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Cruzeiro e Vasco empatam no Mineirão (Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro E.C.)

No meio de um momento bastante turbulento, o Vasco arrancou um importante empate do Cruzeiro, 1 a 1, na noite desta quarta-feira, no Mineirão, em confronto válido pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a Raposa perdeu a vice-liderança e ocupa agora a quarta posição, com 17 pontos. O Vasco com 12 tentos está na 13ª colocação.

O Vasco chegou ao Mineirão, para o duelo contra o Cruzeiro, na noite desta quarta-feira, tentando se reencontrar. O time perdeu o técnico Zé Ricardo recentemente e Valdir Bigode foi o treinador interino, com Jorginho já nas arquibancadas observando seus futuros comandados.

Os atletas gostaram de ser vistos pelo novo treinador. O Vasco fez uma atuação consistente, tendo comportamento defensivo interessante. O primeiro gol da noite foi do clube carioca. No segundo tempo, após várias tentativas da Raposa – que era melhor em campo – o empate foi conquistado.

O Cruzeiro volta a campo no próximo sábado, na Arena Condá, às 19h (de Brasília). O Vasco recebe o Sport, no mesmo dia e horário, no São Januário.

Primeiro tempo

O Cruzeiro começou a partida com bastante intensidade. O técnico Mano Menezes tem como costume, sobretudo, atuando em casa, fazer sua equipe ter chegadas fortes ao ataque.

Logo aos 7 minutos, em cobrança de escanteio, Dedé subiu mais que todo mundo e desviou de cabeça. A bola tirou tinta da trave. No minuto seguinte, Raniel ganha a bola da defesa e cruza. Thiago Neves chuta, mas a bola passa por cima.

O Vasco se segurava. Enquanto o Cruzeiro pressionava, o clube carioca esperava no campo defensivo, com uma postura bem retrancada. O time de Valdir Bigode ficava todo atrás da linha da bola.

Aos 15 minutos, em cobrança de falta, o Vasco teve sua melhor chance nos primeiros minutos de jogo. Pikachu colocou a bola com veneno e Fábio se esticou todo para conseguir desviar levemente a bola e fazer com que a redonda toque na trave superior.

O futebol brasileiro parece que precisa de polêmica para se manter ativo. Entre Cruzeiro e Vasco a primeira ocorreu logo aos 19 minutos. O lateral Edilson chegou a frente, já dentro da área faz o drible e recebeu a carga por baixo. O árbitro mandou seguir.

Aos 21 o Vasco marcou seu primeiro gol. Aproveitando um vacilo da defesa do Cruzeiro, especialmente com Egídio que falhou em um toque simples, Andrey pegou a bola na área e chutou forte para marcar.

Mesmo com o tento, a situação permaneceu igual. O Cruzeiro atacando muito e o Vasco esperando. A marcação cruz-maltina estava muito bem encaixada, algo que dificultava a vida da Raposa. A Raposa, por sua vez, passou a errar passes simples, algo que também atrapalhava consideravelmente.

Com isso, as oportunidades criadas pelo Cruzeiro não eram tão claras e o Vasco conseguia segurar o jogo com tranquilidade.

Na tentativa de mudar alguma coisa, Mano pediu para Thiago Neves encostar mais na defesa, para contribuir com a saída de bola – muito concentrada em Lucas Silva. A ideia também era abrir espaços na dura retranca. Não adiantou.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, as equipes voltaram com a mesma postura. O Cruzeiro passou a intensificar suas ações em campo. Mano Menezes percebeu que o Vasco seguiria da mesma maneira até a reta final, e sacou o volante Lucas Silva – que já vem reclamando de desgaste há algum tempo. O atacante Marcelo entrou no lugar.

Aos 15, a insistência da Raposa deu resultado. Em jogada que começou com o zagueiro Dedé, Rafael Sóbis deu passe por cima e Raniel, de cobertura, mandou para o fundo das redes.

O gol não mudou em nada a postura das equipes. Aliás, o Vasco tentou segurar mais a partida. O duelo ficou parado por três vezes para atendimento médico – a água milagrosa.

