Dourados-MS,
CMD-2

Maicon abriu o placar para o Grêmio (Foto: Lucas Uebel/GFPA)

Neste domingo, o Grêmio subiu sete posições e chegou à terceira colocação do Campeonato Brasileiro. Em partida na Arena Fonte Nova, a equipe de Rento Gaúcho venceu o Bahia por 2 a 0, com um gol no início marcado por Maicon, no rebote de um pênalti perdido pelo próprio meio-campista, e outro de Thaciano, no último minuto de jogo, .

O triunfo em Salvador encerrou a sequência de empates do Grêmio. Junto a São Paulo e Chapecoense, o Tricolor é o time que mais empatou neste Brasileirão, com quatro igualdades, sendo que três dos últimos quatro jogos haviam terminado desta maneira.

Se o duelo na Arena Fonte Nova prometia ser aberto, tudo mudou com poucos minutos do primeiro tempo. Logo aos sete, Lucas Fonseca derrubou Ramiro na área e o árbitro Péricles Bassols marcou a penalidade. Na cobrança, Maicon foi para a bola e Douglas Friedrich fez a defesa, mas a bola voltou para o meio-campista abrir o marcador.

À frente no placar, o Grêmio pôde fazer o que mais gota: controlar a partida. Obstinado pela bola, o Tricolor passou a trocar passes rápidos e manter a posse a ponto de fazer ‘rodas de bobinho’ com o Bahia em alguns momentos.

O Bahia não conseguiu assustar e o Grêmio sentiu muito a falta de um meia mais criativo em campo. O garoto Thonny Anderson não conseguiu dar o ritmo que os gaúchos precisavam, pouco tocou na bola e passou apenas nove vezes. Renato enxergou o problema e, ainda no intervalo, sacou Ramiro para a entrada de Lima.

Na etapa final, porém, o Grêmio passou a se comportar como os visitantes na Arena. O Bahia chegou a 52% de posse de bola, mas marcando forte, bem fechado na defesa, e com cinco cartões amarelos recebidos, o Tricolor não deu chances ao adversário.

No fim, os visitantes ainda foram premiados com o segundo gol. Everton disparou pela esquerda, tocou para o meio e Pepê errou a bola. O goleiro Douglas tentou afastar com um tapa no rebote, mas Thaciano apareceu para completar para as redes.

Com o triunfo, o Grêmio deu um salto e chegou ao terceiro lugar da Série A, com 16 pontos, enquanto o Tricolor baiano permanece na zona do rebaixamento, com oito. Na próxima rodada, os gaúchos recebem o Palmeiras; o Bahia enfrenta o Paraná fora de casa.

FICHA TÉCNICA
BAHIA 0 x 2 GRÊMIO

Local: Arena Fonte Nova, Salvador, (BA)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (PE)
Assistentes: Clovis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)

Cartões amarelos: Douglas Friedrich e Zé Rafael (BAHIA); Bressan, Bruno Cortez, Jailson, Maicon e Everton (GRÊMIO)

GOL:
GRÊMIO: Maicon, aos nove minutos do primeiro tempo; Thaciano, aos 47 da etapa final

BAHIA:  Douglas Friedrich; Nino Paraíba, Tiago, Lucas Fonseca e Léo; Edson (Flávio), Elton, Allione (Vinícius) Zé Rafael e Régis; Júnior Brumado (Fernandinho)
Técnico: Guto Ferreira

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Leonardo, Bressan, Kannemann e Bruno Cortez; Jailson, Maicon (Lima) e Ramiro; Everton e Thonny Anderson (Pepê); André (Thaciano)
Técnico: Renato Gaúcho

Em tarde de Serginho, América bateu o Atlético-PR (Foto: América/Divulgação)

O Coelho chegou ao duelo contra o Furacão, na tarde deste domingo, no Independência, pressionado pela sequência de resultados ruins. A vitória por 2 a 1, de virada, pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, no entanto, aliviou o momento e devolveu ao time de Enderson Moreira a possibilidade de comemorar três pontos.

