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O Vasco decepcionou seus torcedores na estreia da equipe no Campeonato Carioca, na tarde deste domingo. Os vascaínos foram em peso a São Januário para ver uma grande vitória sobre o Bangu, mas o time perdeu as oportunidades de gol que criou e teve de se contentar com um empate por 0 a 0 no retorno do treinador Abel Braga.

Ao contrário do que fizeram Flamengo e Botafogo no sábado, o Vasco decidiu jogar a primeira rodada do torneio estadual com sua equipe titular. A estreia do argentino Cano, que chegou da Colômbia com fama de grande artilheiro, foi uma grande atração, assim como a volta da revelação Talles Magno, que se recuperou de uma grave lesão. Nem assim, porém, a equipe comandada por Abel conseguiu superar a defesa do Bangu.

Os donos da casa começaram a partida no ataque, sem dar sossego aos visitantes. Logo aos três minutos, o zagueiro Werley quase abriu o placar com uma cabeçada. Dois minutos depois, o Bangu respondeu com um chute cruzado que passou muito perto do gol defendido por Fernando Miguel.

Depois da alta intensidade dos primeiros minutos, o Vasco reduziu o ritmo e só voltou a incomodar os defensores adversários perto do intervalo. Aos 47, Yago Pikachu recebeu a bola na área e mandou um chute que exigiu uma boa defesa de Matheus Inácio.

Na etapa final, o roteiro se repetiu: o Vasco começou em alta voltagem, o Bangu ameaçou em uma rara aparição no ataque, depois o ritmo do jogo caiu bastante e, na reta final, os donos da casa voltaram a acelerar.

A melhor oportunidade de gol dos vascaínos surgiu aos 26 minutos, quando Werley cabeceou para o chão e só não abriu o placar porque Matheus Inácio fez uma excelente defesa.

Nos minutos finais, o Vasco partiu para o tudo ou nada, mas o gol não saiu. Para ganhar tempo, jogadores do Bangu caíam no gramado com frequência, alegando estarem machucados, o que irritou bastante a torcida vascaína, que esperava viver uma tarde bem mais feliz em São Januário.

Em jogo realizado na madrugada desta segunda (20) no estádio Centenário de Armênia (Colômbia) o Brasil derrotou o Peru por 1 a 0 pela primeira rodada do grupo B do Torneio Pré-Olímpico de futebol masculino.

Desde o início o Brasil não encontrou jogo fácil diante da equipe peruana, que se fechava na defesa, aguardando chances de sair no contra-ataque em velocidade.

Mas o Brasil tanto insistiu que conseguiu abrir o placar no final do primeiro tempo. Aos 42 minutos o volante Bruno Guimarães lançou Paulinho em profundidade, e o atacante do Bayer Leverkusen apenas desviou para vencer o goleiro Solís.

Na etapa final, a desvantagem no placar fez a seleção peruana passar a atacar mais. Porém, o Brasil conseguiu se segurar na defesa até o fim e somar três importantes pontos.

Próximo jogo

O Brasil volta a entrar em campo pelo Torneio Pré-Olímpico na próxima quarta, quando enfrenta o Uruguai a partir das 22h30 (horário de Brasília).

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a tabela detalhada da primeira fase da Copa do Brasil nesta sexta-feira (10). São 40 confrontos em jogo único que acontecem entre os dias 5 e 13 de fevereiro e, conforme o regulamento, tendo como mandantes os times de pior posição no Ranking Nacional de Clubes (RNC), atualizado no fim de 2019.

Pela competição, Águia Negra e Aquidauanense, representantes sul-mato-grossenses, recebem cota de R$ 525 mil e, caso avancem, outros R$ 625 mil pela segunda fase. O campeão pode acumular, entre cota e prêmios, aproximadamente R$ 74 milhões.

O primeiro sul-mato-grossense a entrar em campo é o Aquidauanense. No dia 5 de fevereiro, uma quarta-feira, às 20h30, o Azulão recebe o ABC-RN no Estádio Noroeste e precisa vencer para se classificar, já que o empate favorece o adversário. Quem passar nesse confronto joga contra o classificado da disputa entre Altos-PI e Vasco da Gama que se enfrentam no dia 12, no Estádio Albertão.

