Dourados-MS,
Assembléia - Vem participar

Miguel Borja se ‘despediu’ do Palmeiras em grande estilo. Em seu último jogo antes de se apresentar à seleção colombiana, o centroavante deixou sua marca e deu uma assistência para Willian abrir o placar na vitória por 3 a 0 sobre o Bahia, no Allianz Parque. Antônio Carlos completou o marcador para o Verdão, agora vice-líder do Campeonato Brasileiro ao lado do Flamengo.

Antes que qualquer pessoa pudesse notar que Edigar Júnio deu lugar a Júnior Brumado no comando do ataque do Bahia por conta de uma lesão sentida ainda no aquecimento, o Palmeiras já abriu o placar. Em jogadaça coletiva aos dois minutos, Keno enfiou para Borja, que poderia ter caído na área e cavado um pênalti, mas seguiu no lance e tocou para Willian marcar.

O tento não foi por acaso. No posicionamento desta noite, Borja ‘deixou’ a função de centroavante em diversas oportunidades, permitindo a entrada de Willian pelo meio. Assim, o colombiano aparecia recebendo em velocidade e fazendo o ‘facão’.

Poucos minutos após o gol, o Alviverde quase foi atrapalhado pela ansiedade de torcida e atletas em conseguir o segundo tento. Mesmo à frente no placar, o Verdão insistia em acelerar todas as jogadas, inclusive quando não havia espaço para tal. Por consequência, o Bahia se aproveitou de erros defensivos, cresceu no jogo e chegou a acertar o travessão com Lucas Fonseca.

O bom momento Tricolor, porém, durou pouco. Com Lucas Lima cadenciando o ataque e fazendo uma partida como há tempos não se via, o Palmeiras retomou o controle do jogo. Keno e Willian também se destacaram dando a amplitude de campo que o ataque posicional do Verdão com Roger Machado não tem conseguido com Dudu.

Natural como o passar dos minutos no confronto, o Alviverde ampliou. Marcos Rocha cobrou escanteio curto para Lucas Lima, que devolveu. O lateral invadiu a área e rolou para Antônio Carlos marcar seu terceiro gol no ano.

Ainda houve tempo na etapa inicial para Miguel Borja fazer o terceiro do Palmeiras, como desenhava o plano de Roger Machado: recebendo de Lucas Lima em velocidade e movimentação diagonal. O tento foi o 15º do colombiano em 23 jogos no ano. Na comemoração, o centroavante jogou a camisa 9 para a torcida (que a devolveu) e recebeu o terceiro cartão amarelo em seu último confronto antes de apresentar à seleção colombiana.

Na etapa final, como esperado, o ritmo dos mandantes caiu muito. O Bahia, porém, pareceu respeitar tanto o Palmeiras em sua casa, que seguiu sem pressionar e marcando por zona. Na única oportunidade alviverde, Lucas Lima deu linda enfiada para Keno, que rolou para Willian, mas o atacante acertou o travessão mesmo sem goleiro.

Na reta final da partida, o Palmeiras saiu de um esquema com três atacantes para uma formação com três meio-campistas (Guerra e Hyoran entraram nos lugares de Borja e Keno). O venezuelano pouco apareceu em campo, enquanto o ex-Chape se movimentou bem e deus bons passes, inclusive para jogadas claras de gol mal anuladas por impedimento.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 x 0 BAHIA

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 19 de maio de 2018, sábado
Horário: 21h00 (horário de Brasília)
Árbitro: Rafael Traci (PR)
Assistentes: Ivan Carlos Bohn (PR) e Rafael Trombeta (PR)
Público: 26.351 pessoas
Renda: 1.517.906,22

Cartões amarelos: Lucas Lima, Antônio Carlos e Borja (PALMEIRAS); Lucas Fonseca, Gregore e Júnior Brumado(BAHIA)

GOLS
PALMEIRAS: Willian, aos dois, Antônio Carlos, aos 32, e Borja aos 41 minutos do primeiro tempo

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Edu Dracena e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Lucas Lima; Willian, Keno e Borja (Hyoran)
Técnico: Roger Machado

BAHIA: Douglas Friedrich (Anderson); Nino Paraíba, Everson, Lucas Fonseca e Léo; Gregore, Edson, Zé Rafael, Vinícius (Flávio) e Elber; Júnior Brumado
Técnico: Guto Ferreira

 

 

Gazeta  Esportiva

Flamengo e Vasco empataram por 1 a 1, em partida disputada neste sábado, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro. O resultado fez o time rubro-negro perder a liderança da competição. O Flamengo agora é o segundo colocado com 11 pontos ganhos. O Vasco, que tem um jogo a menos, ocupa a sexta colocação com oito pontos ganhos. Os gols foram marcados no primeiro tempo. Vinicius Júnior marcou para o Flamengo e Wágner empatou para o Vasco.

