Dourados-MS,
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Um grave acidente envolvendo duas lanchas deixou quatro pessoas mortas neste sábado (16), na Ilha Paquetá,  em Angra dos Reis, na Costa Verde do estado do Rio de Janeiro.

Três dos mortos são da mesma família: Maria Cândida Godim Pinheiro, de 57 anos, a filha, Tatiana Godim Pinheiro, de 43 anos, e a filha de Tatiana, Luiza Pinheiro, de 11 anos. A quarta vítima é Vania Maria A. Edde, de 63 anos, amiga da família que estava na mesma embarcação.

O choque entre as duas lanchas foi violento, deixando as embarcações muito avariadas. Quatro pessoas ficaram feridas: José Carlos Godim Pinheiro, de 67 anos, que sofreu ferimentos leves e foi liberado, sem necessidade de ser medicado em hospital. Ele seria parente das vítimas do acidente.

Para o Hospital do Frade, em Angra dos Reis, foram levados Carlos A.Meireles, de 72 anos, Tomaz Machado, de 29, e Luiz Lobão, de 42 anos. Todos foram medicados e liberados em seguida.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 18kg de maconha escondidos em botijões de gás e descobriu onde seria entregue a droga. O caso aconteceu nesta quarta-feira (13), em Campo Grande.

Os policiais fiscalizavam a BR-060, quando abordaram uma van, de itinerário Ponta Porã - Capital. No bagageiro, foram encontrados dois botijões de gás com sinais de adulteração.

Ao abrir os botijões, a equipe encontrou os tabletes de maconha, totalizando 18,6kg. Um dos passageiros confessou ter recebido a droga em Ponta Porã e que deveria entregá-la em Campo Grande, onde o motorista de um VW/Voyage estaria esperando.

 
 
 
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Com estas informações, os policiais foram até o local da entrega e encontraram o carro e o condutor. Ele declarou que levaria o ilícito para um homem até uma residência num bairro da cidade.

Com o apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar, as equipes foram até o local e encontraram mais 850g de maconha, 99g de cocaína e outros quatro botijões de gás que estavam vazios, porém com aberturas como os utilizados no transporte da maconha.

 

Os dois presos foram encaminhados para a Cepol/MS e o veículo e os ilícitos para a DENAR/MS.

Dois homens de 30 e 31 anos moradores em Dourados, foram presos na noite de sexta-feira (15/01) pela Guarda Municipal de Dourados (GMD) no bairro Cachoeirinha ao tentarem retirar do interior da matinha no bairro uma mala carregada de maconha.

A equipe da GMD realizava rondas preventivas na Via Park, por volta das 22h, em frente ao campinho do bairro Cachoeirinha, averiguando possíveis invasões na matinha logo em frente quando perceberam que um homem em atitudes suspeitas desceu de um veículo estacionado no local e adentrou na mata. A equipe para verificar a situação também entrou na mata e flagrou os autores em meio ao mato usando lanternas, carregando uma mala que aparentava estar bem pesada.

Durante os procedimentos de abordagens os GMs localizaram dentro da mala 19 tabletes de maconha que pesaram 22,350 kg de maconha, uma faca e uma balança de precisão. Sobre o entorpecente o rapaz de 31 anos relatou que estava em seu local de trabalho no mesmo bairro quando foi convidado pelo comparsa para irem na matinha procurar uma mala com drogas. Já o outro envolvido de 30 anos, disse que a intensão era pesar o entorpecente e transportar para outro local onde seria comercializada a droga.

Ao serem questionados sobre o veículo VW Golf, estacionado no local negaram a propriedade, porém as chaves do carro foram encontradas nas roupas de um dos acusados.

Diante do flagrante de tráfico de drogas, os autores foram encaminhados a Delegacia de Polícia Civil juntamente com a droga e o veículo apreendido.

Um dos relacionamentos mais conturbados de 2020 foi o de Nadine Bastos, mãe de Neymar, com o influenciador Tiago Ramos. O jovem de 22 anos, no entanto, passou por mais um problema nesta semana.

De acordo com o colunista Bruno Tálamo, Tiago Ramos foi internado em uma clínica psiquiátrica , viagem que fez com Nadine para tentar uma reconciliação - que foi em vão. No entanto, depois de uma semana, o influenciador fugiu do local por não conseguir lidar com as regras do confinamento.