O resultado deixa o clube alviverde na 11ª colocação, com 13 pontos somados. Já o Atlético-PR está na 16ª, com nove tentos anotados.

No duelo desta tarde, o Atlético-PR saiu vencendo, com gol de Carleto, de falta. O América virou com dois tentos de Serginho. Aos 44 da etapa final, Ademir, que saiu do banco de reservas, deu números finais ao jogo e jogou a pressão para o lado do Furacão.

O próximo desafio do Coelho será o clássico contra o Atlético, na quinta-feira, no Independência, às 21h (de Brasília). Já o Furacão vai até a Ilha do Retiro, na quarta, às 21h.

Primeiro tempo

O duelo começou bastante agradável. As equipes não agarravam com o duelo no meio de campo e criavam. O Coelho, até por jogar dentro de casa e precisar recuperar na competição, era mais agudo e tinha mais profundidade. Já o Atlético-PR seguia ao seu estilo estudioso, com troca de passes.

A primeira grande chance foi com o Coelho. Aos 12 minutos, Serginho recebeu na entrada da área e chutou. O goleiro Felipe Alves, no entanto, apareceu muito bem para evitar o gol do América.

No lance seguinte a resposta. Em lançamento na área, Pablo não dominou a bola e chutou. A redonda tirou tinta da trave e foi para fora.

O América seguia tentando buscar o jogo. O Atlético-PR, entretanto, por valorizar a posse de bola evitou que a pressão do Coelho funcionasse.

Mas nem todo controle que o Furacão queria ter era capaz de conseguir segurar um Coelho que se colocava com força em campo. O time verde teve uma sequência de oportunidades, uma com Norberto, outra com Juninho.

Aos 36, em lançamento para área, Matheus Ferraz para Nikão com falta, em direção a área. O árbitro marcou falta e deu cartão amarelo para o defensor mineiro. E falta para o clube paranaense tem sido uma boa arma com Thiago Carleto.

Aos 37, em cobrança muito forte, a bola passou no meio da barreira e vendeu o goleiro Jori que, mesmo na bola, não conseguiu segurar a redonda que chegou forte e efeito.

Dois minutos depois, porém, o América conseguiu empatar. Em jogada confusa na área, Judivan conseguiu girar e cruzar. Serginho apareceu entre os zagueiros para empurrar para o fundo das redes.

Segundo tempo

O América voltou para a etapa complementar perdido. O time da casa se comportava de maneira estranha para sair jogando e isso gerava chances claras para o Atlético-PR.

Aos 10 minutos, Thiago Heleno quase desempatou. Ele recebeu um lançamento da defesa, conseguiu dominar, mas finalizou mal e acertou a trave. É possível dizer que foi um domínio de camisa 10, um posicionamento de atacante, mas a finalização realmente de zagueiro.

Na medida que o tempo avançou, o América buscou o ataque com mais intensidade, as vezes, na maioria delas, de forma desorganizada. Isso fez com que o Atlético-PR conseguisse chegar a frente com mais qualidade e quantidade.

Aos 30, o América conseguiu seu gol. Em uma jogada de sorte, a bola sobrou para Aylon. Ele cruzou e Serginho, de cabeça, mandou para dentro das redes.

No finalzinho, Ademir recebeu a bola na área e mandou para o fundo das redes, dando números finais ao confronto.

FICHA TÉCNICA
AMÉRICA-MG 3 X 1 ATLÉTICO-PR

Local: Arena Independência, Belo Horizonte (MG)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 18 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF)

Gols: Thiago Carleto, aos 37 minutos do primeiro tempo (Atlético-PR); Serginho, aos 39 minutos do primeiro tempo e aos 30 do segundo tempo, Ademir, aos 44 minutos do segundo tempo (América)
Cartões: Matheus Ferraz (América); Lucho, Guilherme (Atlético-PR)

AMÉRICAMG: Jori; Norberto, Messias, Matheus Ferraz e Carlinhos (Giovanni); Christian, Juninho, Gerson Magrão (Ademir), Serginho e Aylon; Judivan (Aderlan)
Técnico: Enderson Moreira