Nos minutos finais, jogadores dos dois times se desentenderam e criaram grande tumulto em campo. Depois da confusão, Breno e Riascos,pelo Vasco, e Rhodolfo e Cuéllar, pelo Flamengo, foram expulsos de campo. O resultado foi justo. Os dois times travaram um grande duelo no primeiro tempo, mas caíram muito de produção na etapa final.

Na próxima rodada, o Flamengo vai visitar o Atlético-MG, no Independência; o Vasco vai enfrentar o Bahia, na Fonte Nova.

O jogo – Os dois times começaram a partida no ataque, mas o Vasco se mostrava mais ofensivo. Logo aos três minutos, Thiago Galhardo se livrou de Lucas Paquetá e bateu para defesa fácil de Diego Alves. Aos sete minutos, após conclusão de Thiago Galhardo, a bola sobrou para o lateral Rafael Galhardo que mandou para fora.
Só aos 11 minutos é que o Flamengo chegou na área cruz-maltina.

Após toque de cabeça de Henrique Dourado, Éverton Ribeiro e Diego se atrapalharam e não conseguiram concluir a jogada. Dois minutos depois, o Flamengo marcou o primeiro gol. Éverton Ribeiro chutou de longe, Martín Silva se atrapalhou e deu rebote e Vinicius Júnior chegou antes dos zagueiros para empurrar a bola para as redes.

O Vasco quase empatou aos 16 minutos. Após cruzamento na área, Réver foi afastar o perigo e quase marcou contra.
Aos 17 minutos, o time de São Januário deixou tudo igual. Após cobrança de escanteio, Pikachu e desviou e Wágner cabeceou para as redes.

Depois do empate, o Vasco ganhou mais empolgação e passou a pressionar em busca do segundo gol. Aos 23 minutos, Henrique fez um lançamento para a entrada de Bruno Silva, mas o volante falhou no controle e a bola ficou com Diego Alves. Aos 26, Diego Alves teve que se virar para espalmar um chute perigoso de Wágner. O goleiro rubro-negro voltou a aparecer bem aos 31 minutos para defender uma bicicleta executada por Thiago Galhardo.

O Flamengo encontrava muita dificuldade para impor seu ritmo de jogo. Lucas Paquetá parecia perdido, sem conseguir reeditar o bom futebol das últimas partidas. Só aos 40 é que Paquetá apareceu em bom lançamento para Diego, mas a conclusão do meia foi muito ruim.

Aos 43 minutos, o zagueiro Réver subiu para cabecear e caiu em cima do braço. Com muitas dores, precisou ser substituído. Rhodolfo entrou na zaga. Depois de dominado no primeiro tempo, o Flamengo voltou diferente para a etapa final. Marcando em cima, o time dirigido por Maurício Barbieri não deixava o adversário sair da defesa. Aos oito minutos, Diego recebeu ao lado da área, mas se equivocou ao tentar fazer o cruzamento e mandou a bola para fora.

O Vasco só voltou a se equilibrar na partida depois dos dez minutos. Aos 14, após boa troca de passes, a bola ficou com Thiago Galhardo que cruzou, mas a zaga rubro-negra desviou para escanteio. Com dores na coxa, Wágner teve que deixa a partida e o atacante Kelvin entrou em seu lugar. Aos 19 minutos, impedido, Henrique Dourado colocou a bola nas redes, mas o lance foi invalidado pela arbitragem.

O ritmo do segundo tempo era bem diferente do primeiro. As duas equipes truncavam o jogo e erravam muitos passes. Os dois goleiros quase não participavam porque os atacantes não conseguiam concluir. Com vantagem numérica na arquibancada, o Flamengo tentou fazer aumentar a pressão a partir dos 30 minutos. Vinicius Júnior, muito apagado, deu seu lugar ao colombiano Marlos Moreno. Parte da torcida não gostou da mudança e vaiou o técnico Maurício Barbieri.

O treinador adiantou Lucas Paquetá e recuou Diego para participar do bloqueio defensivo, mas o time seguiu com dificuldades para organizar boas jogadas de ataque. Aos 42 minutos, Riascos ganhou na disputa com a zaga rubro-negra, mas cabeceou sem perigo para o gol defendido por Diego Alves.

Nos acréscimos, o Flamengo criou sua melhor chance no segundo tempo. Marlos Moreno fez ótimo lançamento para Lincoln que bateu forte, mas Martín Silva fez grande defesa e salvou o Vasco.