Já o Águia Negra volta a disputa a Copa do Brasil no dia 12, também uma quarta-feira. No Estádio Ninho da Águia, às 20h30, o atual campeão estadual joga contra o Sampaio Côrrea-MA e a classificação só virá com a vitória, pois o empate favorece o time maranhense. O classificado joga a segunda fase contra o melhor entre Ferroviária-SP e Avaí-SC que jogam no dia seguinte na Arena da Fonte Luminosa.

Os jovens atletas do time de basquete da Escola Presbiteriano Erasmo Braga de Dourados, foram os grandes vencedores do JEMS (Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul), disputado em Três Lagoas, esta semana. 

Na final que ocorreu nesta quarta-feira (10) o time fez 63x30 sobre o Maracaju, consolidando o seu posto no lugar mais alto do pódio de maneira invicta. Eles também foram vitoriosos nos embates anteriores contra os times de Ponta Porã, Costa Rica, Aquidauana e Três Lagoas, respectivamente.

Esta primeira fase do JEMS ocorreu desde o último sábado (06) até hoje, e também teve disputas no futsal, tanto feminino quanto masculino.

Graças ao bom resultado de hoje o Presbiteriano, que é composto por atletas entre 12 até 14 anos, garantiu a sua classificação para a supercopa dos campeões, que irá ocorrer entre a próxima quarta-feira (17) e sexta(19) também em Três Lagoas.

Na próxima disputa também estarão no páreo os times classificados em 2º e 3º lugar, esta semana além do campeão da segunda divisão. O time campeão da supercopa também assegura a sua vaga nas Olimpíadas Nacionais da Juventude em setembro.

Bem vindos – A vitória dos jovens atletas foi comemorada até mesmo pelos moradores de Dourados. No final desta tarde, o time foi recebido por um grupo de pessoas que saiu em carreata pelas principais ruas do Centro da cidade.

Investimentos do Governo do Estado nos Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul têm profissionalizado o esporte local. A participação de atletas cresceu nos últimos cinco anos, saindo de 86 equipes em 2015 para 219 neste ano. O evento, além de promover a integração de jovens de 15 a 17 anos e servir de base para competições nacionais, amplia o nível técnico dos participantes.

“O Jogos Escolares é nosso início. O sonho de cada um dos atletas que está aqui é se profissionalizar, querer jogar em um time grande e importante”, afirmou Rafael Barbosa da Silva, que joga basquetebol. “Eu joguei voleibol no campeonato por dois anos e venho seguindo carreira no esporte. Hoje estou nos Jogos Escolares como chefe da delegação de Sidrolândia”, expressou Vinicius Fonseca Duarte da Silva, 18.

Quando o governador Reinaldo Azambuja assumiu a gestão estadual em 2015, o objetivo da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), responsável pelas políticas públicas da área, era modernizar os eventos esportivos, explica a diretora-geral dos Jogos Escolares, professora Karina Luiz Pereira Quaini.

“Antes as pessoas dormiam nas escolas, em alojamentos. Nesse modelo antigo, o banheiro era conjunto. Agora, oferecemos estrutura de qualidade para atletas, técnicos e professores. Todos dormem em hotéis, tomam um bom café da manhã, fazem as demais refeições no Centro de Convivência. Isso tudo contribui para o bom desempenho da competição”, disse a diretora-geral.

Na competição deste ano, equipes de 55 municípios disputam os melhores resultados nas modalidades de futsal, basquetebol, handebol e voleibol. Ao todo, 2,2 mil pessoas estão envolvidas no torneio. “Temos a participação de praticamente 70% dos municípios do Estado. Agora que conseguimos melhorar a qualidade do evento nossa expectativa é aumentar o nível técnico dos atletas, oferecendo capacitação para os professores, programa de treinamento para os alunos, apoio pedagógico”, afirmou Karina.

