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Pais vão às compras do material de olho no que pode ser reaproveitado

Pais vão às compras do material de olho no que pode ser reaproveitado
08/01/2018 -

Quem tem filho em idade escolar sabe que os meses de janeiro e fevereiro é época de comprar o material escolar. Nesta segunda (8), visitamos algumas papelarias da cidade e constatou que o movimento já é intenso e que alguns pais não vão fazer pesquisa de preço.

É o caso da mãe Hercília de Souza, que este ano levou o único filho, para realizar as compras.

“Este ano eu trouxe ele, até porque a lista como é do sétimo ano, veio bem reduzida; a escola pediu um caderno de 10 matérias, um de uma matéria para matemática e outro também de uma matéria para português”, destacou.

Enquanto alguns preferem levar os pequenos, outros fazem a opção de deixar em casa, como fez Angelita de Oliveira, que tem dois filhos, uma menina de 4 anos e um menino de 8. Ela contou à reportagem que apesar das séries diferentes, a tendência é sempre aumentar.

“Como minha menina está no pré-2, a quantidade de material é enorme, já meu filho de oito anos que está no quarto ano, a lista já é bem menor, mas no geral, o valor a ser pago é maior, todo ano aumenta”, disse.

Reaproveitar

Essa é a palavra mais usada nos últimos dois anos por muitos brasileiros. Da mochila ao estojo, uma boa orientação aos pequenos e pronto. É comprado somente o essencial e alguns itens já usados, mas em bom estado, serão reaproveitados.

Lembra da dona Hercília, do início da matéria? Ela contou que apenas o estojo não será reutilizado. “Nós sempre usamos o que dá, mochila, tesoura, cola, régua; só hoje que vou comprar um estojo maior, porque o do meu filho estragou o zíper e ele precisa de um maior”, concluiu.

De acordo com Raphael de Leon Serapião, gerente de uma das papelarias, a aposta em 2018 foi em itens mais lisos, por exemplo, mochilas pretas, sem desenhos. “50% das mochilas, cadernos, estojos, nós compramos sem ter ligação com desenhos animados, filmes, pois verificamos que é uma procura maior por parte dos pais, já que o preço se torna menor”, avaliou.

E já que o assunto é economia, Raphael destacou que em relação ao ano passado, as vendas aumentaram, apesar do faturamento estar se mantendo. “Nós investimos também em linhas novas, ou seja, antes trabalhávamos apenas com uma marca de lápis de cor, que custa R$ 15,90, este ano abrimos o leque de opções, oferecendo ao consumidor, marcas que custam R$ 11,30, porém com a mesa qualidade”, ressaltou.

Procon-Dourados

Se você está esperando a pesquisa de preço do Procon-Dourados, a boa notícia é que até o final desta semana, ela deverá ser divulgada, conforme relatou o diretor Mário Júlio Cerveira.

Em relação aos itens que podem constar na lista de material escolar, ele destacou que material de limpeza e de higiene é obrigação da escola fornecer.

“Nenhuma escola, seja privada ou pública, pode solicitar materiais como papel higiênico, sabão, nem mesmo folha sulfite; isso é dever da instituição fornecer ao aluno, e vamos estar fiscalizando não só os comerciantes, como essas listas”, disse.

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