ATLÉTICOPR: Santos; Zé Ivaldo, Thiago Heleno e Wanderson (Raphael Veiga); Matheus Rossetto, Camacho, Lucho González e Thiago Carleto (Renan Lodi); Nikão, Guilherme e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

Neymar está de volta. Neste domingo, após um primeiro tempo sonolento, o astro do Paris Saint-Germain substituiu o volante Fernandinho no amistoso contra a Croácia e provou estar plenamente recuperado da contusão que o afastou dos gramados nos últimos três meses. Foi dele o primeiro gol da vitória por 2 a 0 em Anfield, casa do Liverpool. Roberto Firmino, atacante do time inglês, fechou o placar nos acréscimos.

O amistoso foi o penúltimo da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo da Rússia. No domingo que vem, em Viena, o time dirigido por Tite será testado diante da Áustria, que não estará no Mundial, mas derrotou a Alemanha por 2 a 1 no sábado. Já a Croácia ainda jogará contra Senegal na sexta-feira, diante do seu povo.

No grupo E da Copa do Mundo, o Brasil terá pela frente a Suíça (17/06), a Costa Rica (22/06) e a Sérvia (27/06). A Croácia está na chave D, pela qual enfrentará a Nigéria (16/06), a Argentina (21/06) e a Islândia (26/06).

Primeiro tempo sonolento
Com o volante Fernandinho como armador central, a Seleção Brasileira era pouco criativa diante de um time que não tinha interesse de propor o jogo, como ocorreu no último amistoso, contra a Alemanha. Mesmo com a postura comedida, a Croácia passou bastante tempo com a bola nos primeiros minutos.

O Brasil só foi finalizar pela primeira vez aos 22 minutos, quando Philippe Coutinho arriscou um chute de fora da área e mandou a bola por cima do gol. Tentando se sentir em casa no estádio do Liverpool, seu ex-clube, o meia procurou se encarregar de fazer o jogo da Seleção fluir, com mais uma conclusão torta na sequência.

As jogadas violentas, porém, ainda causavam maior preocupação do que os ataques das duas equipes. Thiago Silva, por exemplo, recebeu uma entrada dura no joelho e ficou um tempo considerável caído no gramado. Depois, levantou-se, fazendo com que o concorrente Marquinhos voltasse a se sentar no banco de reservas.

Nos minutos finais da primeira etapa, quem se soltou foi Willian, tentando triangular com Danilo e Paulinho na ponta direita e concluir cruzado. Ainda era muito pouco, contudo, para uma equipe que chegará à Copa do Mundo da Rússia credenciada como uma das favoritas à conquista do troféu.

Neymar volta e decide
Tite tinha uma solução óbvia para dar mais mobilidade à Seleção Brasileira no segundo tempo. Recuperado da cirurgia para corrigir uma fratura no quinto metatarso do pé direito, Neymar foi acionado e enfim voltou a jogar. Substituiu Fernandinho, que não conseguia render como um articulador ofensivo.

Bastaram 10 minutos para perceber que o Brasil era outro com a mudança, apresentando um futebol bem mais vistoso. Nesse período, Willian, Coutinho e Marcelo fizeram a defesa da Croácia trabalhar, e o técnico Zlatko Dalic resolveu entrar em ação. Trocou Corluka por Caleta-Car e, depois, Modric por Kovacic.

As alterações croatas foram a senha para Tite começar a fazer testes e a preservar jogadores da formação brasileira. Marcelo e Gabriel Jesus saíram para as entradas de Filipe Luís e Roberto Firmino, atacante do Liverpool, clube anfitrião do amistoso deste final de semana. Mais tarde, Marquinhos substituiu Miranda.

Apesar de bastante mexido, o Brasil conseguiu inaugurar o marcador. Aos 23 minutos, Willian enfiou a bola para Coutinho, que acionou Neymar do lado esquerdo da área. Já sem insegurança por ter se reabilitado há pouco tempo de contusão, o astro clareou entre três defensores e concluiu com força, para o travessão e a rede.