O Jogos Escolares da Juventude de MS é classificatório para a Copa dos Campeões. Os três primeiros times colocados da 1ª divisão e o primeiro da 2ª divisão avançam para competir a Copa em Mato Grosso do Sul. Depois, os vencedores dessa segunda etapa vão representar o Estado nas competições nacionais.

“A cada ano, novos participantes se inscrevem para os Jogos Escolares, tornando o evento em um dos mais emblemáticos do Estado. Com investimentos no esporte, trabalhamos na construção de uma nova geração em Mato Grosso do Sul, com dignidade e com a garantia da cidadania”, comentou o governador Reinaldo Azambuja.

Paulistano é a quarta equipe diferente a levantar o troféu de campeão do NBB. Fotojump/LNB

Basquete

O Paulistano/Corpore é o grande campeão do NBB 2017/2018. Neste sábado (02), em pleno Ginásio Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes, a equipe da capital paulista venceu o Jogo 4 das Finais contra o Mogi das Cruzes/Helbor, por 82 a 76, e fechou a série em 3 a 1.

Pela terceira vez nas Finais, o Paulistano conquistou seu primeiro título do NBB. A equipe é a quarta diferente a se sagrar campeã do maior campeonato de basquete do país – Flamengo tem cinco troféus, Brasília três e Bauru um.

Nenhum jogador do Paulistano tinha o título do NBB no currículo e sete deles fizeram parte do vice-campeonato na temporada passada. Para o técnico Gustavo De Conti, a conquista é a primeira de âmbito nacional em sua carreira.

"O sentimento é de felicidade e de agradecimento ao clube Paulistano por tudo que nos proporciona.Todos os times merecem ser campeões,m mas fomos muito regulares durante toda a temporada, com direito a vitórias com grandes diferenças no placar e também com um certo nível de dominância", exaltou De Conti.

A dupla Yago e Lucas Dias combinou para 41 pontos - 24 dos 28 da equipe no segundo tempo - e comandou a vitória alvirrubra neste sábado. O armador foi o cestinha da equipe, com 21 (7/10 nos arremessos de quadra), sendo nove no terceiro quarto. Já Lucas marcou 20 pontos, nove no último período, e ainda contribuiu com cinco rebotes.

“Eu sempre jogo com muita confiança e hoje não foi diferente. Sempre que o Gustavo me coloca em quadra eu busco ajudar o time com meu basquete. Hoje eu consegui converter bolas importantes e ajudar o Paulistano a vencer o jogo e conquistar esse título histórico”, disse Yago.

 “Estou feliz demais por ter buscado uma coisa que queria sempre. Sempre vi grandes jogadores, como Marcelinho, chegando em Finais e sendo campeão. Esse título é muito importante para a carreira de um jogador. Ano passado tivemos um momento muito difícil, ainda mais para mim, que me machuquei. Isso ficou marcado para todos. Nos preparamos e trabalhamos a temporada inteira para chegar nesse momento. Agora o sentimento é de alegria”, analisou Lucas Dias.

Autor de 13 pontos e sete rebotes neste sábado, o pivô Guilherme Hubner foi eleito o MVP das Finais. Com grandes atuações, o jogador fechou a série como jogador mais eficiente do Paulistano (13,5 por jogo), com sólidas médias de 11,7 pontos e 6,2 rebotes por partida.

"Eu estava focado em jogar basquete. Não queria ser o MVP, mas sim ajudar meu time e fazer meu trabalho em quadra. O Gustavo determinou algumas funções específicas para mim na série e estava focado em executar tudo o que ele pediu", disse Hubner.

O jogo que definiu o campeão teve dois tempos completamente distintos. Na primeira metade, as duas equipes tiveram grande aproveitamento ofensivo e o placar foi de 54 a 47. Já nos 20 minutos finais, o nervosismo entrou em quadra e a produção dos times caiu praticamente pela metade (29 a 28 para o Mogi).

No início do último quarto, a diferença a favor do Paulistano chegou a 12 pontos (70 a 58). Mas Mogi não se entregou e, no embalo de Jimmy e Larry, chegou a baixar o prejuízo para apenas quatro pontos (74 a 70). Depois disso, a tensão tomou conta da partida e o placar ficou quase dois minutos sem ser alterado (78 a 75). Foi então que Deryk converteu arremesso fundamental e praticamente selou o título dos alvirrubros.