Antes do encerramento da partida, os jogadores se desentenderam depois de uma dividida entre Riascos e Éverton Ribeiro. Quando os ânimos foram serenados, o árbitro mostrou cartão vermelho para Breno e Riascos, do Vasco, e Rhodolfo e Cuéllar, do Flamengo. Éverton Ribeiro que iniciou a confusão ao empurrar Riascos, não foi punido.
Com nove jogadores de cada lado, o árbitro deu mais três minutos de acréscimo, mas nenhuma equipe conseguiu criar chances de gol.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 1 X 1 VASCO-RJ

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 19 de maio de 2018 (Sábado)
Horário: 19h(de Brasília)
Público: 32.536 pagantes
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (MG)
Cartão Amarelo: Éverton Ribeiro(Fla); Bruno Silva, Andrés Rios, Kelvin(Vas)
Cartão Vermelho: Breno e Riascos(Vas), Rhodolfo e Cuellar (Fla)

Gols:
FLAMENGO: Vinicius Júnior, aos 13 minutos do primeiro tempo
VASCO: Wágner, aos 17 minutos do primeiro tempo
FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Réver(Rhodolfo), Léo Duarte e Renê; Cuellar, Lucas Paquetá, Diego e Everton Ribeiro; Vinicius Júnior(Marlos Moreno)e Henrique Dourado(Lincoln)
Técnico: Maurício Barbieri

VASCO: Martín Silva, Rafael Galhardo, Breno, Werley e Henrique; Desábato, Bruno Silva, Thiago Galhardo(Evander), Yago Pikachu e Wágner(Kelvin); Andrés Ríos(Riascos)
Técnico: Zé Ricardo

 

Gazeta Esportiva

O Corinthians passou com louvor pela última semana decisiva que teria até a parada para a Copa do Mundo. Após se classificar na Copa do Brasil e vencer o Derby no Brasileiro, a equipe goleou por 7 a 2 o Deportivo Lara, apesar de alguns sustos, e avançou às oitavas de final da Copa Libertadores da América. Os gols foram de Jadson (três vezes), Sidcley, Romero e Júnior Dutra (dois vezes). Reyes e Hernández descontaram.

Com o resultado, o clube do Parque São Jorge alcançou os dez pontos no Grupo 7 do torneio, não podendo mais ser alcançados tanto pelo Lara, que estacionou nos seis, quanto pelo Millonarios, que empatou por 1 a 1 com o Independiente, em Bogotá, e ficou com cinco. Os argentinos têm sete e são o motivo de o Timão ainda precisar de um ponto para assegurar a liderança.

Na próxima rodada, os comandados de Carille terão pela frente o Millonarios, na próxima quinta-feira, dia 24 de maio, às 21h30 (de Brasília), na Arena Corinthians, fechando sua participação no Grupo 7. Do outro lado, os venezuelanos seguem na sua busca pela vaga na próxima fase em duelo contra o Independiente, no mesmo horário, na Argentina.

Corinthians domina, mas relaxa

O Corinthians começou a partida impondo o seu jogo com bastante facilidade sobre o Lara. Seguindo a estratégia de Fábio Carille, que pediu para os atletas evitarem sair jogando com passes curtos e apostassem nas ligações diretas, o Alvinegro não demorou a construir uma vantagem.

Em contra-ataque puxado rapidamente por Pedrinho, o Timão se viu em uma incrível situação de 4 contra 2 no campo de ataque. Rodriguinho movimentou-se bem e abriu espaço para Jadson receber do garoto, limpar para o pé esquerdo e acertar belo chute, que ainda carimbou a trave antes de entrar.

O segundo poderia ter saído logo na sequência, quando Mantuan achou Rodriguinho livre dentro da área, mas o meia chutou por cima. Pouco depois, ainda dominante, os visitantes viram Rodriguinho ser derrubado infantilmente por Mendoza, dentro da área. Na cobrança, Jadson, depois de alguns minutos parado por causa de uma garrafa atirada no gramado, que atingiu o goleiro Curiel, bateu com segurança e ampliou o placar.

A facilidade com que o jogo se desenvolveu fez o Corinthians relaxar precocemente e deu ao Lara uma chance de trabalhar a bola. Depois de algumas chances perdidas por Ramírez e Hernández, o time da casa conseguiu diminuir antes do intervalo com Reyes. Após boa troca de passes na frente da área, o atacante chutou forte, no alto, sem chances para Cássio.

Domínio segue e termina em goleada

A conversa do intervalo pareceu o bastante para os corintianos voltarem a impor o seu ritmo de jogo. Em rápida triangulação pelo lado esquerdo, auxiliada pela péssima marcação da equipe local, Sidcley teve espaço para adiantar a bola cerca de 10m antes de cruzar. Jadson, livre na segunda trave, pegou de bate pronto e guardou seu terceiro na noite.

O tento deixou tudo paralisado no campo, mas não por fatores de jogo. Cássio reclamou de objetos sendo arremessados na sua área e o árbitro Andrés Cunha ordenou que o embate fosse pausado para que se acalmassem os ânimos no setor localizado atrás do gol corintiano, destinado às torcidas organizadas.