O Brasil passou a jogar mais tranquilo depois de construir a vantagem, com mais espaço e bastante velocidade pelos lados do campo. Nos minutos finais, Tite aproveitou para fazer outras duas alterações. Fred e Taison, ambos do Shakhtar Donetsk, assumiram os postos de Coutinho e Willian, desentrosando o ataque nacional.

Mesmo com a sua equipe já sem tanta organização tática, tal qual ocorria com a Croácia, o Brasil ampliou. Aos 47 minutos do segundo tempo, Roberto Firmino recebeu lançamento de Casemiro dentro da área, matou no peito e encobriu o goleiro Subasic para completar a festa diante de muitos torcedores do Liverpool.

FICHA TÉCNICA
BRASIL 2 X 0 CROÁCIA

Local: Estádio Anfield Road, em Liverpool (Inglaterra)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 11 horas (de Brasília)
Árbitro: Michael Oliver (Inglaterra)
Assistentes: Stuart Burt e Simon Bennett (ambos da Inglaterra)
Cartões amarelos: Fernandinho (Brasil); Kramaric, Perisic, Rakitic (Croácia)
Gols: BRASIL: Neymar, aos 23, e Roberto Firmino, aos 47 minutos do segundo tempo

BRASIL: Alisson; Danilo, Thiago Silva, Miranda (Marquinhos) e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho, Willian (Taison), Fernandinho (Neymar) e Philippe Coutinho (Fred); Gabriel Jesus (Roberto Firmino)
Técnico: Tite

CROÁCIA: Subasic; Vrsaljko (Jedvaj), Corluka (Caleta-Car), Lovren e Vida; Rakitic (Bradaric), Badelj (Brozovic), Rebic (Pjaca), Modric (Kovacic) e Perisic; Kramaric
Técnico: Zlatko Dalic

 

Gazeta Esportiva

Depois de três jogos, o Botafogo voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Em partida disputada na noite deste sábado no estádio de São Januário, a equipe de General Severiano derrotou o Vascopor 2 a 1 e aumentou a crise do clube cruz-maltino.

Com a vitória, o Botafogo chegou aos 12 pontos ganhos e subiu para a décima posição. Já o Vasco segue com 11 pontos na 12ª colocação. Os gols foram marcados por Kieza e Igor Rabello para o time visitante, descontando Andrey para a equipe de São Januáio.

Na reedição da decisão estadual, Botafogo e Vasco fizeram um jogo movimentado, pois as duas equipes tinham muita necessidade de vitória. O Botafogo foi bem melhor no primeiro tempo e abriu dois gols de vantagem. O time dirigido por Zé Ricardo melhorou na etapa final, mas não teve precisão nas finalizações para chegar ao empate e acabou amargando mais um resultado decepcionante na temporada.

Na próxima rodada, o Vasco vai enfrentar o Cruzeiro, no Mineirão; o Botafogo vai receber o Ceará, no Nilton Santos.

O jogo – Os dois times começaram a partida trocando passes de forma lenta, mas logo aos quatro minutos, no seu primeiro ataque, o Botafogo marcou. O volante Jean invadiu pela direita e cruzou forte, o goleiro Fernando Miguel deu rebote e Kieza, muito oportunista, apareceu livre para empurrar a bola para as redes cruz-maltinas.

Em desvantagem, o Vasco não teve outra alternativa e precisou partir para o ataque. Aos seis minutos, Wágner fez bom passe a Yago Pikachu que chutou vom muito perigo, mas a bola saiu.

O time de Zé Ricardo tentava chegar ao ataque com Pikachu e Waáner aberto pelas extremas e Giovanni Augusto tentando se juntar a Andrés Rios na frente.

Aos 11 minutos, o meia Marcos Vinicius sentiu lesão e precisou ser substituído. O jogador tinha voltado ao time na semana passada depois de passar muito tempo no departamento médico. Rodrigo Pimpão entrou em seu lugar.
O Vasco rodava a bola tentando abrir espaços na defesa adversária, mas foi o Botafogo que voltou a incomodar aos 16 minutos em cabeçada perigosa de Joel Carli.