Do lado mogiano, o grande destaque ficou por conta do ala Jimmy. Cestinha do jogo, com 28 pontos, o camisa 18 teve atuação espetacular e cravou seu novo recorde pessoal no NBB CAIXA, com direito a 63,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra (12 acertos em 19 tentativas). Além disso, ainda apanhou nove rebotes e totalizou 30 de eficiência.

"Estamos muito frustrados por termos perdido em casa, mas muito honrados por conseguirmos chegar ao segundo lugar do NBB, que é muito difícil. O Paulistano teve todo o mérito de sair com o título. Foi a terceira vez que eles chegaram à final e essa foi a nossa primeira. Queríamos o topo, claro, mas infelizmente não conseguimos. Nunca faltou entrega e nem dedicação para a nossa equipe. Saímos orgulhosos", disse o comandante mogiano Guerrinha.


Confira todos os resultados das partidas das Finais do NBB CAIXA:

Jogo 1 – Mogi 82 x 99 Paulistano

Jogo 2 – Paulistano 70 x 84 Mogi

Jogo 3 – Paulistano 88 x 84 Mogi

Jogo 4 – Mogi 76 x 82 Paulistano

 

 

Portal morada

Nem parecia que Novak Djokovic tinha ficado seis meses ausente no fim da última temporada e passou por uma cirurgia no cotovelo ainda este ano. Neste domingo, na decisão de Wimbledon, o sérvio lembrou aquele mesmo jogador que dominou o circuito do tênis e foi número 1 do mundo. Com extrema autoridade, bateu Kevin Anderson (8º do ranking) por 3 sets a 0, parciais de 6/2, 6/2, 7/6 (3), em 2h19, para conquistar o seu quarto título na grama sagrada de Londres.

- Eu preciso acreditar em mim mesmo. Sou muito agredecido à minha equipe, a todos que me deram apoio nesses últimos anos. Eu tive a cirurgia, passei seis meses fora do circuito, enfrentei uma lesão séria pela primeira vez na carreira. Eu não sabia o que esperar, foram muitos momentos de dúvida se eu conseguiria voltar a ter o mesmo nível para competir. Essa foi minha primeira semifinal de Grand Slam nos últimos dois anos e não há lugar melhor no mundo para realizar um retorno. É um lugar sagrado do tênis e sempre sonhei em segurar esse troféu, desde criança, quando comecei a jogar tênis. É muito especial - afirmou Djokovic após o jogo.

 

Foram mais de dois anos desde que Djokovic tinha chegado na sua última final de Grand Slam - em Roland Garros, em 2016. De lá para cá, o sérvio teve uma queda de desempenho, sofreu com lesões, mas parece estar pronto para brigar pelas primeiras posições do ranking. Com o título desde domingo, ele agora soma 13 conquistas em Grand Slams e se coloca apenas atrás Roger Federer (20), Rafael Nadal (17) e Pete Sampras (14) entre os maiores vencedores de torneios deste nível.

A vitória ainda rende a Djokovic uma volta ao top 10 da ATP a partir da próxima segunda-feira. Sem pontos a defender até o fim da temporada, a tendência é que avance ainda mais rumo ao topo nos próximos meses. Para Kevin Anderson, que chegou à sua segunda final de Grand Slam - também disputou o US Open de 2017 - valeu a subida para o 5º lugar no ranking, a melhor posição de sua carreira aos 32 anos. 

Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)
Novak Djokovic e Kevin Anderson na premiação (Foto: REUTERS/Tony O'Brien)

O jogo

Quem esperava um primeiro set longo, com Kevin Anderson dando trabalho com seu poderoso saque, viu Djokovic mudar o cenário no primeiro game. Com devoluções firmes e contando com uma dupla falta do sul-africano, quebrou o saque e abriu rapidamente 2/0. O sérvio manteve o ritmo forte, dando poucas chances para o rival e, desta forma, conseguiu um novo break acelerando firme no fundo da quadra no quinto game. Djokovic seguiu confirmando seus saques sem dar espaços e fechou em 6/2.