Não só isso, mas, segundo o colunista, Tiago também cometeu uma tentativa de suicídio em uma piscina. Sem grandes detalhes, o ex-padrasto de Neymar foi salvo por amigos, que perceberam o problema e evitaram o pior.

Esta não é a primeira tentativa de suicídio que Tiago Ramos tenta cometer. Em novembro, ele publicou um vídeo em seu Instagram onde ameaçou se jogar de um prédio. No entanto, acabou desistindo da ideia.


A viagem de reconciliação com Nadine Bastos também passou longe de ser considerada pacífica. Não com ela em si, mas Tiago se envolveu em mais uma fatalidade.

Em dezembro, Tiago Ramos revelou em uma rede social que acabou se envolvendo em uma confusão numa casa noturna em Cancún. Na briga, ele acabou sendo esfaqueado pelas costas e foi hospitalizado. 

O Confiança ainda não se livrou totalmente das chances de rebaixamento na Série B do Campeonato Brasileiro, mas ficou mais perto neste sábado (16), ao vencer o Oeste por 1 a 0 em Barueri (SP). O Dragão foi a 45 pontos, na 13ª posição, abrindo sete pontos para o Vitória, time que abre o Z-4, mas que ainda vai a campo pela 35ª rodada. O Rubrão, na lanterna, teve a queda decretada à Série C na última sexta-feira (15), devido ao triunfo do Figueirense sobre o Brasil de Pelotas.

Na sequência do lance, porém, o árbitro Paulo Renato Moreira da Silva Coelho viu toque de mão do volante Caio Vinícius, dentro da área. Reis cobrou a penalidade e abriu o marcador. O Confiança quase ampliou aos 46 minutos, em falta perigosa batida por Guilherme Castilho, que parou novamente em Caíque França. O goleiro voltou a aparecer na etapa final, aos 31 minutos, com grande defesa em chute do Caíque Sá. Seis minutos antes, o lateral já havia acertado o travessão.

Mais próximo de assegurar a permanência na segunda divisão, o Confiança volta a campo na terça-feira (19) para enfrentar o Sampaio Corrêa no estádio Batistão, em Aracaju, às 19h15 (horário de Brasília). No mesmo horário, mas na quarta-feira (20), o Oeste cumpre tabela contra o Náutico, que ainda busca seguir na Série B, nos estádio dos Aflitos, em Recife. Os dois jogos são válidos pela 36ª rodada da competição.

O Fluminense derrotou o Sport por 1 a 0 neste sábado (16), no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, pela 30ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O resultado levou o Tricolor aos 46 pontos, na sétima posição, dois pontos atrás do Palmeiras, sexto colocado e último time na zona de classificação à Libertadores. Com 32 pontos, o Leão tem três pontos de vantagem para o Bahia, que abre o Z-4, em 17º.

Em um primeiro tempo de poucas oportunidades de ambos os lados, o destaque foi a expulsão de Júnior Tavares, aos 39 minutos. O jogador do Sport se envolveu em uma disputa de bola com o também lateral Calegari, do Fluminense. O árbitro Heber Roberto Lopes foi chamado pela arbitragem de vídeo (VAR) para verificar o lance. Após rever a jogada no monitor, o juiz deu cartão vermelho ao defensor rubro-negro.

Há uma semana, a diretoria do Sport emitiu uma nota reclamando de marcações do VAR contra o time. Na rodada passada, o Leão teve um pênalti a favor anulado, de forma polêmica, no fim do jogo diante do Palmeiras, na Ilha do Retiro, em Recife. O Verdão venceu por 1 a 0. O clube pernambucano manifestou que a partida com o rival paulista deveria ser anulada.

A missão rubro-negra no Rio de Janeiro ficou ainda mais complicada no início da etapa final. Aos três minutos, o atacante Lucca recebeu cruzamento de Calegari e mandou de cabeça para as redes. Apesar de ter um a menos, o Sport pressionou. O atacante Dalberto assustou aos 19 minutos, em uma cabeçada que parou na trave, e aos 24 minutos, em chute de fora da área. O Tricolor se segurou na defesa e garantiu a vitória da recuperação, após a goleada por 5 a 0 sofrida para o Corinthians na última quarta-feira (13), em São Paulo.

O Fluminense volta a campo nesta quarta-feira (20), às 20h30 (horário de Brasília), contra o Coritiba, no Couto Pereira. O Sport tem compromisso na quinta-feira (21), às 21h, diante do Corinthians, na Neo Química Arena. Os duelos valem pela 31ª rodada do Brasileirão.