Depois de muita negociação e dez minutos de paralisação, o jogo foi retomado pelo juiz, dando chance para os visitantes continuarem a passear em campo. Depois de contragolpe com muito espaço, Jadson serviu Pedrinho, que cruzou rasteiro para Rodriguinho. O meia foi travado, mas a bola ficou para Sidcley chutar com tranquilidade para fazer o quarto.

O Timão voltou a dar uma relaxada com a vantagem, vendo o Lara novamente diminuir, dessa vez com Hernández. Os paulistas, porém, chegaram ao quinto tento com um lindo gol de Romero, batendo de voleio após cruzamento de Mantuan. Ainda deu tempo de Júnior Dutra, aos 55, puxar contra-ataque e bater na saída do goleiro, e, no minuto seguinte, dar números finais em rebote do goleiro e fechar a goleada.

FICHA TÉCNICA
DEPORTIVO LARA 2 X 7 CORINTHIANS

Local: estádio Metropolitano de Lara, em Cabudare (Venezuela)
Data: 17 de maio de 2018, quinta-feira
Horário: 21h30 (de Brasília)
Árbitro: Andrés Cunha (Uruguai)
Assistentes: Mauricio Espinosa e Nicolás Taran (ambos do Uruguai)
Cartões amarelos: Andreutti, Di Giorgi, Carrillo (Lara)
Gols:
DEPORTIVO LARA: Reyes, aos 46 minutos do primeiro, e Hernández, aos 32 minutos do segundo tempo
CORINTHIANS: Jadson, aos 11 e aos 32 minutos do primeiro, de pênalti, e aos 7 minutos do segundo tempo, Sidcley, aos 26, Romero, aos 41, e Júnior Dutra, aos 55 e 56 minutos do segundo tempo

DEPORTIVO LARA: Luis Curiel; Anzola, Mendoza, Di Giorgi e Carrillo; Sierra, Andreutti (Cardozo), Soto (Valderrey), Ramírez e Reyes; Hernández
Técnico: Leonardo González

CORINTHIANS: Cássio; Mantuan, Balbuena, Henrique e Sidcley; Gabriel e Maycon (Paulo Roberto); Pedrinho (Mateus Vital), Jadson (Júnior Dutra), Rodriguinho e Romero
Técnico: Fábio Carille

 

 

 

Gazeta Esportiva

O Flamengo garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa Libertadores da América, ao derrotar o Emelec por 2 a 0, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã. Com o resultado, o time rubro-negro chegou aos nove pontos ganhos, manteve a segunda posição do Grupo 4 e não pode mais ser alcançado por Santa Fe e Emelec.

O time equatoriano ainda não venceu na competição, segue na lanterna da chave com apenas um ponto ganho e tem pouquíssimas chances de disputar a Copa Sul-Americana. Os gols do Flamengo foram marcados por Éverton Ribeiro, ambos no segundo tempo.

A vitória do Flamengo foi justa porque o time rubro-negro foi superior ao adversário desde o primeiro minuto de jogo. E poderia ter alcançado um resultado mais amplo se tivesse aproveitado as oportunidades criadas. O Emelec voltou a mostrar o futebol limitado que causou a sua eliminação do torneio sul-americano. O time do Equador lutou muito, mas foi batido pela maior categoria do adversário.

O jogo – O Flamengo começou no ataque, tentando aproveitar o incentivo da grande torcida para empurrar o Emelec para a defesa. Aos cinco minutos, o primeiro momento de vibração. Após cruzamento na área, Henrique Dourado ajeitou para Vinicius Júnior que bateu por cima do travessão. O Emelec respondeu aos oito minutos. Paquetá errou passe na intermediária rubro-negra e permitiu um ataque perigoso dos equatorianos. Matamoros lançou Rojas na direita. O goleiro Diego Alves cortou o cruzamento, mas colocou a bola nos pés de Preciado que bateu para o gol, mas a zaga salvou.

O Flamengo tentou adiantar Paquetá para jogar ao lado dos atacantes, mas acabou permitindo que o Emelec ganhasse um bom espaço para manobrar, criando problemas para a zaga rubro-negra.

O time da Gávea só voltou a perturbar a defesa visitante aos 16 minutos quando Paquetá recebeu de Diego e bateu forte. A bola saiu, mas levou perigo para o gol defendido por Dreer.

Aos 23 minutos, Éverton Ribeiro bateu falta, Juan subiu mais do que Lastra e cabeceou. O goleiro Dreer ainda desviou a bola que se chocou com o travessão.