O time dirigido por Zé Ricardo tocava bem a bola até chegar na intermediária do Botafogo, mas não conseguia ultrapassar a boa marcação da equipe visitante.

Só aos 27 minutos é que o Vasco apareceu na área. Giovanni Augusto caiu pedindo a marcação de pênalti, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Aos 35 minutos, o Botafogo ampliou. Em falta do lado direito do ataque, Léo Valencia levantou na área e Igor Rabello subiu mais do que a zaga vascaína para cabecear sem chances para Fernando Miguel.

O Vasco tentou responder dois minutos depois com um chute cruzado de Yago Pikachu que Jefferson defendeu bem. Aos 45 minutos, a equipe cruz-maltina voltou a ameaçar em conclusão de Giovanni Augusto que bateu na rede, pelo lado de fora.

O Vasco voltou para o segundo tempo com Ramon no lugar de Fabrício que foi muito vaiado na etapa inicial. E o Vasco chegou na área botafoguense antes do primeiro minuto com cruzamento de Ramon que complicou a defesa de Jéfferson. Logo depois, Giovanni Augusto bateu rasteiro e o goleiro do Botafogo defendeu sem dificuldades. O time da casa seguia pressionando e, aos cinco minutos, foi a vez de Pikachu concluir e obrigar Jéfferson a desviar para escanteio.

Depois de muito pressionar, o Vasco marcou o primeiro gol aos sete minutos. Andrey recebeu na intermediária e arriscou o chute. Jéfferson tentou a defesa, mas a bola tinha endereço certo.

Animado com o gol e empurrado pela torcida, a equipe de São Januário passou a pressionar em busca do empate. O Botafogo só voltou a ameaçar aos 18 minutos, Valencia bateu falta, Carli desviou e Rodrigo Lindoso errou na conclusão, perdendo a chance de marcar o terceiro.

O Vasco teve grande chance de empatar aos 23 minutos. Pikachu, o mais criativo dos jogadores vascaínos, fez ótima jogada e deixou Andrés Rios em excelente condição para marcar, mas o argentino bateu por cima do travessão.
Zé Ricardo tentou dar mais força ofensiva ao seu time e trocou o meia Giovanni Augusto pelo atacante Riascos.
Aos 27 minutos, Riascos errou na saída de bola e Kieza foi lançado na área, mas o goleiro Fernando Miguel fez grande defesa, impedindo o terceiro gol do Botafogo.

O técnico do Vasco tirou o zagueiro Erazo e colocou o meia Lucas Santos para aumentar a pressão sobre o Botafogo que quase não conseguia sair da defesa. O time de General Severiano só voltou a aparecer no ataque aos 39 minutos, após falha da defesa cruz-maltina. Rodrigo Pimpão lançou Luiz Fernando que chutou e a bola bateu no rosto de Fernando Miguel que havia saído para fechar o ângulo.

FICHA TÉCNICA
VASCO-RJ 1 x 2 BOTAFOGO-RJ

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 2 de junho de 2018 (Sábado)
Horário: 19h00 (horário de Brasília)
Público: 8.592 pagantes
Árbitro: Raphael Claus (Fifa-SP)
Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa-SP)
Cartão Amarelo: Luiz Gustavo, Wágner (Vasco);Rodrigo Pimpão, Jean, Marcinho, Rodrigo Lindoso (Botafogo)
Gols:
VASCO: Andrey, aos sete minutos do segundo tempo
BOTAFOGO: Kieza, aos quatro e Igor Rabello aos 35 minutos do primeiro tempo;

VASCO: Fernando Miguel, Luiz Gustavo, Erazo (Lucas Santos), Ricardo e Fabrício (Ramon); Desábato, Andrey, Giovanni Augusto (Riascos), Wágner e Yago Pikachu; Andrés Ríos
Técnico: Zé Ricardo

BOTAFOGO: Jéfferson, Marcinho, Joel Carli, Igor Rabello e Moisés; Jean (Marcelo) , Rodrigo Lindoso, Léo Valencia e Marcos Vinícius (Rodrigo Pimpão); Aguirre (Luiz Fernando) e Kieza
Técnico: Alberto Valentim

Santos goleia o Vitória na Vila Belmiro (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Pressionado, o técnico Jair Ventura precisava dos três pontos para permanecer no Santos. E a sobrevida veio em grande estilo: 5 a 2 sobre o Vitória neste domingo, na Vila Belmiro, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe construiu a goleada já no primeiro tempo, com o hat-trick do inspirado Rodrygo e o cabeceio certeiro do experiente Renato. Os donos da casa amassaram o Leão e poderiam até ter feito mais gols. Foram, certamente, os melhores 45 minutos na temporada.