Derrota do Vasco

Na outra partida da Série A deste sábado, o Vasco perdeu uma ótima oportunidade de somar pontos na competição, pois foi derrotado, por 1 a 0, em pleno estádio de São Januário, pelo Coritiba (equipe que começou a rodada na lanterna).

Com o triunfo, o Coxa chegou aos 25 pontos e ganhou uma posição, empurrando o Botafogo para a lanterna. Já o Cruzmaltino fica estacionado na 15ª colocação com 32 pontos, a apenas três do Bahia.

A vitória do Coritiba foi garantida graças a uma bomba do volante Hugo Moura aos 43 minutos do primeiro tempo.

O próximo desafio do Vasco no Brasileiro será diante do Bragantino, em Bragança Paulista, na próxima quarta-feira, a partir das 21h30.

Orientada por um cliente, uma empreendedora de Campo Grande, Kátia Acosta, resolveu anunciar seus produtos no Manucã. O objetivo dela é intensificar as vendas das cestas produzidas com os produtos de sua pequena propriedade rural.

O Manucã é uma plataforma de conexão que aproxima produtores rurais da agricultura familiar a consumidores elaborada pelo Governo do Estado, por intermédio da Semagro (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar).

Com isso, ela que já atingiu o que necessita para sustentar a propriedade, quer ampliar as comercializações para outros clientes, chegando ao seu objetivo de mais de 60 unidades ao mês. “Um cliente me avisou do Manucã e eu resolvi utilizar para ampliar minha divulgação e atingir minhas metas. Eu monto meus produtos semanalmente, por encomenda e conforme produção e colheita da chácara”.

O diferencial do trabalho da Kátia está na personalização dos produtos. “É tudo picado e higienizado. Antes eu só trabalhava com turismo, mas com a pandemia, o que era produção de subsistência da pequena propriedade que minha família tem, virou renda principal”. Kátia salienta que não deixará o turismo, e espera como todos, a vacina e que tudo volte à normalidade, e que as duas atividades são importantes para toda família.

A empreendedora pesquisou e viu o potencial do seu negócio e quando ela tem determinada matéria-prima, ela consegue incluir na cesta por intermédio dos vizinhos de sua propriedade.

De acordo com os dados da Semagro, aproximadamente 80 pessoas já cadastraram seus anúncios de vendas até o momento na plataforma. “Essa é uma estratégia que adotamos para fazer o apoio da sustentação da comercialização da agricultura familiar”, ressalta o titular da pasta, Jaime Verruck.

Verruck reforça o sistema de força-tarefa foi criado diante das adversidades resultantes do coronavírus. “É uma iniciativa definida pela Semagro, em função da pandemia, quando identificamos uma série de problema de negociação da agricultura familiar no Estado de Mato Grosso do Sul. O Manucã foi desenvolvido internamente pela área de ciência e tecnologia da Semagro, junto com os nossos bolsistas para dar um retorno justamente neste quesito”.

Conheça a ferramenta do Governo do Estado, acesse manuca.semagro.ms.gov.br. 

O governador Reinaldo Azambuja iniciou o ano contemplando diversos municípios com investimentos de R$ 376,9 milhões na execução de pacote de 11 obras de pavimentação e restauração de 296 quilômetros de rodovias estaduais. Diferentes regiões de produção agroindustrial e turismo serão contempladas com os investimentos em infraestrutura, que visam melhorar o escoamento de grãos e o tráfego local.

O pacote no setor rodoviário faz parte do Programa Governo Presente, que contemplará os 79 municípios no período 2020-2022 com recursos estimados em R$ 4 bilhões, dos quais R$ 2 bilhões em infraestrutura urbana e rural. Cerca de 2.200 quilômetros de estradas serão pavimentados, recapeados e implantados, além da construção de 160 pontes de concreto. 

É gratificante para nosso governo realizar obras que atendem diretamente o cidadão sul-mato-grossense, levando infraestrutura e encurtando distâncias entre os polos de produção, potencializando, assim, o agronegócio, atraindo novos investidores e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social do Estado”, afirmou o governador.

Reinaldo Azambuja também destacou o processo democrático e municipalista na definição das metas do Governo Presente, atendendo as demandas de cada município por meio do diálogo com os prefeitos e as lideranças políticas. "Temos os recursos próprios, do Fundersul, justamente para atender estes pleitos. Nossa gestão não faz distinção partidária", completa.   

