram nesta quarta, na capital italiana. Os ingleses venceram o primeiro encontro por 5 a 2.

A grande final da Liga dos Campeões será disputada no dia 26 de maio, um sábado, às 15h45 (de Brasília), no Estádio Olímpico de Kiev, na Ucrânia. Antes, porém, o Real Madrid terá de jogar os seus três últimos compromissos pelo Campeonato Espanhol. A começar pelo clássico com o Barcelona, neste domingo, às 11 horas, no Camp Nou.

Um dia antes, às 10h30, o Bayern visitará o Colônia pelo Campeonato Alemão, do qual já se sagrou campeão. A equipe dirigida por Jupp Heinckes ainda disputará a final da Copa da Alemanha, no dia 19 de maio, frente ao Eintracht Frankfurt, em Berlim.

O Jogo – A partida não poderia ter começado melhor para os bávaros. Logos aos dois minutos, após cruzamento pela direita, Sergio Ramos cortou mal e a bola sobrou para Kimmich na pequena área. O lateral bateu de primeira, no contrapé de Navas, para pôr o Bayern na frente no placar, silenciando o Santiago Bernabéu.

Apesar do gol sofrido, o Real ainda se classificava devido ao resultado em Munique. E teve sua situação ainda mais confortável aos dez minutos, quando se aproveitou de uma grave falha da defesa alemã para empatar com Benzema, que foi ‘esquecido’ por Alaba após cruzamento de Marcelo e subiu livre para igualar.

O confronto, então, ficou ainda mais aberto. Embora ambas as equipes buscassem o segundo gol, o time visitante era mais perigoso. Tanto que aos 32 minutos teve duas chances incríveis para desempatar. Primeiro com Lewandowski, que saiu na cara de Navas e chutou em cima do goleiro. Depois com James Rodríguez, que pegou o rebote e isolou por cima, mesmo com o gol aberto.

Logo em seguida, o apagado Cristiano Ronaldo apareceu. O português recebeu na direita, cortou para o meio e arriscou de fora, exigindo grande defesa do goleiro Ulreich. No último lance do primeiro tempo, Marcelo cortou cruzamento com a mão dentro da área, mas o árbitro turco Cuneyt Cakir não assinalou o pênalti, gerando reclamações dos alemães.

Em mais um lambança da defesa do Bayern, o Real virou o jogo ainda antes do primeiro minuto da etapa complementar. Pressionado pela marcação merengue, o volante Tolisso recuou para o goleiro Ulreich, que escorregou, furou a bola e viu Benzema, com o gol livre, empurrar para a rede.

Precisando de dois gols para ir à final, o Bayern partiu para o ataque. Aos cinco minutos, Alaba soltou a pancada de longe, obrigando Navas a trabalhar. O Real respondeu com Cristiano Ronaldo, que recebeu cruzamento preciso de Marcelo na área. O camisa 7, contudo, mandou por cima da meta bávara.

O time alemão não se abateu e continuou em cima dos merengues. Tanta pressão surtiu efeito aos 17 minutos, quando James Rodríguez deixou tudo igual novamente. Após levantamento na área, o meia carimbou Varane e, na sobra, tocou por baixo de Navas. O colombiano, que ainda pertence ao Real, não comemorou o gol, mas deu mais emoção à partida.

Aos 28 minutos, Navas evitou o que seria o gol de virada dos alemães. Após cruzamento na área, a bola sobrou livre para Tolisso. O volante finalizou à queima-roupa, mas arqueiro costarriquenho saltou para fazer grande defesa. Nos acréscimos, após cobrança de escanteio, Hummels testou rente à trave direita. Foi o último lance de perigo ao Real Madrid, que suportou a pressão e avançou à final.

FICHA TÉCNICA 
REAL MADRID 2 x 2 BAYERN DE MUNIQUE

Local: Santiago Bernabéu, em Madri (ESP)
Data: 01 de maio de 2018, terça-feira
Horário: 15h45 (Brasília)
Árbitro: Cuneyt Cakır (TUR)
Assistentes: Bahattin Duran (TUR) e Tarik Ongun
Cartão Amarelo: Modric, Lucas Vázquez, Varane e Casemiro (Real Madrid)
Cartão Vermelho: –
Gols:
REAL MADRID: Benzema, aos dez minutos do primeiro tempo, e a um minuto do segundo tempo
BAYERN DE MUNIQUE: Kimmich, aos dois minutos do primeiro tempo, e James Rodríguez, aos 17 minutos do segundo tempo