Na segunda etapa, o alvinegro veio para administrar o resultado, o Vitória fez o primeiro, quase o segundo, mas Gabigol marcou o quinto e garantiu os três pontos para Jair agradecer. Ainda deu tempo para Ramon marcar o segundo da equipe baiana.

Na próxima rodada do Brasileirão, o Santos enfrentará o Corinthians, quarta-feira, às 21h, em clássico na arena do rival. O Vitória receberá a Chapecoense, também na quarta, só que às 19h30.

O JOGO

O Santos não pareceu o time que não vencia há cinco jogos, com protestos da torcida durante a semana e o técnico Jair Ventura pressionado. O Peixe amassou o Vitória no primeiro tempo.

A equipe esteve bem organizada, linhas adiantadas, triangulações e objetividade no ataque. O 4 a 0 nos primeiros 45 minutos foi pouco diante do volume de jogo.

Depois de martelar, colocar bola na trave e ter gol anulado, Rodrygo começou o seu show. Fez o primeiro, o segundo e o terceiro aos 22, 25 e 30. Renato ainda teve tempo de fazer o quarto, de cabeça, antes da ida ao intervalo.

Além do destaque óbvio para Rodrygo, o Santos teve defesa segura, Diego Pituca e Jean Mota bem no meio-campo e Eduardo Sasha e Gabigol voluntariosos no ataque. O goleiro Vanderlei não trabalhou. E o Vitória só torceu pelo apito antes da ida ao intervalo.

RESPIRA, JAIR

O Santos voltou para o segundo tempo disposto a administrar o resultado, com outra intensidade. O problema é que o Vitória não tinha desistido da partida na Vila.

O Leão assustou e marcou o primeiro com Neilton, em falha de David Braz, aos 17 minutos. E aos 28, os visitantes poderiam ter diminuído mais, mas Vanderlei fez linda defesa e puxou o contra-ataque. Rodrygo deu assistência para Gabigol, o maior alvo em protestos das torcidas organizadas, marcar e confirmar a vitória.

Nos minutos finais, o Vitória ainda marcou o segundo gol, com Ramon, aos 38 minutos. E a reação parou por aí. O Santos ainda se deu ao luxo de preservar Rodrygo, Eduardo Sasha e Lucas Veríssimo, substituídos. No apito final, as vaias viraram aplausos. E o seguinte grito foi entoado: “Não é mole não, jogando com vontade ninguém ganha do Peixão”.

FICHA TÉCNICA
Santos 5 x 2 Vitória

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Ciro Chaban Junqueira (DF)
Público e renda: 3887/R$ 82.830,00
Cartões amarelos: VITÓRIA: Rodrigo Andrade, Wallyson, Lucas Marques e Kanu.

GOLS:
Santos: 
Rodrygo, aos 22, 25 e 30 do 1T, e Renato, aos 44; Gabigol, aos 28 do 2T;
Vitória: Neilton e Ramon, aos 17 e 38 do 2T.

SANTOS: Vanderlei, Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Gustavo Henrique), David Braz e Dodô; Diego Pituca, Renato e Jean Mota; Gabigol, Rodrygo (Copete) e Eduardo Sasha (Léo Cittadini)
Técnico: Jair Ventura

VITÓRIA: Elias, Lucas, Kanu, Aderllan e Pedro Botelho; Rodrigo Andrade (Ramon), Uillian Correia (Lucas Marques) e Neilton; Lucas Fernandes (André Lima), Rhayner e Wallyson
Técnico: Vagner Mancini

Na minha casa mando eu. Pela sétima vez na história, Palmeiras e São Paulo se enfrentaram no Allianz Parque e, pela sétima vez, o Verdão saiu vitorioso. Edu Dracena marcou contra no primeiro tempo, mas Willian garantiu a virada palestrina e Dudu fechou o placar.