Lançamento

Dentro deste volume de investimento em infraestrutura, o Governo do Estado já lançou, no dia 11 de janeiro, a obra de pavimentação asfáltica de 15 quilômetros da rodovia MS-352, no município de Terenos, que vai custar R$ 23.457.847,70.  A abertura das propostas vai ocorrer no dia 11 de fevereiro, conforme a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos).

Na quinta-feira (14), foram lançadas as licitações para obra de pavimentação asfáltica na rodovia MS-477, com extensão de 7,8 quilômetros, no município de Dourados, no valor de R$ 14.149.066,27. No mesmo dia, a Agesul abriu licitações para obras de pavimentação na rodovia MS-278, em um trecho de 56,71 quilômetros, nos municípios de Caarapó e Fátima do Sul, compreendendo o trecho entre o entroncamento das BR-376 e BR-163. Este empreendimento vai custar R$ 108.341.963,66. As propostas das empresas interessadas serão abertas nos dias 18 e 19 de fevereiro.

No dia 18 de janeiro será a vez da obra de pavimentação de R$ 54.580.547,90 na rodovia MS-166, em uma extensão de 37,53 quilômetros, no município de Maracaju. Também será lançado nesta oportunidade o asfalto das rodovias MS-425, MS-229 e MS-320, em um trecho de 40,37 quilômetros, da região de Chapadão do Sul, com custo de R$ 56.985.568,47.

Ainda neste mês, no dia 19, ocorrerá o processo licitatório para a pavimentação de 765 metros da rodovia MS-450, no distrito de Palmeiras (Dois Irmãos do Buriti), com um investimento de R$ 788.997,36. O trecho compreende a área de ocorrência de sítios arqueológicos e foi excluído da obra de pavimentação de 18,4 quilômetros da rodovia entregue em 2020 pelo governo.

Restauração

Neste pacote de investimentos nas rodovias estaduais, R$ 120 milhões serão destinados a obras de restauração do pavimento de três rodovias, com o objetivo de melhorar e ampliar a capacidade do tráfego local e garantir mais segurança aos usuários.

Na rodovia MS-382, a recuperação de 52 quilômetros entre Guia Lopes da Laguna e Bonito atende reivindicação do trade turístico e também do agronegócio, que se expande com a soja. É a principal via de acesso aos destinos turísticos, a partir de Campo Grande. A obra de R$ 54 milhões, em dois lotes, será lançada nesta quinta-feira (15). O processo licitatório ocorrerá nos dias 22 e 23 de fevereiro.

Já no dia 18 está previsto o lançamento da recuperação asfáltica de 37,5 quilômetros da rodovia MS-166, em Maracaju, com investimento de R$ 31,4 milhões. As propostas abertas no dia 24 de fevereiro. Um dia depois (19), fica disponível a licitação para obra de R$ 33,2 milhões na rodovia MS-162, em um trecho de 40,5 quilômetros, entre Sidrolândia e Maracaju.

Neste domingo (17) o Boletim Covid-19 divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) trouxe o registro de 762 novos casos da doença e 13 óbitos em seis municípios nas últimas 24 horas.

O total de casos positivos para o coronavírus, desde o início da Pandemia agora, é de 150.498 e, lamentavelmente, 2.674 pessoas perderam a vida na luta contra o vírus.

A Capital continua sendo o epicentro das contaminações com registro de 286 casos, seguido por Dourados com + 148; Corumbá +55; Naviraí +42; Iguatemi +27.

O maior número de mortes também foi registrado em Campo Grande (6); Corumbá e Ponta Porã (2), Anaurilândia, Bonito e Dourados perderam um a vida cada.

A ocupação hospitalar segue alta nas cinco macrorregiões do Estado. Em Campo Grande a ocupação é de 84%; Corumbá 83%; Dourados 75% e Três Lagoas 56%.

Estão em isolamento domiciliar 12.051 pessoas e 564 estão hospitalizadas. São 307 em leitos clínicos (185 leitos públicos e 257 particulares) e 257 em UTI (122 leitos públicos e 75 particulares).

O governo de São Paulo aplicou a primeira dose da CoronaVac na tarde deste domingo (17), após a Anvisa aprovar o uso emergencial da vacina contra a Covid-19.