REAL MADRID: Keylor Navas; Lucas Vázquez, Sergio Ramos, Varane e Marcelo; Kroos, Kovacic (Casemiro), Modric e Asensio (Nacho Fernández); Cristiano Ronaldo e Benzema (Bale)
Técnico: Zinedine Zidane

BAYERN DE MUNIQUE: Ulreich; Kimmich, Sule, Hummels e Alaba; Tolisso (Sandro Wagner), Thiago Alcântara, James Rodríguez (Javi Martínez) e Ribéry; Thomas Muller e Lewandowski
Técnico: Jupp Heynckes

O Palmeiras disputou sua primeira partida no Allianz Parque pela edição de 2018 do Campeonato Brasileiro durante a tarde deste domingo. Com um gol anulado de forma equivocada no último lance da partida, o time comandado pelo técnico Roger Machado ficou no empate sem gols contra a Chapecoense.

Poupados, Jailson, Edu Dracena e Bruno Henrique puderam ver pela televisão o Palmeiras chegar aos cinco pontos, figurando na sétima posição do Campeonato Brasileiro. A Chapecoense, por sua vez, contabiliza apenas dois pontos, no 16º lugar.

Os dois clubes voltam a jogar pelo Campeonato Brasileiro apenas no próximo final de semana. Às 19h30 (de Brasília) de quarta-feira, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, a Chapecoense enfrenta o Atlético-MG, no Independência. Já o Palmeiras, às 21h30 de quinta, visita o Alianza Lima, pela fase de grupos da Libertadores.

O Jogo – O Palmeiras teve mais posse durante o primeiro tempo, mas encontrou dificuldades para romper as linhas de marcação da Chapecoense. Na única boa chance criada pelo time catarinense, Amaral cabeceou com perigo para Weverton após cruzamento de Canteros.

O time mandante cresceu no final da etapa inicial e criou duas grandes oportunidades. Em uma boa trama do ataque palmeirense, Moisés tocou pelo alto para Dudu. O atacante matou a bola no peito e finalizou, mas o goleiro Jandrei salvou a Chapecoense.

Pouco depois, após bate rebate dentro da área do time catarinense, a bola sobrou para Borja, que chutou por cima. Palmeiras e Chapecoense chegaram a mandar a bola para as redes, mas a arbitragem comandada por Igor Benevenuto anulou os dois lances por impedimento.

Palmeiras e Chapecoense disputaram um segundo tempo sonolento no Allianz Parque. Diante de seus torcedores, o time da casa procurou pressionar para marcar o primeiro gol, mas foi incapaz de articular jogadas consistentes no campo de ataque durante a maior parte do tempo.

No momento em que trocou Borja por Deyverson, com Willian no banco de reservas, o técnico Roger Machado irritou alguns torcedores. Pouco depois, pensando em aumentar seu poder de fogo, o treinador cumpriu o desejo do público e promoveu a entrada do atacante no lugar de Lucas Lima.

Comandada pelo técnico Gilson Kleina, a Chapecoense conseguiu roubar algumas bolas do Palmeiras, mas praticamente não tentou contra-atacar e parecia satisfeita com o empate. Na base da empolgação, o time mandante pressionou durante os minutos finais e viu Antônio Carlos marcar de cabeça após passe de Dudu, mas a arbitragem marcou impedimento inexistente.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 0 CHAPECOENSE

Data: 29 de abril de 2018, domingo
Local: Allianz Parque
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Igor Benevenuto (MG)
Assistentes: Felipe de Oliveira (MG) e Ricardo de Souza (MG)
Público: 30.671 pagantes
Renda: R$ 1.749.825,94
Cartões amarelos: Diogo Barbosa, Dudu, Borja, Deyverson (PAL); Wellington Paulista, Rafael Thyere, Arthur Caike, Bruno Pacheco, Elicarlos, Amaral (CHA)

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Lucas Lima (Willian); Keno, Dudu e Borja (Deyverson)
Técnico: Roger Machado

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Douglas Silva, Rafael Thyere e Bruno Pacheco; Amaral, Elicarlos, Márcio Araújo e Canteros (Luiz Flavio); Arthur (Guilherme) e Wellington Paulista (Leandro Pereira)
Técnico: Gilson Kleina

 

 

 

Gazeta Esportiva

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