A equipe dirigida por Maurício Barbieri passou a dominar o jogo e criou mais uma chance aos 26 minutos, quando Henrique Dourado recebeu na área, mas a conclusão do Ceifador foi facilmente defendida por Dreer. A pressão carioca aumentou e aos 36 minutos, Henrique Dourado foi derrubado na entrada da área. Diego fez a cobrança, mas mandou para fora, frustrando a torcida rubro-negra.

O Emelec só conseguiu voltar à área rubro-negra aos 38 minutos, mas Renê desviou para escanteio um cruzamento perigoso de Matamoros.

Aos 43 minutos, em nova cobrança de falta, o Flamengo quase chegou lá. Diego bateu falta na lateral da área e Juan cabeceou com muito perigo, mas a bola saiu.Nos acréscimos, o Emelec voltou ao ataque e o Flamengo cedeu escanteio, mas o árbitro encerrou o jogo antes da cobrança, o que revoltou os atletas visitantes.

O Flamengo voltou para o segundo tempo com o zagueiro Léo Duarte no lugar de Juan que sentiu dores na coxa direita e pediu substituição. E logo aos três minutos, marcou o primeiro gol. Renê invadiu a área pela esquerda, e cruzou para o meio da área. A bola sobrou para Diego que chutou para defesa parcial de Dreer. Éverton Ribeiro apanhou o rebote e mandou para o fundo das redes.

Depois de sofrer o gol, o técnico Alfredo Arias colocou mais um atacante em campo para tentar dar mais agressividade à equipe.

Mesmo em vantagem, o time carioca não reduziu a pressão sobre a defesa do Emelec, não permitindo a troca de passes na zaga. Aos 12 minutos, uma falha de Éverton Ribeiro permitiu que o Emelec armasse um bom contra-ataque que terminou com a conclusão de Luna, bem defendida por Diego Alves.

O rubro-negro seguia dominando e,aos 15 minutos, foi a vez de Rodinei experimentar para defesa segura de Dreer. Depois dos 20 minutos, o ritmo do Flamengo caiu, mas o Emelec, apesar de tentar ser mais ofensivo, não conseguia penetrar na defesa rubro-negra.

Aos 27 minutos, em lance confuso na área equatoriana, Henrique Dourado e Vinicius Júnior tiveram chances de concluir, mas acabaram bloqueados. O Flamengo voltou a comandar as ações e a criar situações de perigo, mas seguiu falhando nas conclusões.

Aos 32 minutos, a zaga equatoriana errou e permitiu que Vinicius Júnior recebesse livre na área, mas o jovem atacante desperdiçou a oportunidade de ampliar o marcador ao tentar fazer o passe para um companheiro, quando tinha tudo para marcar.

Aos 39 minutos, o Emelec criou a sua melhor oportunidade. Preciado bateu colocado e Diego Alves fez grande defesa. O rebote ficou para Lastra que mandou para fora e desperdiçou a chance para empatar.
Para tentar fechar a defesa, o volante Jonas entrou no lugar de Diego que ouviu mais aplausos do que vaias na saída. Nos acréscimos, o Flamengo ampliou em cobrança de falta perfeita de Éverton Ribeiro, dando números finais ao jogo.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-BRA 2 X 0 EMELEC-EQU

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 16 de maio de 2018 (Quarta-feira)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Diego Haro (Peru)
Assistentes: Raúl López Cruz (Peru) e Víctor Raez (Peru)
Cartão Amarelo: Diego, Lucas Paquetá (Fla); Preciado, Lastra (Emelec)
Cartão Vermelho: Técnico Maurício Barbieri (Fla)
Gol:
FLAMENGO: Éverton Ribeiro, aos três e 46 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Juan (Léo Duarte), Réver e Renê; Cuéllar, Lucas Paquetá, Diego (Jonas) e Everton Ribeiro; Vinicius Júnior e Henrique Dourado (Marlos)
Técnico: Maurício Barbieri

EMELEC: Dreer; Paredes, Jaime, Mejía e Baguí; Lastra, Arroyo (Burbano),Orejuela e Matamoros (Luna); Rojas (Jefferson Montero) e Preciado
Técnico: Alfredo Arias

 

 

Gazeta Esportiva

Seis rodadas. Esse foi o tempo que o atacante Roger Guedes precisou para sair do inferno e ir ao céus. Ele comprovou seu crescimento na tarde deste sábado, com a vitória do Atlético sobre o Cruzeiro, por 1 a 0, no Independência, dando ao time alvinegro a liderança do Campeonato Brasileiro, com 13 pontos. A Raposa tem sete pontos, na nona colocação. O Galo só perde a ponta em caso de vitória do Corinthians nesse domingo, já que o Flamengo não passou de um empate com o Vasco também nesse sábado.

Na primeira rodada do Brasileirão, Roger Guedes não era presença garantida entre os titulares e “entregou” o segundo gol do Vasco, que deu o triunfo, de virada, ao time carioca. Após aquela partida, foi necessário líderes atleticanos irem até a diretoria para solicitarem uma nova oportunidade ao jogador. A decisão naquele momento era devolver o atleta.