A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, moradora de Itaquera, na Zona Leste da capital paulista, foi a primeira pessoa, fora dos estudos clínicos, a receber a vacina.

Mulher, negra, Mônica faz parte do grupo de risco para a doença, e atua na linha de frente contra Covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Ela foi voluntária da terceira fase dos testes clínicos da CoronaVac realizados no país e tinha recebido placebo.

O pedido sobre a Coronavac foi apresentado em 8 de janeiro pelo Instituto Butantan e é referente a 6 milhões de doses importadas, produzidas pela farmacêutica chinesa Sinovac. O Butantan também desenvolve a vacina no Brasil.

Durante a apresentação dos dados, o gerente de medicamentos da Agência, Gustavo Mendes, fez críticas ao atraso no envido de dados do Instituto Butantan.

Ele também considerou como pontos de incerteza o número de idosos testados, a falta de informações sobre os intervalos entre a primeira e a segunda dose de todos os pacientes testados.

Com a aprovação o Brasil, se tornará o quarto país a iniciar o uso emergencial do fármaco, após China, Indonésia e Turquia.

Ministério da Saúde

Após a recomendação favorável da área técnica, o governador João Doria disse, em postagem nas redes sociais, que o Instituto Butantan irá entregar as vacinas ao Ministério da Saúde, responsável pela distribuição do imunizante no país.

"Determinei que tão logo a Anvisa aprove o uso emergencial da Vacina do Butantan, o Instituto Butantan entregue imediatamente as vacinas ao Ministério da Saúde para que sejam distribuídas a SP, DF e todos os estados brasileiros. O Brasil tem pressa para salvar vidas", diz a publicação.

Nesta sexta (15), o Ministério da Saúde pediu ao Butantan a entrega 'imediata' de 6 milhões de doses prontas da Coronavac, que estão em poder do instituto e foram importadas do laboratório Sinovac, da China, parceiro do Butantan na produção do imunizante.

Através de ofício, o ministério informou que o montante é referente ao contrato de R$ 2,6 bilhões, firmado entre o órgão federal e o laboratório paulista para a inclusão da Coronavac no Programa Nacional de Imunização (PNI).

O Butantan já tinha prometido entregar as doses após a Anvisa autorizar o uso emergencial da vacina, mas questionava o Ministério da Saúde sobre quantas doses da CoronaVac serão destinadas ao estado de São Paulo no PNI.

A gestão João Doria (PSDB) estima que o estado de São Paulo tem direito a cerca de 1,5 milhão de doses – o cálculo é feito com base no tamanho da população do estado.

Eficácia da CoronaVac

Os testes da CoronaVac no Brasil foram feitos em 12.508 voluntários – todos profissionais de saúde da linha de frente do combate ao coronavírus – e envolveram 16 centros de pesquisa.

A vacina registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no país, índice que aponta a capacidade do imunizante de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves.

O número mínimo recomendado pela OMS, e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é de 50%.

Na prática, a CoronaVac tem potencial de:

  • reduzir pela metade (50,38%) os novos registros de contaminação em uma população vacinada;
  • reduzir a maioria (78%) dos casos leves que exigem algum cuidado médico.

Além disso, nenhum dos vacinados ficou em estado grave, foi internado ou morreu.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)  autorizou neste domingo (17), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. A reunião que discutiu o tema durou cerca de 5 horas.

Os diretores acompanharam o voto de Meiruze Freitas, relatora dos pedidos. No caso da Coronavac, a diretora condicionou a aprovação à assinatura de termo de compromisso e publicação em "Diário Oficial".

Segundo a Anvisa, somente o termo de compromisso assinado pelo Instituto Butantan precisa ser publicado no "Diário Oficial da União", o que pode acontecer ainda neste domingo (17) em edição extra. De acordo com a agência, o termo já está pronto e será enviado ao instituto para ser assinado e publicado assim que assinado.

O termo de compromisso prevendo o envio, até o dia 28 de fevereiro, dos resultados sobre a imunogenicidade da CoronaVac foi uma das exigências da relatora do processo para o uso emergencial. A imunogenicidade é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos.

Ao proclamar o resultado, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, afirmou:

"A imunidade com a vacinação leva algum tempo para se estabelecer. Portanto, mesmo vacinado, use máscara, mantenha o distanciamento social e higienize suas mãos. Essas vacinas estão certificadas pela Anvisa, foram analisadas por nós brasileiros por um tempo, o melhor e menor tempo possível. Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certificar e quando ela estiver ao seu alcance vá e se vacine."

