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O técnico Tite anunciou, na manhã desta sexta-feira, "a lista mais difícil" de elaborar desde que assumiu o comando da seleção brasileira. Palavras do próprio treinador. Repleto de dúvidas no que diz respeito a lesões e surpresas de última hora, o técnico convocou a Seleção para a Copa América que será disputada no Brasil entre 14 de junho e 7 de julho.

 

Daniel Alves, Fernandinho e David Neres talvez sejam os maiores destaques. O lateral do PSG volta à seleção depois de mais de um ano longe - a última convocação foi em março de 2018. O volante do Manchester City não era lembrado desde a Copa do Mundo do ano passado. E o atacante do Ajax ficou com a vaga que também tinha na disputa Vinicius Junior, do Real Madrid, e Lucas Moura, do Tottenham. A ausência de Fabinho, convocado em todas as ocasiões desde a Copa, chamou a atenção.

 Entre os 23 convocados, 14 são remanescentes do Mundial da Rússia: Alisson, Ederson, Cássio, Marquinhos, Thiago Silva, Fagner, Filipe Luís, Miranda, Coutinho, Casemiro, Fernandinho, Firmino, Gabriel Jesus e Neymar.

Everton, do Grêmio, e a dupla Cássio e Fagner, do Corinthians, são os representantes de clubes brasileiros na lista. Ambos os times têm compromisso pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil: o Grêmio pega o Juventude no dia 29 de maio, e o Timão encara o Flamengo no dia 4 de junho. 

Antes do anúncio da lista, Edu Gaspar e Tite despediram-se de Sylvinho, que pertencia à comissão técnica da seleção brasileira e foi anunciado recentemente como treinador da seleção olímpica. Seu destino, no entanto, não foi revelado. Disseram apenas que o ex-jogador aceitou o convite de "um grande clube europeu".

 

Os jogadores começam a se apresentar no dia 22, próxima quarta-feira, na Granja Comary, em Teresópolis. Envolvidos na final da Liga dos Campeões, Alisson e Firmino terão dois dias de folga após a decisão contra o Tottenham. Antes de estrear na Copa América, a seleção brasileira fará dois amistosos: contra o Catar no dia 5, em Brasília; e contra Honduras no dia 9, no Beira-Rio.

O Brasil está no Grupo A da Copa América ao lado de Bolívia, Peru e Venezuela. A estreia será contra os bolivianos no dia 14 de junho, às 21h30 (de Brasília), no Morumbi.

Veja a lista completa:

  • Goleiros: Alisson (Liverpool), Cássio (Corinthians) e Ederson (Manchester City)
  • Defensores: Alex Sandro (Juventus); Marquinhos, Thiago Silva e Dani Alves (PSG); Éder Militão (Porto), Fagner (Corinthians), Filipe Luís (Atlético de Madrid) e Miranda (Inter de Milão)
  • Meio-campistas: Allan (Napoli); Philippe Coutinho e Arthur (Barcelona); Casemiro (Real Madrid), Fernandinho (Manchester City) e Lucas Paquetá (Milan)
  • Atacantes: David Neres (Ajax), Everton (Grêmio), Roberto Firmino (Liverpool), Gabriel Jesus (Manchester City), Neymar (PSG) e Richarlison (Everton)

O Palmeiras é campeão da Copa do Brasil sub-20. Nesta quinta-feira, o time alviverde visitou o Cruzeiro, na Arena Independência, pelo jogo de volta da final do torneio e, apesar de ter levado um grande susto, acabou saindo de campo com o título. Após abrir 3 a 1, o Verdão cedeu a virada para os donos da casa, mas, nos pênaltis, levou a melhor, por 4 a 1.

Patrick de Paula, Anibal e Alanzinho balançaram as redes para o Palmeiras no tempo regulamentar. Welinton, Adriano, Thiago e João Luiz fizeram os gols do Cruzeiro. Já nos pênaltis, Lucas Esteves, Fabrício, Cesinha e Lincon converteram as cobranças para o Verdão, enquanto somente João Luiz estufou as redes na marca da cal para a Raposa.