Roger Guedes hoje é personagem principal. Uma das peças importantes do Atlético de Thiago Larghi, o jogador é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com cinco gols feitos.

No duelo contra o Cruzeiro, Roger Guedes voltou a marcar. Após um bom primeiro tempo do Galo, com mais imposição de força, na etapa complementar, com um jogador a mais, o Atlético conseguiu ser muito superior e sobrou para Guedes dar a vantagem no placar.

O Atlético volta a campo no próximo sábado, às 21h (de Brasília), no Independência, contra o Flamengo. O Cruzeiro enfrenta o Racing, na terça, pela Copa Libertadores. Pelo Brasileirão, a Raposa enfrenta o Santos, no domingo, às 16h.

Primeiro tempo
O técnico Mano Menezes decidiu mandar a campo sua equipe reserva. Somente o goleiro Fábio entre os titulares. Isso por causa do jogo contra o Racing, na próxima terça-feira, no Mineirão, pela Copa Libertadores, que terá a necessidade de ter a equipe completamente descansada.

O Galo, por sua vez, tem um desgaste psicológico. O time chega para o clássico com duas eliminações seguidas, na Sul-Americana e Copa do Brasil. A diretoria está muito pressionada e o cargo de Alexandre Gallo é questionado.

Os primeiros minutos foram de bastante estudo. O Cruzeiro se fechou. O time de Mano Menezes esperava atrás da linha da bola e não se arriscava. O Atlético, porém, estudava a partida. Por longos períodos, o time de Larghi trocou passes no campo defensivo, sempre esperando o melhor momento.

A primeira boa chegada do Galo foi aos 7 minutos. Em cruzamento na área, Roger Guedes chutou, mas a bola foi mascada e sem perigo. O Atlético, entretanto, seguia mais criativo e, minutos depois, conseguiu deixar Ricardo Oliveira em boas condições. O chute foi ruim.

O Cruzeiro enquanto isso tinha certa dificuldade para criar oportunidades. As chegadas da Raposa não eram suficientes para assustar os torcedores atleticanos – que eram maioria no Independência.

Quando o jogo chegou aos 25 minutos, o Atlético ainda era mais dominante e ficava no campo ofensivo. No modo de interpretar do técnico Larghi, faltava profundidade. O Cruzeiro era defesa e alguma tentativa ou outra no ataque.

Aos 41 o Galo fez grande jogada. Adilson conseguiu roubar a bola ainda no ataque e driblou Manoel. Ele deixou a redonda com Ricardo Oliveira, mas a perna esquerda do camisa 9 não funcionou.

Segundo tempo

Na volta do intervalo, o desenho tático do jogo demorou três minutos para sofrer alteração. Além de Arrascaeta entrar na vaga de Rafael Sóbis, Mancuello foi expulso.

Aos 7 minutos o Cruzeiro chegou a sua melhor oportunidade na partida. Em cruzamento da esquerda, Gabriel conseguiu tirar, mas a bola sobrou limpa para Bruno Silva. O volante chutou forte, mas o goleiro Victor fez ótima defesa.

Poucos minutos depois o Cruzeiro chegou novamente com perigo. Em cruzamento de Marcelo Hermes, outra vez pela esquerda, Robinho tentou o desvio e Gabriel mandou para escanteio.

Os dois lances mostraram que o Cruzeiro era superior no momento.

O técnico Thiago Larghi fez então sua primeira alteração: tirou Luan e mandou a campo Otero.

Aos 16, o Galo abriu o placar. Após duas ótimas tabelas, a bola sobrou para Roger Guedes. Em uma jogada de sorte, a redonda pegou o jogador e enganou o goleiro Fábio.

Após o gol só deu Galo. A equipe de Thiago Larghi passou a ganhar confiança e chegava ao ataque com grande facilidade. Aos 28, Ricardo Oliveira perdeu um gol feito. Em cruzamento da direita, o camisa 9, na pequena área, com Fábio batido, não conseguiu chegar na bola.

Até o fim do jogo, o Atlético seguiu bastante superior e só não fez mais gols por detalhes.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO 1 X 0 CRUZEIRO

Local: Estádio Independência, Belo Horizonte (MG)
Data: 19 de Maio de 2018, Sábado
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliar: Marcelo Carvalho Van Gasse (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Emerson, Adilson, Elias (Atlético); Bruno Silva, Mancuello (2) (Cruzeiro)
Cartão vermelho: Mancuello (Cruzeiro)

GOL:
Atlético-MG: Roger Guedes, aos 16 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO–MG: Victor; Patric, Bremer, Gabriel e Fábio Santos; Adilson, Elias e Cazares; Luan, Roger Guedes e Ricardo Oliveira.
Técnico: Thiago Larghi

CRUZEIRO – Fábio, Ezequiel, Murilo, Manoel, Marcelo Hermes, Bruno Silva, Ariel Cabral, Mancuello, Robinho, Rafael Sóbis (Arrascaeta) e Raniel.
Técnico: Mano Menezes.