O Cruzeiro seguiu intenso, mas não conseguiu. O zagueiro Dedé deixou a defesa e virou atacante. E as bolas eram todas nele, na área, mas o Vasco conseguiu se segurar.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 VASCO

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 6 de junho de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21h45(de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Fábio Rogério Baesteiro (SP)

Gols: Andrey, aos 21 minutos do primeiro tempo (Vasco); Raniel, aos 15 minutos do segundo tempo (Cruzeiro)
Cartões: Wagner, Pikachu (Vasco)

CRUZEIRO: Fábio, Edilson, Dedé, Leo, Egídio, Henrique, Lucas Silva (Marcelo), Thiago Neves, Rafael Sóbis (Bruno Silva), Robinho, Raniel.
Técnico: Mano Menezes

VASCO: Fernando Miguel, Luiz Gustavo (Wellington), Paulão, Ricardo, Henrique, Desábato, Andrey, Bruno Cosendey (Evander), Yago Pikachu, Wagner (Gionvanni Augusto), Andrés Rios.
Técnico: Valdir Bigode.

 

Gazeta Esportiva

Depois de três jogos seguidos sem vencer, duas derrotas nas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro, o Vitória, enfim, acabou com seu jejum na noite dessa quarta-feira. Diante da sua torcida, no estádio Barradão, em Salvador, o rubro-negro venceu o confronto direito com a Chapecoense por 1 a 0, graças a um belo gol de Neilton.

O resultado faz as duas equipes trocarem de posições. Os baianos subiram três colocações na tabela de classificação, enquanto os catarinenses caíram o mesmo número de posições. Agora, o Vitória soma 11 pontos e é o 14º. A Chape entra na zona de rebaixamento, é a 17ª, com um ponto a menos. Bahia e Paraná, outros membros do Z4, ainda podem mudar esse panorama com o complemento da 10ª rodada.

No primeiro tempo, os visitantes tiveram a grande chance de abrir o placar. André Lima chegou de carrinho para completar cruzamento da esquerda. O centroavante só não contava com Jandrei. O goleiro da casa executou um milagre e impediu o gol.

E foi só até o intervalo. A partida se arrastou com o excesso de erros e o empate sem gols fazia jus ao que se via em campo.

No segundo tempo, a disputa não mudou muito. Mas seria improvável que o duelo entre as duas piores defesas do Brasileirão fosse terminar sem pelo menos um golzinho. E um erro de Apodi acabou sendo determinante.

O lateral da Chapecoense não conseguiu afastar a bola como gostaria e proporcionou um chute na gaveta de Neilton. Golaço, o da vitória do Vitória, com o perdão do trocadilho.

Na próxima rodada, os baianos encaram o Corinthians, em Itaquera, no sábado, às 21h. No mesmo dia, mas às 19h, na Arena Condá, a Chape recebe o Cruzeiro.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 x 0 CHAPECOENSE

Local: Estádio do Barradão, em Salvador (BA)
Data: 06 de junho de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (Brasília)
Árbitro: Dyorgines Jose Padovani de Andrade (ES)
Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e Vanderson Antonio Zanotti (ES)
Cartões amarelos: Kanu, Neilton, André Lima (VIT); Rafael Thyere , Arthur (CHA)

GOL
Vitória:
 Neilton, aos 16 minutos do 2T

VITÓRIA: Ronaldo; Cedric, Kanu, Aderllan e Jeferson; Ramon, Lucas Marques (Yago), Neilton e Rahyner (Nickson); André Lima e Wallyson
Técnico: Vágner Mancini

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi (Eduardo), Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Márcio Araújo (Guilherme), Elicarlos e Canteros; Wellington Paulista (Vinicius), Nadson e Arthur
Técnico: Gilson Kleina

 

 

Gazeta Esportiva

Conmebol divulgou nesta terça-feira datas e horários das partidas de oitavas de final da Taça Libertadores. Os jogos serão disputados entre os dias 7 e 30 de agosto.