O jogo – O Palmeiras abriu o placar logo aos 11 minutos de jogo. Mesmo jogando longe de seus domínios, o time alviverde não se intimidou e saiu em vantagem graças a um lindo gol de falta de Patric de Paula. O camisa 8 bateu colocado, por cima da barreira, mandando no ângulo esquerdo do goleiro Marlon, que nada pôde fazer.

O Cruzeiro, entretanto, não deixou o Palmeiras ficar em situação confortável por muito tempo. Quatro minutos depois de o rival abrir o placar, os donos da casa empataram. Aos 15, Popó recebeu bom lançamento de Maurício e cruzou rasteiro para Welinton, que, com o goleiro totalmente fora da jogada, precisou apenas completar de primeira para o fundo das redes.

Mas o Palmeiras estava realmente disposto a não deixar o Cruzeiro gostar do jogo. Aos 24 minutos o time alviverde retomou a frente no placar graças à uma falha grotesca da defesa celeste, que tentou sair jogando, mas Meloni fez o desarme, se livrou do zagueiro e deu passe açucarado para Anibal dominar dentro da área e chutar no cantinho do goleiro adversário.

E quem pensava que o Cruzeiro iria voltar com tudo para o segundo tempo na tentativa de reverter a situação se enganou. Logo no primeiro minuto da etapa complementar o Palmeiras chegou ao terceiro gol com um chutaço de Alanzinho. A principal promessa alviverde recebeu de Léo, dominou já girando e bateu colocado, da entrada da área, sem chances para o goleiro Marlon.

O Cruzeiro só foi reagir de novo aos 21 minutos. Sem conseguirem furar o bloqueio defensivo do Palmeiras trocando passes, os donos da casa acabaram descontando através da bola parada. Adriano aproveitou a cobrança de escanteio no segundo pau, dominou e bateu forte para manter a Raposa viva no jogo.

Embalada pelo gol, a garotada do Cruzeiro chegou ao empate três minutos depois, quando Maurício cobrou falta, o goleiro do Palmeiras deu rebote e Thiago não titubeou, mandando a bola para o fundo das redes. Como se não bastasse, a Raposa conseguiu a épica virada aos 27. João Luiz invadiu a área pela esquerda, bateu cruzado, e Gomes aceitou, fato que fez com que os donos da casa assumissem a vantagem por 4 a 3 e levassem a decisão para os pênaltis.

Pênaltis: Nas penalidades, melhor para o Palmeiras, que teve 100% de aproveitamento na marca da cal com Lucas Esteves, Fabrício, Cesinha e Lincon. Já pelo lado do Cruzeiro, apenas João Luiz converteu sua cobrança, enquanto Adriano chutou para fora e Thiago viu o goleiro Marlon defender seu arremate. Assim, o Verdão acabou vencendo a Raposa nos pênaltis por 4 a 1.

Desta vez, os dois somam 10 pontos em quatro rodadas. A equipe treinada por Luiz Felipe Scolari leva vantagem sobre o time do técnico Jorge Sampaoli pelo saldo de gols – sete a cinco (veja aqui a tabela e a classificação completa do Brasileirão).

O São Paulo tem a mesma pontuação e, portanto, também briga por fora pela primeira colocação, dependendo do saldo de gols.

Veja abaixo os últimos duelos decisivos e as polêmicas entre palmeirenses e santistas:

Paulistão de 2015
O Santos conquistou o Campeonato Paulista batendo o Palmeiras na decisão. Depois de perder por 1 a 0 no primeiro jogo, o Peixe fez 2 a 1, na Vila Belmiro, e levantou a taça com a vitória nos pênaltis por 4 a 2. Relembre:

Copa do Brasil de 2015
Poucos meses depois, o Palmeiras devolveu e conquistou a Copa do Brasil ao bater o Santos na final. O Peixe venceu por 1 a 0, em casa, mas o Verdão reagiu com um triunfo por 2 a 1, na arena. Nos pênaltis, o goleiro Fernando Prass pegou uma cobrança, converteu a última batida e assegurou o troféu aos alviverdes. Assista:

Paulistão de 2016

Pela semifinal, o Palmeiras buscou o empate no tempo normal mesmo jogando na Vila Belmiro. Nas batidas, porém, brilhou a estrela do goleiro Vanderlei para colocar o Peixe na decisão.