 

 

Gazeta Esportiva

O Palmeiras garantiu a melhor campanha da primeira fase da Copa Libertadores na noite desta quarta-feira. No Allianz Parque, com um pênalti defendido por Fernando Prass e gols de Miguel Borja, o time alviverde ganhou por 3 a 1 do Junior Barranquilla.

O triunfo da equipe alternativa armada por Roger Machado deixa o Palmeiras com 16 pontos e assegura a vantagem de disputar a segunda partida das fases eliminatórias do torneio dentro de casa. Já o Junior Barranquilla, ultrapassado pelo Boca Juniors, fica com sete pontos e acaba eliminado.

O sorteio dos confrontos pelas oitavas de final da Copa Libertadores está marcado para o dia 4 de junho, na sede da Conmebol – os jogos serão disputados de 8 a 29 de agosto, depois da Copa do Mundo. Pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, às 21 horas (de Brasília) de sábado, o Palmeiras enfrenta o Bahia, no Allianz Parque.

O Jogo – Com os atacantes Dudu e Borja como únicos titulares, o Palmeiras sofreu durante o primeiro tempo. O goleiro Fernando Prass, escalado como capitão, teve trabalho para manter o placar inalterado diante do Junior Barranquilla, que dependia de um triunfo para avançar.

Em chute frontal disparado por Téo Gutierrez, o veterano arqueiro palmeirense fez bela defesa ao saltar no canto direito. Pouco depois, após cruzamento vindo do lado esquerdo, Chará cabeceou e exigiu nova intervenção providencial de Fernando Prass.

O Palmeiras melhorou um pouco nos minutos finais e Dudu, após receber passe de Borja, parou na saída de Sebastian Viera. Em jogada pela direita, Guerra tentou acionar o centroavante colombiano, mas o goleiro do Junior Barranquilla defendeu novamente. A torcida, insatisfeita, vaiou o time local ao fim do primeiro tempo.

O Palmeiras voltou aceso para a etapa complementar e logo acertou o travessão com Tchê Tchê de fora da área. Aos seis minutos, a equipe mandante enfim inaugurou o marcador. Viera espalmou cruzamento feito por Mayke pela direita e Borja aproveitou o rebote para marcar.

Pouco depois, o árbitro paraguaio Enrique Cáceres viu pênalti de Luan sobre Téo Gutierrez. Com um salto para o lado esquerdo, Prass defendeu a cobrança de Barrera e vibrou muito. Aos 14 minutos, após chutão do goleiro palmeirense e vacilo da zaga colombiana, Borja recebeu de Willian e tocou com categoria na saída de Viera.

O Junior Barranquilla diminuiu aos 21 minutos, quando Chará cruzou da direita para Téo Gutierrez, em posição de impedimento, completar. Aos 23, Guerra levantou na área, a zaga colombiana cortou e a bola sobrou para Borja marcar seu terceiro. O colombiano, substituído por Hyoran, deixou o campo ovacionado.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 1 JUNIOR BARRANQUILLA

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
Data: 16 de maio de 2018, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)
Assistentes: Eduardo Cardozo e Juan Zorilla (PAR)
Público: 25.787 torcedores
Renda: R$ 1.621.350,28
Cartões amarelos: Emerson Santos (PAL); Piedrahita (JUN)
GOLS:
PALMEIRAS: Borja, aos seis, 14 e 26 minutos do segundo tempo
JUNIOR BARRANQUILLA: Téo Gutierrez, aos 21 minutos do segundo tempo

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Emerson Santos, Luan e Victor Luis; Thiago Santos, Tchê Tchê (Bruno Henrique) e Guerra (Deyverson); Dudu, Willian e Borja (Hyoran)
Técnico: Roger Machado

JUNIOR BARRANQUILLA: Sebastian Viera; Marlon Piedrahìta, Jorge Arias, Jhonatan Ávila e David Murillo (Rafael Pérez); Leonardo Pico e Victor Cantillo; Yimmi Chará (Luiz Ruiz), Barrera e Yonny González (Luis Díaz); Teófilo Gutierrez
Técnico: Julio Comesaña

 

Gazeta Esportiva

Em duelo bastante disputado, a Chapecoense eliminou o Atlético, na Copa do Brasil e seguiu para a disputa nas quartas de final da competição. Após dois jogos sem gols, a equipe de Santa Catarina venceu a disputa por penalidades, por 4 a 3, e mandou o Galo para Belo Horizonte com a segunda eliminação em uma semana – a outra foi na Copa Sul-Americana.
Os 180 minutos não foram suficientes para Atlético e Chapecoense. As equipes não fizeram nenhum gol nas oitavas de final. Então os pênaltis foram necessários para as equipes decidirem quem avança.