Com a derrota no Allianz Parque, o São Paulo deixou escapar a chance de assumir a liderança provisória do Campeonato Brasileiro (o Flamengo só entra em campo neste domingo, contra o Corinthians, no Maracanã). Tricolor está a apenas um ponto do Rubro-Negro carioca, porém, com o complemento da rodada, pode acabar vendo seu principal concorrente desgarrar. Já o Alviverde subiu provisoriamente para a quinta colocação do Brasileirão.

Apesar de sair atrás no placar, o Alviverde entrou em campo já em vantagem, ao menos emocional. Se a equipe vinha de três partidas consecutivas jogando mal e sem vencer, a festa, pressão sobre o adversário e clima de decisão nas arquibancadas não refletia isso.

O apoio da torcida começou bem antes de a bola rolar no Allianz Parque. Fora da Arena, palmeirenses gritavam cantos de incentivo uma hora antes do jogo e, ainda no aquecimento dos atletas, os gritos nas arquibancadas ecoaram mesmo cobertos pelo enorme bandeirão. No entanto, o primeiro tempo foi um exemplo perfeito de como um gol pode abalar o psicológico de uma equipe e transformar (temporariamente) o clima em um estádio.

Até os 29 minutos da etapa inicial, o Choque-Rei era equilibrado, e mesmo com os times sem conseguir criar oportunidades de gol, a partida era boa. Enquanto a torcida vibrava a cada dividida ganha, a cada carrinho, Palmeiras e São Paulo espelhavam seus esquemas táticos em campo.

O Tricolor de Aguirre, ao contrário do comum para os visitantes no Allianz Parque, não ficou preso à defesa e conseguiu evitar a pressão impedindo que o Verdão mantivesse alto índice de posse de bola. Com 29 jogados, a equipe do Morumbi foi premiada com a lambança alviverde.

Hudson cobrou lateral para ninguém, quatro palmeirenses (Edu Dracena, Antônio Carlos, Moisés e Felipe Melo) não anteciparam o quique da bola e o experiente zagueiro recuou mal para Jailson, que saiu mal e, atrapalhado por Marcos Guilherme, permitiu que a bola passasse entre suas pernas. Uma jogada patética, que culminou em gol contra de Edu Dracena, que a favor, nunca marcou pelo Palestra.

Nervosos em campo, os palmeirenses passaram a reclamar a todo instante da arbitragem ruim de Rodolfo Toski Marques. A torcida, por sua vez, se dividia entre a irritação com o árbitro e com a própria equipe. O resultado foram gritos de “se o Palmeiras não ganhar, o pau vai quebrar” e vaias ao final do primeiro tempo.

Torcida volta a empurrar, Palmeiras reage e vira no segundo tempo

Como um casal que se ama, porém, a briga foi momentânea. Depois do intervalo, o volume voltou a subir no Allianz Parque e o Palmeiras passou a dominar completamente o jogo. Antes do primeiro minuto, já criou sua primeira chance de gol desde a partida contra o Sport – diante do Cruzeiro, não houve nenhuma.

Em ritmo de que o “Palmeiras é o time da virada”, a reação começou aos nove minutos, com gol de Willian. A vibração, porém, teve delay, já que a arbitragem confusa quase anulou o gol legítimo cogitando impedimento de Dudu, que, em posição irregular, não tocou na bola antes de ela entrar. Após dois minutos, o árbitro de linha de fundo avisou Rodolfo Toski, que confirmou o tento.

Na mesma jogada, Keno deixou o campo machucado e deu lugar a Hyoran. Não pela saída do atacante, mas pela entrada de um segundo meia, o Alviverde cresceu ainda mais no jogo. Assim, com 21 jogados, Willian, impedido, decretou a virada acertando belo chute no ângulo de dentro da área.