Ricardo Oliveira x Fernando Prass

A temporada de 2015 foi agitada para Palmeiras e Santos. Começou com o título estadual do Peixe contra o Verdão e terminou com a conquista dos palmeirenses contra os santistas na Copa do Brasil. Tudo isso com muita polêmica e provocações.

Quem protagonizou a maior disputa entre os dois times naquele ano foi a dupla Ricardo Oliveira e Fernando Prass. Depois de gols decisivos do atacante, com direito a comemoração provocativa, coube ao goleiro marcar de pênalti o gol do título alviverde na Copa do Brasil. Na festa, palmeirenses imitaram a careta feita pelo hoje atacante do Galo.

Lucas Lima x Palmeiras

No período que passou no Santos, Lucas Lima provocou e foi provocado pelos palmeirenses. Fora de campo, o meia alimentou a rivalidade com postagens provocativas nas redes sociais.

Ele comemorou goleada sofrida pelo Verdão no Campeonato Paulista, eliminação palmeirense na Libertadores, respondeu comentários... Teve até vídeo do diretor Alexandre Mattos xingando o atleta durante a comemoração do título de 2016.

Mas a principal resposta alviverde foi brincar com a atuação do meia na final da Copa do Brasil de 2015, quando os torcedores afirmaram que Matheus Sales colocou o santista no bolso.

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

As donas da casa assumiram a liderança apenas nos minutos finais do embate (Foto: LBF)

Basquete

No terceiro jogo da final entre Vera Cruz Campinas e Sampaio Basquete, quem levou a melhor, neste domingo, e garantiu a liderança na série melhor de cinco foi a equipe da casa, no embate disputado no ginásio do Castelinho, em São Luís (MA). Com o marcador em 55 a 50, a vantagem foi conquistada e a equipe do Maranhão está a uma vitória de faturar o título da Liga Feminina de Basquete, que tem a TV Gazeta como emissora oficial.

A partida foi decida apenas nos minutos finais, já que o placar estava muito equilibrado no final do último quarto. Depois de uma primeira parcial equilibrada, as donas da casa somaram vantagem de oitos pontos na segunda etapa, mas não souberam administrar o bom desempenho no terceiro estágio, quando o Campinas levou a melhor e converteu pontos importantes.

Na última parcial, o grupo paulista quase não apareceu em quadra e marcou apenas três pontos contra 12 das rivais. Com os números e boa bola de Tati, o Sampaio conseguiu virar o placar, para levantar o público presente no ginásio maranhense.

Com um belo trabalho coletivo, o Sampaio também viu números fundamentais de Briahanna Jackson. Cestinha do embate, a norte-americana foi dona de 16 pontos e nove rebotes. Quem também mostrou bom basquete foi Ariadna, que liderou as visitantes na caça às adversárias. Com cinco faltas, faltando cinco segundos para o fim do embate, ela foi excluída da partida. A cubana conquistou 11 pontos e ainda contou com 17 rebotes de Babi.

Agora, o Sampaio precisa garantir uma vitória no próximo compromisso das equipes, marcado para a próxima terça-feira, às 19 horas, no mesmo Castelinho, para faturar o título. Caso as donas da casa percam, o jogo cinco acontece em 3 de junho, em Campinas (SP).

Mogi forçou o jogo 4 com a vitória (Foto: LBF/Divulgação)

Basquete

Nesta quinta-feira, no segundo jogo da final do Novo Basquete Brasil. o Mogi devolveu a derrota que sofreu em casa em casa . A equipe de Guerrinha superou o Paulistano por 84 a 70, no Ginásio Wlamir Marques, e deixou a série empatada em 1 a 1.

Os principais pontuadores das Jaguatiricas foram Jimy e Tyrone com 18 pontos cada. Além disso, o americano fez seis assistências e pegou seis rebotes. Larry Taylor fez 12 pontos e pegou nove rebotes. Pelo Tigre, Hubner teve 18 pontos e dez rebotes. Deryk anotou 12 pontos.

Depois de um início de partida com poucos pontos, o Mogi começou a acertar as cestas na segunda metade do primeiro quarto e conseguiu criar uma vantagem de 11 pontos nos primeiros dez minutos (21 a 10). O segundo período foi mais equilibrado, os dois times alternaram cestas e o jogo foi para o intervalo em 38 a 27 depois do empate em 17 a 17 no quarto.