O Atlético fez o primeiro tempo melhor. A equipe mineira conseguiu se impor fora de casa e trocava passes no campo de ataque. Na etapa complementar, a Chape melhorou, conseguiu criar mais e, se não fosse Victor, teria tirado o zero do placar.

Agora após a Copa do Mundo, a Chape inicia a luta para seguir na Copa do Brasil. No fim de semana, o Atlético enfrenta o Cruzeiro, no clássico no Independência, no sábado, às 16h (de Brasília). Já a Chape enfrenta o Inter, no Beira-Rio, na segunda-feira, às 20h.

Primeiro tempo

O técnico Thiago Larghi chegou em Chapecó com algumas dúvidas em sua equipe. Ele não mudaria a estrutura de jogo, porém, pensou em colocar caras novas na equipe. E isso ele fez.

A escalação inicial mostrou a ausência de Gabriel para a entrada de Leonardo Silva, formando a zaga com o jovem Bremer. No meio, Luan deixou a equipe para a formação de Cazares e Otero. No equatoriano a expectativa de melhor organização. No venezuelano, a probabilidade de uma boa bola parada. Na defesa, pensou em ter uma zaga mais alta.

Os primeiros minutos mostraram as equipes se estudando em campo. Ambas tinham suas armas, mas elas eram pouco apresentadas, ficando guardadas para o momento exato.

A criatividade do Galo, entretanto, aflorou inicialmente. A equipe mineira passou a tomar conta da partida, se impor, buscar o jogo. A Chape também buscou o gol, mas em menor quantidade.

Aos 11, Otero, de fora da área, soltou um forte chute e levou bastante perigo contra a meta de Jandrei. Embora tenha tido alguma dificuldade para fazer a defesa, o arqueiro fez. Pouco depois, o Galo chegou com Ricardo Oliveira, mas o goleiro novamente defendeu.

A Chapecoense respondia pelo alto. Na maioria das vezes com Wellington Paulista, o que mostra que Thiago Larghi tinha razão em seu pensamento, colocando uma defesa mais lenta, no entanto, mais alta.

O Galo seguiu até o fim da partida se impondo. A posse de bola mostrava isso: 61% contra 39%. A equipe mineira trocava passes, mas o esquema defensivo de Kleina seguiu bem armado – assim como no encontro inicial.

No último minuto, a Chape quase chegou ao primeiro gol. Em cruzamento da esquerda, Wellington Paulista conseguiu o desvio e Victor precisou se esticar todo para tirar.

Segundo tempo

O Galo voltou para a etapa complementar novamente sendo a equipe que domina a partida. O Atlético trocava passes e, na maioria das vezes, suas linhas defensivas já estavam altas – mostrando, por outro lado, uma Chape fechada toda atrás da linha da bola.

Após os 10 minutos, a Chapecoense passou a sair mais para o jogo. Porém, abusava das bolas aéreas. Aos 15 minutos uma grande chance, em cruzamento na área, Artur por pouco não abre o marcador.

A Chape passou a pressionar o Galo. Em três chegadas muito fortes, em todas com boas defesas de Victor. O Atlético já não tinha oportunidades, passava aperto na defesa e tinha dificuldades para transição.

O Atlético melhorou no fim do jogo, enquanto a Chape se segurou. Mas ambos seguiram com o zero no placar.

Cobranças

Ricardo Oliveira – Perdeu
Wellington Paulista – Gol
Luan – Gol
Luiz Antônio – Gol
Leonardo Silva – Gol
Nadson – Gol
Roger Guedes – Perdeu
Bruno Pacheco – Perdeu
Cazares – Gol
Rafael – Gol

FICHA TÉCNICA
CHAPECOENSE 0 (4) X 0 (3) ATLÉTICO-MG

Local: Arena Condá, Santa Catarina
Data: 16 de maio de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Daniel Luis Marques (SP)

Cartões: Wellington Paulista (Chapecoense); Patric, Fábio Santos (2) (Atlético)
Cartão vermelho: Fábio Santos (Atlético)

ATLÉTICO-MG: Vitor; Patric, Léo Silva, Bremer e Fábio Santos; Adilson (Luan), Cazares, Gustavo Blanco (Elias) e Otero (Erik); Roger Guedes e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

CHAPECOENSE: Jandrei; Apodi, Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco; Amaral, Márcio Araújo e Canteros, Guilherme (Luiz Antônio); Arthur (Bruno Silva) e Wellington Paulista
Técnico: Gilson Kleina

 

 

Gazeta Esportiva

Mais Artigos...