Sentindo os efeitos de um total de quase 11h jogadas nos últimos dois jogos, Anderson já parecia exausto ao fim do primeiro set e pediu atendimento do fisioterapeuta. Djokovic, firme, devolveu bem demais no game inaugural mais uma vez e abriu com quebra. O sul-africano sofria para conseguir confirmar seus serviços, enquanto o sérvio seguia atuando solto, variando bem os golpes e balançando o rival. Com mais uma quebra, Djokovic abriu 5/1 com autoridade. Anderson ainda chegou a ameaçar, teve seu primeiro break point, mas novamente o ex-número 1 foi firme para se salvar e confirmar o game, fazendo um novo 6/2.

 
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto:  REUTERS/Andrew Couldridge)
Kevin Anderson recebe atendimento durante a final de Wimbledon (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge) 

No terceiro set, Anderson voltou bem melhor. Já parecendo mais adaptado às condições de jogo, começou a encaixar melhor seu saque e ganhou confiança ao abrir a disputa confirmando o serviço - diferente das parciais anteriores. Além disso, passou a sustentar melhor as trocas no fundo da quadra e a ameaçar o saque de Djokovic, como foi no oitavo game, quando chegou a ter o break point, mas o sérvio foi firme para manter e fazer 4/4.

Anderson confirmou mais uma vez e forçou Djokovic, que ficou em apuros em três duplas faltas no game, mas conseguiu se livrar de dois set points. No 6/5, mais uma vez, o sérvio se complicou e precisou salvar outros três set points, num momento bastante favorável para o sul-africano. A decisão ficou para o tie-break. E, ao que parece, ter se salvado dos break points elevou a moral de Djokovic. O sérvio foi firme nas devoluções e abriu dois mini breaks, sempre aproveitando seus saques. Rapidamente, ele abriu 5-1. Um erro não forçado de Djokovic parecia que daria uma sobrevida a Anderson, mas ele ganhou mais um ponto nas trocas com o rival e, com 6-3, sacou bem demais para garantir o título. 

Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)
Novak Djokovic comemora o título de Wimbledon 2018 (Foto: REUTERS/Andrew Couldridge)

 

 

Globo Esporte

Federer festeja o 98º troféu na carreira | AFP

Tênis

Roger Federer celebrou a volta ao topo do ranking com mais um troféu, o 98º da carreira, o 18º na grama. Na final do ATP 250 de Stuttgart, neste domingo, o suíço bateu o canadense Milos Raonic, por 6//4 e 7/6 (7/3).

- Estou feliz, penso que fiz uma boa final. Acho que fui muito bem em todo o torneio, após não ter jogado por um tempo. Foi um grande retorno para mim - festejou o primeiro suíço a vencer o torneio. Federer não jogava desde o Masters 1000 de Miami, em março, quando caiu na estreia. Desde então, optou por não jogar a temporada de saibro, como fizera nos últimos anos.

- Talvez eu tenha jogado melhor nos  pontos mais importantes. É claro que estou feliz por, finalmente, vencer em Stuttgart - acrescentou o número 1 do mundo.

O recordista de títulos de Grand Slam (20), aos 36 anos, garantira o retorno ao topo na véspera, quando superou o australiano Nick Kyrgios nas semifinais. Nas próximas semanas, no entanto, o suíço, eliminado na estreia ano passado em Stuttgart, não terá mais como somar pontos, já que defenderá os títulos no ATP 500 de Halle, também na Alemanha, e em Wimbledon.

No próximo torneio alemão, o suíço já sabe até quem enfrentará na estreia: o esloveno Aljas Bedene.