Segundo Leonardo Filho, estatístico da Anvisa, a eficácia da Coronavac é de 50,4%, em percentual arredondado. Segundo o gerente de Medicamentos, Gustavo Mendes, a eficácia da vacina de Oxford é de 70,42%.

Durante apresentação dos dados, Gustavo Mendes informou ainda que a área técnica da Anvisa recomendou a aprovação do uso emergencial das duas vacinas, "condicionada ao monitoramento das incertezas e reavaliação periódica". Mendes também ressaltou que há aumento no número de casos e ausência de alternativas terapêuticas.

 
 

O voto da relatora

Durante o voto, a relatora destacou que o Brasil responde por 10% das mortes registradas no mundo por Covid-19 e lembrou que não há alternativa terapêutica para combater a doença.

“Até o momento não contamos com alternativa terapêutica aprovada para prevenir ou tratar a doença causada pelo novo coronavírus. Assim, compete a cada um de nós, instituições públicas e privadas, sociedade civil e organizada, cidadão, cada um na sua esfera de atuação tomarmos todas as medidas ao nosso alcance para no menor tempo possível diminuir o impacto sobre a vida do nosso país”.
 

Durante a reunião, a relatora Meiruze Freitas declarou:

"Quanto à vacina Coronavac, desenvolvida pelo instituto Butantan, voto pela aprovação temporária do seu uso emergencial condicionada a termo de compromisso e subsequente publicação de seu extrato no DOU. Quanto à vacina solicitada pela Fiocruz, voto pela aprovação temporária de seu uso emergencial referente a 2 milhões de doses", votou a relatora.

"Guiada pela ciência e pelos dados, a equipe concluiu que os benefícios conhecidos e potenciais dessas vacinas superam seus riscos. Os servidores vêm trabalhando com dedicação integral e senso de urgência", acrescentou Meiruze Freitas.

Meiruze Freitas afirmou ainda que os benefícios das duas vacinas superam eventuais riscos.

"Ressalvadas algumas incertezas ainda existentes pelo estágio de desenvolvimento das vacinas em apreço, os benéficos conhecidos e potenciais das duas candidatas superam os riscos potenciais trazido em cada uma delas. Entretanto, ambas atendem aos critérios de qualidade e segurança para uso emergencial. Faço uma ressalva quanto a Coronavac, que requer dados complementares quanto à imunogenicidade", declarou.

 

Em seu voto, a relatora condicionou o uso emergencial da CoronaVac a um termo de compromisso do Instituto Butantan de enviar até o dia 28 de fevereiro os resultados sobre a imunogenicidade, que é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico e produzir anticorpos.

A questão da imunogenicidade foi uma das ressalvas levantadas pela área técnica, que afirmou que não foi possível avaliar a quantidade de anticorpos produzidos após a vacina e a duração da imunização.

Análise da Coronavac

O gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Lima Santos, afirmou durante a apresentação que, apesar das incertezas e dados ainda não apresentados pelo Instituto Butantan, a gerência de medicamentos recomenda a aprovação o uso emergencial da CoronaVac.

“Tendo em vista o cenário de pandemia, tendo em vista o aumento de número de casos e tendo em vista a ausência de alternativas terapêuticas. A situação que estamos vivendo é uma situação de muita preocupação e muita tensão por conta dos insumos necessários, a gerência-geral recomenda a aprovação do uso emergencial”, afirmou. Santos destacou que a recomendação é para a aprovação seja condicionada ao monitoramento e acompanhamento das incertezas e reavaliação periódica.

Durante a reunião, Santos destacou uma série de dados que ainda não foram apresentados para a Anvisa e outros que ainda precisam de mais análises.

Entre os dados que não foram apresentados, destacou, está a análise quantitativa da imunogenicidade, que é a capacidade que uma vacina tem de estimular o sistema imunológico e produzir anticorpos.

Segundo o gerente de medicamentos, os dados só mostram se houve a produção de anticorpos ou se não houve, mas não detalha a quantidade de anticorpos. “O único apresentado foi de qualitativa, se sim ou se não, e isso não foi considerado adequado para a nossa avaliação de imunogenicidade”, disse.

 

Santos também destacou que os dados apresentados não foram suficientes para permitir uma conclusão sobre o efeito em formas moderadas e graves da doença, já que o número de casos foi muito baixo.