O primeiro brasileiro a entrar em campo será o Grêmio: no dia 7, enfrenta o Estudiantes em La Plata, Argentina, às 21h45 (de Brasília). No dia 8, Flamengo e Cruzeiro se cruzam no Rio de Janeiro, e o Corinthians vai ao Chile enfrentar o Colo-Colo. Dia 9, é a vez de o Palmeiras enfrentar o Cerro Porteño, no Paraguai.

O último brasileiro a jogar será o Santos: o jogo de ida contra o Independiente, em Avellaneda, está marcado apenas para o dia 21 de agosto, às 21h45.

Jogos de ida (horário de Brasília)

 

  • 7/8 - 21h45 - Estudiantes x Grêmio
  • 8/8 - 19h30 - Boca Juniors x Libertad
  • 8/8 - 21h45 - Colo-Colo x Corinthians
  • 8/8 - 21h45 - Flamengo x Cruzeiro
  • 9/8 - 19h30 - Racing x River Plate
  • 9/8 - 21h45 - Cerro Porteño x Palmeiras
  • 9/8 - 21h45 - Tucumán x Atlético Nacional de Medellín
  • 21/8 - 21h45 - Independiente x Santos

 

Jogos de volta (horário de Brasília)

 

  • 28/8 - 19h30 - Santos x Independiente
  • 28/8 - 21h45 - Atlético Nacional de Medellín x Tucumán
  • 28/8 - 21h45 - Grêmio x Estudiantes
  • 29/8 - 19h30 - River Plate x Racing
  • 29/8 - 21h45 - Cruzeiro x Flamengo
  • 29/8 - 21h45 - Corinthians x Colo-Colo
  • 30/8 - 19h30 - Libertad x Boca Juniors
  • 30/8 - 21h45 - Palmeiras x Cerro Porteño

O Corinthians poderia encostar na liderança do Campeonato Brasileiro com o confronto direto diante do Flamengo, mas vai acabar o fim de semana fora até mesmo do G4, mais precisamente na sétima colocação, com 14 pontos, podendo cair ainda mais na tabela de classificação no caso de o Fluminense não perder nessa segunda, no encerramento da nona rodada. Nesse domingo, um gol de Felipe Vizeu no rebote de Walter garantiu a vitória do Flamengo por 1 a 0 no Maracanã, onde a equipe rubro-negra não vencia os corintianos desde 2014, e deixou os cariocas ainda mais isolados na liderança, com 20 pontos, temporariamente quatro pontos acima do segundo colocado.

Apesar da disponibilidade de Roger, Osmar Loss novamente preferiu armar seu time sem um centroavante de origem. O plano certamente não previa uma dificuldade tão grande na transição entre a defesa e o ataque. Os excessivos erros na saída de bola dos corintianos colaboraram para a pressão flamenguista na primeira metade do primeiro tempo.

O time rubro-negro tentava encontrar os espaços pelas laterais. Mantuan teve muito trabalho contra o abusado Vinicius Júnior, mas sobreviveu bem ao teste de fogo. Sem conseguir infiltrar, os cariocas forçaram além da conta as jogadas de bola aérea, e nesse quesito a defesa alvinegra também se comportou bem.

O panorama do clássico se alterou depois dos 33 minutos, e não por ação pensada de nenhum dos técnicos. Uma lesão na coxa direita de Jadson culminou com a entrada de Roger e forçou o Corinthians a mudar sua postura em campo. Sorte de Loss, que passou a assistir seu time com mais posse de bola e perigoso nas ações ofensivas.

Apesar das estratégias bem definidas e do clima favorável no Maracanã, o duelo das duas maiores torcidas do Brasil foi para o intervalo sem gols e sem ações efetivas dos dois goleiros.

O ritmo se manteve na etapa final. Lucas Paquetá, como de costume, se doava no gramado molhado, Diego chamava a responsabilidade, enquanto Éverton Ribeiro e e Henrique Dourado pouco faziam.