Os dois times protagonizaram um terceiro quarto muito intenso na volta para a segunda metade do jogo e o time visitante conseguiu ampliar um pouco a sua vantagem ao ganhar os dez minutos por 34 a 28. Apesar do Paulistano ter vencido o último período, o jogo terminou em 84 a 70 para o Mogi.

As duas equipes voltam a se enfrentar no sábado, às 12h35 (de Brasília), no Ginásio Wlamir Marques.

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB

Vôlei

Esqueça que o Brasil venceu fácil a Holanda em três amistosos de preparação. Que chegou ao confronto deste sábado com duas vitórias no Mundial masculino, com moral por bater a poderosa França. Desta vez, a seleção foi envolvida por um surpreendente e inspirado adversário, que anulou o passe e neutralizou o ataque brasileiro. De virada, por 3 sets a 1, com parciais de 21/25, 25/20, 25/20 e 25/21 o time de Guido Vermeulen fez o jogo da vida na Arena de Ruse e derrubou a invencibilidade dos atuais campeões olímpicos na competição - quebrando ainda uma escrita de 52 anos sem vencer o Brasil em Mundiais.

A seleçao de Renan Dal Zotto só volta a jogar na segunda-feira, contra o Canadá, único time ainda invicto no Grupo B. A Holanda encara a França às 14h30 (horário de Brasília) deste domingo, em partida com transmissão ao vivo do SporTV2. 

Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB
Holanda surpreendeu o Brasil neste sábado — Foto: FIVB

O Brasil começou com a formaçao titular da estreia contra o Egito, com Kadu de volta ao time no lugar de Lipe. A Holanda, por outro lado, só manteve um titular, além do líbero, em relação ao grupo que venceu a China na véspera. A alteração mais surpreendente foi a saída de Nimir Abdel-Aziz, capitão e maior pontuador do time até então.

As modificações de Guido Vermeulen se mostraram muito interessantes, mas não ameaçaram a dianteira do Brasil no primeiro set. Apostando tudo no saque, os europeus pecaram no fundamento no início e deixaram o Brasil abrir três pontos de vantagem com as jogadas pelo meio. A margem até caiu para um ponto em bloqueio de Ter Horst sobre Wallace, mas duas boas viradas de Douglas alargaram a margem para quatro (14 a 10). A diferença se manteve, e em saque para fora de Nimir, que entrou no meio da parcial, a seleção saiu na frente: 25/21. 

Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB
Holanda conseguiu quebrar o passe e neutralizar o ataque brasileiro — Foto: FIVB 

Na segunda parcial, a história foi diferente. Sem desperdiçar tantos pontos no saque, a Holanda teve Ter Horst e Van Garderen como destaques e chegou à frente na primeira parade técnica. Com a queda de rendimento do passe brasileiro, o bloqueio europeu se sobressaiu e alargou a margem para quatro pontos (11 a 7). Renan lançou Lucas Loh na vaga de Kadu, mas a alteração não neutralizou a situação. A diferença chegou a seis pontos (15 a 9), e Renan arriscou mais. Testou Maurício Souza, Evandro e Willian. Não foi o suficiente para evitar o empate: 25/20.

Embalada pelo set espetacular, a Holanda brilhou no saque e abriu 4 a 1, forçando Renan a pedir logo no início da terceira parcial. A diferença caiu para um ponto, mas novamente foi a três no primeiro tempo técnico. Lipe entrou na vaga de Lucas Loh, e o moral do time mudou. A virada foi construída em excelente passagem de Lucão pelo saque e selada em bloqueio de Maurício (12 a 11).

O ótimo serviço de Ter Maat fez a liderança trocar de lado na segunda parada técnica (16 a 13). Com William e Evandro em quadra, o Brasil fez três pontos em sequência e buscou o empate. Mas novamente desperdiçou a chance. A Holanda seguiu implacável, levantou a torcida e virou com bola de xeque de Ter Horst: 25/20. 

Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil  — Foto: FIVB
Torcida da Holanda fez a festa em confronto com o Brasil — Foto: FIVB 

O Brasil conseguiu manter o placar parelho no início do quarto set, mas era evidente a diferença do moral dos dois times. O brasileiro, cabisbaixo, chegou atrás na primeira parade técnica. Evandro entrou na vaga de Wallace, que deixou a quadra muito irritado com o próprio desempenho. Em ace de Lucão, o Brasil chegou ao empate em 11 pontos. A alegria mais uma vez durou pouco. A Holanda seguiu anulando a linha de passe do Brasil e se agigantou no bloqueio (16 a 13).

Renan parou o jogo, colocou William, e uma reação se desenhou. O 19 a 15 virou 19 a 18 após bloqueios de Lucão e Lucas Loh. Com o central no saque, Evandro achou o empate no bloqueio (21 a 21). Mas tudo seguia dando certo do lado holandês. Ter Maat foi fumilnante no saque, e um ataque de Lipe para fora selou a vitória da Holanda: 25 a 21 e uma festa que parecia de título.

 

Globo Esporte

Foto - Divulgação

Vôlei

Assim como na derrota na semifinal, para a Turquia, o Brasil não se encontrou ao encarar a China na disputa pelo terceiro lugar. Na madrugada deste domingo (1), no Brasil, a seleção feminina de vôlei caiu diante das donas da casa por 3 sets a 0, com parciais de 25/18, 25/22 e 25/23. A decisão entre Turquia e Estados Unidos terminou com as americanas campeãs.

Chinesas foram superiores (Foto: Divulgação/FIVB)

Com a produção abaixo do esperado, o Brasil ainda contou com o desfalque da líbero Suelen, que sofreu uma fratura na mão e deu lugar à Gabiru, que não entrou com o mesmo ritmo das companheiras. A China soube se aproveitar ofensivamente das fragilidades brasileiras e também não desperdiçou os erros do time de José Roberto Guimarães.

A partida começou equilibrada, mas com o Brasil tomando a frente do placar. Foi apenas depois dos 10 pontos que a China ameaçou uma virada que se concretizou quando ela fez 13/12. As chinesas não abriram e conseguiram construir uma vantagem de cinco pontos. As brasileiras tentaram correr atrás do prejuízo, mas com Zhu inspirada, as adversárias não permitiram uma reação e fecharam o primeiro set com boa diferença.

Na segunda parcial, o Brasil esboçou uma reação saindo na frente e tentando segurar a ponta no marcador, chegando a abrir três pontos de vantagem, com boa aparição de Tandara. Mas a China não demorou para se recuperar e virar, o que parece ter desestabilizado a seleção brasileira. Aparentemente nervosas, as meninas não mostraram força para ir atrás do placar e viram as adversárias fechar mais um set.

Na última série, jogo equilibrado. As brasileiras não abriram mão do jogo e tentaram se manter vivas revezando a liderança do marcador até a metade do set. A China, então, retomou a frente e seguiu para a vitória da partida.

Foto - FIVB

Vôlei

Após duas derrotas consecutivas por 3 sets a 0, o Brasil entrou em quadra neste domingo em Varna, na Bulgária, em jogo válido pela quarta semana da Liga das Nações masculina de voleibol, para encarar os donos da casa. O confronto foi uma verdadeira batalha. Depois de um empate em 2 a 2, a partida foi para o tie-break. Melhor para os búlgaros, que venceram por 3 a 2, parciais de 25/22, 19/25, 25/15, 18/25 e 15/12, fazendo a seleção brasileira amargar sua quarta derrota no campeonato.

 
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)
Brasileiros sobem para bloqueio contra búlgaros (Foto: FIVB)

Os brasileiros venceram Sérvia, Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos, Rússia, Irã e China. E foram superados pela Itália, Canadá, França e agora Bulgária.

Os duelos da quinta semana do Brasil vão acontecer em Melbourne, na Austrália. O primeiro confronto será contra os australianos, no dia 22 de junho, às 8h10. O segundo será diante da Polônia, em 23/06, às 7h10. No dia seguinte, a equipe pegará a Argentina, às 23h10. 

O jogo 

O jogo começou bem parelho. As duas seleções disputavam ponto a ponto. O "cardápio" era diversificado: ace búlgaro, bloqueio duplo do Brasil, bomba de 106km/h dos europeus e, claro, alguns erros tanto para a seleção verde e amarela quanto para a equipe do Velho Continente. Os búlgaros demonstravam um pouco mais de superioridade, preocupando Renan. No finzinho da parcial, as boas jogadas de Wallace voltaram a deixar o duelo disputado, mas os mandantes acabaram fechando em 25 a 22 em 31 minutos. 

Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária pela Liga das Nações de Vôlei Masculino (Foto: FIVB) 

Mais uma vez, agora na segunda parcial, o jogo iniciou bem equilibrado. Mauricio deixou a seleção brasileira na frente, mas um erro de Wallace igualou tudo em 9 a 9. Depois, ele se redimiu e virou. Yordanov fez o 10º da Bulgária. O time de Dal Zotto abriu dois - 16 a 14 - quando seu bloqueio duplo, o quarto brasuca no jogo, funcionou. Com força, Wallace ampliou. Aos poucos, a equipe visitante foi dominando e, dessa forma, fechou em 25 a 19 com ponto de Douglas Souza explorando bloqueio búlgaro.

Na terceira parcial, muitas falhas brasileiras ajudavam a Bulgária. Um erro de Murilo em particular chamou a atenção. Após falha da defesa, ele precisou passar de toque, mas mandou a bola para fora. Renan ficou irritado. O time búlgaro abriu quatro pontos: 6 a 2. O ritmo seguiu o mesmo, e os búlgaros abriram 13 a 7, maior diferença do jogo até então, fazendo o técnico brasuca pedir tempo. A conversa não adiantou, e os europeus fecharam tranquilamente por 25 a 15. 

Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)
Brasil x Bulgária em ação neste domingo (Foto: FIVB)

O Brasil voltou muito melhor no quarto set. Jogadores como Lucão, que estavam apagados nas outras parciais, passaram a funcionar. Dessa forma, a seleção chegou à vitória no set por 25 a 18, levando para o tie-break. Mais uma vez, jogo lá e cá, ponto a ponto disputado. Isac sobressaía pela seleção brasileira, mas os búlgaros eram levemente superiores. Um bom ataque de Penchev levou para o primeiro match point, com 14 a 11. Alan evitou na rede, mas Semenov fechou o jogo pelo meio: 15 a 12.  

Confira o desempenho do Brasil na Liga das Nações 

1ª semana - jogos em Kraljevo, na Sérvia
25.05 – Brasil 3 x 0 Sérvia (25/22, 25/22 e 26/24)
26.05 – Brasil 2 x 3 Itália (25/18, 19/25, 21/25, 26/24 e 8/15)
27.05 – Brasil 3 x 0 Alemanha (26/24, 25/23 e 26/24)

 

2ª semana - jogos em Goiânia, no Brasil
01.06 – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/21, 25/19 e 25/19)
02.06 – Brasil 3 x 0 Japão (26/24, 25/19 e 25/20)
03.06 – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (21/25, 20/25, 25/19, 25/20 e 20/18)

 

3ª semana - jogos em Ufa, na Rússia
08.06 – Brasil 3 x 1 Rússia (25/21, 25/20, 25/27 e 25/18)
09.06 – Brasil 3 x 2 Irã (25/17, 23/25, 25/19, 21/25 e 15/13)
10.06 – Brasil 3 x 0 China (25/20, 25/19 e 27/25)

 

4ª semana - jogos em Varna, na Bulgária
15.06 – Brasil 0 x 3 Canadá (22/25, 32/34 e 22/25)
16.06 – Brasil 0 x 3 França (19/25, 23/25 e 23/25)
17.06 – Brasil 2 x 3 Bulgária (22/25, 25/19, 15/25, 25/18 e 12/15)

 

5ª semana - jogos em Melbourne, na Austrália
22.06 - 8h10 - Austrália x Brasil 
23.06 - 7h10 - Brasil x Polônia
24.06 - 23h10 - Brasil x Argentina

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Valtteri Bottas venceu o Grande Prêmio do Azerbaijão deste domingo, enquanto a Mercedes conseguiu a marca histórica de quatro dobradinhas consecutivas no início de uma temporada de Fórmula 1. A equipe ultrapassou a Williams, que era recordista da com três dobradinhas consecutivas em no começo de 1992.