Análise da vacina de Oxford

A Gerência-Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa também recomendou a aprovação do uso emergencial da vacina de Oxford.

Gustavo Lima Santos fez as mesmas ponderações que apresentou ao recomendar a aprovação da Coronavac, destacando o cenário atual da pandemia da Covid-19, o aumento do número de casos e a ausência de alternativas terapêuticas.

Santos também destacou que é preciso monitorar as incertezas citadas durante a apresentação, entre elas o fato de que o uso emergencial foi pedido para a vacina produzida pelo Instituto Serum, que tem uma origem diferente da vacina do laboratório da AstraZeneca.

"O banco de semente de vírus mestre do Instituto Serum é diferente da AstraZeneca, o que significa que os produtos gerados por esses dois fabricantes têm origem direta diferente, e isso pode constituir produtos diferentes", afirmou.

Ele destacou, no entanto, que a empresa alega que as vacinas são comparáveis, mas a Anvisa ainda tem incerteza quanto a isso.

Outras dúvidas apresentadas durante a a apresentação referem-se à eficácia da vacina na população com mais de 65 anos e nas formas graves da doença. “Os dados são insuficientes, o que a gente pode afirmar é que existe uma tendência favorável contra as formas graves”, disse.

 

Análise dos pedidos

Conforme a Anvisa, os diretores analisam os pareceres elaborados por três áreas técnicas, que somam 50 pessoas.

Os pareceres são divididos entre as equipes que atuam em:

  • Registro de medicamentos;
  • Certificação de boas práticas de fabricação;
  • Farmacovigilância de medicamentos (monitoramento do produto no mercado).

De acordo com a Anvisa, após a votação da diretoria colegiada, a decisão passa a valer a partir da publicação do resultado e da notificação da entidade que apresentou o pedido. Durante a análise, os diretores vão avaliar os seguintes itens:

  • Qualidade;
  • Boas práticas de fabricação;
  • Estratégias de monitoramento e controle;
  • Resultados provisórios de ensaios clínicos.

Ainda de acordo com a agência, quem entrou com o pedido precisa comprovar que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina.

Se aprovado, o imunizante com uso emergencial liberado não pode ser comercializado, somente distribuído no sistema público de saúde. A liberação pode ser revogada pela Anvisa a qualquer momento.

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, disse que é preciso mudar o comportamento social em razão da pandemia do novo coronavírus. "O inimigo é um só. A nossa chance, a nossa melhor chance nesta guerra passa, obrigatoriamente, por uma mudança de comportamento social, sem a qual, mesmo com vacinas, a vitória não será alcançada", declarou. 

O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas vacinas.

“Quis o acaso, para alguns; o destino, para outros; e a vontade de Deus,na fé inabalável deste diretor, que fossemos nós a exercer ativamente esses ofícios, e tivéssemos, portanto, a missão, a honra e o dever de bem servir ao nosso legítimo e Supremo Senhor. Que Deus nos ilumine e inspire para que, neste domingo, tomemos a melhor decisão”, disse Barra Torres. 

Segundo a Anvisa, a reunião conta com a participação de cinco diretores do órgão, e a decisão é feita por maioria simples, ou seja, três votos a favor ou contra definem o resultado. Antes da decisão, três áreas técnicas fazem apresentações: a de medicamentos, que avalia os estudos de eficácia e de segurança; a de certificação de Boas Práticas, que analisa se os locais de fabricação têm condições adequadas; e de monitoramento de eventos adversos, que monitora e investiga depois da vacinação se as pessoas tiverem alguma reação à vacina). 

No início da apresentação, Gustavo Mendes Lima Santos, gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, ressaltou o aspecto histórico da decisão. “Este é um momento crítico. Este é um momento histórico. Esse tipo de autorização, a Anvisa nunca concedeu. Nunca vivemos uma situação como essa, de tanta exposição e de tanto senso de urgência e necessidade que enfrentamos neste momento”, falou ele. Segundo Lima Santos, os servidores da Anvisa “estão empenhados com dedicação no senso de urgência que o caso requer”. “Somos humanos, queremos que os produtos que sejam disponibilizados para o enfrentamento da pandemia sejam produtos eficazes, seguros e tenham qualidade”.

Insumos usados no combate à covid-19, como monitores de sinais vitais, sensores de oxigénio e cilindros de armazenamento de gases medicinais, voltarão a entrar no país com tarifa zerada. O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou a medida nesta sexta-feira (15) à noite, em reunião extraordinária.