Do outro lado, Rodriguinho, talvez a maior esperança dos visitantes, vivia péssima tarde, errando praticamente tudo que tentava. Mateus Vital, de volta ao Rio desde sua saída do Vasco, não mostrava algo tão diferente. Pedrinho é quem carregava o ataque alvinegro, mas novamente acabou substituído por Marquinhos Gabriel.

Sem muito brilho, com mais luta do que futebol, mais erros do que acertos, o jogo seguiu arrastado. O Flamengo ao menos continuou na luta por um gol, insistiu, se lançou contra um Corinthians que aparentemente se satisfazia com o empate fora de casa.

O castigo pela falta de ousadia dos alvinegros se coincidiu com o prêmio pela coragem rubro-negra. Perto do fim, Lucas Paquetá obrigou Walter a executar grande defesa. O goleiro, no entanto, não conseguiu espalmar para fora, e a bola sobrou limpa para Felipe Vizeu estufar as redes pouco depois de entrar no lugar do vaiado Henrique Dourado.

Osmar Loss, na base do desespero, tentou o empate até com Kazim, mas era tarde demais e o Corinthians não tinha criatividade nesse domingo para chegar ao gol. Quando esteve mais perto de balançar as redes, o árbitro Anderson Daronco resolveu encerrar o jogo, apesar da bola dentro da área, nos pés de Roger, de frente para Diego Alves.  Assim, o clássico terminou com muita reclamação dos paulistas, enquanto os flamenguistas não se poupavam na comemoração da vitória.

Na próxima rodada, as duas equipes têm clássicos regionais pela frente. Enquanto o Timão recebe o Santos às 21h da quarta-feira, em Itaquera, o Mengão visita o Fluminense, às 20h de quinta, no Mané Garrincha.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 X 0 CORINTHIANS

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 3 de junho de 2018, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS)
Cartões amarelos: Jonas, Diego, Renê (Fla); Balbuena (Cor)
Público: 44.075 pagantes / 49.222 total
Renda: R$ 2.033.277,00

GOL
Flamengo:
 Felipe Vizeu, aos 34 minutos do 2T.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Léo Duarte, Rhodolfo e Renê; Jonas, Lucas Paquetá, Diego, Everton Ribeiro (Jean Lucas) e Vinícius Júnior (Marlos Moreno); Henrique Dourado (Felipe Vizeu)
Técnico: Maurício Barbieri

CORINTHIANS: Walter; Mantuan, Balbuena, Henrique e Sidcley; Gabriel (Kazim) e Maycon; Pedrinho (Marquinhos Gabriel), Jadson (Roger), Rodriguinho e Mateus Vital
Técnico: Osmar Loss

O Atlético Paranaense não segurou o embalado Sport e perdeu por 1 a 0, na Ilha do Retiro, no Recife, voltando para a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Leão chegou aos 18 pontos, subindo para a segunda colocação na classificação. Já o Furacão, com apenas nove pontos, é o 17º colocado.

Depois de uma primeira etapa sem bola na rede, o time pernambucano precisou de menos de um minuto no segundo tempo para abrir a contagem, com um golaço de Fellipe Bastos, acertando um chute de longe para matar Santos.

Na próxima rodada, o Sport enfrenta o Vasco da Gama, sábado, em São Januário, no Rio de Janeiro. Já o Atlético Paranaense terá pela frente o São Paulo, no mesmo dia, na Arena da Baixada.

O jogo – A partida começou equilibrada, com as duas defesas bem fechadas, impedindo o avanço dos ataques. Aos oito minutos, cruzamento rasteiro para Rafael Marques e Thiago Heleno apareceu na hora exata para travar e ceder escanteio. Após a cobrança, Ernando subiu para testar, pela linha de fundo.

O Leão chegou com perigo aos 13 minutos, com Rafael Marques servindo Fellipe Bastos, que mandou um petardo na rede, mas pelo lado de fora. O Furacão tinha mais a bola nos pés, mas não passava da intermediária adversária. Quando fez, aos 17 minutos, com Thiago Carleto, o cruzamento parou na defesa pernambucana. Camacho abriu espaço para arriscar o chute, aos 19 minutos, e deu trabalho para Magrão.