Vettel foi o primeiro dos líderes a mudar do pneu macio para o médio na volta 13. Nas três seguintes, Bottas, Hamilton e Max Verstappen fizeram suas trocas, enquanto Charles Leclerc assumiu a liderança da corrida permanecendo na pista com os pneus médios.

Após seu incidente durante a qualificação, Leclerc largou com os médios e só parou para colocar os macios na volta 35. Antes da parada, Bottas, Hamilton e Vettel ultrapassaram o monegasco, que acabou na quinta posição — e somou mais um ponto pela volta mais rápida da corrida.

Max Verstappen cruzou a linha na quarta posição, enquanto seu companheiro de Red Bull, Pierre Gasly, abandonou a corrida na sexta posição quando parou com problemas em seu motor Honda na volta 40. Sergio Perez então foi promovido para a P6 — seu melhor resultado desde o GP da Bélgica na última temporada.

Confira o resultado final do Grande Prêmio do Azerbaijão, quarta etapa da temporada 2019 da F1:

1) Valtteri Bottas (Mercedes)
2) Lewis Hamilton (Mercedes)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Max Verstappen (Red Bull/Honda)
5) Charles Leclerc (Ferrari)
6) Sergio Pérez (Racing Point/Mercedes)
7) Carlos Sainz Jr. (McLaren/Renault)
8) Lando Norris (McLaren/Renault)
9) Lance Stroll (Racing Point/Mercedes)
10) Kimi Räikkönen (Alfa Romeo/Ferrari)
11) Alexander Albon (Toro Rosso/Honda)
12) A.Giovinazzi (Alfa Romeo/Ferrari)
13) Kevin Magnussen (Haas/Ferrari)
14) Nico Hülkenberg (Renault)
15) George Russell (Williams/Mercedes)
16) Robert Kubica (Williams/Mercedes)
17) Romain Grosjean (Haas/Ferrari)
18) Pierre Gasly (Red Bull/Honda)
19) Daniil Kvyat (Toro Rosso/Honda)
20) Daniel Ricciardo (Renault)

No milésimo grande prêmio da história da Fórmula 1, quem levou a melhor foi o atual campeão da categoria, o piloto Lewis Hamilton (Mercedes) superou os rivais e venceu o GP da China nesta madrugada, e ainda assumiu a liderança do campeonato, chegando a 68 pontos, sete a mais que seu colega de equipe, Valteri Bottas (Mercedes).

Foi a primeira vez no ano que Hamilton assumiu a ponta do torneio, ele mostrou muita habilidade desde o início da prova, ao fazer uma largada perfeita, passando justamente seu colega de equipe, que tinha largado na pole position. Esta foi a 75° quinta do piloto, que agora fica a 16 de igualar o recorde do heptacampeão, Michael Schumacher.

Completando o pódio da prova, ficou Sebastian Vettel (Ferrari), que faturou a terceira colocação, em uma semana, em que nos bastidores surgiu a informação que a direção da Ferrari o havia cobrado por seguidos erros nas primeiras provas do ano, que teriam atrapalhado a pontuação da equipe.

No GP da China novamente houve uma polêmica com a equipe, já que na 11° volta houve uma ordem da Ferrari para que o piloto Charles Leclerc cedesse a terceira colocação da prova para Vettel, em um cenário que lembra outras decisões da história, como quando pediram para Barrichello abrir para Schumacher, assim como quando preteriram Felipe Massa, em favor de Fernando Alonso.

Lecler ficou apenas na quarta colocação, seguido por Pierre Gasly (RBR), Daniel Ricciardo (Renault), Sergio Pérez (Racing Point), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo) e Alexander Albon (STR). Ao final da corrida, Hamilton comemorou o fato da corrida histórica terminar com a dobradinha dos carros da Mercedes.

Max Verstappen, da RBR, venceu o Grande Prêmio da Áustria neste domingo (Foto: GEORG HOCHMUTH / APA / AFP)

Fórmula I

A Fórmula 1 viu uma de suas corridas mais emocionantes da temporada e dos últimos anos neste domingo, no Grande Prêmio da Áustria. Valtteri Bottas e Lewis Hamilton, da Mercedes, sofreram com problemas no carro e tiveram de abandonar. Enquanto isso, Max Verstappen, da RBR, venceu a corrida e deu um grande resultado nos domínios de sua equipe.