Se treino é treino e jogo é jogo, uma coisa é derrotar Nadal em qualquer outro torneio no saibro. Outra, bem diferente, é superá-lo em seu torneio preferido. Quem reaprendeu esta lição foi Dominic Thiem. Único a derrotar o espanhol em seu piso preferido na temporada atual e em 2017,  o austríaco até que lutou bastante neste domingo. Mas, pela terceira vez na carreira, foi superado pelo rival em Roland Garros. A vitória, por 6/4, 6/3 e 6/2, rendeu ao líder do ranking, que chegou a pedir atendimento médico no set final, seu 11º troféu no torneio parisiense e o 17º Grand Slam.

- É mais que um sonho ganhar Roland Garros pela 11 vez - disse, logo após a partida, o multicampeão que soma 86 vitórias e apenas duas derrotas no torneio. Os únicos que conseguiram derrotá-lo em seu torneio predileto foram o sueco Robin Soderling, em 2009, e o sérvio Novak Djokovic, há três anos. 

 Mês passado, o austríaco, de 24 anos e oitavo do mundo, vencera o Rei do Saibro nas quartas de final do Masters 1000 de Madri. Um ano antes, a vitória foi na mesma fase, só que no Masters 1000 de Roma. Na capital francesa, os dois haviam se enfrentado na segunda rodada de 2014 e nas semis da temporada passada, todas vencidas pelo espanhol. 

 Único jogador a vencer tantas vezes o mesmo Grand Slam, o espanhol erguera o troféu em Paris em 2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2017. Seus outros Majors foram no Aberto da Austrália (2009), Wimbledon (2008 e 2010) e US Open (2010, 2013 e 2017).

Com o rival visivelmente nervoso com sua primeira final de Slam, logo no segundo game, Nadal conquistou a quebra. Mas Thiem logo se recuperou, devolvendo a quebra em seguida, quando o espanhol servia em 2/0. O líder do ranking ainda teve chance de voltar a melhor no saque do oponente no quarto game, mas o número oito do mundo. No sexto game, que durou mais de 12 minutos, o oitavo do mundo salvou dois breaks. O austríaco vinha lutando bastante, até que, no último game, cometeu erros bobos, foi quebrado, e o espanhol levou a primeira parcial. 

 Após o deslize no final do primiero set, Thiem chegou a salvou três breaks no segundo game da série seguinte, mas acabou quebrado. Em seguida, o número 1 do mundo sacou para abrir 3/0. Depois, fez 4/1. No equilibradíssimo sétimo game, com o espanhol sacando em 4/2, o oponente até teve um break, mas Nadal salvou. Dois games depois, entretanto, sem sustos, o líder do ranking sacou e fechou nova parcial. 

 Heróico, Thiem salvou nada menos que quatro breaks na abertura do terceiro set. Porém, dois games depois, o inevitável aconteceu, e o Touro Miúra voltou a levar a melhor no serviço do rival. Sacando em 2/1, Nadal causou apreensão ao pedir atendimento médico, durante o game, para um problema na mão esquerda. O multicampeão voltou a pedir atendimento, mas ainda assim, na quinta chance que teve, fechou o jogo, fazendo ainda mais história no saibro parisiense.

Thiem observa a bola na derrota para Nadal

 

O Globo

No final da noite desta terça (3), o Sada/Cruzeiro estreou com vitória no Mundial de Clubes de vôlei masculino que acontece na cidade de Betim, em Minas Gerais.

A equipe mineira derrotou o Zenit Kazan (Rússia) por 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/20 e 25/22.

O próximo compromisso do Cruzeiro será na próxima quarta, diante do Lube Civitanova (Itália).

Representantes da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) estiveram nesta terça-feira (12) em Campo Grande para observar a estrutura que está preparada para a etapa da Liga das Nações de 2020.

O superintendente da entidade, Renato D’Avila, e o gerente de Captação de Recursos e Responsabilidade Social, Marcos Aurélio Gonçalves, passaram pela Capital e se reuniram com o presidente da Federação Estadual, José Amâncio “Madrugada” da Mota, e o secretário especial do governo do Estado, Carlos Alberto de Assis.

“Nossa missão aqui hoje foi nos reunirmos com as autoridades do governo e da federação para tratarmos da forma como o convênio que vai ser firmado será conduzido”, disse Renato D’Avila.