Com a dificuldade de entrar na defesa paranaense, o chute de longe virou uma boa arma, como na cobrança de falta de Marlone, aos 23 minutos, que passou com perigo após desvio de Fellipe Bastos. O troco veio em cobrança de falta de Carleto, que Wanderson testou para fora. Marcinho partiu em velocidade pela direita, aos 34 minutos, cruzou para o meio e ninguém apareceu. Rafael Marques tentou finalizar na área, aos 44 minutos, mas desequilibrado não pegou certo na bola.

Para a segunda etapa, as equipes voltaram sem mudanças. Porém, o Sport precisou de menos de um minuto para abrir a contagem, com um chute muito de longe de Fellipe Bastos, que marcou um golaço para surpreender a defesa atleticana. O gol acordou o Furacão, que foi para o ataque. Aos oito minutos, Raphael Veiga cruzou, Lucho pegou sobra e ajeitou para Bergson, que havia acabado de entrar, arrematar em cima da defesa.

O Leão voltou a assustar aos 16 minutos, depois de dividida de Rogério com Pablo e o chute que foi direto para fora. Santos apenas acompanhou a saída. Carleto tentou o cruzamento, aos 19 minutos, a bola foi fechada e quase enganou Magrão, que deu um tapa para afastar o perigo. Cobrança de escanteio na cabeça de Thiago Heleno, aos 25 minutos, e a testada passou por cima da meta.

Já bastante desgastado, Lucho conseguiu chegar à área, aos 27 minutos, e cruzou rasteiro, mas ninguém conseguiu completar o lance. Aos 35 minutos, mais um levantamento de Carleto para Thiago Heleno e Magrão deixou a meta para atirar de soco. Mais uma falta para Carleto, e desta vez que tentou a cabeçada foi Pablo, que parou em Magrão. Carleto teve ainda cobrança de falta, aos 46 minutos, e Magrão garantiu a vitória rubro-negra encaixando a bola.

SPORT 1 X 0 ATLÉTICO-PR

Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 06 de junho de 2018, quarta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
Assistentes: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG) e Ricardo Junio de Souza (MG)
Cartões amarelos : Deivid e Ronaldo Alves (Sport); Nikão, Thiago Heleno, Bergson e Zé Ivaldo (Atlético-PR)

Gols
SPORT: Fellipe Bastos, a 1 minuto do segundo tempo

SPORT: Magrão; Raul Prata, Ronaldo Alves, Ernando e Evandro (Durval); Deivid, Fellipe Bastos, Marlone, Gabriel (Neto Moura) e Rogério (Michel Bastos); Rafael Marques
Técnico: Claudinei Oliveira

ATLÉTICO-PR: Santos; Wanderson, Thiago Heleno e Zé Ivaldo (Bruno Guimarães); Marcinho, Camacho (Bill), Lucho González e Carleto; Rapahael Veiga, Nikão (Bergson) e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

 

Gazeta Esportiva

Tricolor da Vila segue na ZR, mas deve ter um pouco de paz para trabalhar (Divulgação/PRC)

 Paraná Clube finalmente desencanou e venceu o Fluminense por 2 a 1, na Vila Capanema, o primeiro triunfo desde que retornou para a Série A do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe paranista chegou aos seis pontos, na penúltima colocação, ainda em posição complicada na zona de rebaixamento. Já o Tricolor Carioca perdeu a chance de encostar nos líderes e segue com 14 pontos, na nona colocação.

O time da casa saiu na frente no placar, pela primeira vez na competição, com um gol de pênalti, anotado por Thiago Santos, aos sete minutos da etapa final. Aos 43 minutos, Guilherme Biteco fechou a contagem para encerrar um jejum de mais de 10 anos e seis meses.Pablo Dyego descontou, nos acréscimos, mas não evitou a festa tricolor.