Três minutos depois, Hyoran recebeu lançamento de Moisés na direita, carregou até a entrada da área e cruzou para Dudu dar um peixinho e mandar para as redes. O tento foi para selar a paz de vez com a torcida, e o camisa 7 vibrou muito e correu em direção às arquibancadas para celebrar.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 1 SÃO PAULO

Local: Allianz Parque, em São Paulo
Data: 2 de junho de 2018, domingo
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR-Fifa)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR-Fifa) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR)
Público: 32.841 torcedores
Renda: R$ 2.172.298,88

Cartões amarelos: Felipe Melo, Jailson, Antônio Carlos e Dudu (Palmeiras); Militão, Anderson Martins, Bruno Alves e Nenê (São Paulo)
GOLS: Marcos Guilherme, aos 29 minutos do 1ºT (São Paulo); Willian, aos nove minutos e aos 21 minutos do 2ºT , e Dudu, aos 24 minutos do 2ºT (Palmeiras)

PALMEIRAS: Jailson; Mayke, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa (Victor Luis); Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés (Thiago Santos); Keno (Hyoran), Dudu e Willian
Técnico: Roger Machado

SÃO PAULO: Sidão; Militão, Bruno Alves, Anderson Martins e Reinaldo (Liziero); Jucile, Hudson (Petros) e Nenê; Marcos Guilherme (Paulo Bóia), Everton e Diego Souza
Técnico: Diego Aguirre

O Inter dominou o Sport, chegou a acertar a trave, mas não conseguiu o gol salvador (Foto: Ricardo Duarte/SCI)

Internacional e Sport se encontraram na tarde desse sábado para um confronto direto no estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, e não saíram do 0 a 0. O confronto válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro marcou um embate entre duas equipes em boa fase e iguais na tabela de classificação. Com o empate, tudo seguiu como já estava.

O Colorado agora tem 15 pontos, na terceira colocação, enquanto o Leão é o quarto com os mesmos 15 pontos, mas com quatro gols de saldo a menos (0 a 4). Ambos ainda podem cair na tabela de classificação em função dos resultados que ainda vão se completar na rodada.

Como já era de se esperar, o Inter foi quem tomou a iniciativa do jogo. Vindo de três vitórias seguidas, os donos da casa amassaram os visitantes nos minutos iniciais. Mas, do outro lado tinha uma equipe também invicta há três rodadas, com resultados importantes em cima de Palmeiras e Atlético-MG.

Com o tempo, o ímpeto dos colorados foi caindo. Por isso, Odair Hellmann tratou de mexer na escalação na etapa final. O técnico apostou em Rossi, Nico López e Juan Alano. Mas, o máximo que o Inter conseguiu foi uma bola na trave com o atacante argentino, aos 34 minutos.

Os pernambucanos acusaram o cansaço da maratona e da viagem longa, pouco incomodaram Danilo Fernandes. Mesmo assim, se mantiveram seguros e arrancaram mais um empate preciso contra um gigante da Série A.

Na próxima rodada, o Colorado encara o São Paulo no Morumbi, terça, às 21h30, enquanto o Sport recebe o Atlético-PR no dia seguinte, às 21h, na Ilha do Retiro.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 0 X 0 SPORT

Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 2 de junho de 2018, sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Daniel Paulo Ziolli (SP)
Cartões amarelos: Rodrigo Dourado, Rodrigo Moledo, Patrick (INT); Sander, Magrão, Raul Prata (SPO)
Público: 31.327 total; 27.454 pagantes
Renda: R$ 822.680,00

INTERNACIONAL: Danilo Fernandes; Zeca, Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Iago; Rodrigo Dourado (Juan Alano); Edenilson, William Pottker (Rossi), Patrick e Lucca (Nico López); Leandro Damião
Técnico: Odair Hellmann

SPORT: Magrão; Raul Prata, Durval, Ronaldo Alves e Sander; Deivid, Fellipe Bastos, Rogério (Neto Moura), Gabriel (Michel Bastos) e Marlone (Hygor); Rafael Marques
Técnico: Claudinei Oliveira

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