Segundo ele, a conversa está bem adiantada e a parceria deve ser assinada em breve. “Fizemos uma reunião grande de alinhamento onde foram tratados os próximos passos desse acordo”, completou.

Antes de deixarem a cidade, os dirigentes passaram pelo ginásio Guanandizão, que será reinaugurado com os jogos da seleção brasileira masculina. Representantes da FIVB (Federação Internacional de Voleibol) farão uma vistoria no fim deste mês.

“Fizemos uma visita ao ginásio para acompanhar as obras e temos certeza que tudo estará no nível ideal para a realização de um grande evento”, completou Renato.

Campo Grande receberá os jogos da Liga das Nações de vôlei masculino entre 19 e 21 de junho de 2020. Participarão desta etapa as seleções do Brasil, Alemanha, Itália e Rússia.

A sul-mato-grossense Victoria terminou a etapa de Cuiabá do Circuito Brasileiro de Open de Vôlei de Praia com a medalha de bronze.

Ao lado de Tainá (SE), a jogadora do Estado venceu Carolina Horta e Ângela (CE/DF) por 2 sets a 1, com parciais de 21/15, 18/21 e 11/15.

O próximo desafio das duplas da temporada 2019/2020 está marcado para Ribeirão Preto (SP) entre 20 e 24 de novembro. O Circuito Brasileiro também passará por João Pessoa, Maceió, Aracaju e Rio de Janeiro. O Super Praia será em Itapema (SC).

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Lewis Hamilton mais uma vez demonstrou seu carinho pelo Brasil. O hexacampeão mundial de Fórmula 1 disputará o Grande Prêmio do Brasil com uma pintura especial em seu capacete, homenageando o país. No topo do "casco", foi colocado um desenho da bandeira do Brasil. A exemplo do que aconteceu em 2017, a peça foi desenhada pelo artista brasileiro Raí Caldato.

- Fiz o desenho durante a corrida de Austin! Tive inspiração no que ele fez em Silverstone, quando correu com a bandeira da Inglaterra no topo do capacete - comentou Caldato ao GloboEsporte.com.

Não é a primeira vez que Hamilton corre no Brasil com uma pintura especial em seu capacete. Fã incondicional de Ayrton Senna, o inglês homenageou o ídolo em outras edições da prova, como em 2015 e 2012.

Lewis Hamilton ainda não conquistou o hexacampeonato mundial de Fórmula 1, mas voltou a fazer mágica ao vencer neste domingo o Grande Prêmio do México. O inglês conseguiu completar 47 das 71 voltas da prova com um jogo de pneus duros e controlou Sebastian Vettel e Valtteri Bottas, que terminaram em segundo e terceiro lugares e tinham pneus 14 e 15 voltas mais novos.

Com este resultado, Hamilton ficou a apenas quatro pontos de faturar seu sexto título e ficar a apenas um de igualar o recorde de Michael Schumacher. Isso equivale a um oitavo lugar em três corridas, ou a dois nonos, independentemente de eventuais pontos extras pela volta mais rápida. Falando em recorde, o inglês chegou à 83ª vitória e ficou a oito de empatar com o alemão como maior vencedor da história.

A bandeira e o hino brasileiros tiveram destaque na Fórmula 1 pela última vez há exatos dez anos. Em 13 de setembro de 2009, no GP da Itália, em Monza, Rubens Barrichello cruzou na frente na linha de chegada e abriu um longo hiato para o automobilismo brasileiro. Jamais um outro piloto do País subiu ao degrau mais alto do pódio e certamente essa espera ainda vai demorar pelo menos mais alguns anos.

O recordista de GPs na categoria, com 323 provas disputadas, vivia em 2009 uma temporada especial. Depois de três anos em equipes de pouco rendimento, como a Honda, Barrichello desfrutou da boa performance da surpreendente Brawn. A escuderia inglesa estava quase falida, mas conseguiu desenvolver um ótimo carro ao se aproveitar de uma brecha no regulamento. A existência de uma estrutura chamada difusor duplo deu aos modelos mais aderência e rendimento.

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