Na próxima rodada, o Paraná Clube enfrenta o Bahia, quinta-feira, novamente na Vila Capanema. Já o Fluminense terá o clássico diante do Flamengo, no mesmo dia, em partida que será disputada no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

O jogo – Bastante modificado, com seis peças novas em relação à última partida, o Tricolor da Vila precisou fazer mais uma mudança logo aos cinco minutos, com Carlos deixando o gramado machucado para a entrada de Caio Henrique. A partida era de muita marcação no meio-campo, com as equipes tentando manter a posse de bola, mas sem chegar ao ataque. Aos nove minutos, Léo Itaperuna tentou o primeiro arremate, e foi travado na hora exata pela zaga.

A equipe carioca também perdeu um jogar por lesão, aos 11 minutos. Marcos Junior sentiu a coxa esquerda e saiu para a entrada da Robinho. O jogo era morno e os goleiros simplesmente não trabalhavam em campo. O primeiro momento de emoção aconteceu aos 25 minutos, com Thiago Santos recebendo na área e mandando um petardo que carimbou a trave. O Paraná seguiu no ataque e, após cobrança de escanteio, Léo Itaperuna tentou o voleio e parou em grande defesa de Julio César.

O Fluminense respondeu aos 29 minutos, com Sornoza cruzando, Thiago Rodrigues saindo errado e, na sobra, Richard parando na recuperação da zaga, que impediu o arremate. Cobrança de falta para a equipe paranista, aos 34 minutos, e Carlos Eduardo isolou a bola. Sem conseguir penetrar na defesa carioca, Leandro Vilela bateu de muito longe, aos 40 minutos, pela linha de fundo.

Para a segunda etapa, nenhuma nova mudança nas equipes. Na partida, porém algo começou a mudar quando, aos cinco minutos, Léo Itaperuna foi derrubado por Léo na área e o árbitro marcou a penalidade. Na cobraça, Thaigo Santos balançou a rede e colocou o Tricolor da Vila pela primeira vez na frente no placar após nove rodadas.

Depois de tomar o gol, o Fluminense tentou sair mais para o jogo, mas encontrava do outro lado um adversário bem fechado, impedindo seus avanços. Aos 19 minutos, Marlon fez o cruzamento, Renato Chaves dominou e bateu rasteiro, para fora, sem ninguém conseguir tocar no meio do caminho. O goleiro Thiago Rodrigues trabalhou bem, aos 25 minutos, agarrando cabeçada perigosa de Luan Peres.

Thiago Santos chegou a marcar o segundo, aos 26 minutos, com direito a drible no goleiro, mas o árbitro parou o lance para anotar impedimento. Caio Henrique partiu para a jogada individual, aos 34 minutos, soltou o pé e Julio César salvou. Mas, aos 43 minutos, Guilherme Biteco, que havia entrado pouco tempo antes, apareceu para completar cruzamento para a rede e sair para comemorar com o torcedor a primeira vitória paranista. Pablo Dyego descontou com um bonito gol, já nos acréscimos.

PARANÁ 2 X 1 FLUMINENSE

Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba (PR)
Data: 4 de junho de 2018, segunda-feira
Hora: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Assistentes: Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (SP)
Cartões amarelos: Thiago Santos, Torito González, Rayan, Wesley Dias e Jesiel (Paraná); João Carlos, Léo e Marlon (Fluminense)

Gol

PARANÁ: Thiago Santos, aos 07 minutos e Biteco, aos 43 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Pablo Dyego, aos 47 minutos do segundo tempo

PARANÁ: Thiago Rodrigues, Júnior, Jesiel, Rayan e Igor; Leandro Vilela, Torito Gonzalez e Carlos Eduardo (Wesley Dias); Leo Itaperuna, Thaigo Santos (Guilherme Biteco), Silvinho e Carlos (Caio Henrique).
Técnico: Rogério Micale

FLUMINENSE: Julio Cesar, Gum, Renato Chaves, Luan Peres e Léo (Matheus Alessandro); Richard, Jadson (Pablo Dyego), Junior Sornoza e Marlon; Marcos Júnior (Robinho) e João Carlos
Técnico: Abel Braga

 

Gazeta Esportiva

Sassá fez o gol da vitória cruzeirense (foto: Cruzeiro)

Com foco apenas no Campeonato Brasileiro, considerando que Libertadores e Copa do Brasil retornam as disputas somente após a Copa do Mundo, o Cruzeiro alcançou o topo do torneio nacional. Após a vitória sobre o Ceará, na noite deste domingo, no Castelão, a equipe de Mano Menezes chegou a segunda colocação da competição. O alvinegro, por sua vez, segue na última posição com três pontos.