A Ferrari também não decepcionou. Depois de um começo lento de corrida, Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen se recuperaram e chegaram ao pódio, algo crucial, principalmente para o alemão, devido à falta de pontuação de ambos os pilotos da Mercedes. Aliás, com a terceira colocação, Vettel chegou à marca de 146 pontos e assumiu a liderança da tabela de classificação dos pilotos.

Na largada do circuito de Spielberg, o pole position Bottas não foi bem. O finlandês permitiu as ultrapassagens de Hamilton, que assumiu a liderança, Raikkonen e Verstappen, caindo para a quarta colocação. Entretanto, logo o piloto da Mercedes recuperou-se e foi para o segundo lugar, fazendo uma dobradinha da Mercedes.

O sonho de Bottas de vencer novamente o Grande Prêmio da Áustria, entretanto, acabou na volta de número 15. Acusando problemas no câmbio, o carro do piloto sofreu com a desaceleração e o europeu teve de abandonar a corrida.

Tal fato acabou deixando a Mercedes atrapalhada. Enquanto as equipes rivais aproveitavam para efetuar a ida ao boxes, o time não mandou o líder Lewis Hamilton ao pit-stop. A estratégia errada custou caro: o britânico teve que parar pouco depois e deu adeus à liderança, assumida então por Verstappen.

Aniversariante do dia, Ricciardo fez uma corrida de recuperação. Largando na sétima posição, o piloto da RBR passou a ameaçar os líderes e logo fez uma bela ultrapassagem em cima de Kimi Raikkonen. Entretanto, logo após foi a vez do piloto da Ferrari devolver o ato e retomar sua posição no pódio.

Essa não foi a única notícia ruim para o australiano. Sofrendo com problemas nos pneus, Ricciardo teve de ir aos boxes e caiu para o quarto lugar, à frente de Hamilton, que devido à estratégia da Mercedes, também teve que parar novamente. Entretanto, o piloto da RBR também viu o carro ter problemas no motor e teve que abandonar a corrida, junto de Hulkenberg (Renault) e Bottas (Mercedes).

Isso acabou com o sonho da Red Bull de conseguir uma dobradinha em sua casa, no circuito de Spielberg. A liderança de Verstappen, porém, era um alento para a equipe.

Enquanto o holandês permanecia tranquilo na liderança, o mesmo não podia ser dito dos outros pilotos. Pelo contrário. O pesadelo completo da Mercedes tornou-se realidade e, também com problemas no carro, Hamilton teve de abandonar e dizer adeus a sua sequência de 33 corridas consecutivas na zona de pontuação.

Daí para o final da corrida, tranquilidade para Verstappen, que garantiu a primeira vitória da Red Bull em seus domínios, na Áustria, além de triunfar pela primeira vez na temporada. Raikkonen e Vettel completaram o pódio. O alemão, inclusive, com o abandono de Hamilton e a terceira colocação, assumiu a liderança do campeonato de pilotos.

Quem também fez uma grande corrida neste domingo foi o espanhol Fernando Alonso. Depois de largar dos boxes, o piloto da McLaren fez uma incrível corrida de recuperação e terminou na zona de pontuação, anotando um ótimo oitavo lugar.

Confira o resultado do Grande Prêmio da Áustria de Fórmula 1:

1) Max Verstappen (Red Bull) – 1h21min56seg024
2) Kimi Raikkonen (Ferrari)
3) Sebastian Vettel (Ferrari)
4) Romain Grosjean (Haas)
5) Kevin Magnussen (Haas)
6) Esteban Ocon (Force India)
7) Sergio Perez (Force India)
8) Fernando Alonso (McLaren)
9) Charles Leclerc (Sauber)
10) Marcus Ericsson (Sauber)
11) Pierre Gasly (Toro Rosso)
12) Carlos Sainz (Renault)
13) Lance Stroll (Williams)
14) Sergey Sirotkin (Williams)
15) Stoffel Vandoorne (McLaren)

Abandonos:
Lewis Hamilton (Mercedes)
Brendon Hartley (Toro Rosso)
Daniel Ricciardo (Red Bull)
Valtteri Bottas (Mercedes)
Nico Hulkenberg (Renault)

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