A decisão ocorre dias depois de diversos produtos que estavam isentos desde o início da pandemia de covid-19 terem voltado a pagar Imposto de Importação. Ao todo, 258 itens tiveram a tarifa zerada hoje. O número de produtos isentos subiu para 561.

O Comitê Executivo da Camex também suspendeu uma tarifa antidumping que incidia sobre tubos de plástico para a coleta de sangue a vácuo. Por meio do antidumping, um país sobretaxa um produto importado que ameaça o equivalente nacional, sob o argumento de concorrência desleal.

Segundo o Ministério da Economia, a redução tarifária e a suspensão da tarifa antidumping vigoram até 30 de junho. As decisões foram publicadas neste sábado (16), em edição extraordinária do Diário Oficial da União.

Por meio da rede social Twitter, o presidente Jair Bolsonaro comentou a medida.

A capital paulista bateu recorde, em 2020, na coleta de resíduos sólidos recicláveis. De acordo com a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), de janeiro a dezembro do último ano, foram coletadas 94,4 milhões de toneladas de resíduos secos passíveis de reciclagem – um aumento de 17,4%, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Segundo o presidente da Amlurb, Edson Tomaz de Lima Filho, a pandemia de covid-19 foi determinante na mudança do comportamento dos paulistanos em relação ao lixo produzido em casa.  “Desde o início da pandemia, nós começamos a monitorar os dados de perto. Nessa quarentena, houve uma quebra de rotina, as famílias passaram a trabalhar e realizar as refeições em casa. Fato que, consequentemente, gera-se mais embalagens”, disse.

Especificamente, no período atingido pela pandemia, de março a dezembro, o aumento da coleta seletiva foi ainda maior: aumentaram em 20%, quando comparados ao mesmo período de 2019.

A coleta domiciliar seletiva está presente nos 96 distritos do município de São Paulo, cobrindo cerca de 76% das vias. As empresas de coleta recolhem os resíduos recicláveis e destinam as 25 cooperativas de reciclagem habilitadas no Programa Socioambiental de Coleta Seletiva da prefeitura paulistana.

Na cidade de São Paulo são coletadas aproximadamente 20 mil toneladas de resíduos por dia, sendo cerca de 12 mil toneladas de resíduos sólidos domiciliares.

A partir desta segunda-feira (18), a Caixa assume a gestão dos recursos e do pagamento das indenizações do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (Dpvat). De acordo com a instituição, “as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências do banco para acidentes com vítimas ocorridos a partir de 1° de janeiro de 2021”.

De responsabilidade da Superintendência de Seguros Privados (Susep), vinculada ao Ministério da Economia, o Dpvat é um seguro obrigatório destinado a indenizar vítimas de acidentes de trânsito ocorridos em todo o território nacional. Conforme contrato firmado entre a Caixa e Susep, o banco será o responsável pela gestão dos recursos do seguro e pelo pagamento das indenizações, assegurando à população o acesso ao benefício.

Atendimento

Segundo a Caixa, as solicitações de indenização poderão ser feitas nas agências, já a partir de segunda-feira. Para isso, a pessoa deve apresentar a documentação requerida por lei, conforme a cobertura aplicável. “Com a solicitação aprovada, o pagamento da indenização será feito em até 30 dias em uma Conta Poupança Social Digital da Caixa, no Caixa Tem, em nome da vítima ou dos beneficiários, dependendo do caso”.

A Caixa informa ainda que, em breve, será lançado o App Dpvat, que irá proporcionar ainda mais facilidade na hora de solicitar o seguro. O aplicativo permitirá o upload dos documentos e o acompanhamento da solicitação de indenização. Mais informações no site www.caixa.gov.br/dpvat ou pelo telefone 0800 726 0207.

Dpvat

Criado em 1974, o Dpvat indeniza vitimas de acidentes de trânsito, sejam motoristas, passageiros ou pedestres, brasileiros ou estrangeiros, sem apuração de culpa. A indenização é paga em casos de morte, invalidez permanente total ou parcial e para o reembolso de despesas médicas e hospitalares da rede privada por danos físicos causados por acidentes com veículos automotores de via terrestre ou por suas cargas. Estão enquadrados os acidentes de trânsito envolvendo carros, motos, caminhões, caminhonetes, ônibus e tratores (sujeitos ao licenciamento do Detran).

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