Ainda é necessário esperar o restante da rodada para comemorar. O Cruzeiro está na vice-liderança, com 16 pontos. O Fluminense que joga contra o Paraná, nesta segunda-feira, tem 14 tentos e pode superar a Raposa.

A vitória da Raposa foi sem dificuldades. Nos primeiros minutos da etapa inicial, o clube mineiro abriu o placar e conseguiu se manter com ele. O Ceará pouco agrediu e quase não assustou a Raposa.

O Cruzeiro volta a campo na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), no Mineirão contra o Vasco. Já o Ceará vai ao Engenhão duelar com o Botafogo, no mesmo dia, mas às 19h30.

Primeiro tempo

O Cruzeiro dominou os primeiros minutos. O Ceará, mesmo jogando em casa, tinha uma postura defensiva e, com seu torcedor nas arquibancadas, jogava claramente por uma bola.

A Raposa era o time mais forte em campo e fazia do seu domínio de jogo mais tempo com a bola nos pés. Aos 8 minutos, Thiago Neves levou perigo contra a meta de Éverson. O arqueiro conseguiu, no entanto, fazer bela defesa.

O goleiro do Cruzeiro tocou na bola pela primeira vez aos 18 minutos para cobrar um tiro de meta. Na sequência do lance o primeiro gol da Raposa. Em lançamento de Rafael Sóbis, Bruno Silva apareceu na ponta direita – lembrando os tempos de Botafogo – e cruzou para a área. Sassá, se enrolou com a bola, mas a redonda parou no fundo das redes.

O gol fez o Cruzeiro reduzir a intensidade. Ao Ceará restava apenas tentativas. Fábio não era acionado em momento algum, os chutes da equipe da casa sempre eram de fora da área sem qualquer risco.

Segundo tempo

A etapa complementar perdeu em qualidade. O Cruzeiro tinha o resultado a seu favor e o Ceará não tinha capacidade técnica para agredir a Raposa.

Aos 3 minutos, Mancuello recebeu na frente, tentou o chute, mas o goleiro fez a defesa. O Ceará tentou responder, mas não conseguia entrar na defesa celeste.

Vendo a situação crítica que vive, o Ceará foi para o ataque. No entanto, isso abria espaços para o Cruzeiro tentar outro gol. A Raposa, no entanto, não conseguia aproveitar os espaços, algo que deixou o técnico Mano Menezes irritado.

O treinador então mudou a frente, colocando Raniel no lugar de Sassá. O objetivo era colocar sangue novo na frente para dar mais fôlego ao time.

O Ceará conseguiu sua melhor chance aos 32 minutos. Em chute de Romário, de fora da área, o goleiro Fábio mandou para escanteio com certa dificuldade.

FICHA TÉCNICA
CEARÁ 0 X 1 CRUZEIRO

Local: Castelão, Ceará
Data: 03 de junho de 2018, domingo
Horário: 19 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Carvalhães de Miranda (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Silbert Faria Sisquim (RJ)

Gols: Sassá, aos 18 minutos do primeiro tempo (Cruzeiro)
Cartões: Bruno Silva, Rafael Sóbis, Sassá (Cruzeiro); Arthur, Juninho (Ceará)

CEARÁ: Everson; Patrick, Rafael Pereira, Valdo e Romário; Richardson, Fabinho, Ricardinho (Juninho) e Wescley (Eder Luis); Douglas Coutinho (Reina) e Artur
Técnico: Jorginho

CRUZEIRO – Fábio, Edilson, Dedé, Léo, Egídio, Lucas Silva, Lucas Romero, Thiago Neves, Rafael Sóbis (Marcelo), Bruno Silva (Mancuello), Sassá (Raniel).
Técnico: Mano Menezes.

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